Produção da Opep cai ao nível mais baixo em um ano

Acredite se puder / 12 Abril 2018

A produção dos membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) desceu para o nível mais baixo em um ano, em março, sobretudo devido à diminuição da oferta da Venezuela, Arábia Saudita e Líbia. De acordo com o relatório mensal do cartel, revelado nesta quinta-feira, a maioria do excedente global desta matéria-prima foi eliminada depois de 15 meses de cortes na produção levados a cabo pela Opep e pelos seus parceiros. Com a produção da venezuelana diminuindo devido à crise econômica, os estoques globais estão a caminho de uma redução significativa na segunda metade deste ano, segundo o relatório.

A produção do conjunto dos membros caiu em 201.400 barris por dia, no mês passado – a maior descida desde novembro – para um total de 31.958 milhões de barris por dia, o que representa o valor mais baixo desde março de 2017. De acordo com os dados, citados pela Bloomberg, depois de vários meses de queda na oferta, a produção da Venezuela está 480 mil barris abaixo do nível fixado no âmbito do acordo de redução. A Opep antecipa que, se a indústria continuar a deteriorar-se e o presidente Donald Trump cumprir a ameaça de lançar sanções contra o Irã, as perdas do cartel podem, na verdade, duplicar o corte que era suposto implementar.

O relatório mostra ainda que os estoques nos países desenvolvidos caíram quase 90% desde que os cortes na produção começaram em janeiro do ano passado, para apenas 43 milhões de barris. Se a produção da Opep continuar nestes níveis, as reservas vão diminuir a um ritmo de 1,3 milhão de barris por dia na segunda metade do ano, estima o cartel. Quanto à procura, permanece forte “com uma perspectiva positiva e optimista”. Ainda assim, a Arábia Saudita, o maior produtor da Opep, juntamente com outros países, já sinalizou que o grupo deve manter os cortes até ao final do ano, ou ainda mais, para equilibrar totalmente o mercado. Depois de ter atingido máximos desde 2014 na sessão de ontem, o petróleo estava em baixa nos mercados internacionais nesta quinta.

 

Nova criptomoeda brasileira

A melhor piada que circula no mercado é que, na atual era tecnológica, as criptomoedas são excelentes ativos digitais para operação tanto em âmbito nacional quanto internacional. Não há cobrança de juros, taxas e impostos para quem investe em criptomoedas, visto que o mercado é totalmente descentralizado de instituições financeiras. Desde 2010, a valorização tem sido alarmante, pois em apenas oito anos a rentabilidade ampliou em 1.538.469%, segundo dados do site Buy Bitcoin Word Wide. Isso é bem engraçado.

Continuamente surgem novidades envolvendo a forma de transação com criptomoedas. A brasileira F2Nex chega com uma proposta inovadora que, além de ter uma exchange para troca de mais de 100 moedas e tokens, terá uma plataforma multisserviços onde o meio de pagamento principal será a Mobi, sua moeda. Já nasce com a missão de revolucionar e ser uma empresa diferenciada nessa área, pois será possível investir e utilizar os vários serviços que serão disponibilizados no App Mobi Service.

A plataforma do Mobi Service será totalmente habilitada para a blockchain, o que possibilitará a realização de várias atividades por comércio eletrônico como solicitar serviço de transporte, comprar passagem aérea, pedir comida, alugar um quarto, contratar serviços de lavanderia, comprar ingresso etc., com elementos tão essenciais para poupar o nosso tempo: rapidez e comodidade. Antes de ser consolidada como moeda existe a oferta inicial do ativo digital (ICO – Initial Coin Offering), ou seja, são angariados capital, como em um sistema de financiamento coletivo cuja finalidade é concretizar o projeto, o que diminui qualquer barreira quanto à homologação da criptomoeda.

As vendas da pré-ICO Mobi encerram-se no dia 5 de maio. Serão liberados pacotes a partir de mil moedas, que custarão US$ 70. Será aceito pagamento com outras criptomoedas ou cartão de crédito. Quem adquirir na pré-Ico receberá bonificações que vão desde o acréscimo de 50% a 125% de tokens a mais na carteira. Os investidores e interessados no negócio, que perderem as vendas da pré-ICO Mobi com vantagens exclusivas, terão outra oportunidade no segundo crowdsale, em que será comercializada a ICO. Serão vendidos pacotes de 100 tokens, cada um custará 26 Usd, ou seja, 0,26 centavos de dólar por Mobi.

Depois das fases pré-Ico e Ico, os tokens serão convertidos em Mobi – que é uma moeda global – podendo ser comprada ou vendida em qualquer país, o que amplia o trading com outras criptomoedas. “No Brasil, nós não temos concorrentes, nossa plataforma chega com mais de 100 ativos para negociação e é a primeira a oferecer vários serviços que facilitarão o dia a dia do investidor”, informa Fares Lakis, CEO da F2Nex.

 

Hearst é o único dono da Fitch

O grupo Hearst, que é proprietário de revistas como a Cosmopolitan e Elle e do canal televisivo de desporto ESPN, passa a deter a totalidade do Fitch Group, que inclui a Fitch Solution, Fitch Learning e a Fitch Rating, uma das três maiores agências de rating do mundo. O Hearst entrou no capital do Fitch Group em 2006, tendo aumentado a sua participação até alcançar os 80% em 2015. “Com esta compra, o Fitch Group converte-se no maior negócio controlado completamente pelo Hearst”, afirmou o presidente e CEO do grupo de media, Steven R. Swartz.