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Sem plástico e sem carne

Natura adere ao Compromisso Global por uma Nova Economia do Plástico e ao movimento Segunda Sem Carne

Empresa-Cidadã / 06 Novembro 2018

Em 1983, a Natura, multinacional brasileira de higiene e cosméticos, foi pioneira no mercado brasileiro ao lançar refis das embalagens de alguns de seus produtos. Desde então, mais de 90 itens da marca já contam com refis, o que contribui para retirar do meio ambiente 1,6 mil toneladas de plástico anualmente, o equivalente ao volume de lixo gerado por 3 milhões de pessoas em um único dia.

O uso de refis pela empresa, que completa 35 anos em 2018, é um dos principais compromissos da Natura com a redução da poluição plástica. Como parte desse compromisso, a Natura é também uma das empresas signatárias do Compromisso Global por uma Nova Economia do Plástico, iniciativa liderada pela Fundação Ellen MacArthur em parceria com a ONU Meio Ambiente, que busca erradicar o desperdício e a poluição por plásticos em sua origem.

– “A poluição plástica é uma das principais crises ambientais que o mundo enfrenta hoje. Como um grupo global de cosméticos que está comprometido em gerar impacto econômico, social e ambiental positivo, estamos focados em reduzir a quantidade de plástico usado em nossas embalagens e também aumentar o uso de plástico reciclado em nossos frascos”, afirma João Paulo Ferreira, presidente da Natura.

O Compromisso Global, assinado por 250 organizações, que juntas representam 20% de todas as embalagens plásticas produzidas no mundo, foi lançado durante o Our Ocean Conference, em Bali (Indonésia), no final de outubro, e tem como objetivo estabelecer uma nova realidade para as embalagens plásticas. As metas serão revisadas a cada 18 meses e as empresas que assinaram o compromisso publicarão anualmente dados indicativos da evolução do seu processo para gerar impulso e garantir a transparência.

As metas incluem: eliminar embalagens plásticas problemáticas ou desnecessárias e migrar de modelos de uso único para modelos de reuso; inovar para garantir que 100% das embalagens plásticas possam ser reutilizadas, recicladas ou compostadas com facilidade e segurança até 2025 e circular o plástico produzido, aumentando consideravelmente a quantidade de plásticos reutilizados ou reciclados e transformados em novas embalagens ou produtos.

 

Segunda com proteína vegetal

A Natura aderiu ao movimento Segunda Sem Carne, presente em mais de 40 países e promovido no Brasil pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB). A empresa passará a servir nos restaurantes de suas instalações um cardápio especial às segundas-feiras que substituirá a proteína animal pela proteína vegetal. Mais de 4,5 mil empregados serão convidados a refletir sobre os impactos das suas escolhas de consumo.

Com a implementação da Segunda Sem Carne, a Natura ajudará a preservar, por ano, o equivalente a aproximadamente 500 hectares de vegetação – o tamanho de dois Parques Ibirapuera, em São Paulo – e a economizar 5 milhões de litros de água – ou 40 mil de banhos de 15 minutos. Além disso, será evitado o consumo de 1,5 milhão de quilos de grãos de soja, que normalmente vão para produção de ração animal, e reduzidas as emissões de gases do efeito estufa em 1,5 milhão de quilos – o mesmo que retirar de circulação 330 mil carros ao longo de um ano.

O lançamento da ação faz parte da Semana de Sustentabilidade, promovida pela empresa entre seus funcionários de 5 a 9 de novembro.

 

Sustentabilidade do café

A Nestlé será uma das participantes da Conferência Global de Sustentabilidade do Café 2018. O evento, realizado em Belo Horizonte de 8 a 10 de novembro como parte das atividades da Semana Internacional do Café, reúne representantes do setor nacional e internacional, das esferas pública e privada, para debater e buscar iniciativas que levem a um impacto real e mensurável sobre as famílias produtoras de café em todo o mundo.

Um dos destaques da atuação da Nestlé na cadeia de cafés é o Programa Nescafé Plan, que busca garantir a produção sustentável do café e a capacitação de agricultores por meio de treinamentos e do acompanhamento técnico nas propriedades rurais. A iniciativa, realizada desde 2011, fomenta a utilização do Código Comum para a Comunidade Cafeeira (4C) e a implementação de programas com produtores, visando maior eficiência e práticas mais sustentáveis na cadeia do café.

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