Usuários da Linha Amarela temem municipalização da via

Cariocas temem que estrada se transforme na Linha Vermelha: deteriorada.

Decisões Econômicas / 18:20 - 31 de out de 2019

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A decisão da Prefeitura do Rio de municipalizar a Linha Amarela deixa os moradores de Jacarepaguá, Recreio e Barra da Tijuca, principais usuários da via, entre a cruz e a espada, usando-se um antigo ditado popular. Ficando como está, os usuários continuarão pagando o pedágio mais caro do Brasil em uma rodovia dentro da própria cidade onde moram, mas terão como contrapartida uma estrada bem cuidada, bem iluminada e com assistência mecânica e reboques em tempo integral. Com a municipalização, os motoristas que passam diariamente por ali economizarão um bom dinheiro com o fim do pedágio, mas temem a degradação da rodovia.

 

Morador prevê mudança de cor e status

Um morador da Barra disse que a municipalização vai transformar a Linha a Amarela em Linha Vermelha, em uma alusão à falta de cuidado do Município com a Linha Vermelha. Segundo ele, a Linha Vermelha não tem pedágio, e o trecho entre a Ilha do Governador e a Baixada Fluminense não recebe pavimentação nova há décadas. E ele segue enumerando os problemas da Linha Vermelha: falta placas de sinalização, há trechos às escuras e onde não há buracos há ondulações provocadas por inúmeros remendos no asfalto.

 

Niterói tem número recorde de candidatos

Com R$ 2 bilhões em caixa e todas as contas e salários dos servidores em dia, a Prefeitura de Niterói poderá ter um número recorde de candidatos nas eleições municipais do ano que vem. Os deputados estaduais Paulo Bagueira (SDD), Waldeck Carneiro (PT), Gustavo Schmidte (PSL) e Flávio Serafim (PSOL) estão entre os pré-candidatos. Os dois primeiros disputam com outros cinco políticos da cidade a indicação e o apoio do atual prefeito, Rodrigo Neves (PDT), o responsável pelos tempos de bonança na cidade. Os federais Carlos Jordy (PSL), Chico D’Ângelo (PDT) e Talíria Petrone (PSOL) também ensaiam suas candidaturas.

Deputado Marcio Pacheco

Estado pode quebrar se perder royalties

O líder do governo na Alerj, deputado Márcio Pacheco (PSC), disse que o Rio de Janeiro vai “quebrar” com a nova lei de distribuição dos royalties do petróleo. Ele defende a adoção imediata de um plano com medidas compensatórias para a possível perda na arrecadação. Estimativas calculadas pela Frente Parlamentar de Monitoramento do Regime de Recuperação apontaram que o Estado vai deixar de arrecadar R$ 56 bilhões em quatro anos com a nova legislação. Pacheco disse ainda que é preciso prorrogar o Regime de Recuperação Fiscal ou trazer medidas compatíveis com a realidade do Rio de Janeiro para evitar que o estado mergulhe em outra crise financeira.

Governador Wilson Witzel

Lei determina faxina nos postes

O governador Wilson Witzel sancionou esta semana a lei que obriga as concessionárias a realizar o alinhamento os cabos que estão em uso nos postes de todo o estado e a retirada dos que estão em desuso. A lei é de autoria dos deputados Delegado Carlos Augusto (PSD) e Carlos Minc (PDB) e determina ainda que toda a fiação de poste de sustentação deverá ser identificada com o nome da empresa que a utiliza e o número de contato telefônico. As empresas terão dois anos para o realinhamento ou remoção dos fios.

 

Big brother em hotéis para animais domésticos

A vereadora carioca Luciana Novaes (PT) quer câmeras monitoramento 24 horas nas dependências de hotéis para cães e gatos, com transmissão online. Ele defende que o acesso às imagens irá tranquilizar os donos. “Quem tem um animal de estimação e precisa deixá-lo em estabelecimentos, hotéis ou hospedagens, sempre tem preocupação ou curiosidade em saber como seu bichinho está se comportando”, afirma a vereadora, que apresentou na Câmara Municipal do Rio um projeto de lei com a proposta.

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