Indicador de Antecedente da FGV subiu em julho

Dos oito componentes, seis contribuíram positivamente para a evolução do índice, com destaque para o Índice de Expectativas dos serviços.

Conjuntura / 15:28 - 14 de ago de 2019

Siga o Monitor no twitter.com/sigaomonitor

O Indicador Antecedente Composto da Economia Brasileira (Iace), publicado em parceria entre o Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), e The Conference Board (TCB), subiu 0,5% em julho, para 117,6 pontos. Das oito séries componentes, seis contribuíram positivamente para a evolução do índice no mês, com destaque para o Índice de Expectativas do setor de serviços, que avançou 2,7%.

O Indicador Coincidente Composto da Economia Brasileira (ICCE), que mensura as condições econômicas atuais, subiu 0,2%, para 102,9 pontos, no mesmo período. Desde julho de 2018 - após o fim dos efeitos da greve dos caminhoneiros - o indicador tem oscilado numa estreita faixa entre 102,6 e 102,9 pontos.

"A ligeira elevação do ICCE em julho demonstra a continuidade da tendência de crescimento moderado do nível de atividade", segundo Paulo Picchetti do FGV Ibre. "Por sua vez, o aumento um pouco mais expressivo do Iace no mês já incorpora algum efeito da perspectiva de aprovação de reformas estruturais na economia, através de seus componentes de expectativas", diz Picchetti.

O Indicador Antecedente Composto da Economia agrega oito componentes econômicos que medem a atividade econômica no Brasil. Cada um deles vem se mostrando individualmente eficiente em antecipar tendências econômicas. A agregação dos indicadores individuais em um índice composto filtra os chamados "ruídos", colaborando para que a tendência econômica efetiva seja revelada.

Siga o Monitor no twitter.com/sigaomonitor