Projeto pela volta da geral do Maracanã

Deputados acreditam ser possível oferecer 10 mil lugares a preços populares.

Decisões Econômicas / 17:23 - 10 de out de 2019

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Deputada Zeidan

O Governo do Estado vai abrir em janeiro licitação para a escolha de um novo consórcio para administrar o Maracanã. Seja qual for o vencedor, uma coisa é certa: a geral vai voltar. Um projeto de lei aprovado pela Alerj, de autoria do presidente da Casa, deputado André Celiliano (PT), e da deputada Zeidan (PT) determina a volta de um ícone do futebol carioca, a geral do Maracanã. Para isso, a Alerj autoriza o governo a fazer obras na parte baixa do estádio, onde ficam as cadeiras, para que fique a área livre para os torcedores ficarem em pé, com ingressos populares.

 

Geral terá 10 mil lugares a preços populares

O deputado André Ceciliano estima que a obra necessária para a volta da geral do Maracanã vai permitir a criação de até 10 mil lugares. O setor foi extinto em 2005, quando o estádio entrou em obra de modernização. Segundo ele, espaços semelhantes já existem nos estádios do Rio Grande do Sul, nas modernas arenas do Grêmio e do Internacional. “Essa é uma forma de redemocratizar o acesso do povo mais humilde a essa festa. Permitir que torcedores de todas as classes sociais frequentem o Maracanã, torçam pelo seu time e chorem abraçados na mesma bandeira.”

 

Incentivo à cerveja artesanal

 

O vereador carioca Rafael Aloísio Freitas (MDB) quer abrir mais mercado para a cerveja artesanal, que cresce a cada ano na cidade do Rio de Janeiro. Ele apresentou na Câmara um projeto de lei que reserva um espaço para a cerveja ou chope artesanal em eventos esportivos nos estádios de futebol. A medida estabelece que 20%, no mínimo, do total de cervejas e chopes nos estádios sejam rótulos de origem artesanal de empresas formalizadas e instaladas no município. Será considerada artesanal aquela cerveja ou chope cujo extrato primitivo contenha no mínimo 80% de cereais maltados ou extrato de malte – conforme registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – produzido por pequenas empresas.

 

Zona Oeste pode ter banco de sangue

O vereador Marcelino D’Almeida (PP) defende a criação de um Centro Municipal de Coleta de Sangue na Zona Oeste da cidade, na Área de Planejamento-5, que inclui os bairros Bangu, Campo Grande, Deodoro, Santa Cruz, Vila Kennedy, Realengo, entre outros. O parlamentar defende que a medida vai incentivar e facilitar a doação, além de realizar exames obrigatórios e esclarecer dúvidas sobre a doação de sangue. Segundo ele, muitos potenciais doadores de sangue dessa região acabam desistindo de fazer a doação por conta das longas distâncias até os hemocentros, localizados em outras regiões da cidade.

 

Frente parlamentar acompanhará recuperação fiscal

Depois de uma CPI, os deputados estaduais resolveram instalar uma Frente Parlamentar para monitorar o Regime de Recuperação Fiscal. Presidida pelo deputado Renan Ferreirinha (PSB), a Frente foi instalada nesta quinta-feira. “O Conselho de Supervisão, ligado ao governo federal, apontou infrações ao acordo, o que pode causar sua extinção. O governo precisa ser responsável. Vamos trabalhar para manter o Rio no regime de recuperação”, diz Ferreirinha.

 

Mais segurança para animais nas estradas

Projeto do deputado Dr. Serginho (PSL), em tramitação na Alerj, transfere para as concessionárias rodoviárias a responsabilidade pelo resgate e assistência veterinária a animais acidentados nas rodovias privatizadas do estado do Rio. O deputado argumenta que a iniciativa tem por objetivo preservar a fauna fluminense, garantir a segurança dos cidadãos e, principalmente, proteger a vida das pessoas e dos animais nas estradas.

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