SEG NOTÍCIAS - Mercado odontológico encerra 2019 com recorde

Segmento cresceu 7,2% em 2019 e firmou 1,7 milhão de novos vínculos, sendo 655,1 mil apenas nos últimos três meses do ano.

Seguros / 18:16 - 7 de fev de 2020

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O total de beneficiários de planos exclusivamente odontológicos superou a marca histórica de 26 milhões em 2019. De acordo com a Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB), do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess), o segmento cresceu 7,2% em 2019 e firmou 1,7 milhão de novos vínculos, sendo 655,1 mil apenas nos últimos três meses do ano.

O resultado foi fortemente impulsionado pela contratação de planos empresariais, especialmente no Sudeste do País. Contudo, o setor também apresenta avanço expressivo dos vínculos individuais ou familiares. "Entre dezembro de 2019 e o mesmo mês do ano anterior, 1,2 milhão dos novos contratos foram feitos por empresas que decidiram oferecer o benefício aos seus colaboradores, normalmente como forma de atrair ou reter talentos. Um avanço de 6,9%", destaca José Cechin, superintendente-executivo do Iess. "Outro destaque é o incremento de 3,7% no total de planos odontológicos individuais. Enquanto os planos médico-hospitalares reduziram muito a venda desse tipo de plano por conta de desequilíbrios na regulação, para os planos odontológicos, esse é um mercado que deve continuar crescendo nos próximos anos", completa.

Do total de 1,7 milhão de novos vínculos exclusivamente odontológicos detectados pela NAB em 2019, 1,2 milhão concentram-se no Sudeste do País, sendo 735,4 mil apenas em São Paulo. Das 27 Unidades da Federação, apenas duas registraram recuo no total de beneficiários deste tipo de plano. Em Alagoas, 1,9 mil vínculos foram rompidos no período analisado e, em Rondônia, 7,1 mil.

Por outro lado, 60,5 mil brasileiros deixaram de contar com os planos médico-hospitalares. Sendo que o impacto negativo no segmento se deve exatamente aos planos individuais e familiares. Ao longo do ano passado, 78,6 mil vínculos deste tipo foram rompidos. Já os planos coletivos voltaram a apresentar crescimento, com a adesão de 27 mil novos beneficiários. Desses, 15,9 mil são de planos coletivos empresariais.

Cechin pondera que apesar de os números não serem tão expressivos quanto os do setor exclusivamente odontológico, há boas notícias para se comemorar. "O crescimento da contratação de planos médico-hospitalares por empresas é um bom sinal para o setor. Reflete um reaquecimento gradual da economia, que tende a se refletir também em renda das famílias, gerando um ciclo virtuoso", estima. O executivo acredita que se a economia nacional realmente engrenar o processo de recuperação que vem se desenhando, deveremos ver o começo da recuperação do setor que perdeu mais de 3 milhões de vínculos entre 2014 e 2017. "Hoje, o incremento de beneficiários de planos médico-hospitalares na categoria coletivo empresarial está aquém do aumento do emprego formal na economia brasileira, que tem saldo de 644 mil, segundo dados do Caged. Isso ocorre porque a maior parte dos novos postos de trabalho tem se concentrado nos setores de comercio e serviços, que historicamente oferecem o benefício do plano em proporção menos do que o industrial, por exemplo. Se o total de empregos voltar a crescer em todos os setores, a contratação de planos de saúde tende a acelerar", analisa.

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MP 905/19 - I - Desde o dia 11 de novembro de 2019, quando foi editada a Medida Provisória 905/19, a Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e de Resseguros (Fenacor) e os Sindicatos dos Corretores e das Empresas Corretoras de Seguros (Sincor's) estão trabalhando e se articulando em defesa dos interesses dos corretores de seguros. Em nota, dizem que "assim, em menos de 60 dias úteis, já empreendemos várias ações, que nem sempre chegam ao conhecimento de todos, mas que temos o dever de esclarecer."

A federação e os sindicatos agiram em três frentes, nos campos jurídico, político e institucional:

Frente jurídica: Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI). Foi impetrada através do Solidariedade, partido do deputado Lucas Vergilio, porque entendemos ser a melhor estratégia. Até para que a Fenacor se reservasse, após eventual resposta a essa ADI, que está sob a relatoria da ministra Carmem Lucia, caso seja necessária uma segunda ação.

Frente política: ampla, ostensiva, bem articulada e forte atuação no campo político. Os Sindicatos contataram vários deputados em suas bases, os quais apresentaram diversas emendas à MP 905/19.

No total, são mais de 30 emendas versando exclusivamente sobre os pontos da MP 905/19 que atingem com a categoria dos corretores de seguros. Essas emendas deverão ser analisadas, o que fortalece nossa atuação.

Mas, sobretudo, a atuação política se deu na articulação para que o deputado Lucas Vergilio fosse indicado vice-presidente da Comissão Mista que analisa aquela Medida Provisória. Ele apresentou 5 emendas, cada uma contemplando uma estratégia distinta.

E frente institucional: foi realizado um número muito grande de ações, incluindo várias reuniões na Susep e em Brasília, com o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho; na Secretaria de Política Econômica, além de outras instâncias governamentais visando a corrigir os equívocos que foram cometidos com a simples revogação da Lei 4.594/64 e de alguns dispositivos do Decreto Lei 73/66, conforme contido no art. 51, incisos III e IV, da MP 905/19.

Fenacor e Sincor's convocam e concitam os corretores de seguros brasileiros a, mais uma vez, unirem forças em prol de uma questão de grande relevância para a categoria. "Essa união e o comprometimento dos corretores serão indispensáveis para que possamos convencer deputados e senadores, integrantes da Comissão Mista que analisa a Medida Provisória 905/19, da Justiça de nossos argumentos e reivindicações durante a audiência pública que será realizada na próxima terça-feira, dia 11 de fevereiro de 2020, às 10 horas, no Senado."

A MP 905/19 revoga a Lei 4.594/64 - que regula a profissão de corretor de seguros - e vários dispositivos do Decreto-lei 73/66, sendo, assim, uma grande ameaça para a sobrevivência profissional de nossa categoria e, por conseguinte, para o futuro do mercado e para a adequada proteção securitária da sociedade brasileira.

"A nossa vitória depende do esforço de cada um. É fundamental que corretores e corretoras de seguros procurem os deputados e senadores dos seus respectivos Estados, integrantes da Comissão Mista (a lista completa está aqui) e os convençam da inadequação daquela proposta, incluída de forma açodada, exagerada e desnecessária na referida Medida Provisória, a qual tem como objetivo primordial criar o Contrato de Trabalho Verde e Amarelo. Aqueles que puderem, principalmente os corretores de seguros dos Estados mais próximos da capital federal, devem comparecer à audiência pública para demonstrar a força da nossa categoria. Informamos ainda que o presidente da Fenacor, Armando Vergilio, irá participar como expositor/convidado da audiência pública para defender nossa posição com base em sólidos e irrefutáveis argumentos. A audiência pública será realizada no Anexo II, Ala Senador Nilo Coelho, Plenário nº 6."

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MP 905/19 - II - Dirigentes da Associação Estadual dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (Aecor-RJ) e as principais lideranças da categoria no estado fluminense se reuniram com o presidente da Fenacor, Armando Vergilio, e o presidente eleito do Ibracor, Joaquim Mendanha de Ataídes, nesta quinta-feira, 5 de fevereiro. A pauta foi a audiência pública marcada para a próxima semana, no dia 11, em Brasília, com o objetivo de debater o artigo 51 da MP 905/19, que revoga a lei de regulamentação da profissão do corretor de seguros.

A categoria está se unindo para participar da sessão. "Esperamos nos reunir com o Deputado Federal pelo Rio de Janeiro Christino Áureo, do PP, presidente da comissão mista da MP, para demonstrar o valor da nossa profissão, o número de empregos gerados pela área, e sua importância para o consumidor, já que a atuação desse profissional colabora diretamente para a redução do custo do seguro", afirma Jayme Torres, da Aecor-RJ.

"Estivemos em Brasília quando conseguimos o enquadramento dos corretores no Simples Nacional, na audiência pública do combate ao seguro pirata, e agora, em um dos momentos mais difíceis para a nossa categoria, não poderíamos ficar de fora dessa luta. Tenho certeza de que sairemos ainda mais fortalecidos", relembra Torres.

Já Amilcar Vianna, vice-presidente de Comunicação da Fenacor, afirma: "defendemos o direito à autorregulação, pois consideramos que será importante e benéfica, e já existe estrutura para essa tarefa no Ibracor".

Também participaram do encontro Pedro de Lucca e Roberto Cabral, da Aecor-RJ; Luiz Mario Rutowitsch, diretor do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ); além de Juliana Paes, do Instituto Brasileiro de Autorregulação do Mercado de Corretagem de Seguros, de Resseguros, de Capitalização e de Previdência Complementar Aberta (Ibracor); e Marcelo Rocha, da Fenacor.

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DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

Brasesul 2020 - O maior evento do mercado de seguros do Sul do Brasil, o Brasesul 2020, será realizado dias 14 e 15 de maio, em Foz do Iguaçu, no Rafain Palace Hotel & Convention.

Os corretores de seguros de praticamente todos os estados do país já estão se inscrevendo.

"Não deixe para depois. Em 2018, na edição em Florianópolis, tivemos que encerrar as inscrições cedo, pois, já havíamos lotado a capacidade do local. O Brasesul 2020 também está com muita procura", observa o coordenador, José Antônio de Castro.

Os interessados devem também se agilizar para reservar a hospedagem. "Muitos hotéis já estão com as acomodações esgotadas", reforça.

As inscrições podem ser feitas no site www.brasesul.com.br e até o dia 15 deste mês de fevereiro os corretores de seguros associados a algum Sincor pagam apenas R$ 165. Não associados, R$ 310. O valor para segurador com patrocínio é de R$ 330 e R$ 660 para segurador sem patrocínio.

Os hotéis que ainda tem alguma disponibilidade estão no mesmo site.

O evento tem como tema "Customer Sucess - Fidelize, Diversifique e Monetize". A programação discutirá muitos temas atuais, de um mercado que está em expansão e em constante mudança.

Para ficar por dentro das novidades do Brasesul 2020 curta a página no Facebook e siga também no Instagram . No Youtube, entre na plataforma e busque por Brasesul 2020.

As seguradoras e apoiadores que já confirmaram presença, que estarão junto com os corretores no Brasesul 2020: Allianz, Auto Glass, Bradesco, Capemisa, Centauro-ON, Escola de Negócios e Seguros, Essor, Extramed, Fator, Fenacor, Gboex, HDI, Icatu, Liberty, Mapfre, Mitsui Sumitomo, Grupo Mongeral Aegon, Pasi, Porto Seguro, Previsul, Sancor, Sompo, SulAmérica, Tokio Marine, Seguros Unimed e Zurich.

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Agenda de cursos de fevereiro Todos os meses, o Centro de Simulação e Pesquisa do Hospital São Camilo oferece uma série de cursos da área da saúde, com o objetivo de trazer informação ao público leigo e promover a capacitação de profissionais do setor.

Em fevereiro, os interessados aprenderão a realizar primeiros socorros em adultos, além de saber como proceder diante de uma parada cardiorrespiratória ou engasgos.

Também faz parte da agenda do mês um curso voltado para todas as pessoas que desejam aprender os principais cuidados necessários ao recém-nascido.

Os eventos serão realizados entre os dias 18 e 26 de fevereiro no Centro de Simulação e Pesquisa São Camilo, localizado à Avenida Pompeia, 1.050 - Vila Pompeia, Zona Oeste da capital.

As inscrições devem ser feitas pelo site www.hospitalsaocamilosp.org.br.

Mais informações: (11) 3677-4405 (das 9h às 17h) ou iep.eventos@hospitalsaocamilosp.org.br.

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ENDOSSANDO

Panorama do Seguro A 50ª edição do programa Panorama do Seguro recebe Paulo Marraccini, ex-presidente do Sindicato das Empresas de Seguros e Resseguros do Estado de São Paulo (Sindseg-SP). Na primeira parte da entrevista, temos uma análise sobre as mudanças do Mercado Segurador e fatos interessantes de sua trajetória profissional.

Sobre as mudanças no setor, Marraccini ressalta algo que ainda não mudou: o desconhecimento do seguro por grande parte da população. "O Brasil progrediu nos últimos anos, mas acredito que ainda tenha muito a se fazer e investir em educação, para mim, é a prioridade número um", explica.

Além disso, ele falou sobre as mudanças tecnológicas. "Na minha primeira gestão aqui no Sindicato, no final da década de 90, nós fizemos um imenso trabalho para ver se conseguíamos fazer um protocolo comum de troca de informações entre os corretores e as seguradoras e hoje em dia podemos ver que a tecnologia contribuiu para simplificar o processo. Nesse sentido, o mercado melhorou uma barbaridade", conclui Paulo Marraccini.

Confira a primeira parte da entrevista: https://www.sindsegsp.org.br/site/sindsegsp-tv-video.aspx?id=80

Apresentado pelo jornalista Paulo Alexandre e pelo consultor de economia Francisco Galiza, o programa Panorama do Seguro conta com convidados especiais e dicas de leitura.

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Rentabilidade Com um dos melhores resultados nos últimos cinco anos, a Fundação Família Previdência fechou 2019 alcançado 20,87% de rentabilidade consolidada, 350% do CDI, que foi 5,95% no ano. O saldo positivo teve como impulso o ingresso de 2.242 novos participantes, 12% acima da meta prevista para todo o ano passado, totalizando 17.960. Seu patrimônio ficou na casa dos R$ 7,44 bilhões, um crescimento de 14% em relação ao fechamento de 2018 que foi de 6,52 bilhões. Hoje, a Fundação paga mensalmente R$ 50 milhões em benefícios para mais de 9 mil aposentados.

Descontando a inflação, medida pelo INPC, de 4,48%, o retorno real dos investimentos da entidade foi de 15,69%, muito acima de modelos privados tradicionais de aplicações, como poupança ou CDB. Cerca de 95% dos ativos dos planos gerenciados pela Fundação estão alocados nos segmentos de Renda Variável e Renda Fixa, que apresentaram no ano passado retornos expressivos de 33,51% e 19,54%, respectivamente. Por se tratar de uma entidade de previdência sem fim lucrativos, todo esse rendimento é convertido em benefício ao associado. "Esta tem sido a nossa grande ferramenta de conquista frente ao que os bancos e outras empresas do setor oferecem", destaca Rodrigo Sisnandes, presidente da Fundação.

Em 2020, a Fundação espera incluir mais 2.500 pessoas em seus planos previdenciários, número que também pode ser superado, já que a meta de 2019 foi batida no mês de outubro. Contribuindo para isso, a entidade celebrou o fechamento de importantes parcerias, como a Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio Grande do Sul (ABRH-RS), o Sindicato de Auditores Públicos Externos do Tribunal de Contas do Estado (Ceape) e o Sindicato de Hospedagem e Alimentação de POA e Região (Sindha).

A maioria dos novos participantes ingressa através do Plano Família Previdência Associativo, que vem se destacando: em dezembro de 2018, estava com 1.566 participantes, saltando um ano depois para 3.605, crescimento de 130%. "As pessoas estão percebendo a importância de fazer um plano para seus familiares e ainda investir em uma segunda opção de poupança previdenciária".

Ainda como destaques de 2019, Rodrigo Sisnandes lembra o reposicionamento de marca da Fundação e, em especial, a recente aprovação da Reforma da Previdência em Brasília. Impulsionados neste cenário positivo, a Fundação planeja para este ano agregar novas empresas e entidades associativas aos planos previdenciários. Maior entidade de previdência privada do RS e com operações em SC, a Fundação também planeja reforçar seu relacionamento com a comunidade através de ações voltadas à educação financeira. "Vamos intensificar nossas ações em 2020, com novos eventos, palestras e conteúdos para a formação da população. O percentual de famílias endividadas é elevado, na faixa dos 60%. Os juros compostos devem trabalhar a favor das pessoas e a previdência privada oferece excelentes possibilidades de retorno para os investidores", conclui Sisnandes.

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R$ 80 milhões em prêmios - Com um impacto positivo do novo marco regulatório da capitalização, que trouxe mais segurança e transparência às operações com títulos e criou a modalidade filantropia premiável, a Capemisa Capitalização dobrou a sua arrecadação e distribuição de prêmios em 2019. Entre junho e novembro, a companhia distribuiu mais de R$ 77,2 milhões por todo o país. Foram mais de 6.000 clientes sorteados neste período.

Os títulos de Capitalização da Capemisa beneficiam instituições filantrópicas distribuídas pelo país que prestam assistência médica e inclusão. Para o diretor Márcio Coutinho, o novo marco representou um avanço no setor.

"Precisávamos dessa regulamentação e o mercado respondeu muito bem. Para o ano de 2020, a modalidade Filantropia Premiável ainda tem muito a crescer. A população já percebe que comprar um título é uma forma de ser responsável socialmente e ainda concorrer a prêmios", afirma ele. "Nossa expectativa é ampliar o número de operações no Brasil trazendo novos parceiros".

O novo marco, que criou mais duas modalidades de Capitalização, também possibilitou que a Capemisa pudesse ampliar sua carteira de clientes na modalidade de Incentivo. Para este ano, segundo Márcio Coutinho, a companhia pretende expandir o portfólio de seguradoras atendidas. "Entendemos que o momento é propício para um trabalho de aproximação e captação de seguradoras que precisem incluir títulos de capitalização em suas operações. O mercado está muito concentrado e temos produtos que podem ser interessantes para essas empresas", explica.

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Secretaria de Estado de Saúde do Rio repassa cerca de R$ 140 milhões a 13 prefeituras

Com um aporte de R$ 139,5 milhões, o secretário de Estado de Saúde, Edmar Santos, finalizou, na última terça-feira, em seu gabinete, a assinatura de 13 Termos de Cooperação Técnica, liberando recursos para prefeituras reforçarem os investimentos em saúde. De acordo com o secretário, os valores foram garantidos pelo governador Wilson Witzel, em 2019, ao firmar convênio com 75 municípios. Foram beneficiadas cidades da Baixada Fluminense, Região dos Lagos, Centro Sul Fluminense, Região Metropolitana e Região Noroeste.

Os valores, de acordo com o termo firmado entre as partes, deverão ser utilizados na construção de Unidades Básicas de Saúde (UBS), de alta e de média complexidade, além da reforma e aquisição de equipamentos. As secretarias municipais deverão respeitar os projetos e apresentar os cronogramas à Secretaria de Estado de Saúde, que, mediante a uma prestação de contas sobre as obras, repassará o dinheiro. Em dois dias, a Secretaria de Estado de Saúde reuniu prefeitos e secretários de Saúde para formalizar as parcerias. Segundo Edmar Santos, os recursos servem para qualificar os atendimentos em vários municípios, humanizando a assistência.

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