SEG NOTÍCIAS - Fusões e aquisições na saúde cresceram 67% em 2019

Dentre transações de hospitais e laboratórios de análises em 2019, 24 foram por estrangeiros que adquiriram empreendimentos de brasileiros.

Seguros / 17:21 - 10 de fev de 2020

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O número de fusões e aquisições de hospitais e laboratórios de análises clínicas aumentou 67% em 2019, se comparado ao ano anterior. Com um acréscimo de 35 operações em relação ao volume registrado em 2018 (52), o segmento concretizou 87 transações no último ano. Os dados são de pesquisa da KPMG realizada com 43 setores da economia brasileira.

Dentre as transações realizadas por empresas de hospitais e laboratórios de análises clínicas em 2019, 62 foram domésticas e 24, do tipo CB1, ou seja, realizadas por empresas estrangeiras que adquiriram empreendimentos de brasileiros estabelecidos no Brasil. O setor também concretizou uma operação de categoria CB2, em que empresas brasileiras adquirem empreendimentos de estrangeiros estabelecidos no exterior.

Segundo o levantamento realizado em 2019, o setor de empresas de internet manteve a liderança, saltando de 169 operações em 2018 para 293 em 2019, uma alta de 73%, seguida pelas áreas de tecnologia da informação (158), hospitais e laboratórios de análises clinicas (87), imobiliária (77), outros setores (72), alimentos, bebidas e fumo (52) e companhias de energia (51).

Com relação à questão geográfica, a pesquisa apontou que as regiões Sudeste e Sul do Brasil foram as que mais se destacaram, com as respectivas operações de fusões e aquisições em cada Estado destacadas a seguir: São Paulo, 750; Rio de Janeiro, 119; Paraná, 73; Minas Gerais, 60; Rio Grande do Sul, 53; e Santa Catarina, 44.

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DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

Ciosp O Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo movimentou cerca de US$ 6 milhões em vendas durante os quatro dias; esta é uma das 742 feiras e exposições realizadas na cidade de São Paulo a cada ano.

Com 8,2 milhões de visitantes e 66,5 mil expositores, o impacto destas atividades na economia já equivale a 4,6% do PIB nacional. As feiras se superam a cada ano em lançamentos e recorde de público.

No primeiro grande evento do ano, que aconteceu entre os dias 29 de janeiro e 1º de fevereiro de 2020, no Expo Center Norte, a expectativa era de receber cerca de 100 mil profissionais durante os 4 dias de evento.

Foram 26 estandes, que apresentaram suas novidades e tecnologias de 50 expositores internacionais de 12 países participantes: Alemanha, China, Coréia, Espanha, EUA, Finlândia, Israel, Itália, Japão, Paquistão, Polônia e Suíça.

O evento, que reuniu congressistas, expositores e acadêmicos, no maior congresso anual de odontologia promoveu a troca de experiências e desenvolvimento do senso crítico dos especialistas. A feira comercial, estimulou parcerias e ainda se posicionou entre as quatro que geraram o maior volume de negócios em nível internacional.

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SEGURO CIDADÃO

Cuidados com a pele Silenciosa e negligenciada pelas autoridades sanitárias em anos anteriores, a hanseníase acumula milhares de vítimas ano após ano no Brasil. Entre 1999 e 2018, foram diagnosticados 768.215 casos desta doença, que pode ser detectada com facilidade. Mesmo com as constantes campanhas educativas, com foco no diagnóstico precoce, a detecção de novos casos tem indicado uma média de 38 mil registros por ano, no período. Atualmente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) coloca o Brasil no segundo lugar no mundo em casos de hanseníase. Perde apenas para a Índia, que em 2017 apresentou 126.164 registros.

Para a coordenadora da Campanha Nacional de Hanseníase da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Sandra Durães, trata-se de uma doença que afeta, sobretudo, regiões com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Apesar de o Brasil ser considerado uma potência econômica, a existência de desigualdades regionais repercute na forma como o registro de novos casos se materializa, explicou.

Nessas duas décadas analisadas, no Brasil, as maiores detecções de novos casos, em números absolutos, foram registradas no Maranhão (84.628 notificações); Pará (83.467); Mato Grosso (63.779); Pernambuco (57.355); e Bahia (52.411). Os dados foram apurados e avaliados pela Sociedade Brasileira de Dermatologia com base em informações da Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde.

Como janeiro é o mês dedicado a conscientização, combate e prevenção da hanseníase no País, a SBD somou forças para apontar a importância de se enfrentar essa doença tropical de evolução crônica, que se manifesta principalmente por meio de lesões na pele e sintomas neurológicos, como dormência e diminuição de força nas mãos e nos pés.

Seu diagnóstico, tratamento e cura dependem de exames clínicos e, principalmente, da capacitação do médico. Nesse sentido, Sergio Palma, presidente da SBD, afirma que a entidade tem colaborado com a capacitação de médicos de outras especialidades e generalistas, o que contribui para o fortalecimento da rede de detecção dessa doença. "No entanto, fica o alerta: quando descoberta e tratada tardiamente, a hanseníase pode trazer deformidades e incapacidades físicas", ressaltou.

Ao longo dessas duas décadas, a avaliação dos números da hanseníase comprova que seu enfrentamento exige o desenvolvimento de diferentes estratégias devido à complexidade de seus determinantes. Múltiplos fatores estão envolvidos nessa questão, entre eles a dificuldade de acesso da população aos serviços de saúde, principalmente no Norte, Centro-Oeste e Nordeste, levando ao diagnóstico tardio.

Por um lado, percebe-se um movimento de queda constante no total de novos casos identificados entre 1999, quando o Brasil contabilizou 43.617 registros da doença, e 2016, onde esse total baixou para 25.214. Porém, os dados do Ministério da Saúde apontam uma pequena alta a partir de então, com 26.875 notificações, em 2017, e 28.657, no ano seguinte.

No que se refere à taxa de detecção da doença na população geral, os indicadores também oscilam. Em 2000, ela era de 25,44 casos por 100 mil habitantes, chegando a 12,23, em 2016. Porém, como na contagem de números absolutos, esse índice também voltou a apresentar alta nos anos seguintes: 12,94 notificações, em 2017, e 13,70, em 2018.

"Isso não significa necessariamente uma piora repentina. A doença não se comporta como uma epidemia viral. Na verdade, é a prova de que a rede de atendimento, buscou mais ativamente os casos para fazer o diagnóstico mais precoce. Contudo, mostra que o volume de pessoas portadores da hanseníase ainda é significativo, sendo que muitos não sabem que possuem essa condição", alerta Egon Daxbacher, diretor da SBD e especialista no assunto.

Segundo ele, esse aumento no número de novos casos detectados, entre 2016 e 2018, resulta de mudanças na estratégia de prevenção e combate à doença. Dados do Ministério da Saúde apontam, por exemplo, que houve aumento no total de casos detectados a partir de ações como campanhas, exames feitos em pessoas que mantém contato (direto ou periférico) com pacientes e exames de coletividade.

O percentual de contactantes examinados passou de 60,9%, em 2000, para 81,4%, em 2018. "Mudou o modo de detecção, que deixou de ser apenas por demanda espontânea ou por encaminhamentos", lembrou Daxbacher. Além disso, continuou ele, o tamanho da rede assistencial na atenção básica, onde a grande maioria dos pacientes recebe acompanhamento, quase triplicou. Há 18 anos, eram 3.327 serviços que atuavam nesse sentido. Atualmente, são 9.051.

Carregada de estigmas, a hanseníase apresenta uma taxa de mortalidade relativamente baixa, em comparação com o número de casos diagnosticados no período. Entre 2008 e 2017, em todo o Brasil foram registrados 1.801 óbitos decorrentes dessa doença. O maior volume de mortes aparece no Maranhão (269), Bahia (136), Ceará (135), Rio de Janeiro (134) e Pará (126).

Por sua vez, o tratamento da doença, o qual é eminentemente ambulatorial, tem gerado inúmeros pedidos de internação para o acompanhamento de pacientes com maiores complicações, com necessidade de cuidados mais especializados e até mesmo cirúrgicos para tratar as sequelas deixadas.

Nas duas décadas analisadas, o Sistema Único de Saúde (SUS) processou 38.745 pedidos de internação para pacientes por conta da hanseníase, com o custo total estimado em R$ 27,6 milhões (valores não atualizados). Ao longo do período, esses procedimentos foram mais adotados no Paraná (4.514 casos), Pernambuco (4.341), Santa Catarina (3.246), Goiás (2.811) e São Paulo (2.682 pedidos).

O Grau de Incapacidade Física (GIF) nos casos diagnosticados, como de Grau 2, fica em 10,2 ocorrências por milhão de habitantes. Nos pacientes com atestação de cura, 68% foram avaliados quanto a incapacidade. Conforme explicou Sandra Durães, durante a evolução da doença, o acometimento do nervo periférico faz com que o paciente apresente alterações motoras e sensoriais. Conforme explicou Egon Daxbacher, o diagnóstico precoce é muito importante e crucial para o controle da doença. "Se o paciente conta com atendimento médico e dos outros profissionais da equipe de saúde e toma seus remédios vai ficar bem. Mas se não houver acompanhamento e adesão ao tratamento, a hanseníase evolui, com possibilidade de aumentar o dano neural. As manchas reduzirão e o doente deixará de ser um agente de transmissão, mas as perdas motoras não serão recuperadas. Em decorrência, essa pessoa exigirá acompanhamento multiprofissional e de médicos de diferentes especialidades para não se lesionar e reduzir o risco de ficar incapacitada", disse.

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ENDOSSANDO

Proteção em Vida O seguro de vida traz proteção em vida para o próprio segurado, uma caraterística ainda pouco conhecida pela população, mas que vem ganhando cada vez mais relevância. Um levantamento feito pela Prudential do Brasil, a maior seguradora independente do país no ramo de Vida, mostra que mais de 89% das indenizações pagas pela empresa em 2019 foram para casos de sinistros em vida. Entre os principais tipos de coberturas acionadas estão Renda Hospitalar e Doenças Graves, que juntos somaram 87% do total de benefícios concedidos. No ano passado, as principais causas para o uso do seguro de vida foram câncer e infarto, respectivamente, somando 30,9% dos casos. Em relação às faixas etárias que mais comunicaram pedidos de pagamento do capital segurado, a variação foi de 29 a 43 anos englobando ambos os sexos.

"O seguro de vida não cobre apenas casos de morte. A cada ano, aumenta o número de brasileiros que buscam a segurança e proteção de um seguro de vida. Os dados reforçam o desenvolvimento cada vez maior na sociedade brasileira da cultura da educação financeira, mostrando que o seguro de vida é uma importante ferramenta de proteção diante dos imprevistos da vida e deve ser incluído desde cedo no planejamento financeiro pessoal e familiar", explica Sandro Cespes, gerente de Produtos da Prudential do Brasil.

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Investimentos de R$ 28 milhões em 2020 - A Odontoclinic anunciou investimentos de R$ 28 milhões em 2020 para continuar o seu plano de expansão e inovação. A empresa encerrou 2019 com um faturamento de R$ 202 milhões, alta de 12% em relação ao anterior, e projeta alcançar R$ 230 milhões neste ano.

Do total de recursos previstos, aproximadamente R$ 22 milhões serão investidos em novas unidades em diversas regiões do Brasil. Em 2019 a empresa registrou a abertura de 30 novas unidades, aumento de 76,5% em inaugurações em relação ao ano anterior, fechando o exercício com um total de 201 clínicas em 16 estados.

Outros R$ 6 milhões serão destinados à inovação tecnológica, especialmente em software de gestão e tecnologias de automação na fábrica de alinhadores transparentes para ortodontia (impressão 3D, software de planejamento e scanners). A modernização dos equipamentos permite a realização de serviços de alta qualidade, em menos tempo e um atendimento com maior conforto.

Com a expansão planejada em 2020, a rede de franquias deve proporcionar mais de 1.100 vagas diretas e indiretas de emprego. "O segmento de franquias odontológicas vai continuar crescendo graças a fatores como a oferta de serviços mais modernos e menos invasivos, o aumento da longevidade do brasileiro e a crescente preocupação com estética, saúde e bem-estar", aposta Carlos Leão, CEO da Odontoclinic.

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Fenômenos da natureza Nos últimos anos, grande parte da população das principais capitais do país tem sofrido com situações recorrentes de alagamentos e enchentes em larga escala. Uma dúvida que muitas pessoas têm é sobre a cobertura a veículos em casos de danos causados por fenômenos da natureza.

Saint'Clair Lima, diretor técnico e de Produtos da Bradesco Auto/Re e especialista no mercado segurador, pontua algumas informações importantes em caso de situações desta natureza.

"Em primeiro lugar, é preciso deixar claro, que na Bradesco Auto/Re, o segurado do produto automóvel tem garantia plena em casos de intempéries, como chuva, vento ou queda de árvore sobre o veículo. Isso está no pacote básico de coberturas. Existe um grupo de fenômenos excludentes, mas que não se aplicam em situações comuns no Brasil, como vulcão, terremotos, maremotos", explica Saint'Clair.

O executivo afirma também que, em todos os casos, a seguradora faz uma verificação em oficinas credenciadas para avaliar o grau da avaria. Caso seja detectado algum dano grave, principalmente nos componentes eletrônicos que comprometam o funcionamento do veículo, a seguradora pode indenizar integralmente o segurado. Em caso de danos menores, a Bradesco Auto/Re realiza o conserto do veículo e o devolve em perfeito estado de funcionamento.

"Há umas dicas de segurança importantes: o limite para atravessar um alagamento é quando a água está no máximo até metade da roda. Em caso de travessia, mantenha a primeira marcha e o motor sempre cheio (a rotação alta do motor). Dose o pé esquerdo na embreagem, para que o carro não peça segunda marcha, e tente manter a rotação em uma faixa fixa. Nunca entre correndo na água. Isso pode formar uma onda sobre a frente do veículo, que pode invadir a entrada de ar do motor e causar calço hidráulico. Caso não conheça a via, não atravesse, pois ela pode conter buracos e outros obstáculos encobertos pela água. Se a água subir muito rapidamente, procure um local mais alto, desligue o carro e proteja-se. Nunca tente dar a partida se o carro morrer dentro d'água, pois o motor pode aspirar água e ser danificado" esclarece o executivo.

Mesmo quando o motorista é uma pessoa precavida e cuidadosa, o veículo está exposto a riscos diários. Saint'Clair assegura que, nos últimos anos, pode-se perceber um aumento na conscientização dos motoristas em relação à importância da contratação de um seguro auto.

"O carro é um importante patrimônio no dia a dia das pessoas. Apesar do cenário econômico do país, que aos poucos se recupera de uma forte recessão, a carteira de auto da Bradesco Auto/Re apresentou crescimento de 3,2% em 2019, enquanto o mercado geral cresceu 0,6% em prêmio emitido líquido".

Diante das necessidades do mercado, a Bradesco Auto/Re desenvolve produtos para atender todos os perfis de clientes: disposição de coberturas básica, adicional, serviços personalizados e benefícios exclusivos que vão desde descontos e parcelamentos sem juros na contratação, assistência 24 horas, socorro elétrico e mecânico, guinchos para terceiros, e ainda conta com o Programa Repare Fácil, que oferece serviços de manutenção como super martelinho e reparo rápido.

"A prevenção é o melhor caminho para gerar mais segurança, garantir a tranquilidade do motorista e ainda estimular um trânsito melhor", conclui Saint'Clair.

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Capitalização paraa locação de imóveis O preço do aluguel de imóveis fechou 2019 com alta de 4,93%, acima da inflação medida pelo IPCA/IBGE, de 4,31%, segundo os dados do Índice FipeZap.

Diante da evolução desse mercado, o Garantia Fiador, título de capitalização da Mapfre exclusivo para essa situação, tem ganhado cada vez mais espaço no mercado imobiliário.

"É uma opção mais simples e tranquila para quem pretende alugar um imóvel. Por substituir o fiador e dispensar a análise de crédito se apresenta como uma solução menos burocrática que permite uma locação rápida e segura para todas as partes envolvidas no processo", comenta Elisete Verissimo, superintendente de Capitalização da Mapfre.

Segundo a especialista, além de ser extremamente vantajoso ao locador, pela facilidade de contratação, é uma alternativa interessante aos proprietários. "Em caso de inadimplência, os locatários podem solicitar o resgate do título ou, caso não ocorra quebra de cláusulas contratuais recebem 100% do valor do depósito inicial atualizado pela taxa referencial ao final da vigência do contrato."

O título de capitalização para locação é definido pelas partes, e segue a média entre 6 a 12 vezes o preço do aluguel mensal, com valor mínimo de R$ 1 mil.

Entre outros benefícios do produto estão: utilizar o produto como garantia na locação de imóveis residenciais (casas e apartamentos), comerciais, galpões, entre outros; renovação do contrato automaticamente, sem a necessidade de gerar uma nova proposta financeira (desde que autorizado pelo contratante); não havendo quebra de cláusulas contratuais durante a vigência, os títulos de capitalização preveem a devolução do valor referente à reserva de capitalização ao final da vigência; é possível participar de sorteios semanais ou mensais para concorrer a prêmios; ter à disposição serviços gratuitos de assistência residencial. Nele, é possível contar com auxílio para reparos emergenciais como chaveiro, eletricista, encanador, entre outros.

Até 29 de fevereiro, ao adquirir Mapfre Garantia Fiador, o cliente ganha as coberturas adicionais de manutenção e prevenção domiciliar, terceira idade e animais de estimação. As duas primeiras assistências tem vigências de seis meses e, a última, com 12 meses, apenas para produtos participantes da campanha (códigos dos produtos: 6066 e 6061).

A Mapfre Capitalização oferece títulos com valores a partir de R$ 1 mil para pessoas físicas ou jurídicas, pelo prazo de 12 e 15 meses. A contratação do Garantia Fiador não exige análise de crédito, de cadastro e nem apresentação de documentos pessoais na contratação.

Diante disso, a companhia, em parceria com a PinPag, irá oferecer novas opções de parcelamento com juros aos novos contratantes, em que os clientes podem utilizar até quatro cartões de crédito para compor todo o valor necessário para efetivar a operação. No total, a solução está presente em nove estados: Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

A emissão dos documentos e boleto é virtual e imediatas à contratação, gerando segurança do Contrato de Locação e agilidade na liberação das chaves do imóvel.

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Assistência Auto - Amassado, arranhão, avaria na pintura, prejuízo na lataria ou plástico do carro. Esses são danos comuns após alguma colisão no carro que gera custos e dor de cabeça para o dono do veículo. Para serviços como esse, nos quais os danos não atingem o valor da franquia, a Youse, plataforma de venda virtual de seguros da Caixa Seguradora, lançou a assistência "Reparos na Lataria".

"Nosso objetivo é auxiliar o Youser em qualquer tipo de situação. Essa ainda é uma novidade no Brasil. Antes o cliente não acionava a seguradora, porque o custo do reparo não atingia o valor de sua franquia", explica Nícolas Ferrara, Gerente de Produto da Youse. O receio de impactar a classe de bônus, benefício oferecido pelo mercado de seguros de auto para bonificar os clientes com descontos a cada renovação, também afastava a procura do seguro nesses casos. "Com essa assistência, podemos ajudar o cliente em mais uma situação, ou seja, ele não precisa arrumar por conta própria e nem se preocupar quando for renovar o seu seguro", diz.

Caso um cliente raspe o veículo no estacionamento ou se envolva em alguma batida, causando algum dano de pequeno ou médio porte, ele será atendido pela insurtech, desde que seja necessário apenas o reparo na lataria ou plástico do carro. "Essa assistência pode custar menos de R$ 4 por mês e oferece mão de obra gratuita no reparo automotivo, que inclui serviços de funilaria e pintura", acrescenta Ferrara.

O atendimento é realizado em parceria com a Autoglass, que possui uma rede de oficinas credenciadas. "O processo para usar essa assistência é muito simples. Após solicitação de atendimento e vistoria prévia dos itens danificados, o cliente é direcionado para alguma oficina da rede em que será prestado o serviço", explica Eduardo Noronha, supervisor de Contas na Autoglass.

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