Reembolso para Petrobras foi bem recebido pelos analistas

As ações da estatal foram negociadas a R$ 28,78, com perda de 1,30%.

Acredite se Puder / 20:12 - 10 de abr de 2019

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O anúncio do acordo entre a estatal e o governo sobre a cessão onerosa, grande catalisador para os ativos da companhia, foi bem recebido pelos grandes operadores do mercado de capitais brasileiro. Enquanto os analistas do Santander classificaram a decisão como positiva, os do Itaú BBA consideraram como em linha com as expectativas, pois afirmam que o montante foi o previsto e que provocou a forte alta de 27% para as duas classes de suas ações neste ano neste ano, fizeram com que os ativos virassem para a queda na sessão desta quarta-feira com muitos investidores embolsando os lucros. Devido aos problemas dos mercados externos, no entanto, as ações da Petrobras foram negociadas a R$ 28,78, com perda de 1,30%.

Em 2010, a Petrobras recebeu a título de cessão onerosa, o direito de explorar 5 bilhões de barris de petróleo em áreas do pré-sal pelo prazo de 40 anos. Na ocasião, a petrolífera antecipou à União o pagamento de R$ 74,8 bilhões. Porém, em 2013, a Petrobras pediu ajustes por conta da desvalorização do preço do barril de petróleo no mercado internacional e o governo prolongava as negociações para a formalização de um adendo ao contrato. Agora, a equipe ecconômica chegou à conclusão de não haver necessidade de um projeto de lei específico sobre o tema. Com isso, a companhia será ressarcida com um bônus de US$ 9,058 bilhões, o que significa R$ 33,6 bilhões.

Os técnicos do Credit Suisse acreditam que o reembolso da Petrobras deverá ficar entre US$ 20 bilhões a US$ 30 bilhões, mas dependerá de alguns fatores, como a diluição da produção resultante de estimativas de reservas recuperáveis usadas no processo de unitização.

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Microsoft enfrenta problemas com o FBI

As autoridades norte-americanas pretendem estabelecer, o mais rápido possível, regras mais rígidas para as colaborações acadêmicas internacionais que envolvam instituições norte-americanas, particularmente em áreas sensíveis como a inteligência artificial ou a realidade aumentada. Tal decisão foi consequência da colaboração da Microsoft com uma universidade militar chinesa numa pesquisa com base em inteligência artificial. O Financial Times publicou que vários especialistas temem que esse tipo de estudo possa ser utilizado para desenvolver sistemas de vigilância e censura por parte do governo chinês.

Os encontros aconteceram entre março e novembro do ano passado, quando os especialistas da Microsoft Research Asia estiveram com os chineses da Universidade Nacional de Tecnologia de Defesa da China, instituição controlada pela Comissão Militar Central, o órgão militar mais importante do país.

Como o FBI está cada vez mais preocupado com as ameaças de espionagem de estudantes e cientistas, foram rapidamente inciadas as investigações sobre as ligações institucionais dos autores dos três temas abordados.

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Volta, depois do esquisito roubo

Em maio do ano passado, houve a invasão hacker da Taylor, empresa fundada por brasileiros. Isso aconteceu depois de ser realizado um ICO na Estônia, só sobraram US$ 20 mil dos quase US$ 2 milhões arrecadados. O engraçado e bastante singelo é que os tokens dos Conselheiros e dos fundadores porque havia um contrato inteligente que os tornavam inacessíveis. Em entrevista ao Portal do Bitcoin, Thiago Regis, novo CEO da Taylor, está anunciando que pretende retomar o projeto do aplicativo de criptomoedas.

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Pessimismo do FMI beneficia o ouro

O FMI divulgou, nesta quarta-feira, o mais recente relatório de Estabilidade Financeira Global, onde assinala que há riscos elevados de um desequilíbrio. Como as conclusões foram consideradas pessimistas para a evolução da economia mundial, o ouro subiu.

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