Raízes da conservação e preservação ambiental

Anotamos na última coluna, de um modo geral, como se destaca a conservação da natureza, que tem o propósito de...

Direito Ambiental / 18:50 - 22 de mai de 2018

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Anotamos na última coluna, de um modo geral, como se destaca a conservação da natureza, que tem o propósito de princípios e técnicas que visam atingir uma utilização racional dos recursos naturais. Inclusive, o tema que iniciamos na última abordagem, extraída da Wikipédia, muito bem nos dá um prisma de abordagem que mantêm os dogmas principais para preservar a natureza. Prosseguindo com a matéria da Wikipédia, extraímos que:

O preservacionismo e o conservacionismo são duas abordagens da questão ambiental surgida no fim do século XIX, nos Estados Unidos. Ambas se contrapõem ao crescimento econômico a qualquer custo e a exploração predatória da natureza, desconsiderando os impactos dessa exploração sobre o ambiente natural, até mesmo a possibilidade de esgotamento dos chamados recursos naturais. Embora o partam de uma posição comum, essas duas abordagens se diferenciam significativamente.

O preservacionismo aborda a proteção da natureza independentemente de seu valor econômico ou utilitário e considera o homem como um mero causador de desequilíbrios. Assim propõe a criação de santuários, intocáveis, como forma de proteger os ecossistemas da degradação que fatalmente decorreria da atividade humana. O movimento preservacionista foi responsável pela criação de parques nacionais, como o Yellowstone, em 1872 nos Estados Unidos.

Já o conservacionismo pretende conciliar a proteção à natureza com seu uso racional pelo homem, mediante o manejo criterioso. Esses critérios de manejo devem seguir os graus de restrição ao uso e exploração dos recursos naturais, variando conforme o caso, e inclui estabelecimento de áreas de preservação, por exemplo, no caso de ecossistemas frágeis, onde há espécies ameaçadas. A abordagem conservacionista predomina na maioria dos movimentos ambientalistas, sendo à base dos modelos de desenvolvimento sustentável, cujo objetivo é garantir que a exploração dos recursos naturais no momento presente não comprometa a disponibilidade desses recursos para as gerações futuras. A redução do uso de matérias-primas, a introdução do uso de energias renováveis, a redução do crescimento populacional, o combate À fome e à pobreza, a promoção de mudanças nos padrões de consumo, o respeito à biodiversidade e a consideração de aspectos socioambientais na tomada de decisões econômicas são algumas estratégias de promoção do desenvolvimento sustentável.

Temos visto, conforme acima exposto, que a principal finalidade de conservar a natureza é dar guarida permanente as populações de espécies animais e vegetais, como bem resume a matéria do site Wikipédia. A excelente matéria nos esclarece que a conservação da natureza consiste essencialmente em proteger as populações de espécies animais e vegetais, bem como preservar a integridade ecológica do seu habitat natural ou de substituição (como sebes, pedreiras, escombreiras, albufeiras ou outros habitats artificiais). O objetivo fundamental é, em todos os casos, manter os ecossistemas em bom estado de conservação e prevenir ou corrigir os danos que possam sofrer, maximizando assim os serviços ambientais por eles fornecidos.

Como movimento social, e mesmo como disciplina técnico-científica, o conservacionismo tem raízes antigas, em especial no mundo anglo-saxônico e escandinavo, que evoluíram no último quartel do século XX de um estatuto de ciência da proteção do patrimônio natural que centrava na inventariação e na tentativa de desenvolver técnicas que permitissem lidar localmente com desastres ambientais, para um campo de ação global, procurando antecipar a degradação da qualidade do ambiente.

Divulgamos, com amparo da Wikipédia, o modo de desenvolvimento da preservação e conservação da natureza. Faço consumar as vantagens que decorrem de se elaborar meios protetivos indispensáveis para a própria natureza.

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