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Privatização da Cedae

Companhia fluminense de abastecimento teve privatização suspensa pela Assembleia

Decisões Econômicas / 06 Dezembro 2018

Privatizar a Companhia Estadual de Águas e Esgoto – Cedae – não significa apenas dilapidar um patrimônio público, mas desfazer-se de uma empresa autossustentável. O problema da Cedae não é dinheiro, é de gestão. Além dos recursos próprios, resultado de suas atividades operacionais, a Cedae também dispõe de recursos orçamentários alocados pelo Tesouro Estadual – o Governo do Rio de Janeiro é seu maior acionista – e também de empréstimos contratados internamente (BNDES, CEF) e internacionais (Bird e BID).

No ano passado, o Governo Luiz Fernando Pezão pegou um empréstimo, com aval do Governo Federal, no valor de R$ 2, 9 bilhões, para reestruturação da máquina do estado e investimentos, dos quais a Cedae também se beneficiou. Então vamos a alguns números:

Em 2015, a Cedae teve uma receita operacional de R$ 4,475 bilhões, um aumento de 5,61% em relação a 2014; em 2016, a receita operacional foi de R$ 4,726 bilhões; e em 2017, foi de R$ 5,267 bilhões.

Em relação a receita líquida, em 2015 foi de R$ 4,057 bilhões; em 2016, R$ 4,281 bilhões; e em 2017, R$ 4,767 bilhões. Agora, quanto aos lucros líquidos: em 2015, R$ 248,89 milhões; em 2016, R$ 379,227 milhões; e em 2017, R$ 279,763 milhões.

A Cedae atende a 12 milhões de habitantes em 64 municípios fluminenses e tem, em seus quadros, 5.940 funcionários, excluindo-se o pessoal terceirizado na segurança e infraestrutura.

O processo de privatização da Cedae caminhava claudicante na Assembleia Legislativa fluminense, mas nesta quinta-feira 44 deputados derrbaram veto do governador Luiz Fernando Pezão (MDB) à lei aprovada pela Casa, que proibia a venda da Cedae.

Jorge Felippe

RRM Gráfica

O grande Jorge Felippe, presidente do Legislativo carioca, determinou o pagamento de R$ 2,698 milhões à RRM Gráfica, localizada em Vila Isabel. Diz que pelo impresso do DCM. Então, ele saiu da Gráfica MEC?

 

Isenção de pedágio

Os deputados André Ceciliano, presidente da Alerj em exercício, Paulo Ramos e Gilberto Palmares assinam o projeto de lei que isenta do pagamento de pedágio aos moradores do 4º distrito de Itaboraí, Sambaetiba, na Região de Banquete, 3º distrito de Bom Jardim e da Região da Boca do Mato, bairro de Cachoeiras de Macacu.

Zito e Dionísio Lins

Consumo estimado

Os deputados Dionísio Lins e Zito assinam a proposta que proíbe as concessionárias de luz, água e gás, em atividade no Estado do Rio, a cobrarem aos seus usuários por estimativa de consumo. As concessionárias são obrigadas a levantarem áreas e cômodos dos imóveis dos consumidores.

 

Solazer Turismo

O presidente do legislativo carioca, Jorge Felippe, determinou a emissão de pagamento, R$ 583,760 mil, à empresa Solazer Transporte e Turismo, por conta de serviços prestados.