Estratégias para alavancar a audiência do app

Applift recomenda tecnologia, machine learning e muitos testes.

Empresas / 22:25 - 6 de nov de 2019

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Muitas das grandes marcas do setor de varejo e serviços decidiram apostar no ambiente móvel. Por isso, é cada vez mais comum vermos aplicativos de lojas, instituições financeiras, supermercados, entre outros. “Neste cenário virtual, a empresa precisa apostar em estratégias que gerem conversão. Vão se destacar os aplicativos que trabalhem com performance, ou seja, formas de atingir o público exato na hora em que ele tem a intenção de consumo, e assim gerar a transação pelo aplicativo”, explica Marcus Imaizumi, diretor de operações da Applift no Brasil, que atua com performance para aplicativos.

Essas estratégias contam com tecnologia, machine learning e muitos testes. “A evolução desse mercado fez com que investir apenas em divulgar a empresa não seja suficiente para gerar resultados”, comenta. Para encontrar o cliente certo, no momento ideal e torná-lo um usuário do app facilitar e agilizar são pilares básicos. “Os aplicativos nasceram para ser rápidos, facilitar a vida do usuário e dar a ele poder de decisão em poucos cliques. Se a sua atividade fim não traz nada disso, por que ter um app?”, provoca Marcus.

Consumo e serviços são os setores que mais combinam com os apps. O setor m-commerce (sigla para e-commerce que atua principalmente por meio de aplicativo móvel) cresceu 3 vezes em três anos no Brasil, de acordo com a pesquisa “E-commerce no Brasil” do Ebit Nielsen.

Agilidade é lei. “Lembre-se que o aplicativo precisa ser rápido e que a população brasileira, de maneira geral, não tem à disposição wi-fi público em larga escala e pacotes de 4G mais velozes”, alerta, Marcus. Portanto, evite o carregamento de fotos muito pesadas ou menus que exijam muitos cliques.

O app deve eliminar trabalhos presenciais. Por isso, os aplicativos financeiros fazem tanto sucesso. É muito mais fácil consultar uma proposta de financiamento no celular, do que ir um dia ao banco para ter as mesmas informações. Agora é preciso entender a jornada do cliente. “Entenda o tempo do seu cliente entre baixar o app e realizar a primeira compra. Analise a jornada dele no app para definir qual deve ser o foco de atuação”.

Segundo o especialista, é necessário definir quem a empresa quer atingir. Há o consumidor que baixa o app, mas não usa, e há o que escolhe o produto, mas não efetiva a compra. A empresa deve entender em qual desses estágios gostaria de focar. Marcus lembra de campanhas como “desconto na primeira compra”, “baixe e concorra” ou “primeiro uso grátis”, que atingem diversos níveis de clientes.

O diretor da Applift recomenda não desanimar porque o mercado é novo e é preciso testar. “Tudo acontece em tempo real, é preciso experimentar e deixar que a inteligência artificial detecte os gaps para que possam ser corrigidos enquanto seu negócio roda”, suaviza Marcus.

A Applift é uma empresa multinacional líder em estratégias de mídia para dispositivos móveis que capacita as empresas a se conectarem e ativarem clientes no ambiente mobile. Seu trabalho oferece caminhos inovadores para que empresas alcancem e convertam o público-alvo trazendo resultado em todos os pontos da jornada do cliente e novos negócios. A Applift está presente em 8 países. No Brasil é responsável pela performance de mais de 60 tipos de aplicativos, de todos os segmentos de mercado.

 

 

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