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Setor segurador registra alta de 16,1% em maio

Seguros / 16:42 - 15 de jul de 2019

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Em maio, as receitas do setor de seguros voltaram a crescer se comparado ao mesmo mês de 2018, registrando expansão de 16,1% (sem Saúde e Dpvat). No editorial da nova edição da publicação Conjuntura CNseg, o presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg), Marcio Coriolano, afirma que "esse ótimo desempenho serviu para elevar a arrecadação acumulada no ano até maio para 7,1%, comparativamente a igual período do ano passado". A receita de todos os ramos - exceto Saúde e Dpvat- somou R$ 103,7 bilhões nos cinco primeiros meses do ano.

Na média móvel dos últimos 12 meses até maio, a taxa também evoluiu para 1,5%, retomando o viés de alta sobre abril, que ficara praticamente estável (0,1%). "É um número importante, porque se aproxima do obtido nos dois primeiros meses do ano, após quatro meses de 2018 em que o setor apresentou taxas de desempenho negativas", dissereve o presidente.

Para ele, o mercado continua a apresentar comportamento desigual das vendas entre os diversos ramos. De janeiro a maio, o ramo de seguros patrimoniais (do segmento de seguros de danos e responsabilidades) vem liderando o crescimento, com 15,7%, enquanto os Planos de Riscos (do segmento Cobertura de pessoas) evolui com taxa de 15,4%. Outro destaque foi o segmento de Títulos de Capitalização que apresenta crescimento 11,7% neste ano.

No segmento de Vida e Previdência, o subsegmento de Cobertura de Pessoas - Planos de Riscos, nos últimos 12 meses até maio, a variação foi de 11,3%, seguindo uma trajetória de alta consistente. Os Planos de Acumulação (VGBL e PGBL) registraram variação negativa de 5,6% nos últimos 12 meses até maio.

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TJ-RJ emite decisão que terá impacto no Seguro E&O de corretores

O TJ-RJ decidiu, em ação proposta contra corretora de seguros que por sua vez denunciou à lide sua seguradora em apólice de E&O de corretores, que não há responsabilidade da corretora por conta do não aviso quanto à renovação da apólice. Portanto, o entendimento de avisar o término de uma apólice não é uma obrigação legal ou contratual das corretoras de seguros, inexistindo, por consequência, qualquer obrigação da seguradora que emitiu a apólice de E&O de uma corretora de seguros de indenizar a corretora. A seguradora foi representada nessa lide pelo DR&A Advogados.

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Reforma da Previdência - Segundo dados da Secretaria da Previdência do Ministério da Economia, em 2018, o déficit da Previdência foi de 195,2 bilhões reais. Entre os fatores responsáveis, estão o envelhecimento da população; somente no Brasil, 12,5% possui mais de 65 anos. Embora esse número não seja elevado em relação a outros países, os gastos estão acima da média: "Temos gastos comparados a regiões da América Latina que possuem cerca de 30% de pessoas com mais de 65 anos", explica Sergio Rangel, diretor do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef).

Segundo ele, esse sistema previdenciário é insustentável a longo prazo. "Existe uma certa benevolência com relação a concessão de benefícios. O próprio BID mostra que, em 2065, o Brasil vai chegar a 50% de comprometimento do seu PIB em pagamentos de benefícios", afirma. Rangel também ressalta que a reforma é fundamental para o crescimento do país, entretanto outras ações também precisam ser tomadas, como taxas de juros mais baixas.

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Seguro Viagem Segundo o relatório dos Destaques do Turismo de 2018 da Organização Mundial de Turismo, os dez países mais visitados do mundo em 2017 foram França, Espanha, EUA, China, Itália, México, Reino Unido, Turquia, Alemanha e Tailândia.

O seguro viagem é obrigatório em quatro deles: França, Espanha, Itália e Alemanha, países que fazem parte do Acordo de Schengen e exigem que seus turistas tenham uma cobertura médica e hospitalar de, no mínimo, 30 mil euros. Isso significa que a saúde pública desses países não se responsabiliza pelos atendimentos de estrangeiros, e que eles precisam garantir que não haverá nenhum tipo de despesa para o governo.

Nos outros seis destinos citados, o seguro viagem não é obrigatório, mas continua sendo necessário. A April Brasil Seguro Viagem explica como funciona o sistema de saúde desses lugares para que os viajantes estejam preparados.

Nos EUA, os próprios norte-americanos têm problemas com este assunto, já que não há saúde gratuita para todos os cidadãos. Mas não basta dizer que nenhum atendimento lá é gratuito: o sistema de saúde dos EUA é um dos mais caros do mundo, e uma emergência médica pode mergulhar um viajante em dívidas, já que uma simples consulta em hospital pode sair mais de US$ 2 mil. Segundo a APRIL Brasil, é importante investir em um seguro viagem com uma cobertura completa para não sair no prejuízo em caso de problemas de saúde ou acidentes durante uma viagem para este destino.

Na China, é possível compreender porque um país que tem mais de 1 bilhão de habitantes não tem saúde gratuita para todos. O sistema de saúde da China tem serviços públicos e privados, e oferece algum tipo de cobertura a boa parte da população, mas nem tudo é pago pelo governo. Os hospitais particulares são extremamente caros, e fora das áreas urbanas, nem sempre é simples encontrar um bom atendimento. Para completar, pode ser complicado se comunicar devido à barreira do idioma, já que muitos chineses não falam inglês, principalmente longe das grandes cidades. Com isso, é mais difícil encontrar bons hospitais e mesmo lidar com um médico, situação muito diferente quando o turista conta com uma boa assistência como a da APRIL Brasil, que funciona 24h por dia e todos os atendentes falam português.

Jáo México também tem serviços públicos e privados, mas o governo garante acesso gratuito à saúde para todos os seus cidadãos e imigrantes legais por meio do Instituto Mexicano del Seguro Social. No entanto, turistas e residentes não permanentes não são contemplados por esse sistema, sendo necessário pagar por todo e qualquer atendimento caso o viajante não possua um seguro viagem.

Embora faça parte do continente europeu, o Reino Unido nunca esteve no Acordo de Schengen e, por isso, não exige seguro viagem de seus turistas. O destino possui um sistema de saúde público para seus cidadãos chamado National Health Service e, embora ele ofereça atendimento para algumas pessoas que não sejam residentes, as regras são bastante complexas e é muito difícil se enquadrar nas mesmas. Isso acontece porque o Reino Unido tenta coibir o "turismo de saúde", em que as pessoas viajam apenas para conseguir atendimento médico gratuito. Não é preciso dizer que, com uma das moedas mais valorizadas do mundo, ser atendido por lá pode sair bem caro.

A Turquia é outro país com um sistema de saúde pública para todos os seus cidadãos e residentes legais, embora os serviços públicos não sejam tão bons quando comparados a países europeus ou aos EUA, por exemplo. Já o setor privado é excelente em termos de qualidade, tecnologia e até mesmo tempo de espera, tanto que o país tem se tornado referência para pacientes que saem de seus países em busca de melhores cuidados com a saúde. Embora os preços não sejam estratosféricos como nos EUA, por exemplo, a April Brasil recomenda a contratação de um seguro viagem para evitar dificuldades com o idioma ou auxiliar caso o problema de saúde aconteça em áreas mais remotas, onde pode ser difícil encontrar bons hospitais.

Já a Tailândia oferece serviços adequados de saúde em seus grandes centros urbanos, mas não gratuitos. O problema, basicamente, é que seus destinos mais desejados e visitados estão no litoral e no interior, longe das grandes cidades, onde até é possível encontrar cuidados médicos básicos, mas é quase impossível localizar um médico que fale inglês. Por esse motivo, é crucial contar com um bom seguro viagem como da April Brasil, que muitas vezes leva o médico até o seu hotel para te atender e pode até auxiliar na comunicação com ele.

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DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

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Para esclarecer o funcionamento do processo de AIR nas agências nacionais de Vigilância Sanitária e de Energia Elétrica, participaram da palestra promovida pela CNseg, em 12 de julho, em sua sede, no Rio de Janeiro, a gerente geral de Regulamentação e Boas Práticas da Anvisa, Gabrielle Troncoso; e o chefe de Gabinete Substituto do diretor geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Rodrigo Coelho, com mediação do professor de Direito Administrativo e Coordenador do Laboratório de Regulação Econômica da Faculdade de Direito da Uerj, José Vicente Mendonça.

A Anvisa, informou Gabrielle, possui uma gerência de qualidade regulatória, que é vinculada diretamente a umas das diretorias do órgão e tem a função de orientar as análises realizadas pelas áreas técnicas e incentivar as boas práticas regulatórias. Uma boa prática regulatória, disse ela, nem sempre está relacionada à publicação de uma norma para tratar de um problema regulatório. "Antes de pensar em editar uma norma, o regulador deve analisar todas as alternativas possíveis, como os termos de ajustamento de conduta (TAC), FAQ, Guias, entre outras, sendo a primeira alternativa não interferir", caso os custos regulatórios sejam maiores que os benefícios, por exemplo.

Essa opção de não agir para enfrentar um problema regulatório, entretanto, não era muito utilizada na Aneel antes da agência começar a institucionalizar a AIR em 2012, informou Rodrigo Coelho, complementando Gabrielle, visto ser esta uma tendência cultural do regulador. Atualmente, disse ele, o que se busca é um equilíbrio entre a falta e o excesso de regulação.

A palestra sobre Experiência nacional em Análise de Impacto Regulatório é a terceira do Ciclo de Palestras sobre AIR no Setor de Seguros, que ainda têm mais duas agendadas.

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SEGURO CIDADÃO

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Aqueles que têm mais probabilidade de ter demência devido a seus genes podem ter uma saída. Um novo estudo mostrou que viver um estilo de vida saudável pode ajudar a compensar o risco genético de uma pessoa com demência.

O estudo publicado neste domingo na revista Jama mostrou que o risco de demência era 32 por cento menor em pessoas com alto risco genético, se tivessem seguido um estilo de vida saudável, em comparação com aqueles que tinham um estilo de vida pouco saudável.

Os participantes com alto risco genético e um estilo de vida ruim tiveram quase três vezes mais chances de desenvolver demência em comparação com aqueles com baixo risco genético e estilo de vida favorável, de acordo com o estudo.

Os pesquisadores analisaram dados de 196.383 adultos de ascendência europeia com 60 anos ou mais, e identificaram 1.769 casos de demência durante um período de acompanhamento de oito anos. A equipe agrupou os participantes naqueles com alto, intermediário e baixo risco genético para demência.

Eles também agruparam os participantes em categorias favoráveis, intermediárias e desfavoráveis, com base em sua dieta autorreferida, atividade física, tabagismo e consumo de álcool.

Os pesquisadores descobriram que viver um estilo de vida saudável estava associado a um risco reduzido de demência em todos os grupos de risco genético.

"Algumas pessoas acreditam que é inevitável que desenvolvam demência por causa de sua genética. No entanto, parece que você pode reduzir substancialmente seu risco de demência vivendo um estilo de vida saudável", disse o autor do estudo, David Llewellyn, da Universidade Exeter Medical School.

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ENDOSSANDO

                                                                                                                                                                    Parceria - I - A Generali anunciou ter fechado uma parceria exclusiva e inovadora com a BSF Saúde, referência na gestão em planos de medicamentos, fazendo com que a companhia seja a única a oferecer este tipo de serviço no Brasil. O contrato de 20 anos prevê mais de R$ 500 milhões em prêmios de seguros, com uma carteira estimada superior a R$ 1 milhão de vidas seguradas na distribuição de Seguros Medicamentos, conceito inovador que visa dar à população soluções diferenciadas e acesso a produtos e serviços, para atender aos mais diversos grupos de pessoas.

Apenas 25% da população brasileira têm um plano de saúde, e desses, 80% são pagos pelos empregadores. Com a forte crise do país nos últimos dois anos, 2,8 milhões de pessoas perderam acesso a planos de saúde. O agendamento de consultas na rede pública chega a tardar 180 dias e o acesso a medicamentos é muito caro no Brasil.

A BSF faz a gestão da cadeia de medicamentos, através de sua rede credenciada no país inteiro, e é responsável pelos planos corporativos de benefícios a medicamentos. Essa nova parceria permitirá a distribuição do Seguro Farma BMG, aliança firmada em 2017 pela Generali junto ao Banco BMG. A apólice cobre os gastos dos segurados com Remédios Genéricos após atendimento Emergencial (Pronto Socorro) ou Internação Hospitalar e ainda conta com a cobertura de Morte Acidental, Assistência Funeral e sorteios mensais de R$ 40 mil pela Loteria Federal.

"Através da aliança BSF e Generali, o mercado brasileiro conta com solução inovadora desenvolvida para a cobertura de despesas com medicamentos. Acreditamos fortemente que este mercado possui um enorme potencial para todos os brasileiros. Os usuários de planos e seguros saúde/odontológico têm a necessidade de uma proteção para as despesas com medicamentos, pois hospitais, médicos, dentistas, clínicas e laboratórios não concluem com eficiência o ciclo da saúde. Com esta parceria, esperamos fazer real diferença na vida das pessoas, sendo uma importante solução no cuidado a saúde da população. Mercado este que cresce de forma exponencial todos os anos", afirma Luis Blotta, presidente da BSF Saúde.

"Estamos muito entusiasmados com a oportunidade de dar um passo significativo no mercado brasileiro de seguros massificados, levando a população brasileira um produto inovador, relevante e acessível", afirma Claudia Papa, Head de Mass Channels da Generali Southern East Europe e Américas e vice-presidente do Brasil.

Antonio Cássio dos Santos, Global Sponsor de B2B2C do Grupo Generali e CEO Generali Southern East Europe e Américas, ressalta que "a Generali está muito empenhada em desenvolver parcerias como esta da BSF, que nos permite levar a proteção do Seguro Medicamento a um grande número de pessoas, fazendo com que estejamos mais presentes e ativos na vida da população, oferecendo assim uma cobertura de grande utilidade".

"A BSF Saúde tem ampla abrangência e capilaridade, pois diferente das atuais práticas de mercado, é a única empresa que garante acesso a 100% dos medicamentos tarjados - com registro no Brasil -, sejam eles genéricos, similares ou referência. Esta expertise nos dá a certeza de que nossa pareceria será genuína e frutífera", finaliza Conrado Gordon, diretor de UW e Produtos da Generali Southern East Europe e Américas.

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Parceria - IO Sicredi anunciou ter firmado parceria com mais duas seguradoras para ampliar ainda mais o seu portfólio de seguros para automóveis. Além dos produtos já disponibilizados pelos grupos HDI Seguros, Mapfre Seguros e SulAmérica Seguros, os associados passam a contar com os serviços oferecidos pela Tokio Marine Seguros e Liberty Seguros.

Segundo Felipe Caballero, gerente da corretora de seguros Sicredi, a entrada dos novos parceiros está alinhada com a proposta da instituição de sempre proporcionar maior valor agregado aos associados, para que eles possam escolher os melhores serviços e coberturas. "Os consumidores estão bem mais criteriosos e esse elevado padrão de exigência nos estimula a estar sempre em busca de negócios mais aderentes às necessidades dos nossos associados", afirma.

Hoje, o segmento de seguro para automóveis já representa 28% da carteira total de seguros do Sicredi. Os Seguros Auto oferecidos pela instituição têm soluções para os segmentos de auto passeio, auto carga, e motos, garantindo assistência 24h e tranquilidade e conveniência para o proprietário do veículo e sua família.

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Seguro de vida cobre diárias de internação hospitalar em casos de acidente

Todos os anos, milhões de brasileiros pagam planos de saúde para ter acesso a hospitais, especialistas e tratamentos, reconhecendo o impacto que alguns imprevistos, como uma internação, podem representar nas finanças da família.

O que muita gente não sabe é que o seguro de vida possui uma indenização em vida, paga de acordo com a quantidade de dias de internação hospitalar quando ela decorrente de acidente, que pode auxiliar nos gastos desse período.

"A cobertura pode ser utilizada para pagar o hospital pela internação ou auxiliar nos demais gastos do segurado que, ao ser internado, deixa de realizar suas atividades habituais de obtenção de renda, como por exemplo, para contratar uma pessoa para dar assistência aos filhos durante o período ou, até mesmo, ser usado após o fim da internação", explica Karina Massimoto, superintendente de Seguros de Pessoas da Brasilseg, uma empresa BB Seguros.

De acordo com Karina, a indenização não tem relação com custos hospitalares e a apólice garante o pagamento de indenização no valor de R$ 250 por dia de hospitalização, limitado a 60 diárias por ano, observado o período de franquia de duas diárias.

"Trata-se de um benefício especialmente conveniente para trabalhadores autônomos que, ao serem hospitalizados, têm a renda da família comprometida, e também para trabalhadores no regime Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), que têm o salário reduzido após 15 dias de afastamento do trabalho", explica.

A cobertura faz parte dos produtos BB Seguro Vida Completo, BB Seguro Vida Estilo e BB Seguro Vida Mulher Mais, comercializados pela BB Seguros. A contratação pode ser feita via aplicativo, internet banking e agências bancárias do Banco do Brasil.

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Renault Kwid é o carro com menor preço de seguro auto

A Bidu, plataforma online de recomendação, comparação e contratação de seguros e produtos financeiros, divulgou levantamento com valores dos seguros para as versões de entrada dos 10 veículos mais vendidos em junho de 2019, de acordo com os dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O relatório, produzido mensalmente desde 2016, analisa o preço médio do seguro auto em cinco capitais brasileiras (Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo e Fortaleza) e compara o perfil de homens e mulheres de 35 anos, casados, sem filhos, com garagem em casa e no trabalho e que estão contratando o seguro pela primeira vez. As cotações desta edição foram feitas no dia 3 de julho.

Dentre os modelos avaliados, o Jeep Compass é o que apresentou o maior valor de seguro, custando, em média, R$ 4.399 para mulheres e R$ 4.870. A tendência de um preço maior cobrado para condutores do sexo masculino se repete no caso do restante dos veículos avaliados, exceto para o Jeep Renegade, que apresenta um valor de R$ 2.769 para as mulheres - diferença de, aproximadamente, 1,7% perante o que os homens devem desembolsar (R$ 2.722).

Nesta análise, quem também se destaca é o Renault Kwid, que possui o seguro mais econômico dos compactos de entrada. As condutoras do sexo feminino precisam desembolsar um valor médio de R$ 1.377, enquanto os homens pagam R$ 1.489.

No relatório, o Jeep Renegade aparece como o veículo que apresenta o melhor custo-benefício, ou seja, a melhor relação entre o preço médio do seguro e o valor de mercado do veículo (price ratio), para ambos os perfis. Para as mulheres, o price ratio é de 3,5% e para os homens é de 3,4%.

Dentre as cinco cidades avaliadas no Relatório Bidu, Brasília foi a que se destacou com o seguro mais barato: a média geral do preço do seguro dos 10 modelos do ranking, para homens e mulheres, ficou em R$ 1.763. Por outro lado, o município que apresentou o mais alto valor médio foi Rio de Janeiro, com R$ 2.744,50.

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