Gestão hospitalar

Ninguém fiscaliza o emprego do dinheiro, a aquisição de equipamentos, remédios, nem o trabalho dos médicos.

Decisões Econômicas / 18:24 - 21 de fev de 2019

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A saúde pública anda mal, é verdade, não apenas no Estado do Rio, mas na maioria absoluta das cidades brasileiras. No entanto, o problema não é falta de dinheiro, mas de gestão e de fiscalização sistemática de como e onde o dinheiro da saúde é aplicado.

Ninguém fiscaliza o emprego do dinheiro, a gestão hospitalar, a aquisição de equipamentos médicos-hospitalares, remédios e outros insumos, nem mesmo fiscalizam o trabalho dos médicos, paramédicos e demais pessoas envolvidas com a saúde pública.

Neste início do ano, o secretário estadual de saúde do Estado do Rio, Edmar Santos, autorizou a repactuação de sete contratos de gestão hospitalar e prestação de serviços com um gasto total de R$ 136,095 milhões. Com a Cruz Vermelha Brasileira, a secretaria assinou o 3º Termo Aditivo ao contrato de gestão nº 001/2017, com prazo de vigência de seis meses (17-01 a 16-7 de 2019), e valor estimado em R$ 48,960 milhões, conforme publicação no DO 25 de janeiro deste ano.

Deputada Alana Passos

Brigada paraquedista

A novel deputada Alana Passos, eleita para seu primeiro mandato pelo PSL, partido do presidente da República, com 106.253 votos, começou bem o ano legislativo ao apresentar requerimento para realizar sessão extraordinária em homenagem ao Dia do Paraquedista.

 

Alienações avançam

O programa lançado pelo Governo do Estado do Rio, desde os primeiros meses de 2018, para fazer caixa e reduzir o déficit do Rioprevidência, órgão que paga aposentados e pensionistas, com a alienação de imóveis na capital e interior do estado, continua avançando neste ano e, ao que parece, só vai parar quando não existir nenhum imóvel para vender.

O DO de 8 deste mês publica dez avisos da Comissão Permanente de Licitação (alienação), com estimava de arrecadação de R$ 17,299 milhões. O preço mínimo dos imóveis varia de R$ 235 mil a R$ 4,990 milhões.

 

Aluguéis da Câmara

A Mesa Diretora do Legislativo carioca, sob o comando do vereador Jorge Felippe, autorizou o pagamento de R$ 2,203 milhões à administradora de imóveis Nova Moema Empreendimentos Ltda., referentes aos aluguéis de diversas salas no prédio 51 da Praça Floriano Peixoto, no Centro do Rio.

E a PE Ribeiro Empreendimentos Ltda. levou R$ 599,339 mil, também referentes a alugueis, no período de janeiro a dezembro deste ano, dos quais já foram liberados R$ 216 mil, conforme publicou o DCM de 30 de janeiro.

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