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SEG NOTÍCIAS - Consumidor pode ou não escolher planos com franquia e coparticipação

Seguros / 20 Abril 2018

Segundo a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), a possibilidade da contratação de planos de saúde com franquia ou coparticipação, conforme proposto pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), representará um avanço tanto para o setor de Saúde Suplementar quanto para os próprios consumidores.

A proposta de normativo da ANS tem como objetivo atualizar a regulação sobre o tema, estabelecendo limites e parâmetros para aplicação desses produtos, uma vez que são mecanismos financeiros de regulação já existentes e amplamente usados pelo mercado de planos de saúde. Atualmente, cerca de 50% dos beneficiários possuem contrato com um desses mecanismos.

A FenaSaúde calcula que os planos com franquia fiquem mais baratos e que haja uma redução na utilização de procedimentos que hoje são considerados excessivos e estariam tornando os planos mais caros para os beneficiários. "Esses mecanismos são opcionais, ou seja, o consumidor pode ou não optar pelo plano com essas características. E irá funcionar como um moderador do uso e, portanto, combate os desperdícios, mas isso não quer dizer que o paciente deverá se descuidar da sua saúde", explica José Cechin, diretor-executivo da FenaSaúde.

Ainda de acordo com o diretor da FenaSaúde, o plano com franquia deve atender ao consumidor com um perfil específico, que se planeja e dispõe dos recursos para arcar com as despesas que cubram o valor da franquia. "Caberá a cada um analisar, dentro das suas necessidades médicas e possibilidades financeiras, optar entre planos com ou sem franquia. O mais importante é que o consumidor passará a ter mais escolhas, algo sempre positivo. A competição entre as operadoras, por sua vez, evitará o risco de planos excessivamente caros. Pelo contrário: o plano com franquia terá uma mensalidade menor que o plano sem franquia e sem perda de qualidade assistencial."

Já a coparticipação, em que o consumidor fica responsável pelo pagamento de parte do custo do evento assistencial, é outro fator moderador bastante comum em diversos países, tanto em sistemas públicos quanto privados. Quando o beneficiário arca com parte do custo de determinado procedimento, tende a evitar o uso desnecessário de recursos e passa a ter uma relação de mais responsabilidade com o sistema de saúde. Como o modelo é baseado no mutualismo, quando há desperdício todos acabam pagando, o que propicia reajustes maiores na mensalidade dos planos.

"Em síntese, a FenaSaúde acredita que a existência de planos de saúde com franquia ou coparticipação irá estimular novas e mais acessíveis formas de contratação, beneficiando todos os consumidores e aumentando a sustentabilidade do setor", finaliza José Cechin.

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PL que obriga segurador a cobrir prejuízo causado por vandalismo é rejeitado em comissão

A Comissão de Finanças e Tributação (CFT) rejeitou o Projeto de Lei 4.388/16, do deputado Wilson Filho (PTB-PB), que obriga as companhias seguradoras a cobrirem os prejuízos causados a veículos por atos de vandalismo isolados ou em manifestações públicas. A comissão rejeitou também um projeto apensado, o PL 4.549/16, do deputado Dr. Jorge Silva (SD-ES), que prevê a cobertura de danos a veículos em decorrência de fenômenos da natureza e do clima.

O relator da matéria na CFT, deputado Lucas Vergilio (SD-GO), argumentou que o consumidor teria de pagar um preço maior pelo seguro se essas coberturas fossem incluídas nos contratos. Além disso, segundo ele, haveria uma elevação dos casos de fraudes contra as seguradoras, pois pessoas de má-fé poderiam aproveitar situações de tumulto em protestos públicos para danificarem os seus próprios veículos e receberem o pagamento de indenizações.

De acordo com Lucas Vergilio, o artigo 757 do Código Civil (Lei 10.406/02) deixa claro que as seguradoras só têm a obrigação de cobrir os riscos predeterminados em contrato. Já os riscos extraordinários, segundo ele, devem permanecer excluídos da cobertura pelo fato de serem imprevisíveis.

"Eventos ou convulsões da natureza ou tumultos, vandalismo, motins, greves, locautes e quaisquer outras perturbações de ordem pública, das quais o segurado não participe, são riscos extraordinários ou catastróficos; logo, não fazem parte da natureza do seguro, sendo impossível compará-los ao incêndio, colisão, roubo e furto, entre outros", explicou o relator.

Lucas Vergilio lembra que a atividade de seguro é exercida sob o princípio do mutualismo, ou seja, de contribuição coletiva "que leva um grupo de segurados a aportar somas para a formação de um fundo que irá repor a perda futura, incerta e eventual de alguns segurados".

"As seguradoras administram esse fundo comum, concebido após cálculos que avaliam estatísticas e probabilidades de materialização dos riscos. Para operar o seguro, projetar seu custo e o valor de seu prêmio, é imprescindível que o risco esteja predeterminado e delimitado no contrato e que conste cláusula de exclusão de cobertura", conclui o relator.

Os projetos principal e apensado (PL 4.388/16 e PL 4.549/16) tinham caráter conclusivo; mas, como receberam pareceres divergentes nas Comissões de Defesa do Consumidor (aprovação) e de Finanças e Tributação (rejeição), precisarão ser votados também no Plenário da Câmara, depois de passarem pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

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Dpvat - Os proprietários de veículos do Pará com final de placa 45, 55 e 65 devem realizar, nesta segunda-feira (23), o pagamento do Seguro Dpvat. No estado, o vencimento da cota única do seguro se estende até setembro, de acordo com o final da placa de cada veículo. O calendário completo com as datas está disponível no site da Seguradora Líder, administradora do Dpvat.

Para gerar a guia de pagamento, os motoristas devem acessar o site do Detran-PA e, em seguida, o pagamento poderá ser realizado em qualquer banco. Todas as informações estão disponíveis em https://www.seguradoralider.com.br/Pages/Saiba-como-pagar.aspx.

O Seguro Dpvat deve ser quitado com a cota única ou primeira parcela do IPVA. No caso de veículos isentos do IPVA, o vencimento do prêmio à vista se dará com o emplacamento ou no licenciamento anual. A quitação do Seguro é condição obrigatória para a obtenção do CRLV, documento que comprova o licenciamento anual do veículo e de porte obrigatório.

Em 2018, o prêmio do Seguro Dpvat não poderá ser parcelado para nenhuma categoria. Com a redução do prêmio para o exercício de 2018, o valor mínimo de R$ 70 por parcela, previsto na Resolução CNSP 332/2015, não será atingido.

O Seguro Dpvat é um seguro de caráter social que ampara e protege todas as vítimas de acidentes de trânsito em todo o Brasil, seja motorista, passageiro ou pedestre, sem necessidade de apuração da culpa. O Seguro garante três tipos de indenizações: Morte, com indenização de R$ 13.500; Invalidez Permanente, com indenização de até R$ 13.500; e Reembolso de Despesas Médicas e Hospitalares (DAMS) em até R$ 2.700.

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DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

Workshop - O marketing é uma das principais vias para promover a transformação digital dentro de uma corretora de seguros. Em workshop sobre o tema realizado pelo Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ) nesta quarta-feira, 18 de abril, o fundador da Educa Seguros, Anderson Ojope, explicou quais são os primeiros passos desse processo. "É preciso avaliar quais são as possibilidades, dentro do campo tecnológico, para o seu negócio. Redes sociais, aplicativos, ferramentas?", questionou.

Outra etapa é avaliar quais produtos se adaptam bem ao ambiente digital. No mercado de seguros, em que eles são complexos, ter essa sensibilidade é essencial. "Já há seguradoras que disponibilizam contratação 100% digital para determinados ramos", exemplifica. A partir daí, é hora de organizar a empresa para receber as inovações: Ojope frisa que a equipe precisa ter capacidade de adaptação rápida, pois o cenário, na era digital, está sempre mudando.

"É importante centralizar canais de comunicação e pensar iniciativas focadas em um público bem definido", afirma Ojope. Dentro do marketing, o chamado "inbound marketing" é o que o fundador da Educa Seguros acredita ser o mais adequado para os corretores. Ele atrai e converte clientes voluntariamente, com base na educação e no relacionamento com o cliente.

"Na prática, você oferece conteúdos relevantes ao seu público, seja por um blog, redes sociais ou e-mails, e vai acompanhando toda a sua jornada de compra, que começa com o aprendizado e termina com a decisão de compra", descreve.

O palestrante indicou uma série de ferramentas que podem automatizar essa e outras tarefas do dia a dia de uma corretora de seguros, como a realização de cotações e a própria gestão de vendas - caso do CRM de funil de vendas. "Todas essas ferramentas, mesmo as que não são gratuitas, são mais baratas que a mídia paga no Facebook ou Google", compara.

O encontro deixou ainda mais clara a urgência, entre os executivos de corretoras, de entender os novos moldes do mercado para se manter próximo ao consumidor, demonstrando o quanto a sua atuação acrescenta ao setor.

Na ocasião, o representante da Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e de Resseguros (Fenacor) Gabriel Pinheiro aproveitou para apresentar aos profissionais presentes a rede ID Seguro, iniciativa da federação junto ao Sincor-SP para emitir certificados digitais em todo o país.

Pinheiro os convidou a se tornarem Autoridades de Registro (AR), ou seja, realizar esse trabalho em parceria com a entidade. "É mais uma oportunidade de negócios para vocês", afirmou. Entre outros serviços, a assinatura digital, por exemplo, permite a assinatura de contratos com validade jurídica a distância, por meio digital.

Pinheiro conta que, para expandir a atuação, o credenciamento para fazer parte da rede está sendo subsidiado pela Fenacor. "O único custo será com treinamento sobre o sistema, e o retorno em forma de faturamento parte de R$ 14 mil por mês", finaliza.

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SEGURO CIDADÃO

Dicas para emagrecer - Existe, sim, fórmula mágica para emagrecer com saúde -e evitar uma série de doenças associadas ao sobrepeso - e ela é bastante simples e conhecida: alimentação equilibrada e prática regular de exercícios. Nosso corpo foi feito para estar em movimento, e especialistas da Mapfre Saúde ressaltam a importância da atividade física na luta contra obesidade, mas para funcionar é necessário buscar uma prática que realmente te anime.

A Mapfre Saúde mostra três passos essenciais para perder peso:

Frequência: para emagrecer é preciso praticar, pelo menos, 150 minutos de exercícios por semana - menos de 30 minutos por dia - e quanto mais melhor. Indivíduos que praticaram de 150 a 250 minutos por semana perderam entre dois e três quilos, enquanto quem se exercitou de 225 a 420 minutos perdeu até 7,5 quilos.

Intensidade: obtêm maior perda de gordura corporal pessoas que, ao longo da atividade, intercalando períodos de alta intensidade com outros de recuperação. Na esteira, por exemplo, vale alternar dois ou três minutos de corrida com um ou dois minutos de caminhada, repetindo esses ciclos. A necessidade de adaptação do organismo a essas diferentes exigências de esforço acaba acelerando a queima de calorias.

Aeróbico e musculação: atividade aeróbica dá mais resultado para emagrecer no curto prazo. Mas, no médio e longo prazo, os exercícios de resistência são importantes para que a perda de peso seja mantida, por conta do ganho de massa muscular. O músculo queima caloria mesmo em repouso. Ou seja, quem faz musculação com frequência perde gordura mesmo quando está sentado à frente do computador, não é só suando na academia.

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Hackathon social para colaborar com gestão de ONGs - Comumente conhecido no mundo tecnológico, o termo hackathon pode ser definido por um evento que reúne profissionais de programação, por horas, dias ou semanas, com a finalidade de explorar dados, discutir ideias e desenvolver projetos de software, hardware ou aplicativos. Agora, o modelo passa a ser utilizado, com um cunho social por meio de uma atividade da Zurich, seguradora global com mais de 70 anos de atuação no mercado brasileiro.

Envolvendo colaboradores de suas diversas áreas, a Zurich realizará, de 16 a 20 de abril, uma Maratona Social, no formato hackathon, em que os voluntários analisarão problemáticas levantadas por duas ONGs - Arrastão e Imargem - e desenvolverão soluções e projetos para ajudá-las. A ação integra o programa de responsabilidade social corporativa da Zurich, A Vida em Novas Cores.

Cada uma das ONGs apontou cinco problemáticas dentro de sua gestão, como Captação de Recursos, Planejamento Estratégico, Ferramentas Financeiras, Engajamento de Equipe, entre outros. Os voluntários puderam escolher em qual dos desafios podiam colaborar. Foram realizadas também visitas nas ONGs e palestras de seus representantes na sede da Zurich, em São Paulo, para apresentar as rotinas, formatos de trabalho e ações das entidades.

"Um dos maiores problemas de algumas ONGs está relacionado à gestão. Para estas entidades, é de extrema importância receber a colaboração de profissionais capacitados em lidar com o gerenciamento e desenvolvimento de projetos. É uma iniciativa inovadora e que será de grande ajuda para as ONGs e suas comunidades atendidas", diz Ivo Pons, sócio fundador da Rede Design Possível.

A Maratona Social terá 24 horas no total, divididas na semana de sua realização. As reuniões de trabalho contarão com 65 colaboradores, organizados em grupos de acordo com a problemática que deverá ser analisada e trabalhada através do método de design thinking. Após a ação, os profissionais acompanharão a implementação dos projetos junto às ONGs. Para a realização de todas as atividades da Maratona, a Zurich contou com a parceria da Rede Design Possível, uma associação sem fins lucrativos que integra iniciativas visando à transformação positiva social e/ou ambiental.

De acordo com o CEO da Zurich no Brasil, Edson Franco, com a realização da Maratona Social, a companhia buscou uma estratégia inovadora para solucionar problemas de vulnerabilidade social. "É uma oportunidade de aplicarmos, juntos, nossas expertises em situações reais das ONGs, a fim de buscarmos soluções efetivas, por meio da colaboração, e fazer parte de uma transformação tangível", afirma.

A ONG Arrastão é uma rede de cidadania baseada nas áreas pedagógica, social e cultural, com atuação no Campo Limpo, na capital paulista, e atende crianças, jovens e suas famílias. Também atua com projetos habitacionais e ambientais. A ONG Imargem atua na zona sul de São Paulo com atividades que utilizam a linguagem da arte urbana.

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ENDOSSANDO

CVG-SP recebe dirigente da CNseg em almoço

Aconteceu nessa terça, dia 17, almoço do CVG-SP com a participação do presidente da CNseg, Márcio Coriolano, com o tema "Projetos e Ações da CNseg voltados para o Seguro de Pessoas". O dirigente, recebido pelo presidente Silas Kasahaya, explanou sobre o comportamento da economia brasileira e também do mercado de seguros. A palestra foi dividida em três momentos: alavancagem, acomodação e recessão.

Relacionando a economia com o mercado de seguros, Coriolano pontuou que, "se há desemprego, com certeza o setor não poderia ir bem como gostaríamos", afirmou. O presidente da CNseg também trouxe dados do período de recessão, quando os preços explodiram com o IPCA chegando a 10%. O setor de saúde foi o maior beneficiado. Entre 2007 e 2017, houve aumento de prêmios no mercado e a cobertura de Pessoas ganhou espaço. A saúde suplementar, por outro lado, teve pouca alteração.

Quando o PIB começou a cair, o mercado segurador manteve o crescimento. "Os planos de risco caíram e os de acumulação tiveram um desempenho melhor. A boa notícia foi a retomada dos Ramos de Pessoas, Vida e Risco", destacou Coriolano. Entretanto, segundo o Presidente, o mercado de seguros só conseguirá elevar o patamar do PIB se o país retomar o ciclo próspero de renda (Seguro de Pessoas), produto (Seguro de Patrimônio) e emprego (Seguro de Saúde)", afirmou.

Sobre a CNseg, Coriolano disse que a entidade procura contribuir com a agenda regulatória e reforçar a imagem institucional do Seguro. "O poder de seguros não tem a representação no governo que ele tem para a sociedade", reforçou Coriolano. O trabalho de Joaquim Mendanha à frente da Susep também foi elogiado. "Ele tem dado mostras de uma administração equilibrada, sem clientelismo", destacou. Além disso, Coriolano também reconheceu que a Agência Nacional de Saúde tem avançado, embora ainda haja muito a ser feito, "mas que estão mais no âmbito legislativo", concluiu.

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CEO explica atuação da Regula Sinistros no próximo Programa Seguro

A próxima edição do Programa Seguro, exibido na TV Gazeta aos domingos às 20h30, que vai ao ar no dia 22 de abril, trará entrevista exclusiva com o fundador e CEO da Regula Sinistros, Daniel Bortoletto.

O Programa Seguro é apresentado pelo corretor de seguros Boris Ber que, a cada edição, convida um profissional de destaque no setor, trazendo posicionamentos e informações relevantes sobre produtos e serviços que contribuem com o desenvolvimento.

No domingo, Daniel fala sobre a Regula, startup que oferece a corretores de seguros um inovador serviço de atendimento a sinistros, deixando-os livres para fazerem o que sabem de melhor, que é vender, e terceirizando a área para profissionais especializados.

Em um momento do programa, Daniel explica sobre o cálculo que comprova quanto o corretor de seguros deixa de ganhar quando se debruça no atendimento a sinistros. "Toda vez que o corretor interrompe o processo para atender alguma tarefa administrativa ele deixa de vender, e o momento do sinistro é quando mais demanda atenção ao cliente. No site da Regula temos uma calculadora com o que chamamos de 'Custo de Oportunidade', convido os corretores a fazer simulação e perceber quanto estão deixando de ganhar ao entregar o mercado para outros players venderem seguros. A Regula veio para fortalecer o corretor", defende.

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SulAmérica cresce no Rio de Janeiro

A SulAmérica inaugurou recentemente um espaço voltado a negócios especializados em Vida, Investimentos e Previdência (Espaço VIP). No dia 12 de abril, apresentou seu novo vice-presidente comercial, André Lauzana, aos corretores de seguros do Rio, em evento que contou com a presença do presidente da companhia, Gabriel Portella.

"Os cariocas demonstram grande capacidade de se reinventar frente aos desafios do cotidiano. E nós continuaremos junto com eles, investindo no Rio, que apresenta um potencial importante e estratégico para a companhia", afirma Portella.

Além das filiais e de uma ampla rede de atendimento a segurados, a estrutura da companhia na região conta com quatro centros automotivos especializados, os CASAs. As unidades trazem agilidade, comodidade e segurança para segurados SulAmérica Auto que se envolvem em acidentes.

"O corretor de seguros carioca entende cada vez melhor o seu papel consultivo no atendimento ao cliente. O posicionamento da SulAmérica e o reconhecimento da marca no Rio de Janeiro são importantes aliados no momento em que eles oferecem diferentes serviços e produtos", afirma Lauzana. "Nosso objetivo é, junto com os corretores do Rio, oferecer, com excelência, o que há de mais moderno na prestação de serviços de seguros", completa o novo vice-presidente.

Ainda segundo o executivo, a força da companhia no mercado pode ser comprovada pelos resultados. Em 2017, as filiais da capital apresentaram uma alta geral de 20% em vendas de seguros em relação a 2016. Dentre as diversas linhas de atuação da companhia, o destaque foi para a área de Saúde, que cresceu 36% no período.

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Procedimento inédito no mundo é realizado no Hospital de Clínicas do Paraná

O Complexo Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (CHC-UFPR), vinculado à Rede Ebserh, realizou um procedimento endoscópico para avaliação e tratamento de doença pancreática nunca antes realizado no mundo inteiro. Chamada de pancreatoscopia via gástrica, trata-se de uma endoscopia do ducto pancreático utilizando o estômago como via de acesso.

"Em cerca de 10 a 30% dos pacientes que possuem alguma suspeita de câncer biliopancreático não é possível obter um diagnóstico definitivo com os métodos convencionais. Os pacientes, por terem uma forte suspeita de câncer, vão para uma cirurgia de grande porte sem de fato terem um diagnóstico. Essa é uma realidade mundial que vem sendo modificada com esses novos métodos", explicou o endoscopista do CHC Eduardo Bonin.

O procedimento realizado no CHC consistiu, na prática, na introdução de um endoscópio ultrafino por dentro de um outro endoscópio posicionado no estômago, adentrando no canal do pâncreas e possibilitando o diagnóstico de lesões suspeitas para câncer com o tratamento de estreitamentos do canal e remoção de cálculos difíceis. "Nesse caso, o método foi utilizado para avaliarmos um estreitamento e cálculos dentro do canal pancreático de uma paciente que já tinha sido operada no pâncreas previamente, e cujo acesso teve de ser realizado através de estômago", destacou a médica endoscopista do CHC Raquel Canzi.

O endoscopista Eduardo Bonin enfatiza ainda que o principal beneficiário é o paciente que, além de ter um tratamento pouco invasivo e um diagnóstico mais seguro, ainda pode receber alta muito mais cedo. "O benefício é obtermos diagnóstico e tratamento minimamente invasivos, por via endoscópica". Os pacientes já se encontram em suas residências e manterão acompanhamento regular nos ambulatórios de Gastroenterologia e no Serviço de Endoscopia Digestiva.

O aparelho utilizado para as técnicas chamadas de coledocoscopia e pancreatoscopia peoral foi doado pelos Amigos do HC e trata-se de um equipamento de ponta, de alto custo, aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em meados de 2017. Ele permite procedimentos para tratamento de alguns cálculos biliares e pancreáticos e estreitamentos (estenoses) considerados como cirúrgicos.

"Além de poder ser determinante no diagnóstico de lesões suspeitas para câncer; descartando-se a malignidade por imagem e biópsia, evita-se, com o equipamento, uma cirurgia hepática e pancreática, que costumam ser de grande porte e morbi-mortalidade considerável", considerou Bonin.

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Trabalhador poderá sacar FGTS para comprar próteses e órteses

Foi publicado na terça-feira (17), no Diário Oficial da União (DOU), o decreto que regulamenta o uso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para a compra de próteses e órteses.

A medida do Governo Federal tem como objetivo beneficiar os trabalhadores que precisam de próteses diferentes das que já são cobertas pelo SUS. Para ter acesso ao recurso, será necessária a apresentação da prescrição e do laudo médico.

O texto do Decreto nº 9.345 de 16 de abril de 2018 foi construído pelo Ministério do Trabalho, a Caixa Econômica Federal e a Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Segundo o secretário-executivo do Conselho Curador do FGTS no Ministério do Trabalho, Bolivar Tarragó, a medida é um avanço para a sociedade. "Já estava prevista essa possibilidade na lei, mas a regulamentação era necessária, tanto para a aplicação, quanto para estabelecer regras no intuito de prevenir fraudes", explica.

A partir da publicação no DOU, a Caixa terá um prazo de 120 dias para implementar as medidas necessárias de viabilização para este tipo de saque. "Acreditamos que haverá um esforço para que tudo seja colocado em prática em um prazo menor do que o estabelecido, tendo em vista a relevância para os trabalhadores", afirma o secretário.

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Novo diretor técnico - O Hospital Santa Catarina, pertencente à Associação Congregação de Santa Catarina, anuncia o doutor Fernando de Andrade Leal como diretor técnico da Instituição. Formado pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP), o profissional possui 25 anos de experiência e já atuou em cargos de gestão de outras renomadas Instituições de saúde.

Com Residência em Clínica Médica, também pela Santa Casa, e Cardiologia Clínica, pelo Instituto Dante Pazzanese, além de MBA em Gestão de Saúde pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec), Leal possui expertise em implantação de estruturas para o desenvolvimento de especialidades médicas, projetos estratégicos e relacionamento médico.