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SEG NOTÍCIAS - Cerca de 49 mil jovens morreram no trânsito nas capitais em dois anos

Jovens representaram quase 50% das pessoas indenizadas por acidentes de trânsito, nas capitais brasileiras, nos anos de 2016 e 2017, com mais...

Seguros / 08 Novembro 2018

Jovens representaram quase 50% das pessoas indenizadas por acidentes de trânsito, nas capitais brasileiras, nos anos de 2016 e 2017, com mais de 49 mil indenizações do Seguro Dpvat. Outro dado preocupante: entre os pagamentos para a faixa etária de 18 a 34 anos, mais de 37 mil (76%) foram por algum tipo de sequela permanente e outras 3,5 mil por morte. Neste período, a Seguradora Líder, responsável pela administração do Seguro Dpvat, pagou 100.210 indenizações para acidentes ocorridos nas capitais.

Dados divulgados pela Seguradora Líder chamam a atenção para a violência no trânsito brasileiro que atinge, principalmente, a faixa etária considerada economicamente ativa. As indenizações pagas nos últimos dois anos mostram que a maioria dos jovens conduzia o veículo no momento do acidente: 37.084 motoristas no total. Em seguida, aparecem os passageiros e pedestres, respectivamente, 6.479 e 5.484. A motocicleta foi o veículo responsável pela maior parte destes acidentes: mais de 41 mil indenizações pagas, ou seja, 84,6% dos casos.

Ainda de acordo com o levantamento, os jovens paulistas foram as maiores vítimas do trânsito, em 2016 e 2017, com quase 3 mil ocorrências registradas pela Líder. Logo em seguida, na mesma lista de capitais, aparecem Fortaleza (1.820), Goiânia (1.785), Teresina (1.269), Rio de Janeiro (1.233), Belo Horizonte (1.218), Manaus (1.099), Campo Grande (1.081), Curitiba (883) e Recife (854). Em todas predominam os casos de pessoas que ficaram inválidas.

As capitais que se destacam pelo menor número de acidentes são Vitória (144), em último lugar no ranking geral, Macapá (184), São Luís (208), Rio Branco (221) e Belém (249).

O Dpvat é um seguro de caráter social que indeniza vítimas de acidentes de trânsito, sem apuração da culpa. Ele pode ser destinado a qualquer cidadão brasileiro - motorista, passageiro ou pedestre. O Seguro Dpvat oferece três perfis de coberturas: morte (R$ 13.500), invali10 permanente (até R$ 13.500) e reembolso de despesas médicas e hospitalares da rede privada de saúde (até R$ 2.700).

A Seguradora Líder divulga, mensalmente, os dados de indenizações pagas para que eles se tornem insumos para a construção de políticas públicas que contribuam para um trânsito menos violento. A companhia tem o compromisso de auxiliar na formulação de ações para prevenção de acidentes e educação no trânsito.

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Carta aberta - Com o término das eleições no Sincor-RJ, realizadas nos dias 5 e 6 de novembro, a Chapa 2, liderada por Jayme Torres, registrou a sua mensagem para todos os seus apoiadores e corretores de seguros, de uma forma geral, para agradecer o engajamento e colaboração recebidos.

Segundo ele, "primeiramente, gostaria de agradecer as manifestações de apoio e carinho pela campanha das eleições do nosso Sindicato. Nesta quarta-feira, dia 7 de novembro, durante o evento de comemoração dos 20 anos da Aconseg-RJ, quando o CCS-RJ foi homenageado pela entidade, tivemos a oportunidade de constatar o desalento dos seguradores presentes com o resultado das últimas eleições. Fato evidenciado, principalmente, quando mostrei a cada um deles que o Sindicato não representa mais a nossa classe, já que a diretoria foi eleita com menos de 3% do total de corretores do Estado. Mais uma vez, durante o processo eleitoral, somente o nosso Clube estava representando os corretores de seguros do Rio. Foi assim também nas comemorações dos 50 anos da Fenacor, bem como nos 20 anos da Aconseg-RJ. Não houve participação ou presença de qualquer membro da diretoria do Sincor-RJ nos dois eventos. O momento é de muita calma e reflexão para tomarmos a melhor decisão de acordo com as alternativas que temos.

Ganhamos muito conhecendo muitos e novos profissionais que pensam, praticam e vivem da corretagem de seguros e querem o melhor para nossa profissão e não dependem de Sindicato para sobreviver. Todos alinhados com as nossas proposições.

Os meus agradecimentos especiais vão para os 261 Corretores que, com muito sacrifício, puderam comparecer para votar e que apoiaram nossas propostas e aos cerca de 10 mil que só puderam ficar na torcida.

Em 2014, foram 621 eleitores. Agora, em 2018, foram 550 eleitores apenas, o que demonstra o desencanto com a nossa entidade representativa. Deus queira que possamos sobreviver até 2020 e que até lá não fiquemos restritos aos mais de 80 votos da atual diretoria."

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DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

Congresso Norte de Corretores de Seguros - O presidente da Confederação das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, participou da solenidade de abertura do 1º Congresso Norte de Corretores de Seguros, ontem à noite, em Belém (PA). Na mensagem de boas-vindas, Marcio Coriolano destacou a vocação do seguro de ocupar um papel central nas políticas públicas e nos projetos que podem assegurar a retomada do desenvolvimento sustentável.

Ele lembrou que o seguro, aliás, amplia gradualmente sua importância na vida das pessoas e das empresas, mesmo em períodos desafiadores, ao se referir a sua trajetória positiva de prêmios. "No fechamento deste ano de 2018, enquanto outros setores da economia vão registrar decréscimos, o setor de seguros apresentará evolução positiva em ramos importantes", afirmou referindo-se aos resultados dos seguros de automóveis, residencial, vida risco, saúde, rural e garantia de obras. "Todos esses ramos deverão ter crescimento nominal acima ou próximo de dois dígitos", ressaltou.

O presidente da CNseg enfatizou a importância dos corretores de seguros para o mercado nacional. "A força da distribuição esteve presente em todas as conquistas. Preservamos a participação de 6,5% do PIB que havia sido alcançada em 2014." Mas ele observou que o reconhecimento, pela sociedade, da contribuição do setor de seguros, ainda é desproporcionalmente menor do que a sua importância para a vida nacional. "Não é por outra razão que a CNseg tem sustentado que a nossa luta comum - de seguradores e corretores - é a de recolocar a seguridade privada no centro das políticas públicas, na agenda prioritária do congresso nacional, e na primeira linha das ações empresariais. Foi mirando nessa batalha recorrente do mercado segurador brasileiro que, recentemente, a CNseg divulgou as suas propostas para os presidenciáveis. E que agora deixam de se resumir ao momento eleitoral que findou, para se constituir em programa para a nação e para o país. E que estimamos, com humildade, seja um projeto transversal do mercado segurador".

Na manhã desta quinta-feira (08), o presidente Marcio Coriolano discutirá as "Tendências do Mercado de Seguros", ao lado de Armando Vergílio dos Santos (presidente licenciado da Fenacor); e Robert Bittar (presidente da Escola Nacional de Seguros).

A Região Norte teve a maior taxa de crescimento do mercado segurador no acumulado janeiro até setembro. Cresceu extraordinários 24,66%, ao passo que as demais regiões brasileiras tiveram alta na casa de um dígito. O estado do Pará, palco do encontro, respondeu por 34,6% da receita auferida na região no acumulado do ano.

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SEGURO CIDADÃO

Homens dizem cuidar mais da saúde após participar de pré-natal

Oito em cada 10 homens presentes em consultas de pré-natal passaram a ficar mais cuidadosos com a própria saúde, segundo pesquisa divulgada hoje pelo Ministério da Saúde. O estudo indica que 72,25% dos pais ou cuidadores entrevistados pela pasta participaram das consultas de pré-natal com suas parceiras. Desse total, 80,71% afirmaram que esse envolvimento os motivou a cuidar melhor de sua saúde.

"Os dados demonstram que a paternidade é a principal porta de entrada do homem na unidade de saúde para que ele também se cuide", informou o ministério.

Nesta terceira etapa da pesquisa Saúde do Homem, Paternidade e Cuidado, foram feitas 37.322 entrevistas com pais ou cuidadores que assumiram a figura paterna e que acompanharam o pré-natal, parto e pós-parto de crianças nascidas no SUS no ano de 2015.

O objetivo do estudo, de acordo com a pasta, é obter dados sobre acesso, acolhimento e cuidados com a saúde masculina nos serviços públicos de saúde e levantar informações sobre o envolvimento do pai no pré-natal e no nascimento da criança. A coleta de informações foi feita entre março de 2017 e março deste ano.

Embora a pesquisa aponte maior conscientização em relação à saúde, ainda é alto o número de homens que não têm na sua rotina o cuidado com a saúde. Quando questionados sobre o costume de buscar estabelecimentos públicos de saúde, 36,36% dos entrevistados afirmaram não ter o hábito de ir a esses locais. Desse total, 47,57% (6.455) informaram como motivo nunca ter precisado, falta de interesse ou não gostar de hospital.

"Muitos agravos poderiam ser evitados caso os homens realizassem, com regularidade, as medidas de prevenção", destacou o ministério.

O tema da campanha Novembro Azul este ano é Homem, da Infância à Velhice, Cuide de Sua Saúde, de Novembro a Novembro. A proposta, segundo a pasta, é chamar a atenção da população, dos gestores e dos profissionais de saúde para a importância de olhar para a saúde do homem de forma integral, e não apenas para a questão da próstata.

Ao longo de todo o mês, o ministério vai intensificar ações de comunicação nas redes sociais, na TV e no rádio, além da realizar eventos relacionados à campanha. No próximo dia 14, ocorre o 4º Fórum Ser Homem: Discutindo Políticas Públicas para a Saúde do Homem, no Tribunal de Contas da União (TCU), em Brasília. O encontro é uma parceria com o Instituto Lado a Lado, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), o Serviço Social do Comércio (Sesc) e a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). Já nos dias 21 e 22, a pasta promove o Simpósio Internacional: Saúde do Homem Integral e a Construção e Planejamento de Linha de Cuidado Participativa. O evento será no Hospital Regional do Paranoá, em Brasília, com a presença de Noel Richardson, representante da Irlanda, primeiro país a implantar a política de saúde do homem. Também participa do encontro o professor da Universidade de Brasília (UnB) Muna Muhammad Odeh.

Dados do ministério mostram que, em 2017, foram registrados, no SUS, 533 milhões de atendimentos ambulatoriais e 4,3 milhões de procedimentos hospitalares em homens. No mesmo período, no âmbito da estratégia Pré-Natal do Parceiro, foram registradas 3.795 consultas e 31.732 exames de detecção do HIV e sífilis no parceiro ou na gestante.

O Sistema de Informações de Mortalidade da pasta msotra que, em 2016, 736.842 homens morreram em todo o país. Entre as principais causas de morte estão: tipos diversos de câncer (112.272), como próstata, fígado, pulmonar e de pele; doenças do coração (68.018); agressões (56.409); acidentes (84.139), em especial de transporte (31.565); doenças cerebrovasculares (51.753) e gripe e pneumonia (41.695).