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Cinco estados receberão investimentos de US$ 42 bilhões

Construção de 28 plataformas de petróleo têm potencial para gerar 2 milhões de empregos.

Acredite se Puder / 19:03 - 05 de Jun de 2019

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A partir do próximo ano, a indústria naval brasileira voltará a ser importante, com a construção de 28 plataformas para a exploração de petróleo. Ariovaldo Rocha, presidente do Sindicato Nacional da Indústria Naval (Sinaval), se mostra bem otimista com a injeção de dinheiro e com a criação de empregos diretos em cinco estados brasileiros: Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul e Bahia.

Cada plataforma custa US$ 1,5 bilhão, o significa um investimento total de US$ 42 bilhões. O empresário garante que tais recursos existem no Fundo da Marinha Mercante, que tem um volume da ordem de US$ 15 bilhões, que podem alavancar investimentos de até US$ 150 bilhões. O FMM é controlado pela Receita Federal, e não vai para o caixa único da União, pois lei aprovada no Governo Lula garante que não seja desviado. Embora ainda não sabia como será a encomenda, afirma que cada plataforma leva três anos para ser construída e gera 12 mil empregos diretos e 60 mil indiretos, o que significa um potencial de 2 milhões de ovos postos de trabalho.

Isso será a redenção do Rio de Janeiro, que deve ficar com cinco plataformas.

 

Venezuela não paga juros ao Deuteche Bank

A Venezuela falhou o pagamento de um swap ao Deutsche Bank, avaliado em US$ 750 milhões, segundo a Bloomberg. Por causa dessa falta de pagamento, o banco alemão poderá exigir a entrega do colateral associado ao contrato, ou seja, 20 toneladas de ouro, e denunciar o contrato. O acordo financeiro foi celebrado em 2016, e o swap terminaria em 2021, mas a falha no pagamento de juros fez com que fosse antecipado.

 

Conselheiros são contra fusão da BRF

Parte do Conselho da BRF é contra a negociação para uma potencial fusão com a Marfrig, o que criaria um dos maiores produtores de carne do mundo. A empresa não distribuiu Fato Relevante ou Comunicado ao Mercado, mas a Reuters informou que dez dirigentes não permitiram a aprovação por unanimidade. A BRF, na noite de terça-feira, informou a conclusão da venda para a Tyson Foods da totalidade de sua participação na Europa e na Tailândia. Os ativos em questão são unidades de processamento de alimentos e abate de aves, por um valor de US$ 377,04 milhões.

 

Analistas da XP escolhem a Azul

Os analistas da XP Research incorporaram nos últimos resultados trimestrais, a adoção do IFRS 16 e perspectivas macro/setoriais e atualizaram as estimativas para as empresas aéreas. A equipe revisou o preço-alvo das ações da Azul para R$ 43,10 cada, com recomendação de compra, e o de Gol para R$ 29 com recomendação neutra para os próximos 12 meses, refletindo os níveis mais atualizados de câmbio e petróleo e um ambiente de precificação mais benigno no segundo trimestre devido à redução de capacidade da Avianca. E a XP mantém a preferência relativa pelas ações da Azul, dada a menor sobreposição da empresa com demais e, portanto, menor suscetibilidade à concorrência.

 

Chineses querem controle da EdP no Brasil

A China Three Gorges quer o controle dos negócios da EDP-Energias de Portugal, no Brasil, Segundo a Bloomberg, a estatal chinesa estuda uma fusão de seus ativos brasileiros com as operações portuguesas no país. A CTG ficaria com uma participação majoritária na nova empresa. Esse projeto, no entanto, encontra-se na fase embrionária. As ações da unidade brasileira da EDP subiram 33% neste ano e o valor de mercado se situa em torno de US$ 3 bilhões.

 

Recuperação da Odebrecht será maior da AL

Os passivos totais do grupo Odebrecht somam R$ 97,6 bilhões e, sem Braskem, a dívida seria de R$ 80 bilhões. Esta será a maior recuperação judicial realizada na América Latina.

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