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SEG NOTÍCIAS - Trânsito no Brasil vitimou cerca de dez crianças por dia em 2017

Seguros / 11 Outubro 2018

Nesta sexta-feira (12) é celebrado o Dia das Crianças. Além das comemorações, a data também deve servir para conscientizar a população sobre os cuidados com as crianças no trânsito. Dados da Seguradora Líder, administradora do Seguro Dpvat, chamam a atenção para um cenário preocupante sobre acidentes envolvendo os pequenos. No ano passado, foram 3.834 vítimas indenizadas, na faixa etária de 0 a 7 anos, em todo o país. Desse total, 72% passaram a conviver com algum tipo de invalidez permanente (aproximadamente 2,8 mil crianças). Outras 752 indenizações foram pagas para casos fatais.

Os dados revelam ainda que a maior incidência de acidentes são os atropelamentos: mais de 2,4 mil vítimas pedestres (cerca de 63% do total). Somente neste ano, de janeiro a setembro, cerca de 2,3 mil indenizações do Seguro Dpvat já foram pagas para meninos e meninas de 0 a 7 anos de idade vítimas de acidentes no Brasil. As crianças são um dos grupos mais vulneráveis a ocorrências no trânsito. Para o especialista em segurança no trânsito, Rodolfo Rizzotto, a frágil condição física, ainda em desenvolvimento, comum distração e dificuldade de percepção dos perigos enfrentados, mesmo acompanhado de seus responsáveis, são fortes facilitadores dos incidentes com pedestres dessa faixa etária.

“As crianças costumam repetir o comportamento de seus pais e familiares e sofrem as consequências disso. Quando os adultos não atravessam na faixa, não respeitam o semáforo ou não usam a passarela, a criança tende a repetir esses costumes”, alerta o especialista.

Com relação aos passageiros, atitudes como o não uso dos equipamentos de segurança e imprudência dos adultos ao volante acabam se tornando frequentes causas de acidentes envolvendo os mais jovens.

"Muitos pais e responsáveis não usam, por exemplo, os equipamentos obrigatórios, como a cadeirinha. As justificativas são variadas, mas a falta de uso do equipamento, inclusive de forma adequada, contribui para o agravamento dos acidentes", reforça Rizzotto.

O Dpvat é um seguro de caráter social que indeniza vítimas de acidentes de trânsito, sem apuração da culpa. Ele pode ser destinado a qualquer cidadão brasileiro – motorista, passageiro ou pedestre. O seguro oferece três perfis de coberturas: morte (R$ 13.500), invalidez permanente (até R$ 13.500) e reembolso de despesas médicas e hospitalares da rede privada de saúde (até R$ 2.700).

 

Dicas para tornar residências mais seguras para crianças - Os primeiros anos de vida são os mais divertidos e de maior conexão entre pais e filhos. Porém, também é a época mais desafiadora, porque os pequenos ainda não têm a capacidade de avaliar o perigo de determinadas situações – segundo dados do Ministério da Saúde, uma das maiores causas de ocorrências com crianças brasileiras de até nove anos de idade são acidentes domésticos. Para ajudar na orientação dos pais, a SulAmérica, maior seguradora independente do País, apresenta algumas dicas de adaptações em residências para prevenir acidentes e proteger os pequenos, com base no serviço de Check-up Kids.

"A atenção dos pais às adaptações necessárias no lar para o bem-estar de seus filhos é fundamental. Iniciativas simples no dia a dia podem ajudar a garantir a segurança de todos", explica o vice-presidente de Auto e Massificados da SulAmérica, Eduardo Dal Ri. "O Check-up Kids integra o produto Residencial da seguradora e é uma inovação que atende especificamente os clientes que têm filhos pequenos ou que são muito visitados pelas crianças, como tios ou avós. A partir de uma avaliação das condições da estrutura da residência, sugerimos e executamos ações que garantem a segurança e tranquilidade de todos que vivem ou frequentam a residência", completa Dal Ri.

Dicas gerais de proteção - Tudo que possa ser considerado um risco à criança deve ser mantido fora de seu alcance ou acesso. Alguns dos itens mais comuns em qualquer residência, tomadas, fios e escadas, por exemplo, precisam estar, respectivamente, protegidos, ocultos e com acesso bloqueado. Além disso, a instalação de prendedores ou protetores de borracha nas portas deve ser considerada para evitar acidentes com as mãos.

Cozinha e lavanderia - Um ponto importante de atenção neste cômodo são os cabos de panelas, que devem estar sempre para dentro do fogão, impossibilitando que as crianças encostem ou tentem puxar. Além disso, produtos químicos devem ser preservados sempre no rótulo original, para que não sejam confundidos com garrafas de refrigerante, por exemplo, e mantidos fora do alcance dos pequenos – o envenenamento é a quinta maior causa de hospitalização entre crianças de um a quatro anos, segundo o Ministério da Saúde.

Outra orientação refere-se à proteção de quinas de mesas e armários com borracha ou plástico, de modo a evitar ferimentos. Objetos pontiagudos que geralmente ficam armazenados nestes espaços devem ser colocados em armários altos e fechados. Já os sacos plásticos devem estar em puxa-sacos e mantidos fora do alcance das crianças, assim como latas de lixo devem estar devidamente posicionadas de modo a evitar o acesso, uma vez que determinados itens descartados podem representar algum tipo de perigo.

Em lavanderias, os baldes devem estar sempre vazios e virados para baixo. Qualquer armazenamento de água neste tipo de item pode trazer risco de afogamento.

Banheiro - Em um dos ambientes que traz mais riscos à criança, a SulAmérica recomenda a verificação da existência de travas de segurança nas privadas e antiderrapantes em banheiras ou no box. Já as banheiras devem ser esvaziadas após o uso, e todos os produtos de limpeza e higiene precisam ser retirados de alcance e mantidos em armários fechados e acima da altura da criança. O mesmo vale para aparelhos elétricos, como secadores de cabelo.

Quarto, sala e áreas comuns - No quarto da criança, brinquedos e caixas de armazenamento destes itens devem estar organizados no cômodo sem oferecer risco. No caso da existência de um berço, qualquer objeto que possa ser puxado deve ser remanejado, além da necessidade de proteção e atenção para evitar que a criança pule da cama e sofra uma queda.

Na sala de estar, o uso de antiderrapantes e até mesmo a remoção de determinados tipos de tapetes são aliados para evitar quedas. Em relação a mesas, a seguradora recomenda o uso de toalhas curtas para que não sejam puxadas.

Redes de proteção em janelas de áreas comuns são de suma importância para evitar acidentes graves, e devem ser trocadas pelo menos a cada três anos. Cortinas e cordas, por sua vez, devem, sempre que possível, estar enroladas a uma altura que não permita o manuseio pela criança. Se a residência tiver piscina, deve estar devidamente protegida com cercas e até mesmo portões com travas de segurança.

Check-up Kids da SulAmérica - Pensando em todos esses cuidados com as crianças, o seguro Residencial da SulAmérica disponibiliza o Check-up Kids, que auxilia os pais nessas adaptações. O serviço é um dos benefícios que oferece mais proteção, comodidade e facilidade para a família. Esse serviço pertence ao Plano Superior do Assistência 24 horas, que disponibiliza aos segurados uma revisão de segurança na residência para verificar instalações, móveis e objetos que representem perigo a crianças, incluindo a instalação, por exemplo, de protetores de tomada.

 

4º Fórum da Saúde Suplementar - Para fortalecer a Atenção Primária à Saúde (APS) no sistema privado de saúde, é necessário integrar os serviços e criar equipes de profissionais com a função do cuidado. “Primeiro é importante reformatar os serviços, principalmente ambulatoriais, e criar equipes com generalistas e enfermeiros, com a função principal do cuidado. Esses profissionais atuam integrados com os outros especialistas e também com os hospitais”, afirma Gustavo Gusso, diretor da Sociedade Brasileira de Medicina da Família e Comunidade e professor doutor da USP de Clínica Geral. A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) convidou o profissional para trazer seu conhecimento como médico de família atuando em APS para o 4º Fórum de Saúde Suplementar, nos dias 22 e 23 de outubro, no Rio de Janeiro.

Com experiência na superação de barreiras para implementar essa estratégia de atendimento assistencial holístico e enfrentamento de custos, Gusso aponta que fortalecer a APS no segmento de planos de saúde pode ser um bom caminho para evitar desperdícios e fraudes no mercado. “Os pacientes hoje em dia, geralmente, estão fragmentados, perdidos, descoordenados e a atenção primária é uma forma de oferecer um serviço no qual os profissionais de saúde vão indicar e buscar os especialistas junto com os pacientes, procurando o melhor caminho. Dessa forma, se evita o desperdício e a descoordenação da rede. É um modelo mundialmente reconhecido, no qual os recursos são melhor distribuídos e utilizados”, reforça o palestrante.

 

 

Com o tema ‘O desafio da eficiência em saúde: um debate inclusivo’, o Fórum contará com quatro painéis comandados por convidados nacionais e internacionais: 1º Painel - Economia e Saúde no cenário brasileiro; 2º Painel - Como fortalecer a Atenção Primária à Saúde (APS) nos planos de saúde; 3º Painel - Crescimento dos custos em saúde e 4º painel - O futuro da informação. Para acompanhar presencialmente o fórum, faça sua inscrição gratuita pelo link: https://bit.ly/2QGHawz. Se preferir, o evento poderá ser assistido ao vivo pela internet, também gratuitamente, sendo necessário fazer a inscrição para os dois dias nos respectivos links: goo.gl/tn3sqf (22/10) e goo.gl/t9hZbY (23/10),

 

Bolsa em baixa e dólar em alta - O mercado de ações fechou nesta quinta-feira (11) em baixa de 0,91% com o Ibovespa recuando para 82.921 pontos. O dólar comercial subiu 0,4% vendido a R$ 3,77. O euro registrou ganho de 1,19% cotado a R$4,38.