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SEG NOTÍCIAS - 6.05

ANS: abril contabilizou 47.133.325 beneficiários em planos de saúde

Seguros / 16:42 - 06 de Jun de 2019

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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) disponibilizou intem os dados atualizados do setor de planos de saúde relativos ao mês de abril. A consulta pode ser feita por meio da Sala de Situação, ferramenta disponível no portal da ANS.

Em abril, o setor contabilizou, em todo o país, 47.133.325 beneficiários em planos de assistência médica e 24.557.481 em planos exclusivamente odontológicos.

Também podem ser verificados os números por unidade federativa. Esse recorte mostra que 15 estados, incluindo o Distrito Federal, registraram crescimento de usuários no período de um ano, sendo DF, MT e ES os líderes em números absolutos (assistência médica). Na segmentação odontológica, apenas Amapá não registrou aumento de beneficiários.

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Crescimento dos mercado - Durante a abertura do 4º Workshop de Regulação e Análise de Impacto Regulatório da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), realizado no último dia 30, no Rio de Janeiro, João Alceu Amoroso Lima, presidente da Federação, destacou o excesso de regulação no Brasil. Segundo ele, esse engessamento regulatório é o principal entrave para a expansão e comercialização dos planos de saúde individuais. "A escassez dos produtos individuais do setor de saúde é devido a super regulação do setor que impede o seu desenvolvimento", destacou.

João Alceu destacou alguns números que dão a dimensão do quanto o Brasil é regulado. "A cada 24 horas produzimos 18 novas leis", assinalou. Segundo o Instituto de Planejamento Tributário, entre outubro de 1988 e setembro de 2016, o país editou 5,471 milhões de normas - média de 769 por dia útil. Se fossemos imprimir essa quantidade de normas em papel A4, frisou, e colocássemos uma ao lado da outra seriam necessários 8,5 mil quilômetros de burocracia. Extensão maior que o litoral brasileiro.

O Brasil figura entre as últimas posições nos principais rankings globais de liberdade econômica, que avaliam mais de 180 países. Na lista do Fraser Institute, ocupa a 144ª posição; no do Banco Mundial, está na 109º colocação, e no Heritage Foudation, aparece na 150ª posição.

Para falar sobre a evolução da regulação do mercado, Leandro Fonseca, diretor-presidente da ANS defendeu a importância da regulação para corrigir falha do mercado. Afirmou que, apesar do arcabouço regulatório, o setor tem recebido investimentos importantes e vem se modernizando. "É uma boa prática regulatória modernizar e rever práticas e regulações. Antes do marco regulatório da saúde suplementar as operadoras não tinham regras, não garantiam serviços e procedimentos aos beneficiários, limitavam internações etc. A regulação do setor não só estabeleceu as normas como não inviabilizou o seu crescimento", sublinhou.

O professor de Direito da Uerj, Gustavo Binenbojm, que fez parte da comissão que elaborou o Projeto de Lei de Liberdade Econômica, defendeu as novas propostas. "Esta lei visa à uniformização dos setores da economia para evitar a sobreposição regulatória e institui o procedimento decisório. O projeto de lei prevê a racionalização regulatória no país. Naturalmente deve gerar uma postura diferente por parte dos juízes e dar os primeiros passos de reorganização dos diferentes players que atuam no setor", ressaltou.

Segundo o economista José Luiz Carvalho, doutor pela Universidade de Chicago, é impossível regular preço com qualidade e quantidade ao mesmo tempo. "Temos uma grave herança do período inflacionário que leva a flexibilização de atos. O juiz brasileiro protege excessivamente. Não se tem investimento no Brasil porque há enorme insegurança jurídica. O brasileiro é acostumado a ser cuidado e protegido. Mais liberdade pode indicar melhora. O brasileiro perde liberdade por conta do judiciário", atestou.

O segundo painel tratou do acesso ao sistema de Saúde Suplementar e sustentabilidade econômica segundo Sandro Leal, superintendente da FenaSaúde, o setor precisa de liberdade para formatar produtos e formar suas redes. "Precisamos sair da macroregulação para uma realidade de regulação por evidências. O grande objetivo do debate é chamar à luz essas questões da regulação que merecem atualização".

Rogério Scarabel, diretor de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS, apresentou o cenário do setor de planos de saúde nos últimos anos e o impacto da conjuntura econômica no comportamento do consumidor. "O desempenho da economia está diretamente relacionado ao movimento de entrada e saída do consumidor no sistema suplementar. Precisamos, então, discutir o acesso aos planos de saúde e modernização regulatória para que as normas sejam adequadas aos tempos atuais. O diálogo com o setor e a participação de toda a sociedade nesse debate é fundamental".

Luiz Celso Dias Lopes, diretor técnico corporativo do Grupo NotreDame Intermédica, disse reconhecer os avanços gerados pela regulação da saúde suplementar, como a organização e a transparência do mercado. Ponderou, no entanto, que está na hora de revisitar a regulação passados 30 anos de sua adoção. Na sua avaliação, porém, é preciso simplificar as normas para estimular tanto a oferta quanto a demanda. "A população quer mais acesso aos serviços de saúde, mas o excesso de normas dificulta os negócios. A regulação é boa quando seus benefícios superaram seus custos e atinge os objetivos esperados", sublinhou.

Para o diretor-gerente da Bradesco Saúde, Flávio Bitter, a liberdade econômica facilitará o acesso aos planos de saúde. "Precisamos resgatar as leis de mercado para beneficiar os consumidores e aumentar o acesso. O principal direcionador de mercado deveria ser o consumidor. Temos que ter estímulos e acesso que só a liberdade econômica pode favorecer", defendeu.

Rodrigo Aguiar, diretor de Desenvolvimento Setorial da Agência, falou sobre a resolução normativa referente à Análise de Impacto Regulatório. Ele ressaltou o processo participativo de construção da norma e destacou o extenso trabalho elaborado pelo corpo técnico da Agência. "Desde 2007, a Agência começou o debate sobre implementação de melhorias regulatórias em um processo contínuo de introdução de novas práticas". Para Aguiar, o que se busca é a edição de uma norma didática e completa, que preveja que os atos e fases do processo regulatório aconteçam de forma clara e objetiva, evitando-se a necessidade de edição de novos manuais.

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Telemedicina - "A telemedicina é um recurso importantíssimo para ofertar atendimento assistencial aos brasileiros, especialmente considerando as proporções continentais do país e as diferenças estruturais entre suas diversas regiões." A opinião de José Cechin, superintendente executivo do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess), tem como base o levantamento inédito "A Telemedicina traz benefícios ao sistema de saúde? Evidências internacionais das experiências e impactos", do Iess, sobre a experiência internacional com o uso do recurso em sete países além do Brasil: Albânia, Austrália, Bangladesh, China, EUA, México e Noruega. O estudo foi apresentado ontem, durante o Seminário Internacional de Saúde da População, organizado pelo Centro de Estudos em Planejamento e Gestão de Saúde da Fundação Getulio Vargas (FGV).

De acordo com o estudo, as experiências internacionais mostram que o uso da telemedicina pode trazer benefícios como a redução de tempo de atendimento, dos custos de deslocamento de pacientes e profissionais de saúde e mesmo a melhora na qualidade assistencial ao possibilitar o acesso a especialistas por profissionais de saúde (não especializados) em áreas remotas que não contam com centros de referência em certas especialidades. Para possibilitar o uso de todo o potencial das novas tecnologias em favor da telemedicina e da qualidade de vida dos pacientes no Brasil, entretanto, é preciso regular seu uso entre profissionais de saúde e pacientes, já que a legislação atual prevê apenas seu emprego para teleconsultoria, programas que relacionam médicos com outros médicos ou médicos com outros profissionais de saúde.

Há relatos internacionais de uso de teleconsultoria com ótimos resultados. Na China, por exemplo, um projeto conectou 249 hospitais na região rural de Sichuan, que conta com uma população de 81,1 milhões de pessoas, a 112 centros altamente especializados localizados na capital. Entre 2003 e 2012, foram realizadas quase 12 mil teleconsultas dedicadas principalmente ao diagnóstico de neoplasias, lesões e doenças cardiovasculares. Como resultado, 39,8% dos diagnósticos originais realizados nos hospitais rurais foram modificados após a consultoria com os hospitais especializados e 55% dos tratamentos originais foram alterados. O que resulta em melhoria direta da qualidade assistencial. Do ponto de vista econômico, o projeto gerou uma economia líquida de cerca de US$ 2,3 milhões para pacientes (que não precisaram se deslocar para outros locais para serem atendidos) e de US$ 3,7 milhões para especialistas (que não precisaram se deslocar entre cidades para completar o diagnóstico ou validar o tratamento).

Já os benefícios de teleconsultas (relação direta entre médico e paciente) podem ser observados em um projeto conduzido nos EUA entre julho de 2012 e julho de 2014 que possibilitou que 296 pacientes veteranos de guerra que moram em zona rural da Flórida realizassem 755 consultas com especialistas em oncologia de grandes centros urbanos. Os pacientes tiveram uma redução de 80,7% na distância percorrida ao se consultar em um centro médico local ao invés de se deslocar para a instalação especializada em Miami. O que resultou em uma economia de US$ 155,6 mil (US$ 88, 4 mil em deslocamento e US$ 67,2 mil em hospedagem). Além disso, uma pesquisa de satisfação com os pacientes revelou que eles concordaram quase unanimemente que puderam receber todos os benefícios de uma consulta presencial por meio da telemedicina, incluindo a revisão de resultados de e xames, aconselhamento adequado sobre sua doença e discussão dos riscos e benefícios de diferentes opções de tratamento.

"As novas tecnologias estão aumentando, cada vez mais, as possibilidades para a telemedicina, inclusive para a realização de teleconsultas. Por isso, apesar de entendermos a decisão do Conselho Federal de Medicina de suspender a Resolução 2.227/2018 em função do volume de mudanças sugeridas, acreditamos que é fundamental retomar agenda de regulação dessa possibilidade de atendimento. Ainda que em um primeiro momento alguns profissionais se incomodem com a nova realidade", argumenta Cechin. "Se considerarmos o potencial deste recurso para levar atendimento assistencial de qualidade para brasileiros em regiões afastadas, como áreas rurais e a Amazônia, por exemplo, a iniciativa se torna ainda mais importante não apenas para a Saúde Suplementar, mas também para o SUS. O Brasil precisa da telemedicina", completa.

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DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

Risco cibernético - Ataques cibernéticos estão entre as principais preocupações das empresas na gestão de riscos e administração de seus negócios. Para mostrar os maiores desafios que as organizações devem enfrentar este ano na área virtual, Marco Mendes, especialista em seguro para riscos cibernéticos da Aon Brasil é um dos destaques do Cyber Security Summit 2019, que acontece hoje, em Belo Horizonte.

Com base na "Pesquisa global de riscos e previsões para 2019", elaborada pela Aon, o executivo fala das ameaças mais comuns que podem impactar as companhias e como elas podem evitar riscos de maneira proativa no seu cotidiano. Aqui no Brasil, as empresas têm até agosto de 2020 para estar em conformidade com a nova Lei de Proteção de Dados, alteração que está ampliando a procura por soluções especializadas.

"Por conta da sua complexidade, consideramos este prazo muito curto para as organizações se adequarem à norma. A segurança de dados vai muito além de possíveis ataques cibernéticos e vazamento de informações. Com a digitalização das relações comerciais, toda a empresa acaba sendo vulnerável, independente do seu porte", explica Mendes.

Mais informações em www.sympla.com.br/cyber-security-summit-2019__534171.

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Programa de inovação - Estudantes de qualquer curso universitário podem se inscrever até 14 de junho na segunda etapa do Insurtech Innovation Program 2019, iniciativa de fomento à inovação no setor de seguros e resseguros, que tem o IRB Brasil Re como um dos organizadores, em parceria com a Mongeral Aegon e a PUC-Rio. O objetivo é estimular o desenvolvimento de novos produtos, serviços e processos baseados em tendências como blockchain, ciência de dados, machine learning, internet das coisas e realidades virtual e aumentada.

Serão selecionados 12 alunos de Graduação, além de profissionais do IRB e da Mongeral, que se reunirão diariamente na PUC-Rio em busca de soluções inovadoras para o setor. O processo seletivo inclui o preenchimento de formulário, criação de vídeo e entrevista individual. O programa tem duração de seis meses, com atividades diárias, e todo os participantes têm direito a uma bolsa mensal, que segue os padrões da PUC-Rio e das instituições nas quais os alunos estão matriculados.

Durante a primeira etapa de 2019, iniciada em fevereiro, o programa reuniu 20 estudantes de 14 diferentes cursos, como Engenharia, Comunicação Social, Economia, Design e Direito, da PUC-Rio, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio) e Universidade Federal de Alfenas (Unifal). A turma apresentou e está desenvolvendo oito ferramentas tecnológicas, que buscam, entre outras coisas, ampliar a oferta de seguros aos consumidores e alcançar novos profissionais e formatos de venda.

Cerca de 50 estudantes já participaram do programa e 14 soluções foram estruturadas e selecionadas para desenvolvimento, seis na primeira edição em 2018, e mais oito no primeiro ciclo deste ano. O objetivo é que os projetos sejam implementados pelas empresas parceiras, utilizando tecnologias como mobile, inteligência artificial, blockchain e realidade aumentada para resolver problemas comuns ao mercado, como gestão da carteira de segurados e oferta de seguros a diferentes camadas da população.

As inscrições vão até 14 de junho e mais informações são encontradas no site http://insurtech.les.inf.puc-rio.br.

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SEGURO CIDADÃO

Amistoso - A Generali Brasil anuncia o encontro entre a seleção de rúgbi da Espanha e do Brasil. O time espanhol, patrocinado pela Generali Espanha, desafiará o time brasileiro no Estádio Municipal José Liberatti, neste sábado, 8, às 19h30, em Osasco. Atualmente, Leones, apelido do time espanhol, ocupa a 20ª posição do ranking mundial de rúgbi da World Rugby.

"Entramos juntos nesse jogo com os Leones mostrando que confiamos no esporte e acreditamos sempre em novas conquistas. O patrocínio é uma forma que o Grupo Generali encontrou de retribuir ao clube por sua história, promover qualidade de vida e incentivar novos talentos no rúgbi na Espanha", comentou Michele Cherubini, diretor de Estratégia e Novos Negócios da Generali Brasil.

Com o objetivo de estimular a qualidade de vida dentro e fora da seguradora, incentivando o esporte, o Grupo Generali também patrocina alguns atletas e equipes esportivas ao redor do mundo, a exemplo da tenista alemã Angelique Kerber, o time de futebol da Croácia, a seleção de basquete da Argentina, o time de futebol Guarani e a tenista Bia Haddad, os dois últimos no Brasil.

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Teste do pezinho - No Dia Nacional do Teste do Pezinho, celebrado hoje, o Ministério da Saúde reforça a recomendação preconizada pelo Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN) para realização do teste entre o 3º e 5º dia de vida do bebê. Anualmente, uma média de 2,4 milhões de recém-nascidos são triados no programa. Entre 2012 e 2017, 14.546.968 de recém-nascidos foram triados através do Teste do Pezinho. No mesmo período foram diagnosticados 17.410 recém-nascidos com alguma das doenças detectáveis pelo teste. As doenças mais frequentes são o hipotireoidismo congênito e a doença falciforme, que juntas perfazem uma média de 77% dos casos diagnosticados.

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Laranja e violeta - Durante o mês de junho, a Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo iluminará de laranja e violeta as quatro unidades - Pompeia, Santana, Granja Viana e Ipiranga - para conscientização sobre a anemia e violência contra os idosos, respectivamente.

Até o dia 14, a cor laranja colocará em destaque a anemia, doença que atinge aproximadamente 30% da população mundial, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Já entre os dias 15 e 30, o violeta lembrará o combate à violência contra os idosos.

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ENDOSSANDO

Aniversário - O Som.us online, ferramenta de gestão de atendimento a corretores de seguros da Som.us Assessoria, completou um ano em maio e, desde que foi implementado, vem passando por vários processos de mudança e inovação. Até o final de maio de 2019 foram registrados mais de 30 mil atendimentos à corretores da rede e mais da metade foram solucionados em menos de 24hs.

A nova versão do Som.us online permite o acompanhamento da performance de atendimento em tempo real, apresenta indicadores de espera, tempo médio de cada ligação, melhor horário para ligar, taxa de abandono e se o problema foi solucionado no primeiro atendimento. Esses indicadores auxiliam a empresa ser mais proativa entregando uma experiência melhor e mais assertiva nas diversas solicitações, atendendo a perfis variados com grande necessidade de urgência. "As novas ações, permitem priorizar corretamente as solicitações garantindo um retorno ágil e eficiente aos nossos corretores", ressalta Luciano Scatamacchia COO da Som.us Brasil.

Com atuação junto a diversas seguradoras, todas as ações visaram adequar-se às particularidades sistêmicas e processuais de cada uma. "A falta de ferramentas adequadas dificulta o acompanhamento dos colaboradores e impede que sejam aplicados treinamentos focados em pontos de melhoria, por isso, investimos em recursos que trouxessem melhores resultados para todos os stakeholders", explica Diovanni Simim, sócio-diretor da companhia em Belo Horizonte e um dos responsáveis pela estruturação e implementação do Som.us Online.

Além do investimento em tecnologia, a empresa investiu na capacitação da equipe. Desde o início do ano, todos os colaboradores têm passado por um amplo programa de treinamentos visando à formação técnica, pessoal e comportamental para melhor atender às demandas da rede. "Nossa central técnica possui equipes diferenciadas para atendimento das companhias e uma liderança familiarizada com o atendimento a corretores e processos do mercado securitário. Assim, com os colaboradores capacitados e as ferramentas adequadas, tornamos o atendimento ao corretor ainda mais ágil e eficaz", afirma Diovanni. "Todo grande projeto se inicia em uma visão e se concretiza com esforço conjunto orientado, persistente e obstinado", completa Fabio Basilone CEO da Som.us Brasil.

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Novo espaço em Belo Horizonte - A Rede Lojacorr está de casa nova em Belo Horizonte. Instalada em um charmoso casarão da década de 1940, em área nobre da capital mineira, a unidade foi projetada para atender aos corretores de seguros com conforto e eficiência. A inauguração do novo espaço aconteceu no dia 4 de junho e contou com a presença dos diretores da Rede Lojacorr, corretores parceiros e executivos de seguradoras.

"É momento de alegria retornar a uma das principais capitais do País, acolhendo os corretores em um ambiente maior e confortável. Sinal de que estamos evoluindo e que o mercado entendeu a mensagem da Rede. O nosso propósito é somar, apoiar o corretor para que ele seja mais competitivo e desenvolva a sua carteira. Quando o corretor cresce, a seguradora também cresce e seguimos firmes com o nosso propósito de ajudar os brasileiros a se proteger mais e melhor", frisou o CEO da Rede Lojacorr, Diogo Arndt Silva.

O fundador da Rede, José Heitor Silva, relembrou a história da empresa, criada em 1996. "Construímos um modelo único de negócios, que só foi possível porque ouvimos os corretores de seguros desde o início, buscando sempre entender o que eles efetivamente precisavam para evoluir".

A gestora da Unidade Rede Lojacorr em Belo Horizonte, Janaina Luz, reforçou que a nova estrutura vai propiciar o fortalecimento de parcerias e o fomento de negócios para a rede. "Esse espaço foi idealizado com muito carinho. Cada detalhe preparado cuidadosamente para vocês. Sejam todos muito bem-vindos!".

Geniomar Pereira, diretor comercial da Lojacorr, destacou que a Unidade BH está entre as cinco maiores do país. "Faltava algo mais. Com o empenho da Janaina, pessoa da nossa total confiança, agora apresentamos uma unidade do porte que a cidade merece".

Para o diretor regional Centro Sudeste, Antônio Carlos Fois, a inauguração do espaço é "um divisor de águas" na trajetória da Unidade BH. "Há quatro anos e meio implantamos o nosso modelo de negócios em Minas Gerais. Foram muitas conquistas e desafios no período. Hoje estamos de casa nova com objetivo de acolher melhor os parceiros. É um grande presente para o time Rede Lojacorr", finalizou.

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