China melhorará sistema de seguro agrícola

SEG NOTÍCIAS – 14.10: Proporção de prêmios em relação à produção de valor agregado do setor agrícola deve atingir 1% até 2022.

Seguros / 17:10 - 14 de out de 2019

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A China melhorará seu sistema de seguro agrícola com a expansão de cobertura e funções para fazê-lo servir melhor os agricultores.

Segundo uma circular divulgada em conjunto pelo Ministério das Finanças, Ministério da Agricultura e dos Assuntos Rurais, Comissão Reguladora de Bancos e Seguros da China e Administração Nacional dos Recursos Florestais e dos Pastos, até 2022, a cobertura do seguro sobre a plantação de arroz, trigo e milho deve ficar acima de 70%.

A proporção de prêmios de seguro agrícola em relação à produção de valor agregado do setor agrícola deve atingir 1% até lá, enquanto cada trabalhador nesse setor deve contribuir na média com 500 iuanes (US$ 70) aos prêmios de seguro agrícola, segundo a circular.

A garantia cobre possíveis perdas na produção ou na qualidade devido a desastres naturais, doenças de plantas e pestes, entre outros riscos. Normalmente o governo central fornece subsídios para ajudar os agricultores a pagarem pelo seguro.

Até 2030, o sistema de seguro agrícola será atualizado para um nível internacionalmente avançado, o que beneficiará as indústrias agrícolas, agricultores e também instituições de seguro.

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DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

Saúde mental - I - Tema recorrente em setores da sociedade, a saúde mental esteve cercada de tabus e preconceitos ao longo de décadas, mas nos últimos anos ganhou visibilidade e se tornou pauta obrigatória em debates sobre qualidade de vida e bem-estar. Atenta à questão, a Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) realizou na última quarta-feira, 9, em sua sede em São Paulo, um workshop com a participação do presidente do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP, Wagner Gattaz.

Logo no início, o médico apresentou dados alarmantes de um estudo, do qual ele é um dos pesquisadores, realizado com 5 mil pessoas de diferentes situações socioeconômicas, em São Paulo. A pesquisa mostrou que 20% dos indivíduos participantes tinham transtorno de ansiedade, 11% depressão e 4% abusavam de álcool e drogas. O especialista informou ainda que a depressão atinge o cérebro do enfermo, diminuindo consideravelmente sua atividade.

Focado no ambiente corporativo, Gattaz trouxe gráficos comprovando que 2/3 dos custos referentes às doenças psiquiátricas são indiretos, isto é, não ocorrem por conta do tratamento. "Cerca de 40% das pessoas com depressão não sabem que têm a doença, isso acarreta uma série de consultas com especialistas errados por conta de alguns sintomas como indisposição e, consequentemente, haverá custo com exames para investigar essa possível doença física que não existe", pontuou. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), foram gastos 2,5 trilhões de dólares com doenças mentais em 2010, e esse valor deve chegar em 6 trilhões em 2030.

A boa notícia é que, como já se sabe, depressão tem tratamento e programas de saúde mental costumam dar um retorno rápido. "Após três semanas de tratamento, o indivíduo já é capaz de retornar às atividades normais, voltar ao trabalho, aos estudos e afins", contou Gattaz, que na sequência abordou o burnout e explicou que a doença é uma versão da depressão causada por questões laborais, que consequentemente acarreta a perda de prazer e produtividade neste e em outros ambientes.

Após a explanação sobre doenças mentais, três hospitais apresentaram seus projetos voltados para colaboradores em prol de uma melhor qualidade de vida no trabalho. Miguel Schmiedel, coordenador médico do trabalho do Hospital Tacchini, contou que a instituição tem avaliado os níveis de estresse e autoestima dos colaboradores por meio do projeto Bem Cuidar Ocupacional, e criou o "Acolher" em 2018, programa de escuta promovido pelo serviço de psicologia a todos os setores do hospital.

Já a psicóloga e gerente de Gestão de Pessoas do Hospital Albert Sabin, Raquel Oliveira, falou sobre a ronda diária feita pelo departamento de Recursos Humanos da instituição, "com o objetivo de criar um vínculo entre RH e colaborador, para que ele se sinta à vontade para falar e seja escutado sem finalidade hierárquica". Essa ação faz parte do projeto Lado a Lado, que pretende entender o significado do trabalho para o funcionário e saber quais são seus desejos dentro daquele ambiente, para que a instituição possa investir em projetos certeiros.

Leonardo Piovesan, gerente médico de Saúde e Qualidade de Vida do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, encerrou os cases com o projeto Saúde Integral, que conta com três modalidades de atendimento divididas em atenção primária a saúde (APS), saúde ocupacional, e qualidade de vida e bem-estar. As atividades oferecidas aos colaboradores vão desde aulas de ioga, pilates e balé, até coaching para gerenciamento de estresse e atendimento psicoterápico, este último podendo ser usufruído também pelo dependente, assim como a academia de ginástica da unidade Paulista do hospital.

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Saúde mental - II - A Associação Viva e Deixe Viver (Viva), organização não governamental que congrega 1.282 voluntários responsáveis por contar histórias em 91 hospitais do país, promove nos dias 18 e 19 de outubro, a 12ª edição do workshop A Descoberta do Brincar e Contar Histórias na Saúde Mental. O evento acontece pela primeira vez na Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (USP) [Av. Dr. Enéas Carvalho de Aguiar, 419, Cerqueira César], que abriu as suas portas para a discussão de um tema tão relevante para a sociedade.

O workshop tem o intuito de reforçar a importância do brincar e da contação de histórias como atividade terapêutica, incentivar a prática de atividades lúdicas no tratamento de crianças e adolescentes com transtornos mentais, além de aproximar a sociedade civil dos profissionais de instituições de referência. A iniciativa conta com apoio do Ministério da Cidadania e do Instituto Helena Florisbal, que desde 2015 atua como parceiro da Viva nesta atividade.

A abertura oficial será feita no dia 17 de outubro, das 19 às 21h, com uma palestra magna ministrada por Valdir Cimino, presidente da Associação Viva e Deixe Viver; Regina Szylit, diretora da Escola de Enfermagem da USP; Octávio Florisbal, presidente do Instituto Helena Florisbal; e Enio Andrade, diretor do Serviço de Psiquiatria da Infância e da Adolescência (Sepia) do Hospital das Clínicas.

De acordo com Cimino, o Diário Eletrônico do Contador de Histórias, ferramenta desenvolvida pela Viva para que os voluntários avaliem o impacto de cada contação de história realizada, possibilita comprovar, por meio de uma escala de humor e dor, que uma simples história pode contribuir para que crianças e adolescentes hospitalizados tenham mais qualidade de vida, mesmo estando hospitalizados. "O ato de brincar com pacientes que sofrem de patologias mentais traz benefícios além da distração. Pelo relato dos cuidadores, foram observadas melhorias de ordem motora, intelectual e afetiva. Esse resultado nos motiva a persistir e fortalecer cada vez nossos esforços em levar o nosso trabalho para a psiquiatria", ressalta o presidente da Viva.

Ele enfatiza ainda que a história oferece à criança novos modos de pensar sobre sentimentos difíceis, permitindo assumir um novo modo de ver a situação, de se relacionar com alguém ou com algo em sua vida.

No ano passado, foram registradas 17 mil atuações e mais de 133 mil horas doadas pelos voluntários da Viva. O Diário do Contador também aponta que a Associação conseguiu impactar cerca de 240 mil pessoas, sendo 109.039 crianças, 101.627 acompanhantes e 28.020 profissionais da Saúde.

Voltado a estudantes, voluntários e profissionais da saúde e do terceiro setor, o workshop oferece certificado aos participantes e uma programação com palestras, oficinas e roda de conversa. Para participar, basta se inscrever pela internet: http://bit.ly/2lwkKEa. O investimento é de R$ 60, para o público em geral, e de R$ 30 para estudantes, colaboradores do complexo do Hospital das Clínicas e voluntários da Associação Viva e Deixe Viver. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 3081-6343 ou pelo e-mail site@vivaedeixeviver.org.br.

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Faculdade - A Faculdade Unimed, polo nacional da educação do Sistema Unimed, anuncia sua expansão com a inauguração de uma nova sede de 4 mil m² no bairro Santa Efigênia, localizado na região hospitalar de Belo Horizonte. A mudança acompanha o crescimento das atividades e evolução dos serviços junto ao mercado e ao Sistema Unimed.

Com a oferta de cursos presenciais e a distância em todo o país, nos últimos dois anos, a Faculdade Unimed registrou um aumento superior a 30% em geração de novos serviços educacionais, com destaque para os novos cursos de MBA em Gestão Inovadora em Serviços de Saúde; Segurança do Paciente e Gestão Estratégica em Saúde; e Governança Corporativa e Compliance em Saúde, lançados no primeiro semestre de 2019. Além disso, o número de Unimeds atendidas teve um crescimento de quase 100%, contribuindo para a capacitação profissional do Sistema e para a melhoria do atendimento ao público final.

"A nova sede reflete um importante momento da história da Faculdade Unimed, que tem como inspiração a experiência e a credibilidade da Fundação Unimed, sua mantenedora. Este é mais um passo para um projeto mais grandioso, que busca diversificar a oferta de serviços do portfólio da instituição, ampliando as iniciativas de formação e disseminação do conhecimento para a comunidade e o segmento cooperativista", destaca o presidente da Fundação Unimed e diretor geral da Faculdade, Eudes de Freitas Aquino.

Para 2020, é esperado um crescimento de 20%, impulsionado pelo lançamento do curso técnico de Enfermagem, com aulas na nova estrutura, e do mestrado profissional em Ciências Interdisciplinares da Saúde, ambos abertos também para o público em geral.

A nova sede possui 10 salas de aula, com capacidade para 400 alunos, biblioteca com salas de estudo individual e coletivo, além de um auditório para 120 pessoas, o que possibilitará a oferta de atividades extracurriculares, como palestras e workshops. Equipado com 30 computadores, o Laboratório de Informática foi transformado em um espaço multiuso para funcionar também como coworking. O Laboratório de Aulas Práticas, uma das novidades da estrutura, oferecerá aos alunos a oportunidade de associar a teoria à prática laboratorial, sob a orientação de uma equipe de profissionais capacitados.

A ampliação teve o patrocínio da Unimed do Brasil, Central Nacional Unimed e Seguros Unimed.

A Instituição de Ensino Superior do Sistema Unimed teve seu funcionamento autorizado pelo Ministério da Educação em agosto de 2016, por meio da publicação da Portaria N° 909, no Diário Oficial da União. A Faculdade tem como mantenedora a Fundação Unimed, uma das sociedades auxiliares do Sistema Unimed, criada em 1995 com o objetivo de capacitar e qualificar dirigentes, cooperados e colaboradores das cooperativas e rede própria Unimed de todo o país, por meio de soluções educacionais e assessorias especializadas - em gestão, principalmente.

Desde então, as instituições somam mais de 150 mil pessoas capacitadas em todo o Brasil, entre 650 turmas de Pós-graduação, 1.200 cursos de curta duração, 120 mil certificados em educação à distância e 1.300 assessorias de gestão. E a Graduação Tecnológica, realizada presencialmente em Belo Horizonte, tem quatro turmas em andamento.

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Congresso - I - Nilton Molina, presidente do Conselho de Administração da Mongeral Aegon e do Instituto de Longevidade, foi homenageado e recebeu medalha honra ao mérito do presidente da Fenacor, Armando Vergilio. A celebração aconteceu no primeiro dia do Congresso dos Corretores, que acontece no litoral da Bahia até o fim de semana, e tem como objetivo agradecer pelos feitos do executivo ao mercado de seguros e o trabalho desenvolvido pela empresa, nos últimos anos, em prol da sociedade brasileira.

No fim da década de 60, Molina ingressou no setor de seguros ao criar a Augustus Corrretora de Seguros, especializada em produtos individuais ligados à vida. O setor de seguro tem um papel social extremamente relevante cuja intenção é ajudar a sociedade e de previní-las, bem como a família. Atualmente, a empresa transformou-se em uma holding que controla a Mongeral Aegon. Para o presidente, os corretores de seguros tem função única e fundamental para o negócio:

"São os profissionais especialistas que têm como missão levar a tranquilidade financeira para as pessoas e famílias. É muito claro para a Mongeral Aegon a importância dos corretores. Por isso, a companhia investe tanto neles, como a formação de pessoas que desejam atuar na área por meio de um programa de capacitação que já formou mais de 2.500 profissionais", afirma Molina.

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Congresso - II - "Conceitos como desburocratização, desregulamentação, enxugamento e eficiência do Estado são mantras que, se materializados, poderão colocar o mercado segurador no protagonismo da recuperação econômica."

A mensagem foi transmitida pelo presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, em prognóstico apresentado, na última sexta-feira, no painel "Os caminhos para a retomada do crescimento e a reforma da Previdência", do 21º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, realizado na Bahia.

Ele lembrou que o novo ciclo de investimentos em infraestrutura no Brasil, a democratização do sistema financeiro, as novas fronteiras tecnológicas, a criação de um novo ambiente de negócios mais em linha com os padrões de economias liberais criam as precondições para alavancar o desenvolvimento e, em consequência, novos negócios para o mercado segurador.

Coriolano destacou o fato de a equipe econômica, em vez de apostar em uma "bala de prata", como já ocorreu no passado, vem adotando medidas que historicamente o país precisava. Como exemplos, citou o ajuste fiscal e "a manutenção obsessiva dos fundamentos econômicos, ancorados em boas políticas fiscal, monetária e cambial, entre as ações do cordão sanitário criado que reúne as melhores práticas".

O presidente da CNseg fez questão de lembrar um assunto no mercado que não está restrito e nem ficará restrita à Superintendência de Seguros Privados (Susep), mas que permeará todo o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, que é o mercado marginal oferecendo proteção. "A questão é muito grave. Não se trata de concorrência e de que é preciso que o nosso mercado formal de seguros se ajuste a preços. Essa concorrência não está se fazendo com base em cálculos técnicos, nem de margens nem de carregamentos, mas está se fazendo pela ausência absoluta de recolhimento de impostos aos cofres públicos, entre outras práticas danosas", assinalou. Concluindo esse ponto, pediu que a Susep coordene, no Executivo, os instrumentos de combate ao mercado marginal.

Em sua fala, Marcio Coriolano elogiou o papel relevante do corretor de seguros e deixou claro que sem esses profissionais- ao lado da adesão voluntária da sociedade brasileira aos diversos planos de seguros - não seria possível ao mercado manter sua resiliência durante os piores anos da crise ou do baixo crescimento, alcançando taxas sempre melhores que a do PIB, nem atingido os R$ 1,3 trilhão em ativos garantidores.

O painel contou também com a participação da superintendente da Susep, Solange Vieira. Ela ressaltou que independentemente de gostarmos ou não, o mundo está mudando muito rapidamente e nós precisamos também mudar nessa direção, utilizando a tecnologia como aliada. "No futuro, não existirá mais setor de vendas se o produto não estiver no celular e precisamos estar preparados para esse novo processo produtivo que se coloca", afirmou. E para acelerar esse processo, disse que a apólice eletrônica e os seguros temporários e intermitentes serão importantes aliados.

Identificando o Estado como o maior segurador do Brasil, visto ser o fornecedor do seguro saúde (por meio do SUS), do seguro desemprego, do seguro de acidente de trabalho e de previdência, entre outros, afirmou que está na hora de se começar a incentivar o setor privado a suprir esses seguros. "O governo só deve estar onde o setor privado não consegue estar ou onde precisa estar por questões sociais".

A superintendente da Susep identifica espaço para que a penetração do seguro chegue a dobrar em nosso país. E, para justificar, lembrou que, apesar de o PIB per capta brasileiro ser seis vezes menor que o dos EUA, o prêmio per capta é 12 vezes menor e um trabalho de educação securitária junto à população poderia muito contribuir para esse crescimento.

O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, afirmou que, este ano, o Brasil alcançará um déficit em seu sistema previdenciário beirando R$ 300 bilhões e que há um nexo causal entre a reforma da Previdência e o crescimento econômico. E "quando há crescimento econômico, há crescimento de empregos, de renda e de negócios e o negócio do seguro se integra perfeitamente neste ambiente", disse.

O secretário apresentou uma série de ações, além da reforma da Previdência, visando reduzir esse déficit e, assim, trazer benefícios à população e, sobretudo, aos mais pobres.

No debate, o presidente da FenaPrevi, Jorge Nasser, afirmou que a reforma da Previdência propiciará a diminuição da dívida pública e a retomada dos investimentos estrangeiros, destravando o crescimento do país. Entretanto, ele acredita que um dos maiores benefícios dessa discussão seja fazer a população entender que o Governo não opera milagres, como a falta de cultura sobre educação financeira leva a crer.

Afirmando que a reforma em curso é a possível, disse acreditar que será o primeiro grande passo para a transformação do sistema como um todo e para que seja retomada a crença dos brasileiros em nosso país.

Dirigindo-se aos corretores de seguro, afirmou que estes devem continuar acreditando na evolução do mercado segurador e na importante e indiscutível missão que têm de proteger.

Falando de tecnologia, Nasser defendeu que os processos digitais melhorarão os processos e o atendimento, gerando mais fluidez e conveniência. Entretanto, disse ele, continuaremos fundamentalmente analógicos na figura do corretor de seguros e seu contato indispensável com os clientes. "Enquanto houver o contato humano, continuaremos a precisar do corretor de seguros", concluiu.

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ENDOSSANDO

Novas lideranças - A Mapfre anuncia quatro mudanças em seu quadro de diretores territoriais. A alternância nas lideranças faz parte da estratégia de mobilidade dos executivos da companhia e visa contribuir com o crescimento profissional dos colaboradores, bem como promover trocas de experiências que contribuam para resultados cada vez mais sustentáveis.

Com a aposentadoria de Sandorva Cosmo da Silva, que comandava a territorial de Ribeirão Preto (SP) e atuava na Mapfre há 31 anos, Marcos Antônio da Silva Ferreira assume a regional do interior paulista. Anteriormente, Ferreira estava à frente dos negócios no Rio de Janeiro.

A Diretoria Territorial carioca passa a ser liderada por Waldemir Couto Fiorio Júnior, que está na companhia desde 2001 e ocupava o mesmo cargo no estado de São Paulo. Em seu lugar, assume Sandro Pinto de Moraes, antes diretor no Rio Grande do Sul.

Os gaúchos recebem Guilherme Bini, promovido a diretor territorial. Ele possui 20 anos de experiência no mercado segurador, 13 deles dedicados à Mapfre, onde iniciou sua trajetória como assessor comercial. Antes da recente promoção, Bini era gerente da Sucursal de Curitiba (PR).

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Riscos - Risco é a probabilidade de prejuízo ou de insucesso em determinado empreendimento, projeto ou coisa, em razão de acontecimento incerto, que independe da vontade dos envolvidos, segundo definição do dicionário Michaelis. No âmbito de uma seguradora, significa incidente que acarreta indenização, de acordo com a mesma fonte. Apesar dessa precisão descritiva, o que sempre deixa dúvidas nas pessoas é quando algo é considerado um risco potencial a um patrimônio e por que ele deve ser protegido proativamente.

O vice-presidente técnico da HDI Seguros, Fábio Leme, profissional com mais de 25 anos de experiência em consultoria, bancos e seguradoras e especialista em identificação do que pode ser considerado risco para o desenho de um produto, explica que o trabalho envolve muita pesquisa e exige olhar atento. "O básico é estudar muito o cenário em que está inserido o bem a ser segurado: o contexto social e econômico que vivemos, o comportamento de potenciais causadores de danos, sejam eles humanos ou a própria natureza, e até variações nas características do bem em si", detalha Leme.

"Costumamos brincar que somos um misto de sociólogos com psicólogos, com um pé na astrologia e outro na matemática. A necessidade de acompanhar de perto tudo o que pode impactar a conjuntura nos faz ter uma atuação multidisciplinar", diz.

A despeito de todo esse perfil de ciência humana - que de fato corresponde à realidade - um fator decisivo é absolutamente exato: as informações apuradas pelo time transformam-se em fórmulas matemáticas que medem o potencial aproximado de aquele risco afetar o bem.

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