MP segura denúncia contra governos tucanos

As situações ocorreram nos governos de José Serra (2007-2010) e Geraldo Alckmin (2011-2018).

São Paulo / 23:16 - 9 de set de 2019

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O Ministério Público de São Paulo está há dois anos de posse de delações feitas por dois ex-diretores da empreiteira Camargo Corrêa, explicando como funcionaram dois supostos esquemas de pagamento de propina para que a empresa e suas consorciadas recebessem um aditivo contratual e uma indenização da Fundação para o Remédio Popular (Furp), estatal do Governo de São Paulo. No entanto, nenhuma denúncia foi apresentada pelos procuradores até agora e não há previsão para que isso aconteça. As situações ocorreram nos governos de José Serra (2007-2010) e Geraldo Alckmin (2011-2018), ambos do PSDB e envolveram funcionários da Furp e da Secretaria de Estado da Saúde. As informações são da Rede Brasil Atual.
A construção da fábrica da Furp teve início em janeiro de 2006. O consórcio formado pelas construtoras Camargo Corrêa, OAS, Schahin Engenharia e Planova venceu a licitação. A fábrica foi entregue em 2009, no entanto, nunca atingiu a plena capacidade de produção de medicamentos. Atualmente, uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), instalada na Assembleia Legislativa de São Paulo, investiga irregularidades e denúncias de corrupção na Furp.
 

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