Advertisement

Reino Unido ainda ficará um tempo na União Europeia

Conselho Europeu exige um propósito bem claro para ampliar prazo de saída.

Acredite se puder / 14 Março 2019 - 18:40

Siga o Monitor no twitter.com/sigaomonitor

O Parlamento britânico concordou em pedir à União Europeia a extensão do Artigo 50, o dispositivo do Tratado de Lisboa que regula a saída de um país-membro do bloco europeu. Com isso, fica decido que o Brexit será postergado, e o prazo poderá ser longo caso não seja aprovado acordo até a próxima quarta-feira. Depois de várias derrotas consecutivas, a premier Theresa May, pensando que ainda possui a força que detinha, já avisou que vai pedir à União Européia uma curta e limitada prorrogação técnica de três meses, até 30 de junho, necessária apenas para aprovação da legislação necessária.

Donald Tusk, presidente do Conselho Europeu, na reunião de cúpula que será realizada nos próximos dias 22 e 23 de março, pretende exigir um propósito claro para qualquer extensão, especialmente para determinar a sua duração. Desesperada, Theresa afirma que a saída do Reino Unido da União Europeia continua na lei, e que o acordo que ela negociou com Bruxelas continua a ser a melhor forma de garantir o Brexit.

 

Por falha, SEC multa Wedbush em US$ 250 mil

A Wedbush Securities Inc pagará uma pequena multa de US$ 250 mil para a Securities and Exchange Commission por ter falhado na supervisão de cobrança em processo administrativo pendente. A companhia também concordou em ser censurada pelo erro. A Wedbush, em março do ano passado, ignorou várias bandeiras vermelhas lançadas pela SEC, indicando que um dos seus representantes registrados estava envolvido em um esquema de longo prazo de pump-and-dump visando investidores do varejo. A empresa realizou duas investigações falhas e insuficientes sobre a conduta do representante registrado e não tomou as medidas apropriadas. A Wedbush também foi obrigada a realizar mudanças na liderança sênior e nas suas políticas e procedimentos que foram revisados; melhoria da vigilância eletrônica e a alocação de recursos adicionais para grupos de controles internos e de auditoria.

 

CVM multa Rabobank em quase R$ 2 mi

O Rabobank International Brasil S/A e sua subsidiária Rio Partners B.V (sucessora de São Paulo Partners LLC – SPP) vão pagar individualmente e em parcela única a quantia de R$ 1.912.500,00 para a Comissão de Valores Mobiliários, pela criação de condições artificiais de demanda, oferta ou preço de valores mobiliários nos pregões dos dias 3/9/2013, 22/1/2014 e 27/2/2014, em três conjuntos de operações de day-trade, decompostas em seis operações diretas de compra e venda de contratos futuros de taxa de câmbio de reais por dólar comercial na BM&FBovespa. Gustavo Costa e Silva Cunha (administrador do banco e da gestora de ativos) vai desembolsar R$ 250 mil, e Paulo Diego Cetin (autorizado a transmitir as ordens dessas instituições) perderá apenas R$ 100 mil.

 

Regulador recusa R$ 205 mil

Gianluca Pietta, Gianmateo Pietta e Gianfilipo Pietta (na qualidade de administradores responsáveis) da Lufimma Incorporações Ltda. apresentaram proposta conjunta de Termo de Compromisso por terem realizado ofertas de investimento coletivo no empreendimento hoteleiro Personal Express Hotel. Como não houve o registro para tal captação, os empresários estão com problemas na Comissão de Valores Mobiliários. Apesar de oferecerem o pagamento de multa de R$ 100 mil pela Lufimma e R$ 35 mil de cada um dos sócios, a CVM não aceitou, pois não houve proposta de indenização pelos danos causados ao mercado.

 

CVM mira a nata dos bancos

BTG Pactual, Citibank, Morgan Stanley Administradora de Carteiras, Votorantim, Goldman Sachs do Brasil Banco Múltiplo, Ibiuna Gestão de Recursos, BNP Paribas Brasil, Itaú Unibanco, Kondor Administradora e Gestora de Recursos Financeiros e AMS Capital estão com problemas na CVM.

Siga o Monitor no twitter.com/sigaomonitor