SEG - ANS assina projeto-piloto de cuidado integral à saúde

Acordo foi firmado em SP com Hospital Oswaldo Cruz, Institute Healthcare Improvement e sociedade de Medicina de Família.

Seguros / 18:22 - 13 de fev de 2020

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Na terça-feira, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) assinou o acordo de cooperação para o projeto Cuidado Integral à Saúde. O acordo foi firmado com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, com o Institute Healthcare Improvement (IHI) e com a Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC).

O evento, realizado no auditório do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, foi aberto pelo diretor-presidente do hospital, Paulo Bastian, que frisou a importância deste passo para a sociedade: ganhos em equidade de tratamento, além do profissional certo para cada caso, eliminado riscos para o paciente e desperdícios para a operadora de planos de saúde.

O diretor de Desenvolvimento Setorial da ANS, Rodrigo Aguiar, relembrou o caminho percorrido até a chegada a este momento de lançamento da fase colaborativa do projeto, que é "uma medida efetiva e concreta para a mudança da atenção à saúde". Rodrigo também agradeceu aos parceiros e à equipe de técnicos da ANS que trabalharam pela concretização desse projeto.

Após as saudações iniciais, o documento foi assinado pelas quatro entidades. Em seguida, o presidente da SBMFC, Daniel Knupp, fez uma apresentação sobre a relevância do modelo de atenção primária e como a insustentabilidade do setor pode impactar também a saúde pública, sobrecarregando-a.

Na sequência, Ana Paula Cavalcante, gerente de Estímulo à Inovação e Avaliação da Qualidade Setorial, falou sobre a implementação do projeto-piloto de Cuidado Integral à Saúde. "O que a ANS pretende é estimular a troca do modelo vigente por um modelo que já é consagrado internacionalmente", explicou a gerente, informando que as operadoras poderão verificar no site da ANS as formas de adesão ao projeto.

Fernando Faraco, representante do IHI, abordou a metodologia a ser aplicada no projeto e frisou a necessidade de engajamento das equipes atuantes para se alcançar um resultado positivo. Fernando falou ainda sobre o uso de indicadores e medição mensal para que os resultados sejam percebidos, impedindo que as equipes fiquem desmotivadas.

Encerrando as apresentações, Leonardo Piovesan, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, explicou sobre as inovações que o modelo traz para o setor de saúde suplementar. Rodrigo Aguiar fez o encerramento do evento convidando as operadoras a aderirem ao projeto para que as mudanças no setor sejam reais e benéficas para os usuários de planos de saúde.

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Convênio de saúde terá de cobrir tratamento ocular de idosa

Uma empresa de planos de saúde conhecida como Medisanitas Brasil terá de fornecer injeções a uma paciente de 82 anos, para tratamento de uma doença na retina. A decisão liminar é do juiz Sebastião Pereira dos Santos Neto, da 2ª Vara Cível de Belo Horizonte.

As informações são do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG).

De acordo com os autos, a requerente sofre de uma doença chamada degeneração macular relacionada à idade (DMRI), no olho direito. Com isso necessita de muitos cuidados, como a injeção VEGF, que tem a função de inibir o avanço da doença e, dependendo do estágio, até curar o paciente.

O tratamento foi fornecido até a quarta sessão, quando o plano decidiu cortá-lo sem dar nenhuma explicação à sua conveniada. Em decorrência disso, o avanço da recuperação ficou prejudicado. De acordo com os laudos médicos, o tratamento não tem um prazo determinado para ser finalizado.

O juiz Sebastião Pereira considerou que houve quebra no contrato por parte da empresa de saúde. "O não fornecimento do tratamento/medicamento pelo plano de saúde réu viola o princípio da boa-fé contratual, bem como a proteção do consumidor", afirmou.

O magistrado salientou ainda os danos que a falta do tratamento podem causar à paciente, com a possível perda irreversível de órgãos ou funções orgânicas.

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Seguro Rural - Em 2019, a execução do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) foi 19% superior em comparação à execução de 2018, o significou a aplicação de todo o orçamento do programa: R$ 440 milhões. Dos 58 mil produtores rurais beneficiados em 2019, cerca de 24% contrataram seguro rural pela primeira vez com ajuda do programa, proporcionando área segurada de 6,9 milhões de hectares, um aumento de aproximadamente 50% em relação ao ano anterior. A importância segurada total foi de R$ 20 bilhões, o maior valor nominal desde o início do programa em 2005.

O diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Pedro Loyola, ressalta que o percentual elevado de produtores que contrataram o seguro pela primeira vez com apoio do Governo Federal demonstra que a política de incentivo está funcionando, ou seja, a cada ano novos produtores estão aderindo ao seguro rural como uma ferramenta de mitigação de riscos da sua atividade.

Além disso, Loyola destaca o crescimento de 128% das contratações de apólices nas regiões Norte e Nordeste, o aumento expressivo nas contratações de apólices para as lavouras de cana-de-açúcar (288%) e café (88%), a entrada de três novas seguradoras participantes do PSR, totalizando 14 empresas, e a redução das taxas médias de prêmio para as principais culturas.

Um dos indicadores utilizados para medir a eficiência do programa é definido pelo quociente entre a importância segurada e a subvenção federal. Em 2019, a cada R$ 1 investido em subvenção resultou, em média, em importância segurada de R$ 45,76. As culturas que pleitearam maior aporte de recursos da subvenção foram a soja, com 47,7% (R$ 209,9 milhões), milho 2ª safra (20,7% ou R$ 91,2 milhões), trigo (7,1% ou R$ 31,5 milhões), maçã (5,6% ou R$ 24,8 milhões) e uva (5% ou R$ 22,4 milhões).

O Relatório de 2019, divulgado pelo Departamento de Gestão de Riscos da Secretaria de Política Agrícola, no último dia 3, traz informações detalhadas por estado, município e atividade segurada.

Também há informações sobre o PSR disponíveis no Atlas do Seguro Rural, ferramenta online para a realização de consultas personalizadas pelo próprio usuário. No Atlas, é possível consultar as informações do programa desde o ano de 2006, utilizando diferentes parâmetros (ano, estado, município, atividade, seguradora, entre outros).

Diferentemente dos relatórios estatísticos, que apresenta o resultado final consolidado de cada ano civil, o Atlas apresenta dados que são atualizados periodicamente, considerando assim eventuais cancelamentos e endossos realizados pelas seguradoras nas apólices de seguro rural subvencionadas.

O produtor rural adquire uma apólice de seguro para a lavoura/atividade com o auxílio financeiro do governo federal. Em caso de quebra da safra por causa de evento climático adverso (seca ou excesso de chuvas, por exemplo) ou variação de preços, as obrigações financeiras do produtor serão pagas pela seguradora.

Com esse mecanismo, o produtor consegue taxas de juros mais baixas, já que o risco de ficar inadimplente cai. O seguro minimiza ainda as chances de um possível socorro financeiro governamental e renegociação de dívidas após a safra.

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SEGURO CIDADÃO

Chuvas - As fortes chuvas que afetaram todo o estado de São Paulo nos últimos dias provocaram muitos danos em várias cidades, como enchentes, alagamentos, desabamentos, bloqueios de vias e prejuízos para veículos. Levantamento feito pela Youse aponta aumento de 196% no acionamento de seguro auto na última segunda-feira, na comparação com o mesmo dia em relação ao ano passado. Reboque, autossocorro e envio de táxi foram os serviços mais solicitados.

Pensando nessas ocorrências, a Youse preparou algumas dicas para ajudar a passar pelo período de chuva e não ser pego de surpresa pelas enchentes e alagamentos: https://blog.youse.com.br/vc-numa-boa/o-que-fazer-em-enchente-ou-alagamento.

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Doença do beijo O Carnaval começa daqui a oito dias em todo o Brasil. Para brincar com segurança, os foliões devem estar atentos para não pegar mononucleose, conhecida como doença do beijo, cujo risco de infecção cresce nessa época.

É uma doença infectocontagiosa, causada por um vírus, de características clínicas brandas, que provocam um quadro de febre, mal-estar com adenomegalias, isto é, gânglios principalmente ao redor do pescoço e dor de garganta.

"A doença é causada pelo vírus Epstein-Barr (VEB), de fácil transmissão de pessoa a pessoa. Por isso, ela é conhecida como doença do beijo", disse o médico da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES), sanitarista Alexandre Chieppe.

Esclareceu que, na verdade, a doença não é transmitida pelo beijo em si, mas por contato íntimo com secreções respiratórias de uma pessoa infectada. "É esse contato íntimo que faz a transmissão do vírus que causa a doença" afirmou.

O beijo é uma forma de contato íntimo, que facilita a propagação do vírus. A doença é transmitida de maneira semelhante à gripe, ao resfriado comum, pelo contato com secreções de pessoas contaminadas. "E, às vezes, não é só pelo contato direto com secreções. Pode ser pelo contato indireto, através de superfícies contaminadas em que a pessoa coloca a mão, leva a mão à boca, à mucosa dos olhos ou do nariz e aí pode haver infecção", explicou.

O médico explicou que a grande maioria das pessoas transmite a mononucleose em sua forma aguda. O grande problema das doenças infectocontagiosas é que, na sua fase inicial, elas são muito semelhantes.

Os sintomas clínicos são muito difíceis de serem diferenciados no estágio inicial, explicou Chieppe. Daí a recomendação para que a pessoa procure um serviço de saúde e faça uma avaliação inicial, com acompanhamento médico.

"A mononucleose não é uma doença grave, na maioria das vezes. Mas pode ser confundida com outras doenças que podem ser graves", alertou. Essa doença não costuma ser grave em pessoas que têm o sistema imunológico preparado.

Como toda doença de transmissão respiratória, há medidas de precaução que devem ser adotadas, entre as quais, lavar as mãos com frequência, utilizar álcool gel nas mãos, cobrir a boca e o nariz ao espirrar para evitar que as secreções expelidas entrem em contato com o ambiente e evitar locais de grande aglomeração pouco ventilados.

"São medidas que ajudam a prevenir as doenças de transmissão respiratória. Obviamente, são aliadas. Junto a isso, uma vez com os sintomas da doença, a pessoa deve procurar ajuda médica até para poder descartar doenças mais graves", sugeriu o médico.

Ele observou que Carnaval sempre existiu, da mesma forma que mononucleose. Por isso, no meio da euforia, cada pessoa deve avaliar o risco, sabendo que as doenças respiratórias podem ser transmitidas pelo contato íntimo. A dica é que cada um tome a sua decisão informado dos riscos e das possibilidades de transmissão de doença.

"Mas que aproveite o Carnaval com os cuidados necessários, de modo a evitar doenças de transmissão respiratória e outras doenças sexualmente transmissíveis, como HIV, sífilis e as hepatites virais transmitidas por contato sexual" disse.

Chieppe afirmou, ainda, ser recomendável que utensílios de uso pessoal, como pratos, talheres e copos não sejam compartilhados com outras pessoas. A razão para isso é que muitas das doenças infectocontagiosas podem ser transmitidas, inclusive, por pessoas que, às vezes, não apresentam sintomas de doença nenhuma. Daí a sugestão para, sempre que possível, evitar compartilhamento de objetos pessoais com amigos e com o maior número de pessoas. "Isso, obviamente, aumenta o risco de transmissão de doenças infectocontagiosas", concluiu o sanitarista.

Já a infectologista Flávia Cunha Gomide afirmou que os sintomas da doença costumam perdurar de duas a quatro semanas. Esclareceu que "não há um tratamento específico para a doença do beijo. Geralmente, são indicados repouso e medicamentos que amenizam os sintomas".

Segundo a médica, ter hábitos saudáveis, fazer exercícios, boa alimentação e horas adequadas de sono aumentam a resistência do folião para se defender contra infecções no Carnaval.

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ENDOSSANDO

Programa de Excelência O Grupo Fleury anuncia as empresas vencedoras da 10ª edição anual do Programa de Excelência em Relacionamento com a Cadeia de Fornecimento (PERC). Ao longo de 2019, foram avaliados 52 fornecedores nas categorias: TI e Telecom, Facilities, Serviços, Serviços Técnicos e Insumos. As empresas ganhadoras da 10ª Edição do PERC foram Accenture (TI e Telecom); Atento (Serviços); Bio-Rad (Insumos); GE Healthcare (Serviços Técnicos) e Manserv (Facilities). As empresas BD - Becton Dickinson, QualiRad, Via Sapore também foram reconhecidas como destaque pelo desempenho no Programa.

Ao longo de 10 anos, o PERC reconheceu 56 empresas e emitiu 278 Certificados de Capacidade Técnica. Neste período, recebeu mais de três mil ideias de fornecedores para melhoria de processos, implementando cerca de mil sugestões e gerando economia superior a R$ 10 milhões para a companhia.

O programa é uma iniciativa do Grupo Fleury com foco no desenvolvimento e fortalecimento da cadeia de fornecedores, com o objetivo de garantir a mais alta qualidade e inovação nos serviços para proporcionar saúde e bem-estar para a plena realização das pessoas.

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Insurtech - Fortalecer a cultura que prioriza a experiência do cliente (CX) é um dos objetivos da maioria das empresas. Isso porque, os resultados comprovam cada vez mais que o fator humano influencia em diversos aspectos. De acordo com o relatório Digital Trends 2019 da Adobe em parceria com a Econsultancy, empresas focadas em CX e transformação digital tiveram 64% mais chances do que as outras de ultrapassar sua principal meta. Na Youse, plataforma de venda de seguros online da Caixa Seguradora, experiências personalizadas e atendimento humanizado agregaram ainda mais valor para a relação com o cliente.

"É preciso identificar as 'personas' e prover experiências simples e eficientes, sem se esquecer que todos gostam de se sentir especiais, únicos e respeitados", diz Arthur Ricci de Carvalho, diretor de operações da Youse. Neste sentido, a integração entre as vendas online e off-line foram cruciais para proporcionar experiências melhores aos clientes. "Temos um modelo no qual é possível identificar quais são os canais preferenciais de contato do cliente, sendo assim, evitamos ligar para pessoas que preferem comprar online, por exemplo", explica Rodrigo Brancher, diretor de Tecnologia.

Para que o uso das informações seja eficiente, a Youse prevê uma integração ainda maior entre as frentes, principalmente para executar estratégias omnichannel. "No ano passado, por exemplo, aumentamos em 14% a comercialização de nossos produtos ao utilizar as informações fornecidas pelo call center para otimizar campanhas digitais", comenta Thaiza Estevão, diretora de Marketing da Youse.

Principalmente no mercado de seguros, o atendimento requer particularidades para que o cliente entenda o que está adquirindo. "A relação de transparência com o consumidor tornou-se essencial para uma relação saudável e de longo prazo, eles exigem clareza sobre o que estão comprando e o quanto estão pagando por cada serviço ou produto, estão mais exigentes", contextualiza Carvalho.

Com a proposta de oferecer autonomia, a insurtech permite ao cliente personalizar o seu seguro com coberturas e assistências que ele necessita e efetuar essa contratação pelo aplicativo. "Há clientes que precisam de algum apoio para tomar uma decisão, por isso, representantes de vendas do call center atuam também como especialistas", compartilha Thaiza. De acordo com um recente estudo global realizado pela Verint, empresa de soluções de inteligência acionável, 79% dos consumidores preferem se relacionar com empresas que possuem o atendimento humano.

Esses profissionais do call center são encarregados de atender ou entrar em contato com potenciais clientes que, por alguma razão, não concluíram a compra na plataforma. Para 2020, eles participaram de um evento para alinhamento de todo o plano da insurtech. "Compartilhamos números, o quanto a Youse cresceu e como eles fizeram parte da entrega de resultados do último ano, é importante que eles estejam ainda mais engajados com a marca", conta a diretora.

Parte do plano para este ano consiste também em estudar e testar novas oportunidades. Para isso, foram reestruturadas algumas squads (equipe multidisciplinar em que os colaboradores trocam ideias, propõem soluções e criam em conjunto cada processo). "Teremos squads voltadas para conversão on e off, que olha a jornada do usuário e também squads que vai focar em novos produtos", antecipa a gerente de vendas off-line.

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Parceria - A Affix Administradora de Benefícios - empresa especializada em planos de saúde coletivos, amplia a parceria com a Premium Saúde, no Distrito Federal. Com uma ampla rede de hospitais, clínicas e laboratórios, a operadora se destaca por ser a primeira e única empresa de Medicina de Grupo do Distrito Federal a conquistar o Selo Ouro de qualidade da ANS.

Com essa parceria, a Affix amplia suas atividades no DF, um dos maiores centros urbanos e industriais da região do Planalto Central do Brasil. Segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população da cidade era de 2.974.703 habitantes, em 2018, (4.284.676 em sua área metropolitana), sendo a terceira mais populosa do país. A cidade possui o maior produto interno bruto per capita em relação às outras capitais, o quarto maior entre as principais cidades da América Latina e cerca de três vezes maior que a renda média brasileira. A cidade de Brasília possui 410 operadoras de saúde e a Premium Saúde é a 13ª. em número de vida.

Para Pedro Rezende, sócio-fundador e CEO da Affix, o acordo operacional com a Premium Saúde é um passo importante para a administradora se consolidar ainda mais no mercado do Centro-Oeste do Brasil. "Nossa meta em 2020 é fortalecer nossa presença na região e em outras localidades do país, ampliando a rede de atendimento saúde e também, em número de beneficiários. A parceria com a Premium Saúde é a terceira novidade anunciada esse ano, de uma série de novidades programada até dezembro", afirma.

Na semana passada, abrindo o ano com chave de ouro, a Affix apresentou outra novidade para o mercado sua nova identidade visual, desenvolvida para acompanhar a expansão da empresa e o lugar de destaque conquistado como referência em seu segmento pela transparência, confiança, qualidade de serviços oferecidos e melhor custo-benefício. De 500 beneficiários de planos de saúde médicos, em 2013 - ano de sua fundação, a administradora mantém 120 mil em todo o país, 36 operadoras parceiras em 19 regiões e 144 colaboradores. Atualmente, é a 3ª maior administradora de benefícios, segundo a ANS.

A parceria com a Premium Saúde confirma a meta da Affix de crescimento e de levar benefícios saúde à população de todas as regiões do país. A nova parceira já inicia os trabalhos apresentando a nova marca da Affix, representada por uma flor de lótus estilizada, com 5 pétalas, ao lado do nome da administradora em letras minúsculas. As três pétalas dispostas na vertical são em tons de azul claro, azul escuro e verde, representando os parceiros comerciais, a Affix e os clientes. Na base, duas pétalas na horizontal transparente, lembram o símbolo do infinito, dando a ideia de fluxo constante do negócio e retrata um dos principais valores da empresa, que é a transparência e permanência duradoura das suas relações e o equilíbrio com os autores do negócio.

Há mais de oito anos, a Premium Saúde atua no mercado brasileiro. Suas atividades iniciaram em Minas Gerais em 2011, expandindo a operação dois anos depois para o Distrito Federal, em 2017 abre uma filial no Espírito Santo e em 2018 em Santa Catarina. Hoje, oferece benefícios saúde para 110 mil beneficiários, entre Plano Ambulatorial, Plano Odontológico e Plano Ambulatorial + Hospitalar com Obstetrícia.

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