Rio: quatro em 10 esperam mais de uma hora para ser atendidos por SAC

'Judite': fluminenses são os que mais utilizam o telefone para entrar em contato com empresas.

Rio de Janeiro / 15:02 - 4 de jun de 2019

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Estudo encomendado pela Freshworks pesquisou os costumes do Estado do Rio quando se trata de tratar com atendimento ao cliente.

O levantamento, em seis estados brasileiros (São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Bahia e Rio), mostra que os habitantes do Estado do Rio são bem pacientes quando se trata em entrar em contato com um serviço de atendimento ao cliente (SAC), com 40% deles afirmando que aguardam mais de uma hora para serem atendidos, 36% geralmente esperam mais de 30 minutos, 12% só aguardam mais de 10 minutos, 5% ficam menos de 10 minutos com o SAC e 9% esperam mais de três horas para serem atendidos.

Além disso, os fluminense geralmente aguardam todo esse tempo no telefone, pois são os que mais utilizam esse meio para entrar em contato com alguma empresa, 44% dos fluminenses ligam para as companhias, contra 35% dos paulistas, 33% dos mineiros, 29% dos baianos, 26% dos paranaenses e 25% dos gaúchos.

Os moradores do Rio de Janeiro esperam ver transparência, conhecimento e empatia e as empresas devem levar em conta quando se trata de atendimento ao cliente. Normalmente os consumidores entram em contato quando enfrentam problemas ou dificuldades, então quanto melhor e mais informações a empresa disponibilizar, mais o cliente ficará satisfeito. Os softwares da Freshworks oferecem uma percepção de 360 graus do cliente, permitindo que o serviço seja muito mais espontâneo, produtivo e eficaz.

A mesma pesquisa também afirma que os moradores do Rio de Janeiro são os que mais usam bots e chats para entrar em contato com as marcas. Ao serem perguntados "Você já interagiu com um bot de bate-papo para resolver uma reclamação de cliente?" 77% dos fluminenses afirmaram que sim, sendo 7% a mais que os baianos, que ficaram em segundo neste ranking. Em seguida estão os paulistas (67%), mineiros (59%), paranaenses (56%) e gaúchos (54%).

"Hoje, os clientes sabem e esperam mais. Na Freshworks, sentimos que a premissa por trás da identificação de seu cliente é criar uma visão única, consolidar vários pontos de dados, provavelmente de fontes diferentes, em uma visão única e coesa, para que você possa realmente se envolver com esse cliente", disse Anand Venkatraman, vice-presidente de parcerias da Freshworks.

A pesquisa foi realizada no dia 11 de fevereiro com 1.041 pessoas das classes A, B e C, segundo critério de classificação de classes utilizado pela Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (Abep), em que pessoas da classe C2 tem renda média domiciliar de R$ 1.625 por mês.

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