SEG - Fundos de pensão têm rentabilidade de 9,92%; patrimônio soma R$ 826 bi

Seguros / 14 Novembro 2017

Os fundos de pensão tiveram rentabilidade média de 9,92% até agosto no período de 12 meses, acima da Taxa de Juros Padrão (TJP), que ficou em 8,48%. Os dados são da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), que informou também que a rentabilidade dos fundos de pensão em agosto foi de 1,82% enquanto a TJP ficou em 0,51%.

No período de 15 anos, as EFPCs tiveram rentabilidade acumulada de 616,73%, em comparação a 459,56% da necessidade atuarial (TMA - taxa atuarial - e TJP, 496,64% do CDI e 528,84% do Ibovespa.

De acordo com a Abrapp, os ativos dos fundos de pensão somaram R$ 826 bilhões em agosto, o que representa 12,8% do PIB.

O Consolidado Estatístico da Abrapp revelou que os ativos dos planos instituídos alcançaram em agosto seu nível mais alto, com R$ 9,13 bilhões. Fundos instituídos são os constituídos por associações de classe, sindicatos de trabalhadores e cooperativas.

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Trump escolhe ex-executivo farmacêutico como novo secretário de saúde

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse segunda-feira que irá nomear Alex Azar, um ex-executivo da área farmacêutica, para ser o próximo secretário do Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS).

Azar, de 50 anos, já havia servido como conselheiro geral e depois como vice-secretário do HHS sob a administração do presidente George W. Bush.

Ele esteve até o início deste ano como presidente da Lilly USA, LLC, o maior afiliado do negócio biofarmacêutico global, Eli Lilly and Company.

Se o Senado confirmar sua nomeação, Azar substituiria Tom Price, o primeiro chefe da HHS da administração, que renunciou em setembro após as revelações de seu uso de jatos particulares e caros em viagens governamentais.

O HHS é responsável por assessorar o presidente em questões de saúde, bem-estar e programas de segurança de renda.

Ele também supervisiona programas de seguro de saúde, incluindo Medicare e Medicaid, e o Ato de Assistência Econômica, comumente conhecido como Obamacare.

Azar, com profundo conhecimento do processo de regulamentação, deverá enfrentar perguntas dos democratas sobre como ele vai lidar com os preços dos medicamentos e do Obamacare, um projeto de lei democrata que o GOP tem repetidamente falhado na revogação ou substituição.

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SEGURO CIDADÃO

Estudo aponta o impacto da desnutrição clínica em pacientes internados e em home care

Uma importante revisão de estudos conduzida pelo gastroenterologista Dan L. Waitzberg com pesquisadores brasileiros renomados na área de terapia nutricional foi publicada recentemente na revista espanhola Nutrición Hospitalaria na qual os especialistas apontam o impacto da desnutrição clínica no Brasil e no mundo, considerando as suas consequências para os custos de saúde e a recuperação do paciente. Dan é professor associado da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, diretor-presidente do Grupo de Nutrição Humana, coordenador da Comissão de Nutrição Clínica do Complexo Hospital das Clínicas, coordenador da Equipe Multidisciplinar de Terapia Nutricional do Instituto do Câncer de São Paulo Octavio Frias de Oliveira (Icesp) e coordenador da Residência Médica de Nutrologia do Hospital das Clínicas.

Foram considerados 49 estudos de 18 países que mostram como a desnutrição clínica é um tema fundamental na agenda de saúde pública por contribuir na piora do quadro clínico dos pacientes, levando ao consequente aumento do período de internação e dos custos totais do tratamento, tanto em pacientes internados em hospitais como em indivíduos tratados em casa (home care). Por outro lado, a implementação da terapia nutricional adequada mostrou que pode reverter este quadro, trazendo benefícios clínicos e econômicos ao sistema de saúde.

Em 1996, ele conduziu o Inquérito Brasileiro de Avaliação Nutricional Hospitalar (Ibranutri), um estudo abrangente sobre o estado nutricional de pacientes internados em hospitais de todo o Brasil. A pesquisa constatou que a desnutrição atinge metade dos pacientes hospitalizados e também os afeta posteriormente, ao serem tratados em casa, onde os mesmos sofrem o impacto da negligência no cuidado nutricional, aumentando sua readmissão hospitalar.

Na ocasião, o Ibranutri avaliou 4 mil pacientes com mais de 18 anos de 14 cidades brasileiras. A prevalência de desnutrição foi particularmente elevada em pacientes oncológicos (66,3%), em pacientes com mais de 60 anos (52,8%) e em pacientes com infecções (61,4%). As taxas de desnutrição foram de 33,2% no prazo de dois dias após admissão hospitalar e de 61% quando a internação hospitalar foi maior ou igual a 15 dias após a admissão.

A atual revisão mostra que, vinte anos depois, a desnutrição clínica continua tão prevalente na sociedade quanto na época do primeiro levantamento. Em 2016, um estudo latinoamericano apontou que a desnutrição atinge de 40% a 60% dos pacientes que dão entrada em hospitais da América Latina.

A respeito do impacto financeiro, estudo de 2003 demonstrou um aumento de 60,5% nos custos de internação dos pacientes com desnutrição clínica. Considerando a ocorrência de complicações e tempo de internação, esses custos apresentaram aumento de até 308,9% quando comparado com a internação de pacientes bem nutridos.

A desnutrição pode ser definida como um desequilíbrio metabólico causado pelo aumento da necessidade calórico-proteica, consumo inadequado de nutrientes com consequentes alterações da composição corporal e das funções fisiológicas. A desnutrição que acontece no ambiente hospitalar vem normalmente associada à doença de base do paciente. Porém, diversos fatores contribuem para seu agravamento como a idade avançada, tratamento com múltiplas drogas, quimioterapia, radioterapia, cirurgias, saúde dental, isolamento social, entre outros.

O nutricionista faz a identificação por meio de perguntas simples (triagem nutricional) ou exames (avaliação nutricional). No caso do paciente internado, esse profissional observa o consumo alimentar do paciente. Se ele estiver comendo apenas a metade (ou menos) das refeições servidas é necessário intervir do ponto de vista nutricional.

A desnutrição causa um impacto negativo na saúde do indivíduo de forma geral. Um dos efeitos da desnutrição é a perda de massa magra, que eleva o risco de infecção, diminui a cicatrização e aumenta o risco de mortalidade em doenças agudas e crônicas. Há também o risco de complicações pós-operatórias e tempo maior de internação.

A detecção precoce do risco nutricional ou desnutrição é fundamental para recuperar este paciente. O manejo nutricional deste paciente engloba a orientação de um nutricionista, a adequação de toda a alimentação, o acréscimo de suplementos nutricionais sempre que necessário ou o uso de uma sonda enteral, se a alimentação oral estiver impossibilitada.

Os suplementos nutricionais orais contêm os nutrientes necessários de forma concentrada para que o paciente ganhe peso, recobre o apetite e se recupere melhor. No caso dos pacientes que não conseguem se alimentar ou aceitar o suplemento nutricional oral, utiliza-se a nutrição enteral. Neste caso, utiliza-se uma sonda ou cateter fino e confortável que a equipe de saúde introduz no paciente por via nasal ou percutânea, tendo sua porção final localizada no estômago ou intestino. Assim, a dieta enteral líquida é administrada por esta sonda, chegando diretamente no sistema digestório do paciente. Porém, quando o aproveitamento do alimento pelo aparelho digestório não é possível, a nutrição parenteral apresenta-se como alternativa, utilizando-se a via intravenosa para administração de nutrientes na forma de produtos (medicamentos) específicos para esse tipo de procedimento.

Estudo de 2016 demonstrou que os pacientes que receberam uma intervenção adequada com suplementação nutricional por via oral tiveram, em média, a permanência hospitalar reduzida para aproximadamente dois dias (ou 13% do tempo de internação) e redução de 35% complicações.

Uma análise realizada em 2011 no banco de dados americano Medicare com 378 mil pacientes revelou que o uso de suplementação nutricional por via oral apresentou uma redução média de 12% nos custos de hospitalização por doença pulmonar obstrutiva crônica.

Pesquisadores franceses conseguiram medir o impacto financeiro do tratamento com suplementação oral acompanhando 378 indivíduos com mais de 70 anos pelo período de um ano. Eles concluíram que o investimento em suplementação para pacientes domiciliares está relacionado à redução de custos na comunidade. Em média, é feita uma economia de US$ 18 em cuidados médicos para cada US$ 1 gasto em suplementação nutricional por via oral. Os custos de saúde dos pacientes desnutridos em domicílio foram de 929 euros enquanto os pacientes que faziam uso de suplementação oral tinham um custo de 278 euros, ou seja, uma diferença de 234%.

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Diabetes - No Dia Mundial do Diabetes, lembrado hoje (14), a Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que cerca de 8% das mulheres - ou 205 milhões - vivem com diabetes em todo o mundo. O tema da campanha deste ano é "Mulheres e Diabetes: nosso direito a um futuro saudável", que tem como foco promover o acesso a medicamentos e tecnologias essenciais para todas as mulheres com diabetes e com risco da doença, além de levar informações qualificadas para que elas fortaleçam sua capacidade de prevenir o diabetes tipo 2.

Para o diretor da Sociedade Brasileira de Diabetes, Márcio Krakauer, o diabetes afeta a mulher em vários aspectos, o principal deles é o gestacional. Além disso, as mulheres passam pela menopausa, que é um momento em que a doença precisa ter um controle diferenciado. Elas também estimulam os homens a cuidar da própria saúde.

Segundo Krakauer, um em cada sete nascimentos no mundo é afetado por diabetes na gestação. "É uma doença muito frequente e que aumenta o risco de aborto e má formação do bebê e morte das mães. Com o tratamento, essas complicações são completamente evitáveis", disse.

O diabetes gestacional é um problema que surge durante a gravidez e que quase sempre se normaliza sozinho depois que o bebê nasce. A mulher fica com uma quantidade maior que o normal de açúcar no sangue, por causa dos hormônios e da incapacidade do corpo de produzir insulina extra para atender às necessidades do bebê.

Krakauer explicou que já é prática dos ginecologistas pedir os exames de diabetes a partir das 24ª semana. Mas ressalta que é importante que as próprias mulheres também fiquem atentas para obter um diagnóstico precoce e evitar as complicações.

O histórico de diabetes gestacional também é um importante fator de risco para desenvolvimento de tipo 2 da doença. Segundo a OMS, quase metade das mulheres que morrem em países de baixa renda devido à glicemia alta, morrem prematuramente, antes dos 70 anos.

No mundo, 422 milhões de adultos têm diabetes, que é responsável por 1,6 milhão de mortes a cada ano. São dois os tipos de diabetes. O tipo 1 é uma doença autoimune, quando pouca insulina é liberada para o corpo e a glicose fica no sangue, em vez de ser usada como energia. Esse tipo se concentra entre 5% e 10% do total de pessoas com a doença.

Já o tipo 2 é quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz, ou não produz insulina suficiente para controlar a taxa de açúcar no sangue. Esse tipo é causado principalmente pela obesidade. Cerca de 90% das pessoas com diabetes têm o tipo 2.

Segundo Márcio Krakauer, cerca de 70% das pessoas podem prevenir o tipo 2 da doença. "A prevenção é por mudança de estilo de vida, foco na perda de peso, na atividade física e na boa alimentação para que se possa reduzir o risco", explicou.

O especialista alertou ainda que metade das pessoas que têm diabetes não sabe que tem. "É uma doença totalmente silenciosa por muitos, não dá sintoma algum. Então, a pessoa precisa fazer exames para ter certeza se tem risco ou se tem diabetes", disse, acrescentando que o diagnóstico precoce minimiza as complicações da doença. "Quando a glicose está alta por muitos anos, podem aparecer alguns poucos sintomas, como excesso de sede, aumento do apetite, perda de peso, infecções urinárias. São sintomas mais tardios".

O diabetes é uma das principais causas de cegueira, insuficiência renal, ataque cardíaco, acidente vascular cerebral e amputação de membros inferiores. Adotar uma dieta saudável, praticar atividade física e não fumar são atitudes que podem prevenir ou retardar a doença do tipo 2.

Segundo o diretor da Sociedade Brasileira de Diabetes, o país tem disponível o que há de mais moderno no mundo para o tratamento. "Mas estamos muito aquém nos medicamentos e insumos incorporados pelo SUS, estamos quase 20 anos atrasados", disse, lamentando a dificuldade para a incorporação de medicamentos na rede pública. "Nos consultórios privados, fazemos uma medicina completamente diferente do que o SUS oferece. A incorporação é muito mais complicada do que a presença da medicação no Brasil".

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Demência - Dados da Associação Internacional de Alzheimer estimam que mais de 46 milhões de pessoas sofrem de demência no mundo, síndrome que atinge com mais frequência os idosos, mas pode ser desenvolvida por pessoas de qualquer idade.

Segundo a OMS, o Brasil ocupava em 2012 a nona colocação entre os países com maior número de casos de demência. A causa mais frequente é o Alzheimer, responsável no país por cerca de 14% das ocorrências. Hipertensão, diabetes, baixa escolaridade e parentes que tiveram a doença também são fatores de risco.

As pessoas com essa síndrome costumam repetir as mesmas histórias, têm dificuldade para lidar com dinheiro, confundem-se com datas, perdem-se em caminhos conhecidos, têm alterações de humor e apresentam dificuldade de assimilar novidades, como as notícias, por exemplo. Não é possível evitar a demência e também não há cura na maioria dos casos, mas as chances de desenvolvê-la podem ser amenizadas.

A partir do momento em que é constatada a demência, o paciente será medicado para evitar a progressão rápida da síndrome. "Existem vários estudos sobre a demência, mas boa parte deles não apresentou o resultado esperado. Não há drogas para evitar a doença, apenas medicamentos que ajudam a controlar a sua progressão", finaliza o especialista.

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ENDOSSANDO

Prêmio - O presidente do Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ), Carlos Ivo Gonçalves, participou na última quinta-feira, 9 de novembro, da 20ª edição do Prêmio Cobertura - Performance, da Revista Cobertura. Ele foi responsável pela entrega do troféu ao superintendente-executivo da Bradesco Seguros, Luiz Carlos Ferreira Gomes, concedido à Bradesco Vida e Previdência na categoria Melhor Performance em Seguro Prestamista.

O evento contou com cerca de 200 profissionais do setor de seguros. Foram premiadas as seguradoras com as melhores performances econômico-financeiras, os cases de sucesso destacados em 2017 e as homenagens especiais da Revista Cobertura. Os troféus foram entregues às companhias de acordo com o melhor desempenho em cada ramo avaliado, histórico de atuação e rentabilidade operacional.

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Portal de Negócios voltado para corretores, assessorias e produtores

Buscando levar aos seus parceiros uma experiência cada vez mais prática e produtiva, o Grupo Bradesco Seguros lança o Portal de Negócios (www.bradescoseguros.com.br/portaldenegocios), uma versão mais moderna do atual site. Atualmente, os canais on-line do Grupo Segurador recebem mensalmente mais de 1,5 milhão de acessos, de mais de 40 mil usuários cadastrados.

Com novas páginas e leiaute mais arrojado, o Portal conta com ícones específicos que ajudam a diferenciar as funcionalidades de cada negócio oferecido pelo Grupo Bradesco Seguros. Criado com base em pesquisa realizada com os corretores, o Portal de Negócios é ainda mais moderno e dinâmico, e segue a atuação multirramo do Grupo Bradesco Seguros, especializado em oferecer soluções completas em seguros em um só lugar.

"Com base na pesquisa, implementamos mudanças para tornar a operação dos corretores mais ágil e agradável. O Portal de Negócios é mais uma entrega do Grupo Bradesco Seguros para melhorar o dia a dia desses parceiros comerciais tão importantes para o nosso negócio. Essa mudança está alinhada à visão multirramo adotada pelos corretores, que cada vez mais se especializam para oferecer todas as soluções em seguros, em sintonia com o posicionamento de disponibilizar várias soluções em um único local", explica Marco Antonio Gonçalves, diretor geral da Organização de Vendas.

 

Outro destaque que irá facilitar a navegação no novo ambiente é a divisão do menu principal, que, agora, passa a ser organizado por serviços: Produtos, Cotação, Sinistros, Apoio à Venda, Oportunidades, Campanhas e Demais Serviços.

Agora, os usuários poderão se logar em um mesmo ambiente, por meio do endereço www.bradescoseguros.com.br/portaldenegocios ou pelo acesso direto ao portal do Grupo Bradesco Seguros. O Portal de Negócios identificará os dados de cadastro de corretores, assessorias ou produtores e direcionará o usuário para o ambiente personalizado correspondente.

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Blockchain para Smart Contracts - A Seguros Sura anuncia adoção da solução de Blockchain da Direct.One para gravação e envio de apólices, endossos e boletos na forma de Smart Contracts ou Contratos Inteligentes. A adoção da nova plataforma está alinhada ao DNA da companhia voltado para Tendência e Inovação, e faz parte de uma série de medidas adotadas pela seguradora para garantir maior segurança e transparência na troca de informações com seus clientes além de facilitar o controle por parte de seus corretores.

O Blockchain, do inglês "Encadeamento de Blocos", são bases de registros e dados distribuídos e compartilhados que possuem a função de criar um índice global para todas as transações que ocorrem na rede, facilitando a transparência e a confiança entre a seguradora e seus parceiros de negócios e clientes.

A Seguros Sura optou inicialmente pela rede Ethereum, que é uma plataforma de código aberto capaz de executar contratos inteligentes e aplicações descentralizadas usando a tecnologia de Blockchain, excluindo dos documentos a possibilidade de fraude ou de interferência de terceiros, já que as transações e as regras dos contratos tornam-se imutáveis, gerando confiança e consenso nas informações entre as partes. Ethereum é hoje a segunda maior rede de Blockchain em uso no mundo, perdendo apenas para a rede do Bitcoin.

De acordo com Eduardo Guedes, diretor de Tecnologia e Operações da Seguros Sura, "Estamos no começo da utilização de Blockchain nos processos da seguradora e sabemos que esta é uma jornada sem volta no que diz respeito à qualidade da entrega para nossos clientes. Demos o primeiro passo com a rede Ethereum para entender a tecnologia e o protocolo, porém, estamos estudando a possibilidade de uso de outras redes de Blockchain, como Hyperledger, R3 Corda etc. Vamos continuar investindo na melhoria contínua de nossos processos".

Dados do Gartner apontam que o valor de negócios agregados pelo Blockchain chegará a mais de US$ 176 bilhões em 2025 e ultrapassará os US$ 3,1 trilhões até 2030. Já os Contratos Inteligentes serão utilizados em mais de 25% das organizações globais até 2022.

Segundo Fernando Wosniak Steler, CEO da Direct.One, "a imutabilidade do Blockchain permite que as partes interessadas tenham consenso e confiança no fato de que os contratos e as informações não possam ser alterados ao longo do tempo e que a sua validação estará disponível publicamente com data e hora da transação, estabelecendo uma prova incontestável do processo. Uma vez os dados escritos em um bloco, ninguém - nem mesmo um administrador do sistema, poderá mudá-lo".

Documentos tradicionais necessitam de validações custosas, demoradas e ineficientes. Já os Smart Contracts são totalmente digitais e possuem regras escritas em uma linguagem confiável.

A Seguros Sura utiliza a plataforma de geração e envio de kits digitais multicanal da Direct.One desde 2012. "Nossos documentos já eram enviados digitalmente com comprovação jurídica utilizando assinatura digital e carimbo do tempo, conforme estabelece a norma da Susep 294. Em setembro deste ano agregamos a validação via Blockchain para gerar maior valor comprobatório nos documentos e às confirmações de entrega, leitura e clique nas mensagens, além de dar assinatura legal aos documentos eletrônicos. Desta forma, tanto o cliente como o corretor, passam a ter maior visibilidade de todo o processo, garantindo inclusive maior confiança em um caso de sinistro, por exemplo", esclarece Eduardo Guedes.

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Parceria - A Carglass anuncia parceria com a Bradesco Seguros. A seguradora, a partir de novembro, é a primeira a oferecer aos seus segurados de automóvel em todo o Brasil o programa "Repare Fácil", que traz serviços especiais, como o Super Martelinho (recuperação de amassados de pequeno e médio porte, nos quais não houve dano à pintura) em parceria com a Carglass.

Além do Super Martelinho, o programa Repare Fácil disponibiliza - aos clientes Bradesco Seguro Auto de São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba e Belo Horizonte (e suas respectivas Regiões Metropolitanas) - o "Reparo Rápido" (conserto de arranhados ou amassados na lataria externa ou para-choque, com recuperação da pintura, com duração de até 4h).

De acordo com o presidente da Carglass, Luiz Novaes, o serviço funciona como uma cobertura adicional no seguro de automóvel: a Carglass vai à casa do segurado e faz consertos de até 50 centímetros nos veículos que sofreram pequenas colisões. "Além do reparo móvel, a empresa também agregou essa cobertura para martelinho de ouro. Nosso laboratório técnico na Inglaterra desenvolveu tintas e verniz que permitem que os serviços sejam executados em poucas horas, seja em uma das nossas lojas ou no local solicitado pelo cliente", afirma Novaes.

O diretor comercial da Carglass, Milton Bissoli, acrescenta que a parceria estratégica com a Bradesco Seguros reforça o sucesso dos serviços da empresa: "A Carglass, que no passado criou o seguro de vidros, agora abre esse novo mercado no País. Há um potencial importante neste segmento", garante Bissoli.

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Novos produtos segmentados - A OdontoPrev anunciou o lançamento de cinco novos produtos segmentados. O objetivo é ampliar o acesso a planos odontológicos no Brasil. "Estudamos profundamente a população brasileira e identificamos vários segmentos distintos, com necessidades odontológicas específicas. Ter apenas um plano para atender a todos não é a forma mais adequada de acolher as necessidades de nossa imensa população. Esses 5 novos planos estão inicialmente disponíveis para venda em nosso site e em nosso call center, mas em poucos meses serão também oferecidos pelos corretores, uma força de distribuição fundamental para cumprir nossa missão de ampliar o acesso à saúde bucal no Brasil", destaca o superintendente de Estratégias de Marketing, Sustentabilidade e Negócios da OdontoPrev, Robert Wieselberg.