Número de beneficiários de planos de saúde cai 0,3% em 12 meses

SEG NOTÍCIAS - 10.09: no segmento odontológico, tendência é de crescimento, diz especialista.

Seguros / 14:38 - 10 de set de 2019

Siga o Monitor no twitter.com/sigaomonitor

Pesquisa divulgada ontem pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess) revela que o número de beneficiários de planos de saúde caiu 0,3% - o equivalente à perda de 133,3 mil vínculos - entre julho deste ano e igual mês do ano passado, somando um total de 46,99 milhões de pessoas. De acordo com o Iess, esta é a primeira vez, desde março de 2012, que as carteiras das operadoras de planos de saúde têm menos de 47 milhões de vínculos.

Segundo o superintendente-executivo do Iess, José Cechin, a redução do número de beneficiários não está em desalinho com o que vem acontecendo no setor nos últimos anos. Cechin lembrou que, nos planos médico-hospitalares, o pico de queda foi sentido a partir de dezembro de 2014 e que 3 milhões de beneficiários deixaram os planos em 2015 e em 2016 - 1,5 milhão em cada ano, e mais um pouco em 2017.

"Foram mais de 3 milhões de perdas de vínculos de planos médico-hospitalares em 2015, 2016 e 2017. De então para cá, o setor veio andando de lado. Um momento sobe, um momento cai e fica oscilando em torno de 47,1 milhões e 47,2 milhões de beneficiários. Desta vez, oscilou para baixo", disse.

Apesar disso, houve aumento de 2,2% na quantidade de vínculos com pessoas de 59 anos ou mais, o que equivale a 147,3 mil novos contratos, ressaltou.

Para Cechin, a redução de 0,3% registrada nos 12 meses findos em julho "é um pequeno soluço", e a expectativa para o próximo resultado é de recuperação. Ele disse que tem sido assim nos últimos meses e que não acredita que isso tenha iniciado uma tendência de decréscimo do número de beneficiários. "É apenas uma oscilação circunstancial, conjuntural."

Cechin lembrou que as empresas costumam oferecer planos de saúde a seus funcionários: dois terços dos planos médico-hospitalares são corporativos. "Se, nas empresas, há desemprego, as pessoas que tinham emprego perdem o plano", lamentou. Segundo ele, isso explica a grande saída de beneficiários dos planos de saúde em 2015 e 2016.

Ele disse que, quando a economia voltar a crescer, as empresas terão melhores condições financeiras e vão contratar pessoal que terá planos de saúde.

Em contrapartida à queda de vínculos nos planos médico-hospitalares, os que cobrem tratamentos odontológicos mantêm trajetória de crescimento. Quando o segmento teve início, com regulamentação a partir de 2000/2001, havia menos de 1 milhão de beneficiários, lembrou Cechin. Atualmente, esses planos detêm 24,96 milhões de beneficiários, e a tendência é de expansão.

"É tradição desse mercado crescer continuamente, mesmo na recessão e na crise", disse Cechin, que atribuiu a expansão do setor odontológico à mensalidade paga, que é mais baixa que a de um plano médico, e as pessoas podem pagar. Ele acrescentou que muitas empresas que gostariam de oferecer um plano médico a seus funcionários ainda não têm porte, nem economicidade, renda e finanças para tal, e optam pelo odontológico, cujo tíquete é bem mais baixo.

.

Reforma da Previdência e seguro intermitente abrem perspectivas para mercado de seguros

O mercado brasileiro de seguros abre uma nova fronteira com duas grandes novidades: a reforma da Previdência e a regulamentação dos seguros intermitentes e por prazo definido. Os dois temas fecharam os debates da Conseguro 2019, o congresso bianual do mercado de seguros, realizado pela Confederação Nacional das Seguradores (CNseg), em Brasília.

Com o aumento da expectativa de vida, o envelhecimento da população e o Estado assumindo papel secundário no amparo e proteção de parcela da sociedade, o hábito de poupar precisará ser incorporado à rotina de toda a população nas próximas décadas. A educação financeira será um gatilho para preparar as diversas gerações para a construção de um futuro mais seguro. Com a necessidade de planejamento, a adesão aos planos de previdência deve ganhar ainda mais destaque após a conclusão reforma constitucional, em tramitação no Congresso. As mudanças aumentarão o tempo para que trabalhadores cumpram exigências como idade mínima e tempo de contribuição.

O professor do Insper, Naercio Menezes Filho, mostrou como a evolução da expectativa de vida, as falhas da educação no Brasil, e a estagnação na produtividade, empurram cada vez mais jovens para o mercado informal ou aquele trabalho "por conta própria", reduzindo uma fonte de receita importante para a Previdência Social. "Apesar de os gastos por aluno do ensino fundamental terem triplicado entre 2000 e 2014, não houve efeito no aumento da produtividade, que está estagnada há três décadas", lembrou o professor.

A estagnação da produtividade brasileira, comprometida pela falta de qualidade do ensino, pode representar uma ameaça ao desafio de custear as despesas quando na chegada da terceira idade. De acordo com o secretário de Políticas de Previdência Social do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, a educação é estratégica para garantir melhoras reais do país, um mercado de trabalho mais saudável e um sistema de previdência social mais equilibrado. Segundo ele, a reforma da Previdência tornou-se prioritária porque o país caminha para estar entre as 10 nações mais envelhecidas até o fim do século, e as despesas hoje já equivalem à de países maduros.

"O Brasil convive com uma rápida transição demográfica. Antes, era um dos países mais jovens do mundo. Agora, mudou sua trajetória e estará entre os 10 países mais envelhecidos. E, ao contrário da Europa, nós não estamos enriquecendo antes de envelhecer. Então teremos de ficar ricos após envelhecer, o que é desafio mais complexo", explicou Rolim.

O presidente da Federação Nacional de Previdência Privada (FenaPrevi), Jorge Nasser, apontou os planos de previdência entre as soluções para atenuar os riscos de um envelhecimento sem qualidade de vida. Segundo ele, é preciso desmistificar a ideia de que o Estado terá condições de arcar com o pagamento de vinte salários mínimos, quando elas se aposentarem pelo regime geral.

Já o presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), Marcelo Farinha, ponderou que, apesar de necessário, "os trabalhadores não poderão poupar todos os excedentes para a aposentadoria e, na realização de sonhos, poderão comprar títulos de capitalização, de acordo com seus objetivos".

Depois que a Superintendência de Seguros Privados (Susep) regulamentou, na semana passada, a comercialização de seguros com vigência reduzida de contrato e período intermitente, foi dada a largada para uma corrida que pode mudar as relações de consumo no Brasil. "No momento, o pódio está completamente vazio. Esse mercado ainda é um bebê. Alguém vai vencer essa corrida e ninguém sabe quem é. Talvez alguns vencedores estejam nessa sala", disse o executivo e membro do Comitê LATAM do Society of Actuaries (SOA), Ronald Poon-Affat, para a plateia da Conseguro 2019.

Foi com irreverência e otimismo que Poon-Affat falou sobre desafios no Brasil e tendências no setor de seguros em países desenvolvidos, principalmente nos Estados Unidos. No telão, ele exibiu a foto de um chocolate e de um brócolis. Em seguida, concluiu: "É mais fácil vender chocolate. E seguros não é chocolate". Para os futuros agentes e operadores de seguros intermitentes ficou a lição de que a criatividade irá nortear o caminho de sucesso nesse novo ramo.

Poon-Affat deu exemplos de produtos inovadores que movimentam o mercado norte-americano. A seguradora digital Lemonade (estilo turn on/ turn off), por exemplo, arrecada cerca de U$ 18 milhões a cada trimestre. A empresa é acionada para cobrir temporariamente casas alugadas pelo Airbnb. Segundo ele, esse tipo de produto tem sucesso quando os números são grandes. "O Brasil tem esses números", disse o executivo ao mostrar um gráfico do ecommerce brasileiro, em que o país aparece acima da média mundial.

Sobre o caminho a ser percorrido pelas empresas nessa nova fase, o superintendente Atuarial da Mitsui Sumitomo Seguros, Gustavo Genovez, destacou a flexibilidade que a regulamentação da Susep permitiu ao setor e que, agora, há uma preocupação para manter a atratividade do que já existe no mercado de seguros. "Estamos vivendo em um universo com tecnologia avançada e facilidades em nossas vidas, além de mudanças sensíveis no comportamento de consumo", afirmou em sua fala, que também abordou os riscos de fraude nas novas operações intermitentes e uso de inteligência artificial.

Marcos Spieguel, presidente da Comissão Atuarial da Confederação Nacional de Seguradoras (CNSeg) e moderador do painel, frisou que o desafio é grande e que o setor não pode ter medo de errar. "Processo de lançamento de produtos vai ser um desafio para todos nós. Vai ser preciso agilidade. Brigamos tanto por normas que nos dessem essa flexibilidade, então agora temos que responder ao regulador o consumidor de forma rápida", concluiu.

.

Em 10 anos, Seguro de Riscos Cibernéticos será carro-chefe do mercado securitário

A 37ª edição do programa Panorama do Seguro recebe o presidente da Tokio Marine Seguradora, José Adalberto Ferrara, que falou sobre o crescimento exponencial da companhia nos últimos cinco anos, os segmentos de seguros que mais se desenvolveram no primeiro semestre de 2019, as perspectivas para ano de 2020 e novos produtos da seguradora.

Segundo Ferrara, há estudos que comprovam que em 10 anos o mercado securitário no mundo terá como carro-chefe os Seguros de Riscos Cibernéticos em substituição a atual carteira de Automóvel. "Nós entendemos que esse produto têm um potencial enorme de atingir, em especial, as pequenas e médias empresas, precisamos trabalhar na conscientização da importância desse risco no país. Essa é uma dica para os corretores e assessorias que nos assistem", explica.

Sobre os novos produtos, ele diz que a seguradora completou o segmento de agronegócio, pois, até o momento, eles faziam somente o seguro de equipamentos agrícolas. "Agora completamos essa operação, estamos fazendo, também, o seguro de safras agrícolas. Quando falamos em agronegócios, somente 10% dos produtores agrícolas contratam seguro, então você tem 90% do mercado à disposição. O agronegócio é uma das molas propulsoras de desenvolvimento do nosso país e nós não poderíamos ficar de fora desse ramo", conclui.

.

DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

Conferência para corretores O coordenador de inovação da Universidade Aconseg, João Arthur Baeta Neves, é um dos 70 palestrantes da Conferência Seguros na Prática 2019, que começa nesta segunda-feira, dia 9, e vai até 13 de setembro. Com inscrições gratuitas, trata-se do maior evento online para corretores de seguros.

Em seu workshop, ele abordará táticas de sucesso ao atendimento ao lead, mostrando formas eficazes de converter um lead em segurado. O conteúdo será exibido hoje.

"O objetivo desse evento está totalmente alinhado ao propósito da Universidade Aconseg, que é facilitar o acesso à capacitação no mercado de seguros", comenta.

A conferência, promovida pela Educa Seguros e pela Segfy, poderá ser acessada no portal Seguros na Prática: https://eventos.segurosnapratica.com/conferencia.

.

SEGURO CIDADÃO

Princípios para sustentabilidade Incêndios florestais, poluição nos mares, estiagem, enchentes, doenças provocadas por tabagismo e até a resistência a antibióticos, que pode se tornar a principal causa de mortes em 2050. São muitos os fatores que colocam em risco a saúde e a economia das nações ao redor do mundo. Atento a esse cenário, o setor de seguros no Brasil é o que mais se destaca globalmente dentro dos Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI, sigla em inglês), Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. "O PSI, que nasceu no Brasil em 2012, está moldando a agenda global de sustentabilidade em seguro", disse o líder do programa, Butch Bacani, durante a 1 Conferencia de Sustentabilidade e Diversidade da Conseguro 2019.

Segundo Bacani, o problema da sustentabilidade é importante não só para a indústria, mas para os setores reguladores, governos e a própria sociedade. Nesse cenário, os compromissos assumidos pelas seguradoras podem promover grandes mudanças estruturais e trabalhar com o foco na avaliação dos riscos, reduzindo os prejuízos causados pela má gestão e pela falta de planejamento sobre os riscos futuros.

O painel que abordou a seguridade em um cenário de imprevisibilidade durante Conseguro 2019 também contou a participação da integrante da Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD), Denise Pavarina. Ela falou pela primeira vez para o setor de seguradoras sobre as recomendações objetivas e os riscos financeiros associados aos riscos climáticos. Segundo ela, o trabalho da Task Force é fazer com que as seguradoras possam compreender o risco financeiros que as empresas correm por conta das mudanças climáticas e devido à transição mundial para uma economia de baixo carbono.

"Nosso papel é fazer essa disseminação para que as empresas adotem as recomendações. Hoje já temos 833 empresas que aderiram às recomendações. Não existe uma meta objetiva, porque a gente quer que, quanto mais empresas puderem adotar, melhor. Porém, a ideia é que ao longo de cinco anos tenhamos um número bem expressivo de empresas que optaram por essa nova política", diz Denise.

A diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNSeg, Solange Palheiros Mendes, disse estar otimista com as propostas do PSI e do TCFD, pois o setor abraçou a causa de imediato. Segundo ela, a chefe da Susep, Solange Paiva, decidiu aderir a esses chamados e irá se aprofundar nessa participação como reguladoras.

Para a diretora da Mapfre, Fátima Lima, que produziu o relatório de sustentabilidade da CNSeg, é importante ir além e fomentar a consciência da sociedade sobre a exposição a todos os riscos ambientais. Ela acredita que focar a questão socioambiental no setor de seguros é fundamental para integrar questões na estratégia de negócio da empresa. "Não pode ser um tema à parte, e sim integrado a essa estratégia do setor", afirmou.

Ela explicou que o relatório revelou indicadores importantes que foram coletados no setor de seguros em 2018. Um exemplo é que 60% das empresas afirmaram integrar questões Ambientais, Sociais e de Governança (ASG) em seus planejamentos estratégicos. "Isso mostra que está sendo integrado às empresas uma agenda em desenvolvimento, que vem debatendo muito esse assunto e criando uma nova visão dos riscos para que as oportunidades de negócio surjam a partir dessa nova visão socioambiental".

Para Laurindo Anjos, gestor de Riscos do Itaú Unibanco, é preciso atuar e catequizar as empresas com relação ao PSI e ao TCFD. "Iniciativas como essas são pilares necessários para que isso comece a permear de fato a cultura de cada instituição. Vejo caminho próspero. Precisamos começar a pensar coletivamente o que queremos para todos nós. Senão as empresas estarão despreparadas para o futuro. Temos que migrar cenários".

Fernando Malta, consultor sênior da SITAWI, contou sobre o trabalho que a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) fez em 2018 para avaliar o nível de maturidade das instituições financeiras em relação ao TCFD. Segundo ele, 1/3 dos bancos mal tinham ouvido falar, e metade já tinha tinha conhecimento, porém não tinha qualquer planejamento para ingressar o TCFD internamente. Ele relatou que o material foi uma ferramenta de sensibilidade climática para fazer uma análise de como a carteira dos bancos estaria exposta a mudança do clima, e que procedimentos tinham que fazer para incorporar esse risco climático no dia a dia.

O projeto da Febraban para 2019 é ajudar as instituições a realizar práticas de desenvolvimento de cenários climáticos tropicalizados, pois esse é um problema no Brasil, que em geral trabalha com cenários internacionais. "Quando você começa a trabalhar essa questão, pelo menos saber onde sua carteira está exposta nas mudanças climáticas, você já tem informação para saber como vai gerir esse risco", detalhou consultor. Segundo ele, essas informações são capazes, por exemplo, de apontar os riscos provocados por estiagem na produção agrícola e de projetos de infraestruturas em hidrelétricas e melhorias urbanas, por exemplo.

.

ENDOSSANDO

Bndes O Programa Bndes Garagem, de desenvolvimento de startups, que conta com a mentoria da Wayra, proporcionou o primeiro negócio fechado entre uma empresa participante do módulo de aceleração da iniciativa e um parceiro corporativo. A O2OBOTS, primeira Insurtech brasileira reconhecida pelo mercado pelo propósito de empoderar os canais de distribuição de seguros (online e offline), e a Mongeral Aegon, uma das principais companhias de seguros e previdência privada no país - que tem quase 200 anos de atuação no mercado e há 10 anos foi adquirida pelo grupo holandês Aegon -, firmaram contrato para distribuir os produtos da seguradora em uma plataforma de inteligência artificial.

De acordo com o diretor de Afinidades e Novos Negócios da Mongeral Aegon, Luciano Périco, a empresa tem investido fortemente em tecnologia e inovação, no desenvolvimento de produtos e em novas plataformas de distribuição. "A parceria com a O2OBOTS vem ao encontro do nosso momento, apresentando ao mercado uma plataforma inovadora de distribuição de seguros via robôs com inteligência artificial", afirmou, apostando no sucesso da parceria. "Em breve, expandiremos para a comercialização de novas soluções e novos nichos".

O anúncio deste contrato acelera o desenvolvimento de novos produtos de proteção da O2OBOTS com uma nova jornada de compra, desenhada com o propósito de oferecer uma experiência com menos fricção para os clientes na compra de Seguros, através do website, Facebook Messenger ou WhatsApp.

Leonardo Rochadel, CEO da O2OBOTS, afirma que "como fruto desta parceria, Seguradora e Insurtech disponibilizarão novos produtos de proteção que combinam coberturas para atender demandas de nichos que hoje encontram-se desassistidos. Por exemplo, para o nicho formado por profissionais que não podem ficar sem trabalhar nem um dia e precisam proteger sua renda, combinamos os seguros de Incapacidade Temporária, Vida, Doenças Graves, Internação Hospitalar, Assistência Funeral Individual ou Familiar, com 4 sorteios mensais de até R$ 10 mil em um único produto de proteção que cabe no bolso desses profissionais, com uma precificação que o mercado classifica como Seguros Massificados."

De acordo com o CEO da Insurtech, a inteligência artificial amplifica a força de vendas dos canais de distribuição de Seguros. "Assim como acontece com o comércio eletrônico, a grande maioria dos carrinhos é abandonada online", ponderou. "O que fizemos de diferente? Ensinamos a inteligência artificial a pegar esses carrinhos que foram abandonados online e entregá-los aos corretores de seguros integrados em nossa plataforma, para eles venderem mais".

O gerente Fernando Rieche ressalta a relevância dos Parceiros Corporativos como uma importante contribuição do Bndes Garagem, que proporciona a aproximação de startups a grandes empresas. "O Bndes Garagem conseguiu aproximar Corporações e Startups participantes do programa de Aproximando o Bndes das inovações do mercado - "Logo no início, a gente enxergou várias afinidades entre a solução da O2OBOTS e o Canal MPME [plataforma digital de solicitação de financiamentos do Bndes para empresas de menor porte]", contou Carlos Alexandre Raupp, técnico do Bndes responsável pela mentoria da O2OBots no Bndes Garagem. "Uma parte da atividade é fazer uma espécie de inteligência de mercado com relação a fintechs e startups. Essa aproximação com a O2OBOTS trouxe esse mundo de Insurtechs para o radar desse relacionamento".

O Programa Bndes Garagem é uma iniciativa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes) de fomento ao empreendedorismo e negócios inovadores. A primeira edição do Programa vem sendo executada desde abril de 2019, com as mentorias da Wayra Brasil e da Liga Ventures, e contou com a participação inicial de 79 startups selecionadas.

.

Rally das Vendas A April Brasil Seguro Viagem anunciou uma campanha de incentivo para os agentes de viagem. Os dois melhores produtos da companhia, os planos MAX e VIP, estão incluídos no Rally das Vendas, que segue até 31 de outubro.

Durante os dois meses de duração da campanha, a April Brasil dará 1% de incentivo sobre as vendas de tarifa cheia do plano MAX com DMHOs a partir de 100 mil. Já o plano VIP terá 2% de incentivo nos DMHOs a partir de 60 mil.

"Estamos sempre buscando estar mais próximos dos nossos agentes parceiros, e campanhas como esta são uma ótima maneira de fazer isso", afirma Claudia Brito, diretora comercial da companhia. "Assim, aliamos o interesse deles com o nosso, de vender mais e conquistar cada vez mais clientes", completa a executiva.

Siga o Monitor no twitter.com/sigaomonitor