SEG NOTÍCIAS - 13.06

Custos médico-hospitalares sobem 17,3% em 2018

Seguros / 16:48 - 13 de jun de 2019

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As despesas assistenciais per capita de operadoras de planos de saúde com exames, consultas, terapias, internações e serviços ambulatoriais de beneficiários de planos médico-hospitalares voltaram a acelerar e encerraram 2018 com alta de 17,3%, de acordo com o Índice de Variação de Custos Médico-Hospitalares (VCMH) do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess). Em relação a 2017, o índice registrou avanço de 0,8 ponto porcentual.

José Cechin, superintendente-executivo do Iess, explica que o aumento da VCMH resulta de múltiplos fatores. "Diversos elementos influenciam a VCMH. Entre eles, o aumento da frequência de utilizaçãoe o aumento dos preços unitários de materiais, medicamentos, honorários, taxas e diárias. Fatores como incorporação de novas tecnologias e o envelhecimento populacional também têm impacto". Entre 2018 e 2017 os itens de despesas que mais cresceram foram as terapias (exemplos: hemoterapia, litotripsia extracorpórea, quimioterapia, radiologia intervencionista, radioterapia, terapia renal etc.), com aumento de 31,3%, seguida de serviços ambulatoriais com aumento de 19,7%.

O item de internação, que tem um peso elevado na composição do índice, e por isso, sua variação fica muito próxima da média. Em 2017 e 2018 o valor ficou ligeiramente abaixo da média de todo o setor, em 16,5%. Resultado da elevação de 8,6% da frequência de utilização e do aumento no custo médio, de 7,4%. Cechin aponta que a variação da internação hospitalar só não foi maior em função do movimento das operadoras e prestadores de serviços médicos em iniciar uma migração pa ra pacotes, diárias globais etc.

O executivo reforça que o aumento da frequência de itens de consultas, internações e outros procedimentos foram fatores que justificaram o reajuste de planos em um nível superior ao da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ou mesmo uma de suas componentes que apura a variação de preços de produtos de saúde, como o IPCA Saúde. Para se ter uma ideia do peso da frequência de uso na conta, pode-se imaginar uma situação em que os custos de serviços de saúde caiam, mas a despesa aumenta devido ao aumento da frequência. Por exemplo: se as consultas médicas custassem, em média, R$ 100 e passassem a custar R$ 95, indicadores como a inflação registrariam uma q ueda de 5% (deflação). Contudo, se no mesmo período a frequência de realização de consultas passar de 5,0 para 5,5 o custo per capita passa de R$ 500,00 para R$ 522,50, com aumento de 4,5%. "Claro, a tendência não é que os custos médios de cada procedimento caiam, assim como não temos deflação no País. Mas o exercício lógico mostra porque a VCMH continua acima da inflação. O que não é natural é esperar que a VCMH fosse semelhante ou igual ao IPCA, isso porque inflação mede apenas variação de preços enquanto a VCMH mede a combinação da variação de preços com a variação de frequência", argumenta Cechin.

A crescente judicialização que se observa tanto no setor público quanto na saúde suplementar é um poderoso promotor das despesas e acrescenta iniquidades pois, em muitos casos, privilegia o individual à custa do coletivo. Outro fator que responde pelo aumento de custos é a incorporação de tecnologia, um fenômeno que acontece no mundo inteiro e com impactos semelhantes.

Esta incorporação sem a exigência de estudos de custo-efetividade e análise da capacidade do sistema em absorver o incremento de despesas é outro ponto que pesa nessa conta. Especialmente porque, diferentemente de outros países e no próprio SUS, por meio da Conitec, a saúde suplementar não dispõe de requisitos técnicos que definam critérios claros para o ingresso de uma nova tecnologia.

Importante lembrar também que o processo de transição demográfica, com a maior participação de idosos no total da população, impacta diretamente na demanda de serviços de saúde, em especial de internações. E a faixa etária de idosos é a que mais cresce no mercado brasileiro de saúde suplementar.

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Irregularidades e deficit em fundos de pensão

A investigação de irregularidades nos fundos de pensão - foco da Operação Greenfield, da Polícia Federal e do Ministério Público - e a busca do equilíbrio financeiro dessas entidades não deve levar à "demonização" dos gestores por decisões equivocadas. A análise foi feita por debatedores ouvidos ontem na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) em audiência pública interativa.

Os debatedores também chamaram a atenção para a situação dos participantes dos fundos - muitas vezes, aposentados que estão "atormentados e atônitos", nas palavras de Giocoeli Terezinha de Avila Reis, ativista em defesa dos beneficiários da Funcef (fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal).

"Aposentados chegam a pagar 38% dos benefícios. Pagamos o equacionamento, e em cima dele incide o Imposto de Renda", disse.

Giocoeli repercutiu os protestos dos beneficiários, que recusam-se a pagar por um "rombo" do qual não têm culpa. Ela cobrou, entre outras medidas, o fortalecimento da Operação Greenfield e a indenização da Petrobras aos fundos pelos ilícitos na Sete Brasil, empresa de investimentos criada em 2010 com foco na exploração do pré-sal e que está em recuperação judicial.

O diretor de Administração da Funcef, Antonio Augusto de Miranda e Souza, lembrou da importância da CPI dos Fundos de Pensão (2015-2016) e da Operação Greenfield, mas lamentou a "insuficiência patrimonial" da Funcef causada por "equivocadas decisões de investimento" nos anos anteriores à investigação. Ele chamou a atenção para os fundos de investimento em participações (FIPs), que vieram a ter rentabilidade declinante.

"Esses projetos empresariais canalizaram dezenas de milhões de reais de vários fundos, muitos deles com prejuízos integrais, contribuindo para os deficits", avaliou.

Souza comemorou as sanções cíveis e criminais aos gestores que lesaram os fundos. Em sua opinião, porém, ainda falta ao poder público a necessária independência para combater a corrupção e os conflitos de interesse no setor.

Diretor de Seguridade da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ), Marcel Juviniano Barros pediu "maturidade e responsabilidade" para aprimorar o modelo de governança dos fundos. Ele criticou a generalização de condenar gestores, observando que, em praticamente todos os casos de irregularidades, a gestão era terceirizada.

"Criminalizar os gestores e demonizar os fundos atende a interesses que não são da sociedade e dos trabalhadores", afirmou, lamentando que sejam limitadas as chances de gestão de riscos em investimentos e faltem categorias de investimento seguro fora dos títulos públicos.

Para o interventor da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) no Postalis (fundo dos funcionários dos Correios), Walter de Carvalho Parente, dizer que a entidade foi submetida a gestão temerária é "eufemismo". Em sua avaliação, diante da investigação da Greenfield e das ações judiciais, o Postalis agiu corretamente dentro das possibilidades, mas segue a vigência de regras questionáveis para cobertura de deficits em fundos.

"Se a gente for equacionar isso no Postalis, os aposentados pagarão 49% em contribuições extraordinárias. Isso é proibitivo", declarou.

O presidente da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Paulo César Chamadoiro, mencionou o histórico de deficits e equacionamentos na Fundação Petrobras de Seguridade Social (Petros), muitas vezes de forma "inadequada e tardia". Segundo ele, o plano tem que pagar seus compromissos e a legislação precisaria mudar de modo a reduzir a sobrecarga sobre os beneficiários.

"Não temos legislação efetiva que puna os crimes financeiros. Quem leva a maior fatia do bolo é o corruptor."

Diretora da Associação Nacional dos Participantes dos Fundos de Pensão (Anapar), Claudia Muinhos Ricaldoni citou a influência da taxa de juros e das ações judiciais no deficit dos fundos e opinou que o participante não deve pagar pelas malversações de recursos nas entidades. Para ela, a paridade de participação está sendo descumprida em todas as estatais, e o Estado não protege os participantes.

"Cada plano tem seus problemas e suas soluções. Vamos analisar cada um."

Philipe Britto, representante da entidade SOS Petros, condenou a "omissão criminosa" das patrocinadoras e avaliou que a Petrobras recusa-se a pagar bilhões aos participantes da Petros desde a década de 1970.

Por sua vez, o presidente da Associação Nacional dos Participantes da Petros, Paulo Brandão, sugeriu estender o modelo de fundos de pensão a todas as categorias de trabalhadores, o que, em sua avaliação, aliviaria as contas da Previdência. Ele lembrou que, apesar das dificuldades econômicas, a Petros apresentou superavit em 2014 e 2015, mas haveria uma "orquestração" para destruir os fundos de pensão.

"Erros na gestão são as principais causas do crescente passivo atuarial. Nada é e nunca foi de graça, pois foi tudo retribuído pelos trabalhadores", observou.

A audiência, requerida pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), foi presidida pelo senador Paulo Paim (PT-RS).

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Filantrópicos que atendem o SUS vão contar com R$ 1 bi de financiamento

Contribuir para a reestruturação financeira das entidades filantrópicas da área de saúde e para a melhoria dos serviços prestados por essas instituições aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) estão entre os objetivos da nova linha de crédito BNDES Saúde, que vai beneficiar quase 2 mil instituições do setor. Diante da relevância das filantrópicas como parceiro fundamental da rede complementar do SUS, o lançamento da nova linha de crédito reuniu, nesta quinta-feira (13), no Palácio do Planalto, diversas autoridades do país, entre elas o presidente da República, Jair Bolsonaro, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e o presidente do BNDES, Joaquim Levy.

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DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

                                                                                                                                                                   

Insurtech - I - Carlos Alberto Oliveira e Luiz Ribeiro, da D'Or Consultoria, participam do CQCS Insurtech & Inovação 2019, nos dias 12 e 13 de junho, em São Paulo. Segundo Oliveira, "tecnologia e inovação são pilares extremamente importantes na estratégia da empresa, bem como do AceleraD'Or, por meio do qual tem atuado como uma aceleradora de pequenas e médias corretoras".

Desde a criação do programa, no final de 2018, já foram incorporados à consultoria mais R$ 600 milhões em prêmios anuais. "As corretoras investidas contam com inovação tecnológica e suporte especializado para operações, reduzindo custos e potencializando resultados sem necessidade de uma estrutura própria", completa o executivo.

Durante o evento, o maior voltado a insurtechs na América Latina, o objetivo será conhecer as mais novas tendências do mercado e trocar experiências com os mais de mil congressistas esperados para os dois dias do encontro, seguindo a tradição de constante crescimento e atualização que está no DNA da D'Or Consultoria.

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Insurtech - II - Durante a tarde de ontem, o CQCS Insurtech & Inovação seguiu com suas palestras e debates sobre o mercado de seguros. Um dos importantes temas discutidos foi o painel "Insurtechs Precisam de Regulação?" que contou com a Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Eduardo Fraga, diretor do órgão, afirmou que "o que guia a Susep é a questão do desenvolvimento sustentável do setor de seguros. Em todas as nossas ações prezamos sempre pela transparência para o nosso consumidor final como um dos pilares da nossa base de atuação". O executivo também comentou que o órgão mantém pontos de atenção a serem trabalhados em relação a Insurtechs como o uso e manipulação de dados pessoais, assunto amplam ente discutidos por conta da nova Lei de Proteção de Dados.

Roberto Panucci Filho, da Abinsurtech do Pinheiro Neto Advogados, apontou que o cenário atual trata sobre as necessidades e desafios que um órgão regulador tem ao criar normas para novas tecnologias e inovações que aparecem a todo momento, porém garantindo sua solvência. "Percebemos que a Susep evoluiu muito na discussão sobre as regulações necessárias. Ainda existem muitas arestas que precisam ser aparadas para a expansão deste mercado. O mundo muda muito rápido e hoje vemos a entidade com muita vontade de inovar e mover o mercado, o que para nós é um ótimo caminho", finalizou.

No painel "O Seguro Auto captura o melhor das novas tecnologias", a jornada digital foi amplamente debatida entre os palestrantes. Pa ra Eduardo Borges, vice-presidente de serviços da Autoglass a empresa construiu uma jornada digital de ponta a ponta para os clientes (seguradoras, segurados e corretores), desde a abertura de um chamado, o agendamento do serviço, o status do reparo, chatbot para dúvidas e a finalização. "Com esses processos digitais, nos últimos doze meses tivemos um aumento no volume de atendimentos de 25,27%", finaliza Borges.

Já para Roberto Bocchi, diretor geral da Huvvi, empresa com foco na inovação em todo o processo de atendimento, o grande desafio hoje é aplicar a tecnologia com o propósito de inovar cada vez mais os modelos de negócios e a experiência dos clientes. "Hoje, utilizamos o big data, a telemetria, a internet das coisas, inteligência artificial e o blockchain para acompanhar toda essa jornada".

O Managing Director da Solera Brasil, José Manuel Dominguez, apresentou sua novidade no mercado, a Solera Visual Intelligence, que utiliza a inteligência artificial no gerenciamento de sinistros, com o software é possível a identificação e precificação de um sinistro de pequena/média avaria enviando as fotos do veículo.

Durante a palestra que abordou "Risks e Tech: Prevenção e Proteção", Domingos Monteiro, fundador da Neurotech, empresa que conecta dados com inteligência para seus clientes abordou o setor como um todo e ressaltou a necessidade de se inovar instantaneamente utilizando as melhores ferramentas. Com a expressão "inove ou desapareça" o executivo ressaltou que hoje a humanidade gera, por dia, mais dados do que os produzidos por toda a existência até o ano de 2003, por isso a necessidade de analisar e trabalhar esse volume de infor mações da melhor maneira possível.

Ainda no período da tarde, o painel "Antes, a venda e o pós no digital" ressaltou a importância de mudar os paradigmas dos processos tradicionais. Para Julio Cezar Pauzeiro, Business Partner e Adviser da Meta Brasil, o grande foco e o que irá diferenciar cada vez mais o mercado de seguros é a precificação mais sofisticada. "Existem novas soluções como telemetria, avaliações mais personalizadas, entre outras, para que as empresas precifiquem seus serviços de forma mais assertiva", destaca.

E para finalizar o painel, Caio Valli, sócio da powerbizz, enfatizou que é preciso utilizar a tecnologia como um meio para fazer a diferença no mercado. "Temos várias formas de interações com o cliente, como chatbots, mídias sociais, telemarke ting e outras, e em cada uma delas deve existir uma comunicação direcionada. Os consumidores são únicos e instantâneos e é preciso ter isso em mente", finaliza.

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Trilha de seguros - A virada de chave do seguro para o mundo digital é repleta de desafios, oportunidades e de riscos. Esta é a impressão deixada pelos especialistas que se revezaram no primeiro dia de debates da Trilha de Seguros, um dos eventos paralelos do Coab Febraban, na última terça-feira. Identificar logo as demandas dos consumidores e rever seu modelo de negócios para atendê-los, monitorar o comportamento dos usuários em redes sociais para ampliar a oferta de produtos e serviços e, a despeito do resultado, marchar na trilha digital a passos largos parecem ser alguns dos insights importantes extraídos dos dois painéis de seguros discutidos no encontro de São Paulo.

O diretor técnico e de Estudos da CNseg, Alexandre Leal, foi o moderador do painel, que reuniu como debatedores o diretor de Marketing Science do Facebook na América Latina, Daniel Arantes, e o CIO da Porto Seguro, Marcos Sirelli. Eles discutiram as implicações da transformação digital no mercado segurador durante o painel "As redes sociais e o comportamento dos consumidores".

Daniel Arantes citou números - como os 2,2 bilhões de usuários mensais do Facebook e os mais de um bilhão no Instagram - para dimensionar o desafio de entender o consumidor, ainda mais no caso do mercado de seguros. "O que isso nos mostra?", indagou o especialista em redes sociais. "Que o consumidor está superconectado, opera em multicanais e não quer a oferta de apenas uma empresa", concluiu. De qualquer forma, é possível se relacionar com o público por meio das redes sociais, é também possível utilizá-las para vender produtos e serviços.

Ao passar a palavra para Marcos Sirelli, CIO da Porto Seguro, o executivo da CNseg perguntou o quão distante de atender os anseios desse novo consumidor está o setor. Sirelli assegura que a rede social será o caminho para conectar as seguradoras com outras redes e, a partir daí, dar uma nova configuração aos produtos e serviços ofertados pelo setor. "Ainda temos muito a explorar para chegar a um produto personalizado. Mas certamente a rede social será o caminho. Ela é muito poderosa. Mas, por enquanto, queremos entender como fazer isso sem que as pessoas se sintam invadidas em sua privacidade. Essa troca tem de ser trabalhada no campo da ética. A própria sociedade tem muito a aprender", sentenciou.

Também ficou claro que o mercado nacional dá passos rápidos no uso de tecnologias digitais, tema do segundo painel, que contou com o indiano Venugopal Shivram, consultor sênior Estratégico de Analytics e Big Data da Tata Consultancy Services (TCS), e o brasileiro Curt Zimmermann, diretor de TI e Operações da Bradesco Seguros. O moderador desse painel foi Luis Freitas, gerente de Tecnologia da Informação da CNseg.

Segundo Shivram, a indústria de seguros dá passos largos na utilização de tecnologias como Inteligência Artificial (IA), Machine Learning (ML) e Automação Cognitiva para trabalhar os dados que permitam a oferta de uma subscrição personalizada no futuro. Por enquanto, os dados servem para melhorar e agilizar os processos e criar novos negócios. "Temos muitos exemplos da vida real. Uma seguradora de vida nos EUA, por exemplo, oferece cotações de seguro de vida com base em uma selfie", afirmou.

Segundo Curt, da Bradesco Seguros, o Brasil ainda está engatinhando, mas já aplica as tecnologias no mesmo ritmo que mercados de seguros em países desenvolvidos. "Conseguimos, de alguma forma, até pela presença de empresas globais, avançar em passos parecidos com os países desenvolvidos", afirmou ele. Segundo Curt, o Brasil tem algumas peculiaridades que outros países não têm. "Acredito que a tecnologia vai mudar a forma de comercialização, mas, muito mais, a prestação de serviços. Também acredito que o mercado caminha para a personalização das ofertas, mas temos de aprender como precificá-las. Muitas vezes vemos que o preço não faz sentido para muitas pessoas dentro de um grupo. Temos muito a aprender".

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ENDOSSANDO

                                                                                                                                                                   

Festas juninas - Chegou o período das tradicionais festas juninas no Brasil e, além do quentão, das comidas típicas e das quadrilhas de dança, os corretores podem aproveitar as datas comemorativas para impulsionar as vendas do seguro de eventos. A Porto Seguro conta com esse tipo de serviço em seu portfólio e esse é o momento ideal para potencializar a venda deste produto.

Jarbas Medeiros, superintendente de Ramos Elementares da Porto Seguro, ressalta a importância deste tipo de seguro para os eventos que acontecem nos meses de junho e julho.

"As festas juninas são uma marca do país, ficando atrás apenas do carnaval dentre as maiores festas populares do Brasil. Isso só reforça a importância de oferecermos esse tipo de seguro personalizado e de excelente custo-benefício para quem contrata. O preço deste seguro é bastante acessível e sua cobertura oferece uma série de vantagens que podem ser essenciais para quem está organizando esse tipo de festa".

Dentre as vantagens do produto, estão Responsabilidade Civil Organizador: para danos corporais ou materiais causados a terceiros em acidentes relacionados à organização do evento; Responsabilidade Civil para o Fornecimento de Bebidas e Comestíveis: para danos causados a terceiros, desde que o fornecimento seja feito por empresas contratadas pelo segurado; Responsabilidade Civil para o uso de Fogos de Artifício: para danos materiais ou corporais involuntários, causados a terceiros por acidente com a utilização de fogos durante a festa junina; Instalação, Montagem e Desmontagem: para danos materiais ou corporais causados a terceiros e empresas contratadas pelo segurado para ações relacionadas à estrutura temporária necessária à realização do evento; e Acidentes Pessoais: garante o pagamento de despesas em mortes acidentais ou invalidez permanente total ou parcial, em acidentes durante o evento segurado, além de despesas médicas, hospitalares e odontológicas.

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