Reajuste de planos de saúde impulsiona demanda em clínicas populares

SEG NOTÍCIAS - 20.09: Com criação de planos a partir de R$ 39 mensais, clínicas médicas e odontológicas populares seguem como alternativa.

Seguros / 17:43 - 20 de set de 2019

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Recentemente, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) autorizou aumento de até 7,35% na mensalidade dos planos de saúde individuais ou familiares. Com isso, mais de 9 milhões de brasileiros que serão afetados com a alta dos preços, o que equivale a 17% do total de 47,01 milhões de pessoas com assistência médica no país. O restante dos consumidores conta com planos coletivos e empresariais, com porcentagem de reajuste que não é regulada pela ANS.

Este é o 16º ano consecutivo que o reajuste fica acima da inflação do ano anterior. Um levantamento do Ibope, com dados coletados em oito regiões metropolitanas, incluindo Rio de Janeiro e São Paulo, indicam que 77% das pessoas veem o preço das mensalidades como impedimento para ter um plano de saúde. Além disso, o percentual de pessoas que já teve o benefício e perdeu chega a 54%.

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Norte e Nordeste têm recursos exclusivos no seguro rural entre setembro e outubro

Até o mês de outubro, produtores de grãos das regiões Norte e Nordeste poderão acessar um recurso exclusivo de R$ 20 milhões no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). Em 2018, a quantidade de apólices contratadas nas duas regiões representou apenas 1% do total do Programa, cobrindo 200 mil hectares. Com esse aporte, a estimativa é no mínimo dobrar o número de contratações em 2019.

"Essa medida inédita visa fomentar a oferta de seguros e elevar o número de apólices contratadas nessas regiões e deve se repetir em 2020", explica o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Pedro Loyola.

Ao contratar uma apólice de seguro rural, o produtor pode minimizar suas perdas ao recuperar o capital investido na lavoura. Desde o ano de 2005, o Governo Federal, por meio do PSR, auxilia o produtor na aquisição do seguro rural, pagando parte do valor da apólice (prêmio).

O produtor que quiser contratar o seguro rural deve procurar um corretor ou uma instituição financeira que comercialize apólice de seguro rural. Atualmente 14 seguradoras estão habilitadas para operar no PSR.

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Empresas se preocupam com risco de incêndio, mas faltam planos de contingência

Só 14% das empresas contam com sprinklers (chuveiros automáticos de combate às chamas) em todas as unidades e apenas 54% dizem categoricamente ter planos de contingência estruturados para enfrentar ocorrências desta natureza

As empresas com operações no Brasil atribuem alta relevância a riscos de incêndio para suas operações, mas é pequeno o número das companhias que já conta com sistemas mais avançados de combate às chamas em suas instalações.

Os dados constam de pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos junto a empresas multinacionais e de capital nacional com mais de 250 funcionários a pedido do Instituto Sprinkler Brasil, entidade sem fins lucrativos que trabalha para disseminar a cultura de sistemas de prevenção e combate a incêndios no ambiente empresarial. Foram realizadas 300 entrevistas telefônicas com o responsável ou que participa diretamente na tomada de decisão de investimentos de sistemas prediais das empresas entre os dias 1º e 28 de maio com margem de erro de 5,7 p.p. em todas as regiões do Brasil.

Os dados do levantamento mostram que 77% das empresas consideram muito importante o risco de incêndio para seus negócios e que 82% dizem ter clareza do impacto que este tipo de ocorrência pode gerar para suas operações.

A pesquisa mostra ainda que 85% das companhias dizem levar em consideração as condições de prevenção a incêndio na hora de contratar um espaço (prédio ou galpão) para abrir unidades de produção ou distribuição.

O discurso, entretanto, não bate com a prática. O levantamento mostrou que das 300 empresas entrevistadas pelo Ipsos, apenas 36% contam com sprinklers em suas instalações.

O levantamento mostrou que apenas 14% das empresas entrevistadas dizem contar com sistema deste tipo em todas as suas unidades e 22% declararam contar com o sistema em apenas algumas unidades operacionais.

O levantamento mostrou que o uso de sprinklers é maior entre as multinacionais. 48% das empresas estrangeiras, com operações no país, ouvidas pelo levantamento, disseram ter sprinklers em suas operações. Entre as empresas nacionais, o índice é de 34%.

O porte também influi na decisão. O índice de uso sprinklers em empresas com mais de 500 funcionários é de 45%. Entre empresas menores, com 250 a 499 funcionários, o percentual é de 28%.

"Os dados mostram que há sensibilidade para o tema, mas as empresas não estão de fato preparadas para enfrentar grandes incêndios, que podem afetar a viabilidade do negócio", diz Marcelo Lima, diretor-geral do Instituto Sprinkler Brasil.

As fragilidades não estão somente nas instalações. A pesquisa mostra que a gestão das empresas ainda não absorveu integralmente o risco de incêndio em seu planejamento estratégico. O levantamento mostrou, por exemplo, que apenas 54% das empresas entrevistadas afirmam categoricamente que contam com plano estruturado de retomada de negócios em caso de incêndio. O índice é de 51% entre as empresas de capital nacional e de 65% entre as empresas multinacionais.

O controle da cadeia de suprimentos também apresenta fragilidades. A pesquisa mostra que 57% das empresas afirmam categoricamente que solicitam planos de prevenção para seus parceiros de negócios e fornecedores de insumos. Neste caso, a prática e adotada de forma mais consistente (59%) entre as empresas de capital nacional que nas multinacionais (51%).

"A maioria das empresas não vivenciou um grande incêndio e isso torna o risco um pouco distante de sua realidade", avalia Lima. Segundo o levantamento, 30% das empresas (a minoria) disseram já ter sido afetadas por um incêndio em sua história. E destas, 46% disseram que o impacto foi baixo e 35% avaliaram como moderado. Apenas 16% dos respondentes disseram que a ocorrência prejudicou as operações e levou à interrupção do trabalho.

O levantamento Ipsos avaliou ainda o perfil de investimentos em sistemas de combate a incêndio nas empresas. De acordo com a pesquisa, 71% dos respondentes gastam exclusivamente o previsto em lei. Apenas 22% investem acima do exigido pelas autoridades. Entre as empresas brasileiras esse índice é de 19%. Entre as multinacionais, sujeitas a controles globais mais rígidos, 35% das empresas investem acima do que prevê a legislação brasileira de prevenção e combate a incêndio.

A pesquisa detectou que relatos de grandes incêndios não são suficientes para mobilizar as empresas em torno da questão. Apenas 23% das companhias entrevistadas disseram pensar em investir ou em aumentar os recursos para sistemas de combate a incêndio após grandes ocorrências.

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DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

Encontro ANS A ANS realiza, entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro, em São Paulo, mais uma edição do Encontro ANS. O evento é direcionado aos agentes do setor (operadoras e prestadores de serviços de saúde) e discutirá temas relacionados à regulação do mercado de planos de saúde.

A programação do evento inclui palestras e debates dos diretores e técnicos da ANS sobre temas pertinentes às cinco áreas: Gestão, Fiscalização, Desenvolvimento Setorial, Normas e Habilitação de Produtos e Normas e Habilitação de Operadoras. O objetivo é compartilhar informações técnicas a fim de contribuir com um cenário cada vez mais qualificado para o setor de saúde suplementar.

Além das palestras, técnicos da Agência farão atendimentos individualizados nos dias 01 e 02 de outubro para tirar dúvidas sobre temas como Notificação de Intermediação Preliminar (NIP), Rol de Procedimentos, regularização de débitos, ressarcimento ao SUS e acompanhamento econômico-financeiro das operadoras, entre outros.

O Encontro ANS é realizado periodicamente pela reguladora. A última edição ocorreu entre 24 e 26 de junho em Mato Grosso, e reuniu atores do setor na Região Norte e Centro-Oeste.

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ENDOSSANDO

Operadoras de saúde mais bem avaliadas do país Sete das 10 operadoras mais bem qualificadas no Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) 2018 - ano-base 2017 - são Unimeds. Divulgado pela ANS no início da semana, o indicador classifica o setor em notas de 0,0000 a 1,0000, avaliando a qualidade assistencial das operadoras de todo o país. Estão em destaque no topo do ranking as seguintes cooperativas: Unimed-BH - IDSS 1,0000 (em primeiro lugar); Unimed VTRP - IDSS 1,0000 (em quarto); Unimed Santa Bárbara d'Oeste e Americana - IDSS 1,0000 (em quinto); Unimed Pato Branco - IDSS 1,0000 (em sexto); Unimed Encosta da Serra - IDSS 1,0000, em sétimo; Unimed Cascavel - IDSS 0,9747 (em oitavo); e Unimed Goiânia - IDSS 0,9701 (em nono).

Conforme a ANS, o IDSS é um instrumento que permite a avaliação anual do desempenho das operadoras por meio de um conjunto de indicadores voltados à qualidade de atenção à saúde, garantia de acesso, sustentabilidade no mercado e gestão de processos e regulação. O indicador está dentro do Programa de Qualificação das Operadoras, conduzido pela própria agência reguladora.

Segundo o presidente da Unimed do Brasil, representante institucional do Sistema Unimed, Orestes Pullin, o resultado representa o comprometimento das Unimeds com a constante melhoria da qualidade assistencial e com sua sustentabilidade. "As principais responsáveis por esse sucesso nos indicadores qualitativos são as cooperativas, que têm atuado com iniciativas justas, sérias e totalmente focadas na centralização das atenções no beneficiário e no cooperado. Como apoio, temos uma atuação central na Unimed do Brasil, disponibilizando iniciativas como o Selo Unimed de Governança e Sustentabilidade, que hoje certifica mais de 170 Unimeds, apoiando projetos como o Programa Qualifica Unimed e orientando as Unimeds para que possam evoluir e se destacar ainda mais no mercado", ressalta Pullin. "São dados que nos deixam felizes, pois mostram que estamos no caminho certo, e que também nos alertam de que a busca pela melhoria deve ser contínua e de que ainda há muito a ser feito", complementa.

Esse é o primeiro ranking divulgado após a adoção da Troca de Informação de Saúde Suplementar (Tiss) pela ANS como o padrão para coleta de dados das operadoras, o que impossibilita comparações com resultados dos anos anteriores, quando eram utilizados outros parâmetros na análise. Mesmo com a alteração, o desempenho geral das Unimeds no relatório anual é considerado como positivo pela Unimed do Brasil. O levantamento mostra que, das 263 cooperativas que atuam como operadoras e que participaram da avaliação, 97% estão nas três faixas mais altas da classificação.

O Sistema Unimed apresenta resultado positivo também no segmento odontológico, como mostra o índice obtido pela Unimed Odonto, empresa subsidiária da Seguros Unimed. A companhia obteve nota máxima nos Índices de Sustentabilidade no Mercado e de Qualidade em Atenção de Saúde. Em comparação com as operadoras odontológicas de grande porte (acima de 100 mil beneficiários), a Unimed Odonto figura como a segunda mais bem avaliada do país, com índice 0,7980.

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Campanha Acelera Aconseg - A Associação das Empresas de Assessoria e Consultoria de Seguros do Estado do Rio de Janeiro (Aconseg-RJ) está prestes a realizar o segundo sorteio da campanha Acelera Aconseg. Os corretores de seguros participantes conhecerão os ganhadores da Moto Honda 125 e das duas smartTVs, uma de 40 e outra de 32 polegadas, no dia 2 de outubro.

"Ainda dá tempo de entrar nesse sorteio: estaremos recebendo as informações de produção das assessorias referentes a maio, junho, julho e agosto deste ano até a próxima quarta, dia 25 de setembro", informou o presidente da entidade, Luiz Philipe Baeta Neves.

Lançada para trazer cada vez mais negócios para as seguradoras parceiras das assessorias de seguros associadas, a Acelera Aconseg é válida para todos os ramos de seguros, para corretores pessoa física ou jurídica.

O regulamento determina que esses profissionais recebam um cupom para cada apólice de seguro nova e para cada renovação, realizada com as seguradoras parceiras da Associação, de produtos que estivessem até então contratados com outras companhias (não parceiras).

A cada quatro meses, o sorteio é realizado com todos os cupons. O primeiro deles aconteceu em maio, durante o evento de lançamento oficial da Universidade Aconseg.

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Panorama do Seguro recebe presidente da CNseg

A 38ª edição do programa Panorama do Seguro recebe Marcio Coriolano, presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), que falou sobre o desenvolvimento do mercado segurador no Brasil, a solidez e o futuro do setor e, também, o crescimento dos ramos elementares.

Segundo Coriolano, passamos por um período de fortíssima recessão no Brasil e nesse período não houve nenhuma ameaça para o mercado segurador. "Se a gente olhar hoje, em relação a 2006, é como se o mercado tivesse crescido em solidez quase 70%. É algo inédito, impressionante e uma boa notícia principalmente para o consumidor", explica.

Sobre o futuro do setor, ele diz que a tecnologia tem vindo muito de encontro ao que o mercado de seguros precisa para se modernizar. "Estão falando muito nas tecnologias disruptivas, porém acho que devemos ir com calma. Por exemplo, falam muito do carro que vai andar sozinho, mas para isso funcionar é necessário diversos fatores estruturais e o Brasil não tem essa estrutura ainda. Mas, ao mesmo tempo, existem avanços extraordinários e quem não souber se adaptar a esses avanços, principalmente em sua relação ligada ao consumidor, vai perder espaço", conclui.

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Novo hospital O Hospital da Unimed Vale do Sinos, na cidade de Novo Hamburgo, é a mais recente obra hospitalar da Engeform Engenharia que, em apenas cinco meses do início da construção, já está em fase de estrutura, no começo do processo de vedações e instalações.

O empreendimento, que terá mais de 30 mil m², quatro subsolos, térreo, três pavimentos, cobertura, 121 leitos de internação, 20 leitos de UTI para adultos, 40 leitos de observação, urgência e emergência, sete salas de cirurgia, centro de diagnóstico por imagem, cinco salas de ultrassonográfica, laboratório e duas salas de ressonância, raio X, tomografia e mamografia, além de um edifício garagem, está sendo construído com a metodologia Lean Construction. Esse sistema é baseado em princípios que permitem a otimização dos processos da obra, consideram questões sustentáveis, evitam desperdício de matéria prima, tempo e dinheiro e, por consequência, melhoram a produtividade, a eficiência e a qualidade das entregas.

A Engeform Engenharia também está investindo em tecnologias e soluções inovadoras para o novo hospital. Entre outros diferenciais da obra está a instalação de uma estação própria de tratamento de esgotos e resíduos. Além disso, a equipe do empreendimento também adotou alternativas mapeadas pelo Projeto Engenheirar, uma iniciativa da empresa para fomento da inovação no mercado da construção civil. O canteiro já está utilizando sistema de FVS, controle de ferramentas, EPIs e almoxarifado de forma digital, o que também contribui com o ganho de produtividade na construção, segurança e qualidade do ambiente de trabalho.

"As edificações hospitalares são complexas e exigem constante aperfeiçoamento, customização e investimentos em soluções que trazem funcionalidade e segurança. Isso será diretamente refletido na experiência dos pacientes, quando se depararem com um hospital moderno, bem feito e com uma infraestrutura de ponta para atendê-los", destaca Eduardo Rossetti, gerente executivo de Negócios da Engeform Engenharia.

Outro ponto de destaque do andamento da obra é a gestão. De acordo com Eliezer Valiante, engenheiro da Engeform Engenharia e gestor da obra do novo hospital, "70% dos atrasos em construções estão ligados à cadeia de suprimentos e logística dos materiais. Nós estamos atentos a isso e trabalhamos com um planejamento antecipado para o Hospital da Unimed Vale do Sinos, o que está nos permitindo avançar com a obra sem atrasos, com a entrega de cada fase com muita qualidade e máxima segurança para os nossos funcionários."

Atualmente, o empreendimento conta com 160 colaboradores, mas poderá ter até 450 no ponto alto da construção. Nesse sentido, a Engeform está contratando trabalhadores locais com o foco não só em tornar Novo Hamburgo um polo de saúde, mas também movimentar a cidade e a região.

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Acordo de R$ 7 bilhões - A Caixa Seguridade e a CNP Assurances assinaram nesta quinta-feira (19) aditamento ao acordo celebrado em agosto de 2018. Conforme divulgado ao mercado em março, as empresas decidiram reabrir as negociações para definir ajustes e eventuais complementos. Dentre os ajustes, está previsto que a empresa francesa pagará à Caixa Seguridade o montante de R$ 7 bilhões pela participação de 40% na parceria, com duração de 25 anos.

O acordo trata de uma nova estrutura societária para exploração, com exclusividade, da rede de distribuição da Caixa, nos ramos de seguros de vida e prestamista e de produtos de previdência. O acordo ainda prevê mecanismo de incentivo atrelado ao desempenho e lucratividade (earn-out), limitado a R$ 800 milhões, a ser pago em 2 parcelas, em 2024 e 2026.

Para o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, "essa é uma operação muito importante que já estava em negociação e que nos permitiu vários avanços, entre eles as questões relacionadas à governança", concluiu.

Durante o evento, realizado no escritório da Caixa em São Paulo, o CEO Global da CNP Assurances, Antoine Lissowski, destacou o grande potencial de negócios da parceria. "O Brasil representa 20% da nossa atividade e foi a nossa primeira operação internacional. A visão é que teremos mais receitas nesse negócio daqui pra frente, já que no Brasil o mercado de seguros representa de 4% a 5% do PIB, enquanto na França é o dobro", afirmou.

As principais alterações da negociação incluem, além do aumento dos valores a serem pagos pela CNP, a definição de data para o fechamento da operação e a extensão em cinco anos do prazo da parceria. Laurent Jumelle, diretor geral da Caixa Seguros Holding, controlada pela CNP e que tem a Caixa Seguridade como acionista, reforçou que "o acordo reflete a continuidade de uma parceria de sucesso, que começou há 20 anos. A força da rede Caixa, somada a seu propósito e compromisso social, permite que hoje sejamos a grande seguradora dos brasileiros", disse.

Para o diretor presidente da Caixa Seguridade, Marco Antônio Barros, "essa vitória consagra a Caixa como grande provedora de soluções de proteção, seja para as pessoas, famílias e empresas". Ele destacou, ainda, que o fechamento e implementação da operação, que abrange apenas uma parte do perímetro da parceria atual, ainda estão sujeitos a cumprimentos de condições suspensivas. "Ainda precisamos das aprovações dos órgãos regulatórios, como da Superintendência de Seguros Privados (Susep), do Banco Central, da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade)", finalizou.

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Prêmio Conarec 2019 A Caoa Montadora e a Allianz Partners, líder em assistência 24 horas, conquistaram o primeiro lugar do Prêmio Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente (Conarec) na categoria "Automóveis". A cerimônia da 6ª edição aconteceu no último dia 9, no Hotel Transamérica, em São Paulo.

O Prêmio tem como finalidade reconhecer e premiar empresas parceiras que apresentam comprometimento, qualidade e inovação. O processo de escolha dos ganhadores é realizado a partir de uma avaliação baseada em dados da gestão de estrutura, como tecnologia, treinamento e capacitação, além da análise de relacionamento da empresa com o fornecedor, conhecido como Business Process Outsourcing (BPOS).

O CEO da Allianz Partners Brasil, Vincent Bleunven, afirma que a empresa está em constante atualização para atender com excelência e aumentar as competências de negócios junto ao cliente institucional. "Investimos em tecnologia e contamos com um time de profissionais multidisciplinar para atender a qualquer hora e lugar. É uma honra conquistar esse prêmio, que é considerado um dos mais importantes no segmento de inteligência relacional, ao lado de uma das maiores marcas automotivas. Isso é somar competências".

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