Advertisement

Donald Trump faz nova ameaça para os chineses

Presidente dos EUA também volta a fazer cena contra Federal Reserve.

Acredite se Puder / 19:54 - 26 de Jun de 2019

Siga o Monitor no twitter.com/sigaomonitor

Os Estados Unidos vão criar “tarifas adicionais” e “muito substanciais” sobre os produtos chineses, caso não seja fechado o acordo que permita equilibrar a relação comercial entre as duas maiores economias do mundo, segundo a declaração de Donald Trump, durante a entrevista concedida à Fox. As declarações de Trump foram no mesmo dia em que o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, afirmou nà CNBC, que, nesta fase, Washington e Pequim já percorreram 90% do caminho para o acordo. E que a parcela restante presenta o que os chineses sabem que é o que os EUA exigem para dar as negociações por concluídas com um desfecho positivo. Além da questão relacionada com o direito de propriedade, Washington exige condições de reciprocidade para as empresas americanas a operar, ou que queiram entrar, no mercado chinês.

 

Draghi no Fed em vez de Powell

Na entrevista concedida à Fox, Trump voltou a criticar o presidente da Reserva Federal (Fed) dos EUA, afirmando que ele está fazendo “mau trabalho” e voltar a pressioná-lo para que decida baixar os juros para que os EUA garantam melhores condições para competir com as restantes economias, em particular com a China. Depois de Mario Draghi, presidente do Banco Central Europeu, ter afirmado, na semana passada, estar disposto a voltar a fazer o necessário para manter a Zona Euro crescendo, abrindo assim a porta a novas reduções dos juros, Trump, revelou que gostaria de ver acontecer o mesmo nos EUA e preferia ter o italiano à frente do banco central americano “em vez do nosso homem do Fed”.

 

Tecnisa quer R$ 400 milhões

A Tecnisa tem um valor de mercado de R$ 460 milhões, mas está sondando o mercado para levantar cerca de R$ 400 milhões em um follow-on. A operação praticamente vai zerar a dívida líquida da empresa, ao redor de R$ 450 milhões, possibilitando que a companhia volte a crescer.

Siga o Monitor no twitter.com/sigaomonitor