SEG - Iess: na contramão do mercado, saúde suplementar cria postos de trabalho

Seguros / 14 Julho 2017

Na contramão do mercado brasileiro, o total de trabalhadores com carteira assinada empregados pela cadeia de saúde suplementar (que engloba os fornecedores de materiais, medicamentos e equipamentos; prestadores de serviços de saúde; e, operadoras e seguradoras de planos de saúde) cresceu 1,4% nos 12 meses encerrados em maio, de acordo com o "Relatório de Emprego na Cadeia da Saúde Suplementar", o novo boletim mensal do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess). No mesmo período, o total de empregos no mercado nacional recuou 2,5%. "O indicador mostra, claramente, que a cadeia de saúde suplementar é mais estável e resiliente à crise econômica brasileira do que o conjunto da economia do país", avalia Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do Iess. No total, o setor emprega 3,4 milhões de pessoas, ou 7,9% da força de trabalho no país.

Para deixar mais clara a relação entre os empregos gerados pelo setor de saúde suplementar e o conjunto da economia nacional, o Iess criou um indicador de base 100, tendo como ponto de partida o ano de 2009. Em maio de 2017, o índice para o estoque de empregos do mercado nacional é de 109, enquanto o índice da cadeia da saúde suplementar é de 135.

Carneiro destaca que desde o segundo semestre de 2014, o indicador geral tem apresentado queda nos demais setores da economia. Por outro lado, o saldo da cadeia produtiva atrelada à saúde suplementar continuou crescendo. "Note que, no período de setembro de 2014 a maio de 2017, mais de 2,6 milhões de beneficiários saíram dos planos de saúde e, mesmo assim, o setor continuou contratando", analisa.

Na cadeia da saúde suplementar, o subsetor que mais emprega é o de prestadores de serviço (médicos, clínicas, hospitais, laboratórios e estabelecimentos de medicina diagnóstica), que responde por 2,4 milhões de ocupações ou 71,3% do total do setor.

Já o subsetor de fornecedores emprega 818,9 mil pessoas. O que equivale a 24,2% dos empregos na cadeia da saúde suplementar. As operadoras e seguradoras empregam 149,6 mil pessoas ou 4,4% do total.

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Alternativas para aposentadoria tranquila - Existem muitas formas de se preparar para o futuro. Para escolher a mais adequada às suas necessidades, é preciso levar em consideração fatores como disponibilidade de prazo para os investimentos, urgência de liquidez, valores disponíveis e quando está disposto a arriscar para buscar melhores resultados.

As alternativas mais populares são as de previdência privada, Plano Gerador de Benefícios Livres (PGBL) ou Vida Gerador de Benefícios Livres (VGBL), investimento de longo prazo em que o usuário faz contribuições e pode fazer o resgate a qualquer momento, seja de forma mensal ou de uma só vez. Nesse caso, o investidor tem direito de receber o valor que conseguir acumular.

"O PGBL é uma boa opção para pessoas que fazem declaração completa de investimentos e que poderão usufruir do benefício fiscal que o produto oferece. É possível abater da base do imposto de renda o valor das contribuições feitas limitados a 12% da renda bruta anual tributável. Para quem faz a declaração no modelo simplificado ou para os valores excedentes aos 12% mencionados, a opção mais indicada é o VGBL", explica Maristela Gorayb, diretora da Mapfre Previdência.

Agora, começa a se tornar tendência no Brasil o seguro de vida resgatável, pois é acessível. Enquanto em um seguro de vida normal o resgate de valores só pode ser feito em caso de invalidez ou morte do contratante. Nesta opção, o próprio segurado pode reaver parte do que pagou em vida.

A Mapfre Previdência foi inovou no Brasil quando lançou, em 2011, um seguro de vida resgatável nos moldes de produtos internacionais. O Bién Vivír, da Mapfre, oferece diversificação às opções de proteção resgatável existentes hoje no mercado, além de garantias diferenciadas, e de se adaptar às condições de acordo com o momento de vida de cada pessoa pelo tempo que ela desejar. As reservas acumuladas dentro do seguro podem ser resgatadas a partir de 24 meses em caso de cancelamento, e têm rentabilidade garantida de 3% ao ano somados ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Além disso, ao final da vigência da apólice, o cliente conta com uma parte que ele pode resgatar.

"O produto é muito competitivo e diferenciado. A comercialização é feita por meio de corretores treinados e altamente capacitados para assessorar os clientes a contratar as opções de cobertura da forma mais adequada às suas reais necessidades", afirma Maristela.

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DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

Ação para corretores - O Grupo Bradesco Seguros promove, nesta sexta-feira, 14 de julho, no Bradesco Auto Center (BAC) do Bairro Santana, em São Paulo, de ação voltada a clientes e corretores cadastrados. No encontro, realizado em parceria com a Carglass - empresa fornecedora de serviços aos segurados Bradesco Seguro Auto -, será oferecido gratuitamente um serviço de impermeabilização dos vidros dos veículos de segurados e corretores participantes.

O objetivo do Departamento de Qualidade e Experiência do Cliente da Bradesco Auto/RE, idealizador do evento, em parceria com a Organização de Vendas da Bradesco Seguros, é oferecer aos clientes serviços de qualidade, apresentar a estrutura e portfólio de serviços disponíveis nos BAC's, estreitar contato e relacionamento com os corretores de seguro. Outros encontros estão previstos pelo Departamento de Qualidade e Experiência do Cliente para os próximos meses, nas demais unidades Bradesco Auto Center espalhadas por 16 Estados brasileiros.

O Grupo Bradesco Seguros conta com 31 BAC's - mais uma unidade terceirizada de atendimento -, localizadas em Bauru, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Caxias do Sul, Curitiba, Cuiabá, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Joinville, Maceió, Natal, Osasco, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro (Botafogo e Barra da Tijuca), Salvador, Santo André, Santos, Vitória e São Paulo (Indianápolis, Ipiranga, Lapa, Santana, Santo Amaro, São Miguel e Tatuapé).

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Encontro com ouvidores de mercados supervisionados -"Em nossa avaliação, avançamos muito nos últimos anos; entretanto, entendemos que o ambiente é favorável no sentido de darmos um salto de qualidade na relação do supervisor com o seu mercado supervisionado por meio das ouvidorias. Além do tratamento pontual das demandas encaminhadas à Superintendência de Seguros Privados (Susep), há que se ter maior clareza sobre o que realmente acontece com as companhias em uma visão macro, de modo a viabilizar soluções no atacado, respeitadas as peculiaridades de cada supervisionado". A opinião é do diretor de Supervisão de Conduta da Susep, Carlos de Paula, durante o 1º Encontro com os Ouvidores dos Mercados Supervisionados, realizado nesta quarta-feira, na sede do órgão no Rio de Janeiro.

A pauta do evento girou em torno do atual cenário das ouvidorias em face da necessidade de identificar e entender quais são os problemas apresentados pela sociedade. De acordo com De Paula, além de estimular a troca de informações e análises para reconhecer quais são os principais pontos de atrito entre empresas e consumidores, a Diretoria de Supervisão de Conduta da Susep tem o objetivo de fortalecer o relevante papel exercido pelas ouvidorias, consideradas um canal estratégico para a autarquia. Outra meta é sugerir o aprimoramento da regulamentação setorial, com base nas experiências relatadas pelos grupos empresariais e entidades do mercado.

"O papel do órgão supervisor consiste em oferecer as melhores condições para que a dinâmica de relacionamento entre as seguradoras e os seus clientes flua dentro das quatro linhas do campo, em respeito ao que foi contratualmente firmado entre as partes. Para tanto, é necessário haver um mapeamento preciso e abrangente dos reais problemas que afetam tanto consumidores quanto seguradoras. Isso servirá de insumo inclusive para o aprimoramento da matriz de riscos da Susep", enfatizou De Paula, ressaltando ainda a importância de uma aproximação estratégica da Susep junto à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e ao Ministério Público Federal (MPF), visando aperfeiçoar cada vez mais os canais de solução de conflitos com os consumidores.

Nessa mesma linha, o superintendente da Susep, Joaquim Mendanha de Ataídes, reitera a importância da manutenção de um canal de diálogo constante com as seguradoras. "Esse é mais um passo no sentido de reforçar a visão da Susep na promoção de uma maior sinergia entre o Estado e seus supervisionados em benefício do consumidor, o principal ator dessa relação", afirmou. Os ouvidores presentes ao 1º Encontro com os Ouvidores dos Mercados Supervisionados representam cerca de 80% do mercado supervisionado pela Susep. À ocasião, também compareceram representantes de entidades do setor como a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e o Sindicato Nacional das Entidades Abertas de Previdência Complementar (Sinapp). Os encontros terão periodicidade mensal e a próxima agenda está confirmada para o dia 29 de agosto, às 14h30, na sede da Susep no Rio de Janeiro.

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SEGURO CIDADÃO

Gastos com remédios - A grande maioria dos consumidores (97%) prioriza o preço na hora da compra de medicamentos, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Continuada (Ifepec). Este ano, os remédios ficaram 4,7% mais caros, em média. Mas, abandonar o uso de medicamentos pode prejudicar a saúde, tanto os usados no dia a dia, em problemas triviais como aliviar uma dor de cabeça ou resfriado, quanto remédios de uso contínuo.

Por isso, a Proteste, Associação de defesa do consumidor, separou cinco dicas de como economizar na compra de remédios: procure em diferentes redes de farmácias e drogarias, que podem acabar cobrindo os preços da concorrência. Depois de escolher um estabelecimento da sua preferência, faça o cadastro de fidelidade, pois costumam oferecer descontos. Outra opção é usar comparadores on-line de preços de remédios; peça para seu médico fazer a prescrição pelo nome do princípio ativo, e não pelo nome comercial, para que você opte pelo genérico, sempre mais barato. Vale a pena ainda comparar os valores do mesmo genérico em diferentes laboratórios; se você tem hipertensão, diabetes ou asma, pode adquirir medicamentos gratuitos pela Farmácia Popular, acessível a todos os brasileiros. O programa ainda oferece outros remédios com preços até 90% mais baixos. Basta ir a uma farmácia credenciada, apresentar a receita, que não necessita ser de um médico do SUS, e a identidade; cadastre-se nos programas dos laboratórios aceitos em muitas farmácias, os descontos podem chegar a 70%. Se você é vinculado a um sindicato ou associação de classe profissional, veja se ele não tem parceria com alguma rede, o que também pode reduzir os preços dos medicamentos. Muitos estabelecimentos ainda dão descontos a usuários de alguns planos de saúde.

O Ministério da Saúde disponibiliza remédios gratuitos para diversas doenças nas unidades básicas de saúde. Só é preciso levar a receita, que não precisa ser de um médico do SUS, e a identidade para retirá-los. Caso necessite de fármacos específicos para doenças crônicas e raras, é possível se cadastrar no Programa de Medicamentos Excepcionais e obtê-los gratuitamente.

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ENDOSSANDO

Novo diretor comercial - A Swiss Re Corporate Solutions anuncia a chegada de Guilherme Perondi Neto como novo diretor comercial. O executivo tem mais de 20 anos de experiência, ocupando posições de liderança sendo os últimos 10 anos nas indústrias de seguros, resseguros e corretagem. Formado em Relações Internacionais pela PUC-SP, com pós-graduação em Administração de Empresas pelo IBMEC-SP e mestrado em Direção Estratégica pela Universidad Europea del Atlantico, Espanha, possui certificação profissional Certified International Credit Professional (CICP) pela FCIB International dos EUA.

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Distrito Federal e a Minas Gerais - A Amil Dental lança esta semana, no Distrito Federal e em Minas Gerais, o plano odontológico Dental Win, que oferece coberturas estéticas como diferencial. O plano é mais uma aposta da marca na diversificação de produtos e visa atender à crescente procura por procedimentos como clareamento, prótese e aparelho ortodôntico - que não são de cobertura obrigatória.

Além de centenas de dentistas especializados em odontologia estética, em diversas regiões do Brasil, os beneficiários do plano contam também com mais de 39 mil opções de atendimento em outras especialidades. Os clientes podem escolher entre duas ofertas com mensalidades a partir de R$ 99: uma voltada para tratamentos ortodônticos, como instalação e manutenção de aparelhos; e a outra focada na colocação de próteses, coroas e placas de tratamento. Ambos os produtos contam também com a cobertura de clareamento dentário convencional, com uso de gel e moldeiras.

Alfieri Casalecchi, diretor-executivo da Amil Dental, revela que o produto chega ao mercado mineiro e ao Distrito Federal após boa recepção do público em Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro. "É claro que a saúde bucal vem sempre em primeiro lugar, mas, em pesquisas de fidelidade que realizamos recentemente, constatamos que a maior parte das demandas dos nossos clientes dizia respeito a coberturas adicionais. Desenhamos esse produto pensando justamente nisso e pretendemos expandir a oferta para todo o Brasil até o fim do ano", afirma o executivo.

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Rede de profissionais de saúde emocional - No Brasil, 25% das startups morrem antes do primeiro ano de vida e metade delas sequer sobrevive até o quarto o ano, segundo uma pesquisa da Fundação Dom Cabral. Com pouco mais de oito meses de operação, o balanço do www.zenklub.com indica que ele está no caminho certo, crescendo 30% por mês, para contrariar as estatísticas mais pessimistas e resgatar o investimento inicial dos dois sócios, que foi de cerca de R$ 200 mil. Recentemente, eles receberam também um incremento de R$ 100 mil da aceleradora Startup Chile.

Para José Simões, formado em Engenharia de Telecomunicações da Informática e com passagens por outras startups como investidor e CEO, um motivo específico tem sido crucial para esse crescimento. "Se você achar um time que acredita que o negócio tem potencial, esse é o principal fator de sucesso da empresa", afirma. Ele conta que a equipe está distribuída por Brasil e Portugal, a segunda localidade a contar com a plataforma. Lá, desde o último mês de maio, portugueses já podem se consultar com psicólogos locais.

Importante ressaltar que, apesar de portugueses, José Simões e Rui Brandão criaram o Zenklub no Brasil porque foi aqui que eles se conheceram, em 2015. À época, com expectativas de vida semelhantes e perfis complementares, o médico e o engenheiro tiveram certeza que precisavam seguir juntos em um projeto que, além de pagar suas contas, lhes dessem sentido de vida. "Tanto o Rui como eu temos o interesse pessoal por diferentes motivos. Ele é a cara do Zenklub e eu quero ser a personificação do Zenklub", explica Simões, que não acreditava no potencial da terapia até começar a utilizar a plataforma. Hoje em dia, mais do que ninguém, ele sabe quão importante é dedicar um tempo para organizar suas ideias e projetos com a orientação de um especialista, de forma a conseguir focar no que realmente é importante para si e gerir melhor os desafios do dia a dia.

A startup reúne mais de 100 psicólogos especializados em diversas áreas, oferecendo atendimentos de Mindfulness, Coaching, Autoconhecimento e Interpretação de Sonhos, entre muitos outros. CEO da empresa, Rui Brandão conta que deixou de lado a carreira promissora na medicina e uma residência de cirurgia vascular nos EUA, em 2016, ao perceber como a saúde emocional das pessoas é desvalorizada e carente de soluções. A forma de mudar isso segundo ele, passa por colocar o cliente no centro da equação e proporcionar acesso direto ao profissional certo para cada pessoa, de forma simples e segura. "Ninguém fala de se desenvolver emocionalmente ou prevenir problemas emocionais como depressão ou crises de ansiedade. Infelizmente só se recorre ao psicólogo quando está em situação extrema e acreditamos que a grande razão é a dificuldade de saber quem é o especialista certo para mim. Além disso, muitas pessoas ainda não se consciencializaram de que elas podem desenvolver aspectos emocionais a favor delas, para serem melhores amigos, pais ou profissionais", reflete.

"Diante da necessidade cada vez mais latente de separarmos um tempo para cuidar de nós, o Zenklub facilita demais essa prática, pois elimina uma série de entraves na busca por uma melhor qualidade de vida. É bom para quem busca e para quem oferece o serviço, fazendo com que a sessão aconteça independentemente da sala, cidade ou estado", afirma Rui Brandão.

E quando fala "independentemente da sala, cidade ou estado", claro, ele não exclui outros países. Para se ter uma ideia, o Zenklub tem sido utilizado por um crescente número de brasileiros que moram no exterior "a pessoa pode pegar seu computador e conversar com seu terapeuta, independentemente de onde estiver no mundo, sem perder tempo em deslocamentos ou enfrentar trânsito", afirma Brandão. Mais do que isso, tem propiciado que psicólogos abracem o sonho de viver em outro país sem deixar a carreira de lado. "Para os profissionais permite não só terem uma exposição global, como também diminuírem seus custos fixos e risco financeiro. Quem hoje não quer ter flexibilidade e autonomia na sua vida profissional", afirma Brandão.

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Parceria para desconto em farmácias - A Caixa Seguradora Odonto anunciou ter fechado parceria com a Vidalink, líder brasileira no mercado de gestão de Programa de Benefícios em Medicamentos (PBM), metodologia padrão de distribuição de medicamentos para grandes grupos de usuários.

O programa permite a compra de medicamentos pelos clientes da operadora com desconto mínimo de 20%. "A iniciativa insere-se na política da Caixa Seguradora Odonto de buscar diferenciais que beneficiem diretamente nossos clientes, ampliando a qualidade da nossa prestação de serviços", afirma Júlio Cesar Felipe, CEO da Caixa Seguradora Odonto. De acordo com o executivo, a parceria ainda amplia a adesão dos pacientes aos tratamentos, pois facilita o acesso a medicamentos de qualidade, com custos reduzidos.

Para fazer uso dos descontos, basta que os beneficiários apresentem nas farmácias conveniadas o número do CPF ou a carteirinha virtual do plano odontológico. O estabelecimento faz a solicitação e, no mesmo instante, a elegibilidade e condições do benefício são checadas pelo sistema.

A rede de farmácias e drogarias abarcadas pela Vidalink possui representação nacional com destaque para as redes Drogasil e Onofre em São Paulo, Pacheco no Rio de Janeiro, Drogaria São Paulo em Salvador, Catarinense em Santa Catarina, Rosário em Brasília e Panvel em Porto Alegre. Ao todo, são mais de 20 mil estabelecimentos credenciados e a lista completa de lojas e medicamentos pode ser acessada no site www.vidalink.com.br e também pelo aplicativo da Caixa Seguradora Odonto.

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Pressão por redução de preços e foco em prevenção impactam setor farmacêutico

De acordo com a publicação "Perspectivas farmacêuticas 2030: da evolução para a revolução" (Pharma outlook 2030: From evolution to revolution), que examina as tendências que estão revolucionando o setor, a pressão por redução de preços de medicamentos e custos dos serviços de saúde e um maior foco nos programas voltados para a prevenção devem ter grande impacto nos diversos participantes do segmento até 2030.

"Hoje observarmos uma relevante pressão dos agentes pagadores, dentre eles governo, seguradoras, empresas em geral que concedem benefício de assistência médica e clientes particulares, por redução de preços de medicamentos e custos dos serviços de saúde. Somado a isso, temos a tendência de mudança do tratamento para a prevenção, o que pode atrair novos participantes para o segmento", afirma o sócio da KPMG e líder para o setor farmacêutico, Leonardo Giusti.

O levantamento ainda aponta que, diante dos novos cenários que se apresentam, as empresas devem repensar onde atuam. Segundo o estudo, diante disso, surgem três novos campos de atuação: tecnologia farmacêutica, genética e imunoterapia.

"O ramo farmacêutico encontra-se em um tempo de tomada de decisões muito importantes em relação ao futuro. Em um mercado transformado e caracterizado pela mudança das atitudes dos agentes pagadores e dos clientes, observa-se o declínio do modelo convencional de negócio farmacêutico", analisa o sócio da KPMG. "As empresas farmacêuticas que conseguirem dominar a disrupção têm maiores chances de continuar gerando valor para os clientes".