Advertisement

Mulheres no Barclays ganham a metade da remuneração dos homens

Acredite se puder / 22 Fevereiro 2018

No relatório anual do Barclays, consta que as mulheres recebem 50% menos do que os homens. As disparidades de rendimentos por gênero não faz a menor referência à remuneração de trans e gays. Esse é um cenário revelador dos desequilíbrios de gênero no setor bancário e confirma o papel dominante dos homens nos cargos de chefia. A disparidade de rendimentos entre gêneros aumenta para 79% quando analisado o pagamento de prêmios nas unidades internacionais. Já no Reino Unido, as mulheres recebem 26% menos do que os homens em termos de salário. Se falarmos em prêmios, a diferença aumenta para os 60%, de acordo com dados revelados pelo próprio banco no relatório anual, citado pela Bloomberg. O pitoresco é que o Barclays salienta que “está empenhado em permitir que as mulheres atinjam as suas aspirações de carreira, objetivo que será concretizado”, pois a instituição pretende “reduzir as disparidades salariais de gênero” e focar-se em “garantir que não existem preconceitos na contratação, nas promoções, no desenvolvimento e na retenção de funcionárias no Barclays”.

A diferença de rendimentos é explicada por um número desproporcional de homens em cargos sêniores no banco, existindo apenas uma mulher na comissão executiva do grupo. As empresas do Reino Unido que empreguem 250 ou mais funcionários têm até o dia 4 de abril para revelar os rendimentos auferidos por homens e mulheres. Apesar da obrigatoriedade, num universo de 9 mil empresas abrangidas pela norma, menos de 1.200 empresas forneceram os dados.

 

Chineses apostam na moda e compram Lanvin

Somente uma semana depois da Fashion Network e a Reuters terem revelado a compra da Lavin, a Fosun International confirmou a aquisição da participação maioritária na casa de moda francesa. O valor do negócio não foi divulgado, mas pelos rumores, houve o pagamento de mais de 100 milhões de euros. A chinesa Fosun está bastante ativa na aquisição de participações em empresas europeias. É a maior acionista do banco português Millenium BCP. Além disso, também em Portugal é dona da seguradora Fidelidade e da Luz Saúde. Possui investimentos nos resorts do Club Med e já tinha expériência no setor de moda, pois já havia comprado a marca italiana de vestuário masculino Caruso. Fundada em 1889, a Lanvin é a mais antiga casa de moda francesa em funcionamento. A marca foi comprada em 2001 pelo magnata taiwanês Shaw-Lan Wang, e reforçou o seu prestígio a nível global sob a liderança do designer israelita Alber Elbaz, responsável pelo seu reposicionamento no mercado. No entanto, Alber Elbaz deixou a Lanvin em 2015, e desde então a casa francesa tem enfrentado dificuldades, que foram agravadas com a saída do seu sucessor Bouchra Jarrar, no verão do ano passado.

 

CVM pune baiano em R$ 1,25 milhão

A Comissão de Valores Mobiliários multou em R$ 1,25 milhão Paulo Sérgio Freire de Carvalho Gonçalves Tourinho, que é o controlador da Aliança Participações, empresa surgida em 1997 com a cisão da Cia de Seguros Aliança da Bahia, talvez a seguradora mais antiga do Brasil, pois foi fundada em 1870. Tourinho foi punido por denegar, por meio da Aliança Seguros e da Fundação Maria Emilia Pedreira Freire de Carvalho, ambas sob sua influência político-administrativa, o direito de voto reservado a acionistas minoritários e preferencialistas, na eleição de membros dos conselhos de administração e fiscal, na assembleia geral realizada em 30/4/2012. Isso é uma infração grave prevista no art. 117, caput, da Lei 6.404/1976, combinado com o art. 1°, I, da Instrução CVM 323.

Apesar de o colegiado ter concordado com a penalidade, o diretor Pablo Renteria, parecendo o ministro Gilmar Mendes, discordou com a alegação de que não ficou comprovado que partiu de Tourinho a orientação para que a Fundação Maria Emilia e a Aliança Seguros participassem indevidamente das votações em separado ocorridas na AGO da Aliança Participações. Por esse motivo, votou pela absolvição do acusado, mas foi voto vencido. Aliás, o Renteria tem a obrigação de explicar seu entendimento de que, se Tourinho era a figura máxima presente, quem teria coragem de contrariá-lo?

 

Bradesco Auto Center completa 11 anos

Em fevereiro, o Grupo Bradesco Seguros comemora os 11 anos do Bradesco Auto Center (BAC), a sua rede de centros automotivos que hoje conta com 34 unidades, em 16 estados. Os números dão uma dimensão da importância do BAC perante os clientes e os corretores. Desde fevereiro de 2007, quando a empresa começou a operar o primeiro BAC, em Porto Alegre/RS, foram contabilizados mais de 750 mil atendimentos aos segurados do Bradesco Seguro Auto e a terceiros. Somente em 2017, foram registrados mais de 98 mil atendimentos, de acordo com comunicado entregue a imprensa nesta quinta-feira (22). Para Enrico Ventura, Diretor-Gerente de Auto/RE do Grupo Bradesco Seguros, a principal facilidade proporcionada pelo BAC é a integração de serviços. “Ao longo desta década, o diferencial dos nossos centros automotivos tem sido o atendimento rápido, completo e integrado proporcionado pela qualidade dos serviços em um mesmo lugar”, explica o executivo.

O Grupo Bradesco Seguros conta com unidades do BAC em Bauru/SP, Belo Horizonte/MG, Brasília/DF, Campinas/SP, Cascavel/PR, Caxias do Sul/RS, Curitiba/PR, Cuiabá/MT, Florianópolis/SC, Fortaleza/CE, Goiânia/GO, João Pessoa/PB, Joinville/SC, Londrina/PR, Maceió/AL, Natal/RN, Osasco/SP, Porto Alegre/RS, Recife/PE, Ribeirão Preto/SP, Rio de Janeiro/RJ (Botafogo e Barra da Tijuca), Salvador/BA, Santo André/SP, Santos/SP, Vitória/ES e São Paulo/SP (Indianápolis, Ipiranga, Lapa, Santana, Santo Amaro, São Miguel e Tatuapé).

 

Magazine Luiza é das empresas mais inovadoras da AL

O Magazine Luiza entrou na lista de empresas mais inovadoras da América Latina, preparada pela revista norte-americana Fast Company. A varejista é a única da lista que não é uma empresa nativa digital, comprovando o sucesso da empresa em se digitalizar, de acordo com a varejista em nota a imprensa. Ao lado do Magazine Luiza na lista estão apenas outras quatro empresas brasileiras. Dentre elas, a 99 e a Nubank. “Ficamos felizes por sermos reconhecidos por uma publicação que é referência no mercado de tecnologia”, afirma Frederico Trajano, presidente-executivo do Magazine Luiza. “Mostra que uma empresa brasileira pode ser protagonista no universo digital e que a inovação não é monopólio do Vale do Silício.” Atualmente, um terço do faturamento da companhia vem das vendas online, e as operações são completamente integradas.