Luz 'energiza' inflação e dá 'choque' no consumidor

Contas ficaram 4,48% mais caras, em média, variando de -0,40% (em Rio Branco) a 7,59%, na Grande São Paulo).

Conjuntura / 15:16 - 9 de ago de 2019

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os resultados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), nesta quinta-feira, e mostrou que a taxa oficial da inflação do país variou 0,19% no mês de julho. O resultado foi muito maior que junho, quando foi registrado 0,01%, e abaixo do mesmo mês de 2018: 0,33%. A taxa foi a mais baixa para julho desde 2014. No acumulado, a taxa está em 2,42% no ano e em 3,22% em 12 meses.

Segundo o IBGE, as contas de luz foram as responsáveis pela alta da inflação. As contas ficaram 4,48% mais caras, em média – variando de -0,40% (Rio Branco) a 7,59% (Região Metropolitana de São Paulo). Apenas a energia representou impacto de 0,17 ponto percentual na taxa geral, praticamente todo o resultado do mês. Com isso, o grupo habitação subiu 1,20%, com impacto de 0,19 ponto. Também foram destaque a taxa de água e esgoto (0,73%).

Também, de acordo com o IBGE, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) ficou em 0,10%, acima de junho (também 0,01%), entretanto o menor para o mês desde 2013. A taxa soma 2,55% no ano e 3,16% em 12 meses.

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