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Cotação do paládio ultrapassa a do ouro e a da platina

Analistas de instituições financeira afirmam que ganhos parecem cada vez mais insustentáveis.

Acredite se puder / 27 Fevereiro 2019 - 18:45

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O nióbio é considerado o mineral mais caro do mundo. O Brasil possui 98% das jazidas existentes, sendo que o restante se encontra em solo canadense. As maiores minas brasileiras estão no Amazonas (na cidade de São Gabriel da Cachoeira) e em Roraima, na Raposa Serra do Sol. Existem substâncias raras, sejam pela dificuldade de encontrá-las ou de produzi-las, que são comercializadas por preços absurdos. Por exemplo: o califórnio é um metal raro, altamente radioativo e tóxico para seres vivos, pois solta 170 milhões de partículas de nêutron por minuto. É usado para a detecção do ouro, da platina e de poços de petróleo.

A seguir, vem o diamante cuja cotação se situa em R$ 55 mil o grama. Depois vem o trítio, com valor de R$ 30 mil, que, por seu brilho natural, é utilizado na fabricação de placas de sinalização, armas a lasers e relógios. Bom, existe uma cotação de R$ 26 mil o grama para a raríssima painita, considerada o mineral mais difícil de encontrar, sendo que o último achado foi em Myanmar, e o Guiness Book afirma que se foram descobertas apenas 18 dessas pedras. E mais barato se situa o plutônio, vendido a R$ 4 mil o grama.

 

Existe bolha nos preços do paládio?

Nos últimos quatro meses, a cotação do paládio, metal utilizado para controlar as emissões dos motores dos carros movidos a gasolina, aumentou 40%, entrando na relação dos mais caros, pois ultrapassou os R$ 1.567,44 o grama. No momento, a procura é maior que a oferta devido a especulação baseada na ameaça de greve de mineradores da África do Sul, um dos maiores países produtores. O paládio é encontrado na natureza associado à platina, mas atualmente seu preço é bem superior. Analistas de instituições como o Saxo Bank e o Commerzbank afirmam que esses ganhos parecem cada vez mais insustentáveis. Os do ABN Amro Bank acham que a queda será muito drástica, porque os preços subiram a um nível quase exponencial.

 

Caixa continua metendo a mão

Um pequeno empresário que acreditou na propaganda da Caixa Econômica Federal de que suas taxas são as mais baixas do sistema financeiro brasileiro está bastante arrependido. O banco cobra R$ 2,50 para qualquer movimentação, seja pagamento de contas de consumo, de impostos ou saques nos caixas ou nos caixas eletrônicos. Ah, existe uma cesta, que ninguém sabe para que serve, cujo valor é R$ 49. Mas o débito mensal na conta é de R$ 99, pois a diferença é referente a um cadastro mensal, ou seja, forma sofisticada de tungar os clientes. Nenhuma empresa muda seus dados todos os meses.

 

Aumentam os problemas de Elon Musk

A Securities and Exchange Commission encaminhou para um juiz federal a queixa contra o desrespeito de Elon Musk. O mais sério é a investigação que está sendo realizada pelo Departamento de Justiça, que poderá terminar no pedido da prisão do fundador da Tesla.

 

Crise Índia–Paquistão afeta ações

Para analistas, o enfraquecimento das ações cotadas na Bolsa de NY foi provocado pelo receio de que haja nova crise entre Índia e Paquistão, duas potências nucleares. O medo de ser alterada a estabilidade regional provocou fortes perdas na bolsa paquistanesa e em praças chinesas.

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