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Defesa da Petrobras e da Soberania Nacional

A Associação dos Engenheiros da Petrobrás (Aepet) completou esta semana 57 anos. Sua história é marcada pela...

Fatos & Comentários / 19 Outubro 2018

A Associação dos Engenheiros da Petrobrás (Aepet) completou esta semana 57 anos. Sua história é marcada pela defesa do interesse nacional. Não é uma luta fácil. O petróleo desperta cobiça e foi em torno dele que se deram muitos dos conflitos mundiais no século passado e neste. Como lembra o diretor Fernando Siqueira, com a descoberta do pré-sal, “uma reserva da ordem de 150 bilhões de barris, o assédio sobre a companhia recrudesceu de forma avassaladora”. Ele cita a espionagem, denunciada pelo Edward Snowden, a cooptação de dirigentes e parlamentares nacionais. “A Aepet jamais deixou de enfrentar esse assédio multinacional sobre a Petrobras.”

O pré-sal é a maior oportunidade que o Brasil já teve de deixar de ser o eterno país do futuro, alerta Siqueira. “A Noruega nos dá o exemplo: de segundo país mais pobre da Europa, passou a ser o país mais desenvolvido do mundo (melhor IDH dos últimos cinco anos) apenas com seu petróleo, descoberto no Mar do Norte, na década de 1970. Portanto, temos hoje a opção de sermos uma grande e desenvolvida Noruega ou, entregando nosso petróleo, permanecermos subdesenvolvidos como os países que entregaram seu petróleo para o cartel: Nigéria, Gabão, Angola.”

A luta é de Davi contra Golias, mas jamais deixaremos de enfrentar esses monstros com coragem e independência, que sempre caracterizaram a entidade. Perdemos algumas batalhas, ganhamos outras, mas temos uma força especial: defender o interesse do povo brasileiro com a verdade do nosso lado. Mesmo numa luta desigual, sempre tivemos força para resistir e vamos seguir lutando”, assegura.

JC Cardoso, de Beijing

 

Hitler

Um alemão a quem fui apresentado em Pequim me pergunta lá para tantas se a comida de seu país é popular no Rio. Falei do Bar Luiz, por exemplo. E contei a história de que seu nome inicial era Bar Adolf, em homenagem a um dos sócios. Mas no tempo da II Guerra foi depredado por acharem que era por conta de Hitler. Restaurado, foi renomeado para Bar Luiz, em homenagem ao outro sócio, que se chamava Ludwig (forma alemã para Luiz).

O cara achou a história tão fantasiosa que começou a rir.

 

Tiro

Oito em chinês é “bá”. E o gesto é a arminha do Bolsonaro.

 

Faroeste

Terno novo, dificuldade em comprar um cinto com uma fivela “normal” por aqui. Aí reparo que chinês ou não usa cinto ou então é com aquele fivelão de cowboy norte-americano.

 

Ouro preto

Ao chegar ao Brasil não quero cerveja, nem caipirinha, nem churrasco, nem feijoada, nem recepção de família no aeroporto, nem abraço, nem festinha do cachorro. Nem quero saber o resultado da eleição. Quero café.

 

Custo de vida

Quando me perguntam se o custo de vida é alto por aqui, digo que não dá para comparar com o Brasil. Há coisas, como um terno, que custa entre 300 e 400 iuanes (R$ 150 ou R$ 200). Se sob medida, ficaria em torno de 1.200 ou 1.300 iuanes (R$ 600, por aí), já incluído o tecido.

Já o cartucho com três lâminas de barba custa 25 iuanes (R$ 12). Se comprar o aparelho com uma única lâmina, vai pagar 12 iuanes (R$ 6). Ou seja: o aparelho com uma única lâmina + o kit com o refil sai por 37 iuanes (R$ 18,50). Puxado, né?

 

Barba cerrada

Há umas lâminas chinesas que são um lixo. Piores que as de banheiro de hotel. São facílimas de serem encontradas em saquinho com duas descartáveis a 7 iuanes (R$ 3,50). Duas barbeadas e acabou a lâmina. Coisa para chinês.

 

Não é biscoito

Filho de estrangeiros nascido em território chinês continua sendo estrangeiro.

 

Rápidas

A FGV Projetos realiza nesta segunda o seminário “Os riscos da gestão administrativa e os limites da atuação dos órgãos de controle”. Benjamin Zymler, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), está na coordenação técnico-científica *** A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) realiza nesta segunda-feira, às 10h, sessão plenária sobre o segundo turno da eleição presidencial, com palestras de Paulo Delgado (mestre em ciência política pela UFMG, ex-deputado constituinte e articulista) e José Jorge (que foi deputado federal, senador, ministro de Minas e Energia e ministro do TCU) *** A Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgará, nesta segunda, os resultados da 141ª Pesquisa CNT/MDA de Opinião.