Neste ano, Oi já investiu R$ 880,3 mi no Rio de Janeiro

Acredite se puder / 16 Novembro 2017

A Oi investiu R$ 880,3 milhões no Estado do Rio de Janeiro, de janeiro a setembro desse ano, o que representa um crescimento de 30% em comparação ao mesmo período do ano passado. No Brasil, o total de investimentos atingiu R$ 3,8 bilhões, com crescimento de 11,6% no mesmo período. A companhia implantou no estado 72 novos sites de telefonia móvel e ampliou e modernizou mais 295 sites. Mais de 63,6 mil portas de banda larga foram instaladas para o atendimento aos clientes que querem usufruir do serviço de internet da companhia. A operadora está priorizando a modernização da infraestrutura e expansão da capacidade da rede, a realização de ações preventivas com aumento de produtividade e a digitalização para oferecer uma melhor experiência aos clientes. A Oi oferece cobertura 4G nas cidades de Rio de Janeiro, Angra dos Reis, Araruama, Barra Mansa, Belford Roxo, Cabo Frio, Campos dos Goytacazes, Casimiro de Abreu, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Itaguaí, Japeri, Macaé, Magé, Mangaratiba, Marica, Mesquita, Nilópolis, Niterói, Nova Friburgo, Nova Iguacu, Petrópolis, Queimados, Resende, Rio Bonito, Rio das Ostras, Sao Gonçalo, Sao Joao de Meriti, Teresópolis e Volta Redonda (31).

Os investimentos em rede, aliados à melhoria da qualidade do atendimento e na oferta de serviços que são desenvolvidos de acordo com as preferências dos consumidores resultaram num aumento de 2,3% na receita líquida de serviços do terceiro trimestre de 2017 em comparação com o segundo trimestre do ano. A receita líquida do segmento Residencial aumentou 4,2% comparada ao segundo trimestre de 2017, explicado principalmente pela expansão das receitas de banda larga e TV paga, impulsionadas pelo crescimento da base das ofertas do Oi Total e Oi Total Play.

Estamos vivendo um ponto de inflexão importante porque estamos vendo uma recuperação da economia no terceiro trimestre. Na Oi conseguimos aumentar as vendas do Oi Total, produto convergente que garante receita mais alta; tivemos crescimento das recargas do pré, que tem correlação com a melhora da curva de desemprego; e, conseguimos, inclusive, registrar crescimento de 0,6% no número de clientes no B2B. Esse número não era positivo desde 2014. E estamos falando de clientes corporativos: pequenas e médias empresas, grandes clientes e governo”, afirma Marco Schroeder, presidente-executivo da Oi.

A companhia também vem registrando melhorias na experiência dos clientes com a redução contínua dos indicadores de reclamação dos clientes. Na Anatel, as reclamações caíram 13,9% no terceiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado e, no JEC, a queda foi de 33,7% no mesmo período.

 

Mudanças na Sonangol vão afetar a Galp

Analistas do Banco Português de Investimento acham que ângulo especulativo da Galp poderá ser reforçado devido às alterações na liderança da Sonangol. “A estabilidade da holding Amorim Energia tem sido uma fonte de incerteza há já algum tempo” e a alteração na Sonangol pode “aumentar de novo a especulação que poderá apimentar o ângulo de fusões e aquisições da Galp”, referem os analistas do BPI. O presidente da República de Angola, João Lourenço, anunciou na última quarta-feira a exoneração de Isabel dos Santos do cargo presidente da Sonangol, sendo que o lugar será ocupado por Carlos Saturnino, que era o secretário de Estado dos Petróleos.

Em Portugal a Sonagol detém várias participações acionárias, sendo a da Galp uma das mais relevantes. A empresa estatal angolana detém, através da Esperanza Holding BV, 45% da Amorim Energia, em que os herdeiros de Américo Amorim controlam 55% do capital. A Amorim Energia é dona de 33,34%, mais de um terço, da Galp Energia. Além desta alteração na Sonangol, os analistas do BPI citam outro facto relevante que pode também contribuir para aumentar o ângulo especulativo da Galp Energia. É que a Parpública detém 7,5% do capital da Galp e a holding estatal terá que, “mais cedo ou mais tarde”, alienar esta posição. Tal como revelou o jornal Público em setembro, o Estado aumentou a sua participação na Galp, mantendo-se como o segundo maior acionista da petrolífera, pois chegou à maturidade uma emissão de obrigações que tinha como ativo subjacente ações da Galp e a maioria dos investidores optaram por receber dinheiro em vez de títulos. A Parpublica teve de desembolsar 885 milhões de euros, de forma a cumprir o que ficara estipulado com os investidores em 2010 na 5ª fase de reprivatização da Galp. Segundo o BPI, a holding estatal não pode permanecer acionista da Galp Energia, mas também não tem um prazo para vender. As ações da Galp Energia sobem 0,98% para 16,04 euros.

 

Analistas gostaram do desempenho da Natura

As ações da Natura subiram mais de 11%, após a fabricante de cosméticos anunciar os resultados do terceiro trimestre. A cotação chegou a R$ 32,64. Na última terça-feira, a companhia reportou ao mercado um lucro de R$ 61 milhões, 16,6% menor na comparação com igual trimestre do ano anterior. Os custos relacionados à aquisição da marca britânica The Body Shop ofuscaram o aumento das receitas Segundo analistas do Credit Suisse liderados Tobias Stingelin, o primeiro balanço após a compra da marca The Body Shop foi difícil de ler, embora tenha claramente apresentado melhora. No relatório consta “A Natura fez um bom trabalho ao segregar o impacto da The Body Shop do desempenho financeiro, mas as suas principais operações no Brasil registraram vários itens não recorrentes que complicaram a análise do resultado recorrente comparável (excluindo a The Body Shop)”. E destacaram, contudo, que os fundamentos de vendas no Brasil efetivamente melhoraram, indicando que a nova estrutura de vendas da companhia está funcionando. “Claramente nós vemos progresso nas vendas da principal linha de operações no Brasil, o que é bom; The Body Shop é um trabalho em processo”, disseram. Os analistas atribuíram a recomendação “underperform” para as ações da Natura, com preço-alvo de R$ 26,00.

 

Credit Suisse não gostou do resultado do BR Malls

Após a administradora de shopping centers anunciar uma queda de 95% lucro do terceiro trimestre, que ficou em R$ 1,8 milhão devido à redução nas receitas e às provisões para perdas com inadimplência, na última terça-feira, no primeiro pregão após o feriado as ações da companhia cederam 0,75% ficando em R$ 11,97, e foram uma das poucas quedas do Ibovespa que subia 1,47%. Em relatório, os analistas do Credit Suisse classificaram o balanço como negativo, destacando o Ebitda sob pressão, a inadimplência elevada e queda em receitas com aluguel. O Ebitda da rede de shoppings somou R$ 77,8 milhões no trimestre, com queda de 67,6% em relação ao do mesmo período do ano passado. Por essa razão, o banco atribui recomendação neutra aos papéis da BR Malls, com preço-alvo de R$ 13,50.