'Zap' é a maior ferramenta de comunicação da classe C

Estudo traz dados sobre consumo de mídia e indica que uso de celular já está consolidado entre o segmento.

Informática / 15:01 - 4 de out de 2019

Siga o Monitor no twitter.com/sigaomonitor

Considerada a maior parcela da população brasileira, a classe C acaba de ser ouvida pelo Instituto Data Popular que apresentou dados exclusivos com relação ao consumo de mídia e a maneira como essa população se informa. Lançado em outubro, o levantamento "Data Check-up Brasil - Classe C" detectou que o Whatsapp é a rede social utilizada por mais pessoas, com adesão de 84% do grupo, seguido do Facebook (72%) e do Instagram (52%).

A pesquisa, que ouviu 1.020 pessoas com renda entre R$ 1.646,95 e R$ 4.144,67, ainda revela que o serviço de mensagens é a principal ferramenta de 70% dos entrevistados, enquanto o Facebook atingiu a marca de 10% e o Instagram, 9% dos respondentes.

O estudo ainda demonstra que a posse de algum aparelho celular já está disseminada entre a classe C (93%), sendo o smartphone utilizado por mais da metade (69%), e o celular comum com uma baixa adesão (24%). Já no que diz respeito ao plano de contratação de serviços, o pré-pago é predominante (62%).

Sobre o uso da internet pelo celular, o levantamento detectou ainda que 71% dos entrevistados possuem pacote de dados contratado para poder acessar a rede sem necessidade do Wi-Fi, enquanto apenas 26% dependem da rede sem fio.

A classe C também foi questionada sobre o hábito de assistir TV, onde 61% do grupo afirma possuir a prática em sua rotina. Quando questionados sobre seus programas preferidos, a Rede Globo segue em destaque, sendo o Jornal Nacional (8%) e as novelas (7%) os maiores detentores de audiência.

O Jornal da Record figura no ranking em terceiro lugar na preferência entre os programas de televisão (3%).

A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 18 de setembro, em 33 cidades brasileiras (escolhidas a partir de critérios populacionais), sendo 19 delas capitais. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

 

 

 

 

Siga o Monitor no twitter.com/sigaomonitor