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Zerado Imposto de Importação para 339 máquinas

Negócios Internacionais / 10 Setembro 2018

Foram publicadas no da 3 de setembro, no Diário Oficial da União, as Resoluções Camex 60 e 61, que reduzem de 16% e 14% para zero o Imposto de Importação para 339 máquinas e equipamentos industriais sem produção no Brasil. A Resolução Camex 61 contém a relação de 321 ex-tarifários para bens de capital (281 novos e 40 renovações) e a Resolução Camex 60 traz a lista de 18 ex-tarifários para bens de informática e telecomunicações (17 novos e uma renovação).

De acordo com as empresas que solicitaram o benefício, os equipamentos que tiveram redução de alíquotas serão utilizados em projetos que totalizam US$ 555,6 milhões em investimentos no país. Os principais setores contemplados são os de bens de capital (31%), distribuição e geração de energia (15,27%) e médico-hospitalar (13,14%). Entre os projetos, destacam-se a implantação de uma nova unidade para produção de etanol, a substituição de equipamentos para modernizar sistemas de tratamento de esgoto e o fornecimento de equipamentos para automação de laboratórios de análises clínicas

 

Missão à Turquia deve ampliar exportações

O secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Eumar Novacki, se reuniu, na sexta-feira (7), em Ancara, com o vice-ministro da Agricultura da Turquia, Mehmet Hadi Tunç, e os principais assessores do gabinete para tratar de temas de importância bilateral no âmbito do agronegócio. O Mapa propôs a reativação do Comitê Consultivo Agrícola (CCA), responsável por discutir as principais pautas do agronegócio de ambos os países.

Diante de interesse demonstrado pelo governo turco, Novacki convidou os representantes do ministério para visita ao Mapa e à Embrapa. O vice-ministro da Agricultura da Turquia aceitou o convite e chefiará delegação daquele país ao Brasil. Na reunião, Novacki pediu a aprovação da exportação de cortes de carnes bovinas e garantiu a qualidade dos produtos brasileiros. Atualmente, o Brasil exporta apenas bois vivos para a Turquia.

 

Câmara Árabe abre inscrições para Catar

Empresas brasileiras do setor de alimentos e bebidas terão a oportunidade de buscar mercado no Catar em dezembro. A Câmara de Comércio Árabe Brasileira promoverá nos dias 5 e 6 uma missão para prospecção de negócios ao país, incluindo encontros com compradores do segmento. As inscrições podem ser feitas a partir desta terça-feira (4).

Além de reuniões de negócios com importadores do Catar, estarão na agenda encontros paralelos, segundo o perfil e a demanda de cada companhia brasileira participante da delegação. Também serão feitas visitas técnicas a estabelecimentos como supermercados para conhecer o mercado local de bebidas e alimentos. Mais informações sobre preços e inscrições para integrar a delegação ao Catar podem ser obtidos na Câmara: members@ccab.org.br ou (11) 3145-3200.

 

Consultoria de Sustentabilidade para o mercado internacional

Pensando em disponibilizar ferramentas que contribuam para o aumento da competitividade das empresas brasileiras no mercado internacional, o Texbrasil (Programa de Internacionalização da Indústria Têxtil e de Moda Brasileira) – resultado de uma parceria entre a Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção) e a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) – lança uma consultoria especialmente desenvolvida para auxiliar a implementação de práticas de sustentabilidade nas empresas do setor.

A assessoria individual tem como público-alvo empresas do Programa de todos os níveis, das iniciantes às exportadoras. Durante os encontros, os profissionais aprendem sobre a adequação de práticas de produção a padrões de sustentabilidade internacionais e os principais atributos valorizados globalmente para quem deseja se diferenciar em mercados cada vez mais exigentes. Para saber mais sobre todas as etapas da capacitação em sustentabilidade, acesse o material. Dúvidas ou interesse? Entre em contato com Fernanda Garavello pelo e-mail fernanda@abit.org.br

 

Crescem exportações de ‘snacks’

As exportações de confectionery e snacks do Brasil aumentaram 7,14% no primeiro semestre deste ano, alcançando US$ 255,1 milhões. A expansão das vendas externas do setor confirma a tendência que já vem desde 2017, quando as exportações registraram forte crescimento de 19,4% em relação ao ano anterior. A expectativa é de que a tendência se mantenha, segundo indicam estudos do Brasil Sweets and Snacks, um projeto de exportação criado em parceria pela Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (ABICAB) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Entre janeiro e junho de 2018, as exportações de doces típicos brasileiros – feitos de amendoim, como paçoca e pé de moleque – além do tradicional doce de leite, barrinhas de cereais e chocolate tiveram aumento mais expressivo. As exportações de doces brasileiros cresceram 9,9% no primeiro semestre, as de barrinhas de cereais aumentaram 5,8% e as de chocolate, 2,7%, na comparação com o mesmo período do ano passado. Também as vendas de amendoim in natura registraram um forte aumento, 33,85% em valor nos primeiros seis meses do ano

 

Depois das indústrias, agronegócio 4.0

Depois da agricultura de precisão, o conceito de indústria 4.0 ganha espaço desde a preparação das lavouras até o embarque de produtos para facilitar a tomada de decisões e elevar ganhos no agronegócio. De sistemas para monitorar cargas a robôs que calculam o imposto de renda, as alternativas não param de surgir. Se na agricultura de precisão sensores e drones permitem a captação de dados que permitem uma atuação mais “precisa”, a agricultura 4.0 representa o passo seguinte, marcado pela automação, a integração de dados, a conectividade e o conteúdo digital. “O desafio é integrar esses dados de forma que eles sejam úteis para o produtor”, acrescenta a pesquisadora Silvia Massruhá, chefe-geral da Embrapa Informática Agropecuária.

A Copersucar, maior comercializadora de açúcar e etanol do país, por exemplo, investiu R$ 800 mil em um sistema que permite o acompanhamento detalhado desde a chegada da carga no porto até ao embarque no navio, no Terminal Açucareiro Copersucar (TAC), no Porto de Santos, com todas as informações disponíveis em apenas uma tela ao operador.

Contado com o colunista: pietrobelliantonio0@gmail.com