Com avanço da tecnologia, qual o novo papel do corretor de imóveis?

Por Bruno Gama.

Opinião / 18:54 - 19 de set de 2019

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Com a chegada de diversas ferramentas para facilitar a compra de um imóvel pelo cidadão comum, muitos podem acreditar que o corretor de imóveis estaria perdendo espaço. Mas, de acordo com levantamento da Credihome, cerca de 75% das transações imobiliárias ainda são intermediadas por um corretor de imóveis.

Porém, atualmente, ser um profissional qualificado, especializado na venda de imóveis, não é o suficiente. É preciso se adaptar às novas tecnologias, inserindo-se nelas, e oferecer ainda mais seu conhecimento para auxiliar o comprador no processo de aquisição de um imóvel de forma completa

Outra questão é que o trabalho do corretor é super-exigente, frente a difíceis condições. Não têm um salário fixo nem carga horária estipulada, precisam sempre disponíveis para apresentar casas e apartamentos para possíveis comprador.

 

Profissionais precisam pensar nas novas

ferramentas como aliadas e não concorrentes

 

Diante desse cenário, a tecnologia pode servir como aliada não apenas para facilitar as vendas mas também para aumentar os ganhos dos corretores.

As ferramentas dão ao profissional a chance de atingir um público maior e facilita o contato entre as partes com custos bem mais baixos – ou até proporcionando mais ganhos. A praticidade de trabalho pode estar na palma da mão. O celular atua como um aliado não só na comunicação, mas também com aplicativos específicos para o corretor imobiliário. Além de aplicativos que geram lides de vendas, existem outros que dão ainda mais funções ao corretor, facilitando e participando ainda mais do processo de venda, como pelo intermédio do financiamento imobiliário.

A união da tecnologia com o conhecimento técnico do corretor de imóveis – como a documentação exigida no financiamento, taxas de juros, entre outras questões – torna profissional ainda mais completo facilitando o processo de aquisição de imóvel para o comprador, excluindo, da responsabilidade deste, diversas preocupações.

Bruno Gama

Engenheiro de Produção, é CEO da CrediHome.

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