MP faz operação contra empresários de alimentação no Rio

Denunciados no esquema criaram 11 empresas no setor alimentício que, na verdade, faziam parte um único grupo empresarial.

Rio de Janeiro / 13:33 - 17 de jul de 2019

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O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) faz hoje operação contra acusados de integrar uma organização criminosa responsável por fraudar valores do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

De acordo com o MP, os denunciados no esquema criaram 11 empresas no setor alimentício que, na verdade, faziam parte um único grupo empresarial, o Golden Foods.

Eles são acusados de sonegar cerca de R$ 305 milhões, por meio de fraudes para reduzir os valores devidos, como a realização de operações fictícias entre empresas irmãs para gerar créditos de ICMS.

Segundo o MPRJ, algumas das empresas do grupo foram criadas de forma fraudulenta, com a colocação de "laranjas" em seu quadro societário.

Foram denunciadas quatro pessoas da mesma família. Eles respondem pelos crimes de falsidade ideológica e contra a ordem tributária. Além de pedir a prisão dos acusados, o MPRJ pede o pagamento de um valor igual ou superior ao montante sonegado, de forma a reparar o prejuízo causado aos cofres públicos do estado.

 

Benefício Refeição - Levantamento realizado em todo o Brasil pelo Núcleo de Estudos Sodexo, criado pela Sodexo Benefícios e Incentivos, aponta que 71% dos trabalhadores consideram que o benefício refeição e/ou alimentação são os que mais ajudam a ter uma boa qualidade de vida, sendo que 43,4% dos respondentes consideram o vale-alimentação o mais importante, seguido pelo vale-refeição (27,64%), plano de saúde (21,23%), vale-transporte (3,46%), vale-cultura (0,38%) e outros (3,39%).

A pesquisa, que coletou 1.328 respostas de trabalhadores durante maio e junho de 2019, mostrou ainda que mais de 40% dos profissionais teriam que se readequar financeiramente caso não recebessem o benefício, reduzindo, para compensar, principalmente os gastos com lazer (44,3%) e contratação de serviços (37,3%). Já 18,1% dos trabalhadores afirmam que não teriam condições de fornecer uma boa alimentação para a família, 16,4% não teriam dinheiro para fazer uma refeição e 8,66% teriam que fazer uma alimentação menos saudável ao optar por alimentos mais baratos.

Ainda de acordo com o levantamento, caso não recebessem o cartão refeição e/ou alimentação, os brasileiros teriam que gastar para se alimentar, em média, entre R$ 200 e R$ 300 (25,4%), mais de R$ 600 (24,7%) e de R$ 300 a R$ 400 (20,8%).

 

Com informações da Agência Brasil

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