Depois do Rei Momo

Decisões Econômicas / 08 Fevereiro 2018

A coluna volta a inovar, passando a publicar, depois que o Rei Momo se for, deixando para trás um séquito pra lá de Bagdá, embriagado e saudoso, duas entrevistas, com um deputado estadual ou federal da bancada fluminense em Brasília e com um vereador carioca, ambas tratando de temas atuais, mas sempre envolvendo assuntos relacionados com a segurança, a economia, a cultura e a saúde da população. A entrevista poderá ser pergunta que eu respondo ou simplesmente destacando em prosa pontos significativos das respostas das perguntas formuladas, numa tentativa de evitar a chatice e o tédio. A primeira entrevista já está no papo e foi feita com o deputado estadual Nivaldo Mulim, morador e representante de São Gonçalo, município da Região Metropolitana do Rio, que fala sobre a despoluição da Baía da Guanabara.

A despoluição já botou no bolso de muita gente graúda muita grana e não vai parar por aí, simplesmente porque ela não é um Rio Tâmisa, que foi despoluído e hoje em dia é uma grande atração turística. A Baía da Guanabara, que começou a ser despoluída no Governo Brizola, no início da década de 90, jamais será despoluída, simplesmente porque os interesses econômicos, financeiros e políticos falam mais alto. Muita gente ganha dinheiro com a poluição das águas, que, no caso da Baía de Guanabara, já consumiu mais de US 650 milhões, a previsão de gasto com o PDBG.

 

Vinicius Farah

 

Detran/Comunicação Social

O presidente do Detran/RJ, Vinicius Medeiros Farah, está desmobilizando R$ 52,944 milhões do orçamento do órgão, dos quais R$ 25 milhões são destinados à Subsecretaria de Comunicação Social do Pezão para pagamento aos jornais, revistas, rádio e televisão pela divulgação de peças publicitárias; R$ 18,694 milhões à empresa PVAX Consultoria e Logística para fornecimento de mão de obra especializada em atendimento ao público; e R$ 2,250 milhões à Secretaria estadual de Obras para reformas em suas unidades de atendimento aos usuários.

 

UPA de Mesquita

A Secretaria estadual de Saúde do Rio vai desembolsar R$ 14,596 milhões na gestão da UPA 24 horas de Mesquita, município da Baixada Fluminense. O contrato foi assinado com o Instituto Unir Saúde por um período de 12 meses.