SEG - Saúde suplementar fecha ano com 47 milhões de beneficiários

Os dados foram divulgados ontem pela ANS e são relativos ao mês de dezembro de 2019.

Seguros / 17:49 - 6 de fev de 2020

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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) disponibilizou nesta quarta-feira os dados do setor de planos de saúde com os números referentes ao mês de dezembro de 2019. No período, o setor totalizou 47.039.728 beneficiários em planos de assistência médica em todo o Brasil, mantendo estabilidade em relação ao mesmo período de 2018.

O segmento exclusivamente odontológico manteve trajetória de crescimento, contabilizando 26.024.494 usuários - expansão de 1.739.649 em relação a dezembro de 2018.

A consulta a esses dados e às demais informações relativas ao setor de planos de saúde está disponível por meio da Sala de Situação. Também foram atualizados os dados disponibilizados no Tabnet e os dados gerais.

Os dados de dezembro detalhados por unidade federativa mostram que houve aumento na quantidade de beneficiários em planos de assistência médica em 11 estados, sendo Minas Gerais, Goiás e Rio de Janeiro os líderes em números absolutos (comparativo com dezembro de 2018). Na segmentação odontológica, 24 estados e o Distrito Federal registraram aumento no número de beneficiários. São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais foram os estados que registraram os maiores aumentos em relação ao mesmo período do ano anterior.

A ANS lembra que os números podem sofrer modificações retroativas em função das revisões efetuadas mensalmente pelas operadoras.

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DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

Prorrogado prazo para inscrição na palestra sobre conselhos fiscais de fundos de pensão

A Associação de Engenheiros da Petrobras (Aepet), em parceria com a Associação Nacional dos Participantes da Petros (Apape), irá promover para seus associados no dia 12 de fevereiro, das 13h às 18h, um encontro para atualização e troca de informações sobre o funcionamento do Conselho Fiscal da Petros e a atuação dos Conselheiros Fiscais.

O evento ocorrerá na sede da Aepet (Avenida Nilo Peçanha, 50/2.409, Centro do Rio), e terá como palestrante Alessandra Patrícia Teixeira da Silva, da empresa Consultorys. Alessandra é pós-graduada em Gestão em Fundos de Pensão pela FGV e especialista em previdência e consultoria a Conselhos Fiscais de EFPC. Possui Certificado ICSS.

A inscrição deverá ser feita através do e-mail beneficios@aepet.org.br ou pelo telefone (21) 2277-3750 (falar com Mônica).

Em seguida, deve ser efetuado o depósito de R$ 20, referente à contribuição, no Banco do Brasil, em nome da Aepet, Agência 0183-X, conta-corrente 45.781-7. CNPJ 34.131.870/0001-11.

O comprovante deve ser encaminhado para o email tesouraria@aepet.org.br.

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Projeto sobre valorização da Enfermagem é selecionado em iniciativa da Opas

A experiência "Assistência em violência - prática interprofissional para a garantia do direito à saúde das mulheres em situação de violência doméstica de gênero", sob o tema "Valorização da Enfermagem", encaminhada pela Profa. Dra. Maria Fernanda Terra, professora do Curso de Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, foi selecionada pelo Laboratório de Inovação em Enfermagem como experiência inovadora na área.

A iniciativa, promovida pelo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) e pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) no Brasil, classificou 39 experiências das 329 inscritas na iniciativa.

Das práticas aprovadas, 17 pertencem ao eixo "Ampliação do escopo de práticas" e 22 ao tema "Valorização da Enfermagem". As experiências contemplam todas as regiões do país e são provenientes de 12 Estados: Alagoas (3 experiências), Amazonas (1), Bahia (1), Ceará (1), Distrito Federal (2), Paraíba (1), Paraná (3), Pernambuco (1), Rio de Janeiro (6), Rio Grande do Sul (2), Santa Catarina (8), São Paulo (10).

A comissão organizadora do Laboratório de Inovação tinha previsto inicialmente a seleção de 30 experiências, mas o bom nível dos relatos apresentados motivou a ampliação das vagas.

O seminário, que marcará a segunda etapa do Laboratório de Inovação, acontecerá em Brasília, entre os dias 16 a 18 de março. Na oportunidade, os autores terão a oportunidade de apresentar presencialmente a prática desenvolvida no Sistema Único de Saúde (SUS) para a comissão de avaliação, que escolherá as experiências que serão visitadas "in loco" pela equipe a partir de abril.

Os avaliadores do Laboratório de Inovação são indicados pelo Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass), pelo Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), pela Associação Brasileira de Enfermagem (Aben), pelos Ministérios da Saúde (por meio da Secretaria de Atenção Primária à Saúde e da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde) e da Educação (com representantes da Secretaria do Ensino Superior), e pela Opas e Cofen.

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HackMed Conference & Health Hackathon - O Grupo Fleury marcou presença no Hackmed Conference & Health Hackathon, evento inspirado no MIT Hacking Medicine e organizado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), voltado para empreendedorismo, liderança e inovação com foco na área da saúde.

Na Conferência, o Grupo Fleury esteve representado pelo seu diretor-executivo médico e técnico, Edgar Gil Rizzatti, no Fórum: Como a Inteligência Artificial pode mudar o futuro da Medicina", que foi moderado por Fábio Jatene, professor titular da disciplina de Cirurgia Cardiovascular da FMUSP e coordenador do InovaInCor. Dentre os demais participantes do painel estavam Gisselle Ruiz Lanza, diretora geral da Intel Brasil; Paulo Chapchap, diretor geral do Hospital Sírio-Libanês;Margareth Amorim, especialista em transformação digital para o setor de saúde da SAP; Jacson Barros, diretor do departamento de Informática Médica do SUS no Ministério da Saúde; e Paulo Hoff, diretor geral do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo e chefe da Oncologia da Rede D’Or. Além do executivo no Fórum, o Grupo Fleury contou com estande exclusivo.

O Hackmed também promoveu o Health Hackathon, uma competição dentro de um ecossistema de inovação que propõe identificar problemas e gerar soluções criativas em cinco grandes áreas: saúde mental, atenção primária e telemedicina, cuidados cirúrgicos, terceira idade e reabilitação. O hackathon segue metodologia do MIT, e busca o surgimento de novas startups. As melhores soluções foram premiadas, com aporte financeiro, oportunidade de apresentar os projetos para referências da área, além de incubação das startups no HC. O diretor de Estratégia e Inovação do Grupo Fleury, Hans Lenk, estava entre um dos nomes de jurados. A Conferência e a competição aconteceram de 31 de janeiro a 2 de fevereiro de 2020, no Centro de Convenções Rebouças e no InRad, ambos no Hospital das Clínicas, em São Paulo.

A Conferência contou com a participação de grandes nomes nacionais e internacionais, como Giovanni Cerri, diretor de Inovação do Hospital das Clínicas e ex-Secretário de Saúde do Estado de São Paulo; Tarcísio Eloy, diretor da Faculdade de Medicina da USP; Masanori Aikawa, professor da Harvard Medical School e fundador e diretor do Center of Interdisciplinary Cardiovascular Sciences (CICS) do Brigham and Women’s Hospital; Deborah Alves, formada em Ciências da Computação e Matemática em Harvard e cofundadora do CTO Cuidas; Jorge Paulo Lemann, fundador do 3G Capital e AB Inbev; Marco Stefanini, CEO da Stefanini; Sidney Klajner, presidente do Hospital Albert Einstein; Robson Capasso, professor da Stanford School of Medicine e Global Advisor no Stanford Byers Center for Biodesign.

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Contratação de médicos radiologistas e ultrassonografistas A Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (Fidi) - gestora de serviços de diagnóstico por imagem da rede pública - ampliando seus serviços, busca médicos radiologistas e médicos ultrassonografistas para atuarem em suas unidades da rede pública de São Paulo.

Os profissionais devem entrar em contato com a supervisão médica pelo e-mail supervisaomedica@fidi.org.br. As oportunidades são para início imediato.

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SEGURO CIDADÃO

Fevereiro Laranja e Roxo O que a fibromialgia, o mal de Alzheimer, o lúpus têm em comum? As quatro doenças não têm hora para se manifestarem, e podem ser diagnosticadas precocemente. Por isso, duas campanhas foram criadas para disseminar informações sobre essas doenças.

"As doenças contempladas pelas campanhas de fevereiro não são contagiosas e, com o tratamento correto, podem ser enfrentadas com mais qualidade de vida. Queremos que a categoria saiba disso e sinta que pode contar conosco mesmo em momentos de adversidades".

Essa campanha engloba três doenças que, à primeira vista, são muito diferentes entre si, exceto por um detalhe: nenhuma das três tem cura. A iniciativa une a fibromialgia, o lúpus e o mal de Alzheimer sob o lema "Se não houver cura, que, no mínimo, haja conforto".

A iniciativa do Fevereiro Laranja tem o objetivo de prevenir a leucemia, um tipo de câncer que afeta os tecidos que formam células sanguíneas e impede que o corpo combata infecções.

Com causas desconhecidas, a doença costuma se manifestar de forma repentina e agressiva. No entanto, as perspectivas de cura são boas - as chances de se recuperar chegam a 90%, caso seja diagnosticada nos estágios iniciais.

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Fabricantes de cigarros têm 30 dias para responder ação da AGU

A Justiça Federal aceitou os argumentos apresentados pela Advocacia-Geral da União (AGU) e estabeleceu um prazo de 30 dias úteis para que as duas maiores fabricantes de cigarros do Brasil e suas matrizes estrangeiras se defendam na ação civil pública ajuizada pela AGU para cobrar o ressarcimento dos gastos federais do Sistema Público de Saúde (SUS) com o tratamento de doenças causadas pelo tabagismo.

Desde julho do ano passado, quando foram intimadas pela juíza Graziela Cristine Bündchen, da 1ª Vara Federal de Porto Alegre (RS), as empresas Souza Cruz LTDA, Philip Morris Brasil Indústria e Comércio LTDA e Philip Morris Brasil S/A vêm se negando a receber as notificações. Elas alegam que são apenas filiais e que as notificações devem ser endereçadas diretamente a suas matrizes - a British American Tobacco PLC e Philip Morris International.

A AGU, no entanto, peticionou nos autos e comprovou que as empresas brasileiras são os braços operacionais de suas controladoras internacionais e que têm plenas condições de fazer chegar a citação a suas matrizes. Seguindo o entendimento da Advocacia-Geral, a magistrada determinou que as fabricantes brasileiras devem fazer a comunicação com suas controladoras sobre a intimação para que todas se manifestem na ação.

"O próprio Código de Processo Civil (CPC) também prevê que empresas subsidiárias aqui no Brasil, que representam o interesse de grandes conglomerados no exterior, que vendem o mesmo produto e compartilham as mesmas marcas, como é o caso das empresas de cigarros, podem receber citações em nome das matrizes. E foi justamente esse argumento que a gente apresentou e o juízo aceitou", explica o coordenador regional de Atuação Proativa da Procuradoria-Regional da União na 4ª Região, Davi Bressler.

O advogado da União acredita que as empresas adotaram uma estratégia de tentar protelar ao máximo o andamento da ação para proteger suas matrizes. "Mas nossa expectativa agora é que a ação finalmente comece a andar e que a gente possa chegar a uma decisão, porque trata-se de uma causa muito importante para a sociedade brasileira", salienta.

Davi Bressler ressalta que a ação da AGU é diferente das muitas ações individuais contra as fabricantes de cigarros que chegam à Justiça todos os anos. Nessas ações, a maior parte das sentenças e acórdãos tem decidido por não responsabilizar das empresas nos casos de adoecimento e morte de fumantes.

"A ação da AGU é diversa dessas ações movidas pelos fumantes e familiares. Nesses processos, há muita dificuldade de comprovar a ligação entre o fumo e a doença em si. A União, por entrar com uma ação coletiva, consegue superar esse problema, porque, como temos a certeza de que o cigarro causa inúmeras doenças, conseguimos limitar em um percentual a responsabilidade da indústria em relação aos cigarros que ela produziu", afirma.

Em maio do ano passado, a AGU protocolou a ação em que pede a condenação das maiores fabricantes de cigarros do Brasil e suas matrizes estrangeiras a ressarcir os gastos da rede pública de saúde com tratamentos de doenças causadas pelo tabaco.

O pedido abrange os gastos da União nos últimos cinco anos com o tratamento de pacientes com 26 doenças cuja relação com o consumo ou simples contato com a fumaça dos cigarros é cientificamente comprovada. A AGU também solicita a reparação proporcional dos custos que terá nos próximos anos com os tratamentos e o pagamento de indenização por danos morais coletivos.

São alvo da ação as maiores fabricantes de cigarros do Brasil: Souza Cruz LTDA, Philip Morris Brasil Indústria e Comércio LTDA e Philip Morris Brasil S/A, que juntas detêm aproximadamente 90% do mercado nacional de fabricação e comércio de cigarros, e suas controladoras internacionais.

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Câncer de pulmão afeta mais de 1,5 milhão de pessoas no mundo

Todos os anos, são registrados mais de 1,5 milhão de novos casos de câncer de pulmão em todo o mundo. "O tabagismo reponde por 85% das causas da doença e, nos estágios iniciais, há grande possibilidade de cura", esclarece Ramon Andrade de Mello, médico oncologista, professor da disciplina de oncologia clínica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Escola de Medicina da Universidade do Algarve (Portugal).

O médico oncologista explica que, entre os sintomas da doença, estão a tosse persistente, escarro com sangue e dor no peito. Os pacientes podem apresentar ainda rouquidão, falta de ar, perda de peso e de apetite, além de pneumonia recorrente ou bronquite. "A visita periódica ao médico é uma das maneiras de diagnosticar precocemente a doença, aumentando as chances de tratamento com resultados positivos", explica o professor da Unifesp.

O tratamento desse tumor depende do tipo histológico e do estágio da doença. "O paciente pode ser tratado com cirurgia, quimioterapia ou radioterapia, dependendo do diagnóstico. Podemos ainda combinar modalidade de tratamento", afirma o médico.

Segundo o especialista, nos casos da doença localizada e sem linfonodo, o tratamento pode ser cirúrgico, seguido ou não de quimioterapia e/ou radioterapia. Nos diagnósticos da doença localizada no pulmão e nos linfonodos, o tratamento é feito com radioterapia e quimioterapia ao mesmo tempo. "Nos diagnósticos com metástases, o tratamento pode ser com quimioterapia ou até mesmo com medicação baseada em terapia-alvo. A equipe médica é que melhor pode definir o tratamento de acordo com cada caso", aponta o médico oncologista.

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ENDOSSANDO

Odontotech O mercado odontológico brasileiro é um dos maiores do mundo. Segundo dados do Conselho Federal de Odontologia (CFO), o Brasil é o campeão mundial em número de dentistas, com cerca de 319 mil profissionais atuantes. Este segmento movimenta mais de R$38 bilhões e cresce, em média, 7% anualmente. Dentro dos meios de atuação inseridos na odontologia, existe um que passava despercebido pela tecnologia: pedidos de próteses para laboratórios.

Criada por executivos de mercado e dentistas do Ateliê Oral, consultório símbolo da odontologia de excelência no Brasil, a UDlab chega ao mercado com uma solução revolucionária. Ela automatiza todos os pedidos de próteses: da descrição e desenho, passando pelo pagamento, até a data de entrega para o dentista.

"Em anos na cadeira do consultório percebi o quanto era difícil estabelecer uma conexão assertiva com laboratórios. Pedidos feitos em papel e prazos que não são cumpridos fazem parte de uma rede de processos passíveis de erros. Do lado dos laboratórios, a ociosidade de aparelhos, inadimplência e dependência de poucos consultórios é um problema que persiste", explica o CEO e idealizador da UDlab, Luis Calicchio.

A plataforma alinha toda a operação B2B (business to business), como a descrição de especificidades técnicas, tal qual cor, escala, quantidade e material. Além disso, é possível enviar opções de foto e vídeo da arcada dos pacientes para que seja possível visualizar o contexto como um todo. Após a descrição do pedido, o pagamento pode ser realizado também no aplicativo, com o prazo de entrega já definido. Tudo isso nas mãos dos dentistas.

"Se algum profissional entra de férias e não realiza pedidos, o laboratório perde uma de suas fontes de renda. Nossa ideia é levar pedidos constantes para estes locais e, por isso, aumentar sua rentabilidade mensal", diz o empreendedor, que tem mais de 15 anos de atuação clínica e é membro do conselho do Ateliê Oral.

A ideia da startup veio de uma dor real, sentida dentro do laboratório próprio do Ateliê, o Precision. "Fomos a campo conversar com diversos dentistas e técnicos e percebemos que as dores eram as mesmas. Vimos que teríamos um mercado gigante para explorar se levássemos inovação, tecnologia e educação aos colegas", conta Calicchio.

O Brasil é o segundo maior do mundo em número de implantes, perdendo apenas para os EUA. São mais de 2 milhões de próteses feitas anualmente no país com valor médio de R$ 400 por dente. O tamanho do mercado potencial de atuação da startup é superior a R$ 10 Bilhões.

Todos os laboratórios registrados na UDlab fazem parte do Conselho Federal de Odontologia. Com uma base de avaliação, estes técnicos conseguem ter feedbacks de pontos para serem aperfeiçoados. Eles seguem, portanto, mais munidos na busca por oferecer cada vez mais uma odontologia de excelência. Além disso, a startup leva toda sua metodologia de ensino e usabilidade do aplicativo e gestão aos laboratórios parceiros, atuando na formação técnica e atualização destes profissionais.

A UDlab, que já captou alguns milhões de reais em investimentos, monetiza suas operações a partir de uma comissão recebida pela intermediação entre as duas pontas.

Para o futuro, a UDlab já está evoluindo a interatividade da plataforma para diversificar fontes de receita e beneficiar o ecossistema. É um modelo de automatização sem precedentes no mercado de odontologia mundial, 100% brasileiro. O aplicativo já está disponível para Android e iOS.

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Atibaia O Programa Expedições Científicas e Assistenciais (Peca), da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP), encerrou a edição 2020 no último dia 28 em Atibaia. A execução do Programa foi uma parceria entre a Prefeitura da Estância de Atibaia e a FCMSCSP e resultou num mutirão de atendimento em mais de 24 setores da área da saúde e 15 especialidades médicas.

Durante os seis dias de Programa foram atendidas mais de 640 pessoas, totalizando uma média de 2 mil consultas, já que alguns pacientes demandavam mais de uma especialidade. Os atendimentos foram nas mais de 15 especialidades médicas, psicológicas, de fisioterapia, odontologia e enfermagem, além de atendimentos ambulatoriais, cirurgias eletivas, visitas domiciliares e realização de exames.

As equipes, formadas por mais de 370 acadêmicos, técnicos, residentes e docentes da FCMSCSP, aliados aos servidores municipais da área da saúde realizaram 24 cirurgias eletivas, de pacientes que aguardavam na fila de espera. Também foram feitas 28 visitas domiciliares e mais de 480 retornos. A violência contra a mulher foi abordada na reunião especial do núcleo de Conflitos Familiares Difíceis (Confad).

A parceria Prefeitura e FCMSCSP cumpriu seu objetivo de ampliar a medicina preventiva e promover o atendimento básico de saúde, voltado para a humanização e integralidade dos pacientes, além da vivência para os acadêmicos participantes e o intercâmbio de saberes entre profissionais da saúde. Entre os benefícios imediatos está a diminuição das filas de espera por atendimento, tanto das unidades de saúde quanto do Ambulatório Médico de Especialidades (AME).

Conforme determina o projeto, são dois anos consecutivos de aplicação na cidade escolhida, consequentemente, Atibaia também sediará o Peca na edição 2021, na mesma época do ano. As consultas e atendimentos ambulatoriais foram realizados na Escola Municipal Takao Ono no Jardim Cerejeiras, a Santa Casa de Atibaia recebeu as cirurgias eletivas e a USF Cerejeiras, os exames de audiometria e de ultrassom e os atendimentos odontológicos.

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