SEG NOTÍCIAS - Iess: na contramão do mercado, saúde suplementar cria empregos

Seguros / 11 Agosto 2017

O total de trabalhadores empregados pela cadeia de saúde suplementar (que engloba os fornecedores de materiais, medicamentos e equipamentos; prestadores de serviços de saúde; e, operadoras e seguradoras de planos de saúde) cresceu 1,5% nos 12 meses encerrados em junho de 2017, de acordo com o "Relatório de Emprego na Cadeia da Saúde Suplementar", do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess). No mesmo período, o total de empregos no mercado nacional recuou 2,3%. "O indicador mostra, claramente, que a cadeia de saúde suplementar é mais estável e resiliente à crise econômica brasileira do que o conjunto da economia do país", avalia Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do Iess. No total, o setor emprega 3,4 milhões de pessoas, ou 7,9% da força de trabalho no país.

Para deixar mais clara a relação entre os empregos gerados pelo setor de saúde suplementar e o conjunto da economia nacional, o Iess criou um indicador de base 100, tendo como ponto de partida o ano de 2009. Em junho de 2017, o índice para o estoque de empregos do mercado nacional é de 109, enquanto o índice da cadeia da saúde suplementar é de 135.

Carneiro destaca que desde o segundo semestre de 2014, o indicador geral tem apresentado queda nos demais setores da economia. Por outro lado, o saldo da cadeia produtiva atrelada à saúde suplementar continuou crescendo. "Note que, no período de setembro de 2014 a junho de 2017, mais de 2,6 milhões de beneficiários saíram dos planos de saúde e, mesmo assim, o setor continuou contratando", analisa.

Na cadeia da saúde suplementar, o subsetor que mais emprega é o de prestadores de serviço (médicos, clínicas, hospitais, laboratórios e estabelecimentos de medicina diagnóstica), que responde por 2,4 milhões de ocupações ou 71,3% do total do setor.

Já o subsetor de fornecedores emprega 821,2 mil pessoas. O que equivale a 24,2% dos empregos na cadeia da saúde suplementar. As operadoras e seguradoras empregam 149,8 mil pessoas ou 4,4% do total.

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ANS aprimora a pesquisa da qualidade dos prestadores de serviços de saúde

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aperfeiçoou em seu portal o sistema de pesquisa do Programa de Qualificação dos Prestadores de Serviços de Saúde (Qualiss). O buscador ganhou nova identidade visual e a possibilidade da busca por instituições com núcleo de segurança do paciente, ou que realizem projetos de indução da qualidade da ANS, que são o Parto Adequado, Idoso Bem Cuidado e OncoRede.

O beneficiário também poderá filtrar a busca pelo tipo de Acreditação, que é a verificação externa que mede a qualidade da assistência através de um conjunto de padrões previamente estabelecidos.

Vale lembrar que a qualificação informada pelos profissionais de saúde (atualmente, mais de 35 mil), entre eles enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas, médicos, odontólogos, psicólogos e terapeutas ocupacionais, está disponível em listagens publicadas no portal da ANS.

O Programa de Qualificação dos Prestadores de Serviços de Saúde (Qualiss) estimula a qualificação dos prestadores de serviços na saúde suplementar e aumenta a disponibilidade de informações para que beneficiários e operadoras de planos de saúde tenham maior poder de avaliação e escolha. É uma iniciativa que ajuda a aprimorar a assistência em saúde e a divulgar os dados de qualidade de forma transparente.

Em abril de 2017 a ANS divulgou, pela primeira vez, as informações completas de todos os prestadores que participam do programa, oferecendo subsídios para que os usuários possam escolher e comparar os serviços.

A participação dos prestadores no Programa Qualiss é voluntária, e os critérios de qualificação servem ainda para compor o Fator de Qualidade. Para a execução do Programa, a ANS conta com a participação de diversas entidades responsáveis pela elaboração dos critérios, coleta e consolidação dos dados e monitoramento dos prestadores.

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Procura por seguro viagem cresce 50% no período de férias

Levantamento da BR Insurance mostra que a procura por seguro viagem em julho cresceu 50% ante o mesmo período de 2016 e, novamente, Europa e EUA foram os destinos mais procurados pelos brasileiros.

Ainda segundo o levantamento, 55% das pessoas que contratam o seguro viagem são do sexo masculino. A faixa etária que mais adquire o produto é de 21 a 30 anos, seguida de 41 a 50 anos e, na terceira posição, pessoas entre 31 e 40 anos.

A diretora de Personal Lines da corretora BR Insurance, Ana Badaró, lembra que para que as férias tenham apenas boas lembranças, é importante estar preparado para imprevistos desagradáveis. Extravio de bagagem, roubo ou perda de passaporte e despesas médicas ou odontológicas, são alguns dos problemas que podem tornar sua viagem um caos.

Para evitar que isso aconteça, o ideal é contratar um bom seguro viagem e um seguro saúde internacional, que juntos são comercializados como Assistência Viagem. Este seguro, aliás, é obrigatório em alguns países da Europa que fazem parte do Tratado de Schengen: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Itália, Irlanda, Islândia, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Tcheca, Romênia, Suécia e Suíça.

No mercado é possível encontrar várias soluções que se adequam às necessidades do viajante e que irão proporcionar segurança e tranquilidade para toda a família.

"É importante ficar atento às coberturas oferecidas e contratar um seguro adequado ao seu perfil. Também é relevante conhecer os riscos e sinistros que não estão cobertos", observa a executiva.

Ana ressalta ainda que é importante considerar a contratação do seguro viagem e saúde, pois são dois serviços diferentes. "O seguro viagem atua na cobertura das despesas que o segurado tiver em casos de extravio de bagagens, atraso de voo ou cancelamento de viagem. Já o seguro saúde cobre despesas com internação, exames, medicamentos e atendimento médico", explica.

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Plano odontológico - "Quando falamos em mercado de trabalho, não é apenas o salário que surge como aspecto decisório para a manutenção ou troca do emprego. Além do rendimento mensal, outro ponto que é extremamente valorizado pelos colaboradores consiste nos benefícios corporativos. Diante de tal contexto, o plano odontológico aparece como importante ativo para as organizações". A opinião é de Júlio Cesar Felipe, CEO da Caixa Seguradora Odonto, para quem, "além de contribuir na retenção de talentos, o benefício reduz o absenteísmo e colabora com a melhoria do bem-estar dos funcionários e familiares".

"As empresas passaram a sentir a necessidade de implantar os planos odontológicos com mais afinco nos pacotes de benefícios. E estão percebendo o produto não só como um benefício relacionado à aparência, mas também para a saúde e produtividade dos colaboradores", afirma.

De acordo com o executivo, nos últimos anos, houve um aumento na conscientização da população brasileira quanto à importância dos tratamentos dentários. "Porém, nunca é demais reforçar a importância das consultas periódicas com um dentista, lembrando que falhas comuns nos hábitos de higiene e cuidado com a saúde bucal podem levar a complicações desagradáveis nos dentes e nas gengivas, além da possibilidade de migração das infecções e bactérias da região da boca para outras regiões do corpo.", recomenda Felipe, lembrando que, sob essa ótica, observa-se que o benefício não apenas recompensa o esforço e a dedicação do colaborador, mas também contribui para a sua qualidade de vida. "Isso impacta positivamente o clima organizacional, já que tanto a empresa quanto o funcionário acabam sendo beneficiados", pontua.

Ao contrário do que ocorre com os planos de saúde, o número de beneficiários de planos exclusivamente odontológicos segue crescendo. Entre outubro de 2016 a março de 2017, foram firmados 970 mil novos vínculos de planos odontológicos no Brasil - o que representa uma alta de 4,5%, segundo levantamento do Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo (Sinog), com base em dados da ANS.

"O fato de o número de beneficiários crescer mesmo diante de um cenário de redução de empregos, de renda e de crédito, demonstra que a receptividade do plano odontológico é positiva e de que a população brasileira vem priorizando este segmento", destaca Felipe.

Outro ponto a ser destacado é que, na comparação com o plano de saúde, o produto apresenta ótimo custo-benefício. Por exemplo, na opção Pequenas e Médias Empresas (PME) da Caixa Seguradora Odonto para companhias de duas a 199 vidas, o valor para o funcionário fica a partir de R$ 18,97. São quatro planos odontológicos disponíveis: Sigma (Rol mínimo da ANS), Beta (Sigma + 13 procedimentos), Alfa (Beta + documentação ortodôntica) e Delta (Alfa + próteses).

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DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

Nutroterapia - O Departamento Científico de Nutrologia da Associação Paulista de Medicina (APM) realiza mais uma reunião científica da especialidade, no dia 17 de agosto, das 20h30 às 22h. Desta vez, o tema a ser abordado é Nutroterapia em Cuidados Paliativos e Doença: Aspectos Éticos.

"O objetivo é orientar os médicos de todas as especialidades, principalmente nutrólogos, clínicos, geriatras e intensivistas, sobre a indicação correta da terapia nutrológica em cuidados paliativos.", destaca a dra. Sandra Lucia Fernandes, professora do curso nacional da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) e coordenadora das comissões de Terapia Nutricional do Hospital Meridional e do Hospital Estadual de Urgência e Emergência do Espírito Santo.

Direcionado a médicos e estudantes de medicina, o curso é coordenado por Luiz Roberto Queiroz, presidente do Departamento de Nutrologia da APM, e será palestrado por Sandra Lucia, que destaca a importância do tema: "O aumento do número de pacientes sem condições clínicas de reabilitação funcional e o excesso de intervenções não causam melhora efetiva ao paciente, porém, pode causar maior sofrimento."

A APM fica na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 278 - Bela Vista, São Paulo. Mais informações pelo telefone (11) 3188-4248 em www.apm.org.br.

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Feira médica - De olho em parcerias com distribuidores norte-americanos e latino-americanos, empresas associadas à Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (Abimo) e que fazem parte do Projeto Brazilian Health Devices, executado pela entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), estarão presentes em Orlando, na Flórida, para participação na Florida International Medical Equipment Trade (Fime), mais importante evento voltado ao setor médico-hospitalar dos EUA.

A feira é especializada em dispositivos para a área médica, abrangendo produtos biomédicos, tecnologia de comunicações, dispositivos de diagnóstico, produtos médicos descartáveis, dispositivos eletromédicos, de emergência, hospitalares e de laboratório, além de produtos de reabilitação, cirurgia, aparelhos de tratamento, com foco na América Latina.

Para Laísa França, coordenadora de Promoção Comercial da Abimo, a participação brasileira na Fime fortalece a imagem da indústria médico-hospitalar na região e é um meio de chegar a potenciais compradores. "A Fime é uma maneira econômica de atingir nosso público-alvo, pois reúne distribuidores de todas as regiões latino-americanas em um único evento. Orlando também é um destino mais barato e mais próximo para os brasileiros do que Europa, por exemplo", pontua.

No ano passado, o volume de negócios em 12 meses provenientes de contatos da feira girou em torno de US$ 8 milhões. No total, 30 empresas associadas ao BHD participaram e contataram clientes de vários países, como Alemanha, Arábia Saudita, Argélia, Argentina, Austrália, Bahamas, Bangladesh, Bolívia, Canadá, Chile, China, Colômbia, Coreia do Sul, Costa Rica, Cuba, Egito, El Salvador, Equador, Eslovênia, Espanha, entre outros.

Para esta edição, que marca os 15 anos de participação do Brasil no evento, o pavilhão recebe 35 empresas associadas.

O Projeto Setorial (PS) Brazilian Health Devices, realizado pela Abimo em parceria com a Apex-Brasil, tem como missão fomentar as exportações das indústrias de artigos e equipamentos da área da saúde. Brazilian Health Devices é a marca que reúne as indústrias exportadoras do setor e as representa internacionalmente.

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SEGURO CIDADÃO

Diversidade & Inclusão - A Assurant, empresa especialista em gestão de risco e proteção de bens, participará na próxima terça-feira, das 14h às 18h30, do Encontro do Setor de Seguros com a Diversidade & Inclusão, organizado pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNseg), com apoio da Escola Nacional de Seguros, que sedia o evento (Rua Augusta, 1.600 - Consolação).

Será lançado, na ocasião, o Grupo de Trabalho de Diversidade e Inclusão do Setor de Seguros, coordenado pela diretora jurídica da Assurant, Ana Paula Almeida Santos, e que integra a Comissão de Sustentabilidade e Inovação da CNseg. A profissional preside ainda a Comissão de Assuntos Jurídicos da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg).

"Fazer parte deste Grupo de Trabalho é recompensador, pois acreditamos que a busca por mais diversidade e inclusão é o caminho mais seguro para um negócio se tornar sustentável e inovador", destaca Ana Paula Almeida Santos.

Além do lançamento do GT, o evento contará com apresentação de pesquisa sobre a participação da mulher no mercado de seguros, conduzida pela diretora da Escola Nacional de Seguros, Maria Helena Monteiro, e com o compartilhamento de experiência canadense em diversidade, conduzida pelo presidente da Câmara de Comércio Brasil-Canadá, Paulo Salvador Perrotti.

O evento é gratuito e as inscrições podem ser feitas pelo site da CNSeg

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ENDOSSANDO

Allianz teve aumento de 83,4% no lucro líquido do segundo trimestre

A Allianz obteve resultados muito bons no segundo trimestre de 2017. A receita total cresceu 2% e alcançou 30 bilhões de euros (ante 29,4 bilhões no segundo trimestre de 2016). Todos os segmentos de negócio contribuíram para esse aumento, com maior contribuição vindo dos segmentos de Vida e Saúde. O lucro operacional atingiu 2,9 bilhões de euros (ante 2,3 bilhões), um aumento de 22,9% obtido com ajuda de todos os segmentos, porém com destaque para Property & Casualty (P&C). O lucro líquido distribuível aos acionistas aumentou 83,4% atingindo 2 bilhões de euros (ante 1,1 bilhão), impulsionado tanto pelo lucro operacional mais alto quanto pelo resultado não operacional que também aumentou. O resultado não operacional no ano passado foi prejudicado pelo desempenho do segmento Vida na Coreia do Sul.

O Lucro Básico por Ação (EPS) atingiu 4,45 euros (ante 2,39). O Retorno sobre o Patrimônio Anualizado foi de 13,4% (contra 12,3% para ano completo de 2016), lembrando que os valores anualizados não constituem previsão para o ano completo. O Índice de Capitalização "Solvência II" subiu para 219% ao final do trimestre, comparado a 212% no final do primeiro trimestre de 2017, alavancado, sobretudo, pela evolução positiva do mercado.

O primeiro semestre de 2017 também foi um sucesso, com a contribuição de todos os segmentos de negócio. A receita total aumentou em todos os segmentos nos primeiros seis meses do ano. O lucro operacional no semestre aumentou 15,7% e atingiu 5,9 bilhões de euros, muito além do ponto médio da meta de lucro para o ano completo. Durante o primeiro semestre do ano, o lucro líquido distribuível aos acionistas teve um aumento de 17,9% e chegou a 3,8 bilhões de euros. O crescimento mais notável foi alcançado por Vida e Saúde que respondeu, individualmente, por um aumento de 78% no lucro líquido distribuível aos acionistas obtido no período de seis meses, atingindo a marca de 1,5 bilhão de euros. Igualmente importante, a Gestão de Ativos teve aumento de 19,5%, atingindo 700 milhões de euros, enquanto o segmento P&C alcançou incremento de 7,7% no lucro líquido distribuível aos acionistas, atingindo 1,98 bilhão de euros.

"Estamos na metade do nosso plano trienal da "Agenda de Renovação", e nesta etapa fica claro que esses esforços estão dando resultado para todos os nossos acionistas", afirma Oliver Bäte, CEO da Allianz SE. "Tivemos um semestre muito bom, com crescimento de dois dígitos no lucro operacional e no lucro líquido. Nosso portfólio diversificado em todos os segmentos e em todas as regiões é manifestamente capaz de alcançar excelentes resultados. A forte capitalização reitera a resiliência e a flexibilidade da Allianz. Podemos hoje afirmar que nossa expectativa para 2017 é um resultado operacional situado na faixa superior da banda-alvo de 10,8 bilhões de euros, mais ou menos 500 milhões de euros".

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"Seminário Entre Nós - A Figura Humana no Acervo do Masp" - O Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre preparou mais uma surpresa para os brasilienses amantes da arte. Neste sábado (12), das 10 às 17h, ocorrerá o "Seminário Entre Nós - A Figura Humana no Acervo do Masp", que possibilitará ao público conhecer mais detalhes e informações sobre sete obras que integram o acervo do Museu de Arte de São Paulo, detentor da maior coleção de arte da América Latina.

O evento, gratuito, acontecerá no Teatro 1, do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) Brasília, e será apresentado e coordenado por Luciano Migliaccio, curador adjunto de arte europeia da equipe do Masp e um dos curadores da exposição, que é patrocinado pelo grupo.

O seminário terá a presença de pesquisadores e curadores convidados, que escolheram obras que compõem o acervo do Masp, mas que não necessariamente estão em exposição no CCBB Brasília, para comentar e debater com o público presente. Entre os palestrantes estão os professores doutores Ana Maria Tavares Cavalcanti, Maria Beatriz de Mello e Souza e Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); e Maria Berbara, Alexandre Ragazzi e Roberto Conduru, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

"O acesso gratuito a iniciativas culturais, como o seminário, possibilita que as pessoas observem e reflitam, sob uma nova ótica, sobre temas importantes do cotidiano e incentivem a construção de um pensamento mais crítico em relação à sociedade. Por isso, investimos em ações que permitam a interação com pensadores que, muitas vezes, estão distantes do público comum", comenta Leonardo Mattedi, diretor geral de Administração, Finanças e Marketing do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre.

Mais informações sobre o evento podem ser obtidas pelo telefone (61) 3108-7600 ou em http://bit.ly/2vj6YH9.

Senhas para participação serão distribuídas uma hora antes das palestras no local.

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Inteligência artificial - Investindo no potencial do big data, o Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi Brasil), da Mapfre apresenta a Smart, uma funcionalidade do sistema Órion Orçamentos para os mercados segurador e reparador que agiliza a realização de orçamentos de veículos. A ferramenta pode ser usada tanto por orçamentistas das oficinas quanto por reguladores de sinistros do mercado de seguros e tem como diferencial a utilização de um banco de dados técnico e especializado com mais de 1 milhão de sinistros. Na comparação com a forma tradicional de orçamento, a Smart reduz o número de cliques em 42% o que resulta em uma economia de tempo de 47% no processo.

"Essa funcionalidade traz uma inovação sem precedentes ao segmento, contribuindo para o aumento da produtividade ao reduzir etapas. A otimização do processo de orçamento traz ganhos operacionais para as companhias seguradoras e reguladoras, assim como para as reparadoras de veículos", afirma Almir Fernandes, diretor-executivo do Cesvi Brasil/Mapfre.

Ao selecionar o modelo, o ano do veículo e a região do impacto (se dianteira, traseira ou lateral), a solução apresenta, por meio de um algoritmo que analisa informações históricas do banco de dados do sistema Órion, um pré-orçamento, sugerindo as peças a serem trocadas e seus custos, tempo de reparo e o valor da mão de obra. A partir disso, o usuário tem a possibilidade de alterar os dados conforme sua expertise e particularidades do sinistro. O banco de dadoscontém informações sobre quase 14 mil versões de carros, cerca de 10 mil peças distintas, 1.000 variações de colisões e uma base histórica de oito anos de informação.

"A solução possui um algoritmo extremamente eficiente e com um elevado nível de assertividade justamente por ter sido construído sobre a base estruturada do nosso banco de dados, aliado à capacidade e conhecimento técnico da equipe do Cesvi Brasil no processo de reparação e estrutura automotiva", explica.