Banco do Brasil

Opinião do Analista / 11:38 - 29 de ago de 2005

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As ações ordinárias do Banco do Brasil (BBAS3) enfrentam movimento de baixa para o médio prazo após uma boa reação altista. O papel tem forte influência no índice e continua com condições de se manter  bem mais lucrativo, pois domina o mercado de varejo no país. Tal processo tende a gerar maiores benefícios para os acionistas, com excelentes perspectivas. O Banco continua sendo uma das boas opções do sistema financeiro nacional (O lucro do trimestre provou). Os gráficos mostram bom suporte na faixa dos R$ 34,50, onde se encontram os atuais compradores e resistência bem patente a partir dos R$ 38,00, onde deve novamente encontrar fortes vendedores  na próxima subida. Tudo indica que a consolidação continue, pois o interesse pelo papel nos níveis atuais se mantém e permite antever a ruptura e a cotação rumar para os R$ 41,00. Se, por outro lado,  houver perda de força,  os preços poderão cair até o nível dos R$ 31,00, onde outros grandes compradores se apresentarão no curto prazo. Nessa região, posições podem ser formadas sem a necessidade de fixação de stop. O Indicador de Acumulação continua a sinalizar uma alta a partir dos patamares de suporte. No longo prazo, tem sido sempre  bem recomendada, pois também tem potencialidade de ser privatizada.

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