Militar na mídia governamental

Ex-presidente vai para a Diretoria de Operações, Engenharia e Tecnologia.

Conjuntura / 23:00 - 20 de ago de 2019

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O Diário Oficial da União (DOU), em edição extra desta segunda-feira (19), publicou o decreto de nomeação de Luiz Carlos Pereira Gomes para o cargo de diretor-presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). O diário trouxe também a nomeação de Alexandre Henrique Graziani, até então presidente da EBC, para o cargo de diretor de Operações, Engenharia e Tecnologia da empresa. O novo diretor-presidente da EBC é general do Exército formado em Ciências Militares e em Administração na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN). Possui doutorado na Escola de Comando e Estado Maior do Exército. Entre as atividades desempenhadas, Luiz Carlos Pereira Gomes foi Comandante e Diretor de Ensino da Escola de Sargentos das Armas, no período de dezembro de 2011 a abril de 2014, e Comandante Militar do Planalto, de setembro de 2016 a maio de 2018.

 

Mais um Bolsonaro na política

Mais um nome da família do presidente poderá entrar nos quadros políticos do país. É o que defende o vereador Carlos Bolsonaro (PSL-RJ). Segundo site da Isto É ele pretende levar sua mãe, Rogéria Bolsonaro, com quem disputou uma vaga a vereador do Rio de Janeiro, a pedido do pai, em 2000. Atualmente, o Zero Dois se diz fora da concorrência que travou anos atrás e se dedica à comunicação da campanha da mãe para a eleição à Câmara carioca, assim como já havia feito com o capitão reformado.

 

EUA testam míssil após sair do tratado nuclear

Os Estados Unidos (EUA) anunciaram nessa segunda-feira (19) que realizaram teste com um míssil de cruzeiro. É o primeiro teste feito pelo país desde que deixou oficialmente o Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF) no início do mês. Segundo o Pentágono, o míssil foi lançado às 14h30 de domingo (18), a partir da ilha de San Nicolás, na Califórnia, e percorreu mais de 500 quilômetros antes de cair no mar. “Os dados coletados e as lições aprendidas com esse teste auxiliarão o Departamento de Defesa no desenvolvimento de capacidades futuras de alcance intermediário!, informou em nota. Caso o tratado INF, assinado em 1987 pela Rússia e os EUA para eliminar mísseis de curto e médio alcance, ainda estivesse em vigor, o teste teria violado o acordo, já que o projétil percorreu uma distância superior a 500 quilômetros.

 

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