Degradação ambiental

Direito Ambiental / 10 Abril 2018

Nas próximas colunas, iremos enfatizar a matéria envolvendo a degradação ambiental. Para que a natureza preserve seus valores, indispensáveis para sua manutenção, vamos desenvolver temas que se voltam para nos dar conhecimento das atuações nocivas e prejudiciais ao ambiente exercidas pelas atividades dos homens. É verdade que muitas vezes a natureza venha ser atingida pelos seus próprios fenômenos, embora não seja despiciendo alertar que nesta fase da atuação da natureza a má conservação das estruturas criadas pela sociedade no desenvolvimento das cidades e atividades privadas afeta o equilíbrio natural.

Visando dar um melhor posicionamento das causas de degradação ambiental, acolhemos matéria muito bem elaborada, contida no site www.rnsambiental.com.br, que relaciona as causas e principais tipos de degradação ambiental. A matéria assim se desenvolve, citando alguns pontos principais:

Um meio ambiente bem conservado apresenta diversos valores, que podem ser econômicos, estéticos e sociais. Entretanto algumas atividades, tanto humanas quanto naturais, podem reduzir esses valores. Um dos principais fatores que impactam o meio ambiente é conhecido como degradação ambiental. Degradação ambiental é o processo pelo qual um ecossistema apresenta o seu potencial de sustentar a vida reduzido. Esse processo está intimamente ligado às alterações que esse ambiente sofre devido às variações biofísicas, as quais podem causar desequilíbrios e modificar a fauna e a flora do local.

De certa forma, os ambientes podem sofrer impactos, provocando alteração na estrutura de uma comunidade biológica de forma natural ou, o mais comum, devido a ações antropogênicas (ações que correm por atividades humanas). A degradação ambiental gera um grave problema no que diz respeito à saúde de um ecossistema. Um ambiente desequilibrado gerará perda de espécies, uma vez que elas não conseguirão mais se dispersar e colonizar outros ambientes.

Além disso, ao ocorrer perda da biodiversidade perdem-se as possíveis espécies que poderiam apresentar um valor econômico importante, ou seja, quando um ambiente é degradado a ponto de perder as espécies que vivem ali, todo o ecossistema se torna mais pobre, sendo que jamais conheceremos o potencial que essa comunidade poderia nos entregar. A poluição ambiental pode ser considerada a forma mais sutil de degradação ambiental, sendo que as formas mais comuns desse tipo de degradação se dão com o uso de pesticidas, produtos químicos, esgoto liberado por indústrias e comunidades humanas, emissões de partículas sólidas no ar e erosão de encostas.

Outra forma de degradação ambiental é o efeito estufa que nada mais é que o aprisionamento da energia solar na superfície terrestre. As causas são devidas ao aumento da quantidade de dióxido de carbono (CO2), metano e outros gases na atmosfera. Considerado um dos problemas ambientais mais graves, o desmatamento afeta de forma sensível o ecossistema local, causando desequilíbrios muito importantes. Muitas vezes, o desmatamento impossibilita a utilização dos recursos naturais que poderiam ser usados de forma sustentável. Ao provocar esse desequilíbrio, o desmatamento afeta não só o ambiente em si, mas também a economia e a sociedade que dependia daquele ambiente.

As queimadas se apresentam como um tipo de degradação ambiental associado ao desmatamento. A erosão é o processo em que ocorre deslocamento de terra ou de rochas de uma superfície. Esse processo pode acontecer devido às causas naturais. A salinização do solo é um processo em que ocorre o acúmulo excessivo de sais minerais. Uma das causas mais agressivas da salinização é a transformação de regiões áridas e semiáridas em desertos, provocando uma acentuada infertilidade no solo.

A excelente matéria, publicada no site www.rnsambiental.com.br, deu um embasamento sobre degradação ambiental, tema que iremos desenvolver nas próximas colunas.