SEG NOTÍCIAS - 14.05

Mapa de Risco Político aponta incerteza sem precedentes

Seguros / 16:24 - 14 de mai de 2019

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O aumento das tensões geopolíticas e sentimentos protecionistas, junto com os conflitos comerciais em curso, estão levando a um aumento da incerteza e risco para as multinacionais com investimentos estrangeiros diretos, segundo o novo estudo da Marsh.

O Mapa de Risco Político 2019 da Marsh se baseia em dados da Fitch Solutions. O mapa interativo classifica mais de 200 países e territórios com base na estabilidade política, econômica e operacional a curto e longo prazo e fornece informação sobre os locais que são mais prováveis dos riscos emergirem. O mapa pode ser utilizado para ajudar as empresas multinacionais a tomarem decisões mais informadas sobre como implantar seus recursos financeiros no ano seguinte

As principais conclusões do Mapa de Risco Político 2019 são que é provável que em 2019 continue a transição rumo a uma ordem mundial de protecionismo mais multipolar, com o aumento dos sentimentos e práticas isolacionistas e protecionistas em alguns países, segurando, momentaneamente, o processo de globalização; além disso, as tarifas comerciais e as disputas geopolíticas entre EUA e China podem aumentar em 2019, com o risco de nova retaliação chinesa e contra retaliação dos EUA. As grandes economias exportadoras, como Alemanha, provavelmente serão impactadas.

As relações da Rússia com o Ocidente seguirão tensas em 2019 e poderão dar lugar a novas sanções contra a Rússia.

As negociações do Reino Unido para sair da União Européia continuam a tear sobre o cenário de risco político, enquanto a contínua instabilidade política na Espanha levou a um declínio acentuado do índice de risco político de curto prazo (STPRI, sigla em inglês) do país.

Na América Latina os resultados das eleições presidenciáveis e legislativas de 2018 na Guatemala, Chile e Paraguai levaram a uma melhora do STPRI nestes países, enquanto que os contínuos distúrbios políticos na Nicarágua reduziram significativamente o STPRI do país.

Na região africana se observaram novamente algumas das maiores melhoras no risco político e também algumas das deteriorações mais notáveis.

As pontuações do STPRI na África do Sul, Sudão e Moçambique melhoraram, enquanto que a incerteza em torno das eleições e a deterioração das condições econômicas e humanitárias têm provocado um forte aumento do risco político na Zâmbia, Malí, Argélia, Tunísia, Camarões e República Centro-Africana.

"As empresas com investimento estrangeiro direto enfrentam hoje uma série de desafios inéditos que vão desde as economias emergentes às chamadas economias desenvolvidas" de acordo com Evan Freely, Líder da Prática Global de Especialidades de Crédito da Marsh. "Em tempos de incerteza, a vigilância e análise de risco amplo e sistêmico, juntamente com o seguro de crédito político e comercial, serão vitais para minimizar estas ameaças".

Os resultados do Mapa de Risco Político 2019 da Marsh refletem o Relatório de Riscos Globais 2019 do Fórum Econômico Mundial e da MMC, que classificou o aumento das tensões geopolíticas e geoeconômicas como o risco mais urgente em 2019.

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Seguro de crédito cresceu em 2018 mesmo com instabilidade econômica e política

O ano de 2018 foi de altos e baixos tanto para política quanto para economia. Esses fatores possibilitaram um crescimento considerável do setor de seguro de crédito, cujos prêmio emitidos demonstraram aumento de cerca de 55%. Os dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) apontam um total de R$ 507,70 milhões em 2018 contra R$ 326,50 milhões de 2017.

De acordo com Luciano Mendonça, diretor comercial da Euler Hermes, dois fatores foram chave para esse crescimento no último ano: "As incertezas políticas aumentaram a percepção do risco no Brasil e a tímida retomada da economia incentivaram os empresários a procurarem alternativas para se protegerem contra o risco de perdas em suas carteiras de clientes, além de buscar outras soluções para melhorar o fluxo de caixa e rentabilidade", explica.

Para Mendonça, esses fatores resultaram em um de seus melhores anos no Brasil. "A maior proximidade com nossos clientes e a complementaridade das duas linhas de negócio - seguro de crédito e seguro garantia, trouxeram soluções mais completas e alinhadas com a necessidade de cada um", complementa o diretor. "O seguro de crédito está cada vez mais sendo utilizado como ferramenta de gestão de recebíveis e melhora da rentabilidade. Ainda existe uma associação forte com proteção, porém não é apenas esse o papel do seguro, mas sim antecipar possíveis riscos e agregar informações para tomada de decisão dos diretores financeiros das empresas."

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No STF, governadores defendem alívio em judicialização da saúde

Ao todo, 11 governadores estiveram na última quinta-feira no Supremo Tribunal Federal (STF) para defender decisões favoráveis que desonerem os cofres públicos dos estados no que se refere ao fornecimento de tratamentos médicos via decisão judicial.

Em 22 de maio, estão pautadas para julgamento três processos sobre o assunto: um que trata da solidariedade entre governos federal, estadual e municipal para arcar com os custos da judicialização da saúde; outro sobre o fornecimento de remédios de alto custo; e um terceiro sobre o fornecimento de medicamentos não registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Todos esses processos possuem repercussão geral. Isso quer dizer que os resultados dos julgamentos devem definir parâmetros para enquadrar a atuação das instâncias inferiores relativa a cada um desses temas.

Participaram da reunião no Supremo os governadores Flávio Dino (Maranhão); Reinaldo Azambuja (Mato Grosso do Sul); Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte); Waldez Góes (Amapá); Camilo Santana (Ceará); Ronaldo Caiado (Goiás); João Azevêdo (Paraíba); Wilson Witzel (Rio de Janeiro); Marcos Rocha (Rondônia); Antonio Denarium (Roraima); e Mauro Carlesse (Tocantins).

Os governadores se queixaram ao presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, de que todo o ônus sobre o fornecimento de tratamentos caros via decisão judicial tem recaído sobre os estados, pelo fato de as ações serem ajuizadas quase sempre nos judiciários estaduais, que têm o poder de determinar o bloqueio de recursos diretamente nas contas dos governos.

"Aquilo que é da responsabilidade solidária, não existe solidariedade nenhuma. Divorciaram de nós e pagamos sozinhos", disse o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, que defendeu que medicamentos de alto custo sejam sempre fornecidos pelo Governo Federal.

Os governadores ressaltaram o que avaliam como um desequilíbrio provocado pela judicialização da saúde sobre o orçamento dos estados. Segundo eles, muitas vezes para cumprir decisões judiciais que beneficiam um número reduzido de pessoas, fica prejudicado o atendimento à população como um todo.

"A desproporção do valor disso é gritante. Vamos atender 500 mil pessoas com o valor que atendemos 30 milhões de pessoas na atenção básica", disse o governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, que preside o colégio de governadores. "O SUS é universal. Quando você começa a atender as demandas judiciais específicas de cada cidadão, você tira os recursos do sistema como um todo".

Segundo dados fornecidos por Azambuja, "só a judicialização no ano de 2018 chegou a R$ 17 bilhões em todos os estados brasileiros".

Durante a reunião, o governador de Roraima, Antonio Denarium, subiu o tom e disse que "estão saqueando o dinheiro público com quadrilha organizada da judicialização da saúde". Segundo ele, há médicos que agem premeditadamente para que seus pacientes obtenham, na Justiça, o pagamento de tratamentos caros.

Segundo pesquisa publicada em março pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), entre 2008 e 2017 aumentou 130% o número de demandas judiciais relativas à saúde. A maior parte, porém, se refere a processos contra planos de saúde.

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Cedom da CNseg digitaliza apólices que mostram história do seguro no século XIX

Poucos sabem, mas escravos eram "bens" segurados até a Abolição da Escravatura no Brasil. Em razão de seu fim, dois tipos de seguros ruíram: um para o transporte de escravos pelos navios negreiros e outro por morte natural dos negros. Todos beneficiavam os donos de navios ou senhores de engenho. Parte dessa história, registrada em apólices e documentos digitalizados, pode ser acessada pelo Centro de Documentação e Memória do Mercado Segurador (Cedom) da Confederação das Seguradoras (CNseg). Página virada na história de um setor dos mais engajados em promover a diversidade (não só racial) em seus quadros na atualidade.

O Brasil foi um dos maiores mercados do tráfico negreiro e um dos últimos países a abolir a escravidão, à frente apenas de quatro nações (Zanzibar, 1897; Etiópia, 1942; Arábia Saudita, 1962; Mauritânia, 2007). Curiosamente, as seguradoras marítimas especializadas em apólices para navios negreiros ampliaram sua produção de prêmios após a proibição do tráfico de escravos pela Inglaterra, em 1834. Isso porque os preços dos escravos subiram extraordinariamente a partir daí, o que tornava as perdas vultosas em caso de acidentes marítimos, oferecendo riscos à sobrevivência das empresas de transporte.

Os prêmios pelas coberturas subiram a partir de meados do século XIX pelo fato de os escravos terem se tornado uma carga valiosa. Já no caso dos seguros para os escravos nos engenhos, a atuação era cautelosa, já que as companhias cobriam apenas morte natural, comprovada com perícia feita pela seguradora, e essa cobertura valia apenas para negros entre 12 e 45 anos, a mão de obra predominantemente usada pelos senhores rurais. O único legado dessa época é que o seguro por morte de negro inspirou o que hoje é conhecido como seguro de vida.

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SEGURO CIDADÃO

Corrida e Caminhada - Colaboradores da Allianz Partners, que fazem parte do programa de voluntariado corporativo Célula V.I.D.A, participaram da 19ª Corrida e Caminhada do Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (Graacc), em São Paulo, no último domingo.

Engajada em ações sociais, a empresa registrou a sétima participação consecutiva no evento. "Ver, ano após ano, os nossos colaboradores dedicados a esta atividade, realizada para manter o atendimento de excelência e estrutura hospitalar do Graacc, é um orgulho imenso. A entendemos como uma verdadeira oportunidade de aliar a solidariedade ao incentivo da prática da atividade física e isso nos motiva, já que o DNA de ajudar está em nossa missão", comenta Karina Bertolla, gerente de Comunicação e Treinamento Corporativo da Allianz Partners.

Realizada anualmente, a ação contemplou amantes de corrida, com provas de 10 e 5km, e aqueles que preferiram caminhar um percurso mais curto (3km) e observar a paisagem ao redor do Parque. "Muito além da prática esportiva, o que mais aprecio nesta prova é a simbologia dela ocorrer no Dia das Mães. Venho para contribuir com a instituição e, principalmente, para dedicar o meu apoio às mães que lutam junto aos seus filhos contra essa doença tão grave. Faço parte desta ação desde 2013 e nos últimos dois anos tive o prazer de compartilhar todo esse sentimento com minha filha, que participou comigo. Com certeza, o desejo é enaltecer ainda mais a causa e permanecer assídua em mais e mais provas solidárias", destaca Katia Vicente, analista de Tesouraria.

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Saúde terá diretoria de integridade e Secretaria de Atenção Primária

O novo organograma do Ministério da Saúde deve ser publicado esta semana e prevê a criação da diretoria de Integridade e Normatização, composta por uma corregedoria e uma ouvidoria e que vai contar com a colaboração de órgãos como Polícia Federal e Ministério Público. A proposta, de acordo com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, é dar prioridade ao combate à corrupção e à promoção de métodos que promovam a transparência e a participação da sociedade.

Outra novidade no organograma é a criação da Secretaria Nacional de Atenção Primária, área classificada por Mandetta como porta de entrada de todo o sistema de saúde brasileiro e que necessita de qualificação. "Precisamos sair dessa discussão muito primária de como contratar o médico e passar imediatamente para o que esse médico vai fazer, como ele vai assumir a dificuldade que é fazer atenção primária no Brasil, como colocar a telemedicina à disposição de toda a rede nacional", disse.

A pasta também sinaliza para a possibilidade de capacitar agentes comunitários em saúde como técnicos de saúde comunitária, para que os profissionais possam, durante as visitas domiciliares, realizar atividades como aferir a pressão arterial de um paciente. A ideia, de acordo com o ministro, é que eles possam atuar mais fortemente na prevenção e no controle de doenças o que, segundo ele, caracterizaria "uma grande revolução da atenção básica brasileira".

Mandetta disse ainda que a pasta vai passar a contar, pela primeira vez, dentro do setor de atenção especializada, com uma diretoria para dialogar e fazer a ponte com hospitais filantrópicos e da rede privada. "Nas estruturas anteriores, não havia um setor do ministério que dialogasse com as filantrópicas e com os hospitais privados. No caso das filantrópicas, elas respondem por quase 80% do atendimento de alta complexidade dentro do SUS".

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Vacinação contra gripe ainda não atingiu metade da meta no país

Mais da metade da população apta a tomar a vacina contra gripe (influenza) ainda não compareceu aos postos de saúde brasileiros. Um mês após o início da campanha e após o Dia D - data em que todos os postos abrem durante o final de semana exclusivamente para vacinas - apenas 43,93% tomaram suas doses. A meta do Ministério da Saúde é imunizar 58,6 milhões de pessoas que integram os grupos de risco até o dia 31 de maio.

A gripe afeta de 3 a 5 milhões de pessoas e mata até 650 mil delas todos os anos. Esse número baixo de adesão à vacinação é uma característica que vem sendo observada há algum tempo por conta de uma série de boatos sobre sua eficácia. Um dos mais comuns, é o de que a pessoa vacinada fica gripada após tomar a dose. Na realidade, os pedaços de vírus utilizados na fabricação estão inativados e não conseguem causar nem um espirro. Até quem tem alergia ao ovo, que antes não podia tomar a dose, está liberado em 2019. O único evento adverso pode surgir da picada da agulha, como uma pequena alergia no local.

De acordo com os cientistas do Centro de Controle de Doenças, órgão americano que trabalha com a proteção da saúde pública e da população, a aplicação da dose reduz em 65% o risco de morte devido à doença em pessoas saudáveis que tenham entre 6 e 17 anos. No caso de crianças com condições médicas de alto risco, como pneumonia e bronquite, a vacina reduziu o risco de morte em 51%.

Em 2019, completam-se 20 anos do início da vacinação contra a gripe no Brasil. Durante essas duas décadas, muita coisa mudou na campanha, a quantidade de pessoas que integram o público-alvo da vacina só cresceu, bem como o número de doses oferecidas e as cepas de vírus utilizadas na fabricação do produto.

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ENDOSSANDO

Produto exclusivo para correntistas - A Bradesco Seguros anuncia o lançamento de um novo produto de automóvel pensado para correntistas Bradesco. Entre os principais atrativos, estão descontos na contratação, parcelamento em até 10 vezes, sem juros, e outras vantagens como o desconto na franquia para serviços realizados nas oficinas indicadas pelo Bradesco Auto Center.

Clientes Classic têm 5% de desconto na contratação do seguro e podem parcelar em até 10 vezes sem juros no débito em conta-corrente ou no cartão de crédito Bradesco Seguros, sendo que nesta última opção ganham ainda 5% de desconto adicional. Trata-se de um seguro completo, com cobertura abrangente e personalizável, de acordo com as necessidades do cliente. Os segurados contam, ainda, com seis meses de cobertura pelo valor de 0km, sem custo adicional, e desconto de 25% na franquia para reparos realizados na rede de oficinas indicadas pelo Bradesco Auto Center (BAC).

Além dos benefícios acima, correntistas Exclusive contam com 7% de desconto na contratação, com as mesmas opções de parcelamento e 27% de desconto na franquia para reparos realizados nas oficinas indicadas pelo BAC. Esta modalidade também inclui nove meses de cobertura pelo valor de 0km, sem custo adicional, serviços de assistência residencial, além de participação em sorteios mensais pelo título de capitalização no valor bruto de R$ 100 mil.

Clientes Prime e Private dispõem, ainda, de carro reserva por 15 dias sem custo adicional, as mesmas facilidades de parcelamento, 10% de desconto na contratação e 30% de desconto na franquia em reparos feitos em oficinas indicadas pelo BAC. Em caso de acionamento de reboque, a quilometragem é ilimitada. Outras vantagens desse tipo de contratação são as coberturas pelo valor de 0km por 12 meses, limite máximo de indenização 50% maior na cobertura de RCF de danos corporais a terceiros e mais os serviços de Reparo Rápido e Super Martelinho, sem custo adicional, assistência residencial e participação em sorteios mensais pelo título de capitalização no valor bruto de R$ 200 mil.

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Aquisição - I - Em nota, o Grupo São Francisco, que nos últimos 10 anos cresceu mais de 1 mil%, chegando a 1.8 milhão de clientes, e vinha nos últimos meses estruturando-se para realizar sua abertura de capital ao longo deste ano, confirmou ter aceitado a proposta de aquisição feita pelo Hapvida no último dia 7.

Na visão dos controladores do São Francisco, o Hapvida reconheceu as competências do Grupo, que tem forte atuação no mercado corporativo, oferecendo projetos customizados, o que propicia um serviço de qualidade com custos acessíveis.

Outro diferencial reconhecido, foi o fato de o Grupo São Francisco ter uma rede de atendimento distribuída entre rede própria e credenciada, o que possibilita levar atendimento a muitas cidades de menor porte. A eficiência de implantação dessa capilaridade de atendimento é um diferencial competitivo importante da marca.

"Entendemos que o projeto do Hapvida em utilizar nosso modelo como plataforma de crescimento nas regiões Sudeste, Centro-oeste e Sul, vai ao encontro do plano projeto de longo prazo dos controladores" afirma Lício Cintra, CEO do Grupo São Francisco.

O executivo informa também que está engajado no projeto de longo prazo e liderará esse processo junto com os demais diretores do Grupo. A finalização dessa negociação está condicionada às aprovações do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional de Saúde (ANS).

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Aquisição - II - O Grupo Icatu Seguros assinou ontem acordo para a aquisição da carteira de capitalização da SulAmérica. O negócio inclui ainda a compra das ações da SulAmérica na CaixaCap, na qual a Icatu aumenta a sua participação de 24,5% para 49%, o que reforça o compromisso da companhia com a Caixa Econômica Federal.

A efetivação da operação está sujeita à aprovação do Cade e da Susep.

No segmento de capitalização, a SulAmérica atua nas modalidades incentivo e instrumento de garantia e, em 2018, somou R$ 737 milhões em arrecadação. O acordo preserva as condições contratadas pelos atuais clientes da SulAmérica.

O negócio consolida a participação da Icatu neste segmento com a quarta posição no ranking de faturamento de empresas de capitalização no país e uma arrecadação de aproximadamente R$ 2 bilhões, com base no faturamento de 2018.

O movimento segue em linha com a estratégia da Icatu de expandir sua participação em todas as linhas de negócio em que atua. Para Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros, "a aquisição amplia nossa posição no mercado de capitalização e na oferta de produtos e soluções sob medida. Seguimos interessados em avaliar oportunidades de crescimento e que gerem valor para nossos clientes, seja com novas empresas ou parceiros atuais".

Entre as movimentações recentes neste segmento, a Icatu, que já é sócia do Banco do Brasil e da Caixa Econômica em capitalização, se uniu ao Banrisul na criação da Rio Grande Capitalização para a venda de seus produtos nos canais de distribuição do banco. Em 2018, a Icatu comprou a totalidade dos ativos e as operações da Cardif Capitalização no Brasil.

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