Aumenta contratação de seguros de vida

SEG NOTÍCIAS - 4.09: Segundo Susep, alta foi de 10% em relação a 2017 e contratação desse tipo de seguro chegou a R$ 38 bi no ano passado.

Seguros / 17:14 - 11 de set de 2019

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A Superintendência de Seguros Privados (Susep) revelou que o seguro de pessoa - que incluem seguros de vida, de acidentes pessoais, doenças graves, entre outras modalidades de proteção - registrou avanços em 2018. De acordo com a entidade, a alta foi de 10% em relação aos valores de 2017 e a contratação desse tipo de seguro chegou a R$ 38 bilhões no ano passado.

Outro fato interessante é que o seguro de pessoas vem evoluindo de forma mais interessante que o seguro de automóveis. Em 2017, a arrecadação desse segmento ultrapassou, pela primeira vez, a arrecadação do setor de veículos. Desde 2013, inclusive, a demanda de proteção do bem vem apresentando instabilidade, enquanto no mesmo período o seguro de pessoas vem crescendo de Na visão de Francisco de Assis Fernandes, diretor comercial da American Life, as pessoas começam a entender que não faz sentido proteger mais seus bens do que a própria vida e a estabilidade financeira da família. O comportamento é interessante, especialmente pelo movimento acontecer em período de economia instável.

Pesquisa feita pela Universidade de Oxford, em 2017, mostra que o mercado de seguros ainda tem muito para crescer. De acordo com o estudo, 19% dos brasileiros tinham algum tipo de seguro de vida à época, enquanto a média em outros 11 países é de 32%. Diante desses dados, a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg) espera que o mercado de seguros para riscos pessoas cresça cerca de 8,4% em 2019.

Fernandes acredita que quanto mais as pessoas encararem os seguros de pessoas ou de vida como ferramentas de planejamento financeiro, maiores são as chances do mercado ampliar seu crescimento.

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Aprovada na CCJ livre escolha de oficina por clientes de seguradoras
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira, Projeto de Lei da Câmara (PLC) 179/2017, que garante aos clientes das seguradoras de veículos o direito de livre escolha da oficina em caso de sinistros. A proposta segue para a Comissão de Transparência, Fiscalização e Controle (CTFC).
Com isso, terão a oportunidade de escolher a oficina que lhes for mais conveniente para efetuar o reparo dos danos ocorridos ao veículo, sem limitação quanto à lista de oficinas e profissionais credenciados impostos pela seguradora, num estabelecimento que seja de sua confiança, ainda que não esteja cadastrado na seguradora.
"O projeto é muito simples, é assegurar o direito do consumidor que tiver veículo avariado num acidente poder escolher livremente a oficina com a qual quer tratar", explicou o relator, senador Lasier Martins (Podemos-RS).
Emenda de Lasier estendeu o direito ao terceiro envolvido no acidente. O texto em análise na CCJ já previa a cobertura, mas exigia que o veículo estivesse na garantia de fábrica. O senador eliminou essa imposição, para evitar que o cliente que acionou o seguro fosse obrigado a pagar custos extras no caso de o veículo do terceiro não ter garantia vigente.
O projeto prevê também que a escolha do cliente irá abranger qualquer tipo de oficina - mecânica, lanternagem, pintura, recuperação, limpeza de interior ou outras similares -, desde que legalmente constituída para essas finalidades e que apresente orçamento compatível com os preços médios praticados pelo mercado.
De autoria do ex-deputado Cabo Sabino, o PLC deixa claro que as seguradoras não poderão criar qualquer obstáculo ou impor tratamento diferenciado em razão do exercício de livre escolha pelo segurado ou pelo terceiro envolvido. A intenção é proporcionar maior equilíbrio à relação contratual entre seguradoras e clientes, garantindo-lhes o direito de escolher uma empresa de sua confiança.
"O segurado passará a escolher oficinas que sejam mais próximas da sua residência ou de seu local de trabalho, que gozem de boa reputação e que tenham prazos menores para a elaboração dos serviços, colaborando para que o contrato de seguro traga maior bem-estar ao consumidor".
Além de acabar com as exigências para terceiro envolvido no sinistro, Lasier fez mais duas alterações à proposta.  Ele acrescentou ao projeto a garantia da responsabilidade solidária dos fornecedores pelos vícios e fatos dos produtos e serviços nos termos do Código de Defesa do Consumidor.
"Quando o segurado realiza serviços na rede referenciada, sabe que há toda uma estrutura de qualidade, controle e eficiência dedicada a prestar o melhor serviço possível. Mas na hipótese de fazê-lo fora dessa rede, como previsto nesse projeto, não há essa mesma certeza. Portanto, é prudente que se estabeleça a responsabilidade solidária dos fornecedores, como forma de garantir a qualidade dos serviços e a necessária reparação em caso de dano ao consumidor", explica.
Já a terceira emenda garante às seguradoras a verificação da legalidade e procedência das peças utilizadas no conserto do veículo segurado.
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DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

Conseguro O equilíbrio entre as demandas do consumidor e a saúde financeira das seguradoras, em um contexto de flexibilização das regulações, para ampliar as ofertas de serviços de proteção à população é o grande desafio do setor de seguros. O tema foi um dos principais debates da Conseguro 2019, o congresso bianual do mercado de seguros, realizado pela Confederação Nacional das Seguradores (CNseg), em Brasília.

O professor de Direito do Consumidor, Ricardo Morishita, introduziu o tema dizendo que a transparência dos debates é condição necessária para a convergência das relações de consumo.

Para o presidente da Agência Nacional de Saúde (ANS), Leandro Fonseca da Silva, a regulação que hoje trava o mercado de saúde suplementar foi feita numa ótica do consumidor. "A missão das agências é buscar o equilíbrio nos mercados em que atuam. Na saúde temos de entender o contexto do país, que se prestou a oferecer saúde universal e gratuita".

Segundo ele, pensando em uma regulação do futuro, o melhor caminho é o da transparência e da análise técnica. "Ao darmos transparência, podemos trazer o debate para um nível menos apaixonado e mais técnico", afirmou Leandro Fonseca.

Para o diretor-presidente da ANS, é importante existir uma perspectiva de longo prazo para a regulação do setor de saúde suplementar. No início, a oferta contava com limites de internação, contratos com letras miúdas e a cobertura não era clara. Transformar isso exigiu uma regulação forte.

O marco legal procurou reduzir a assimetria das informações e determinar um patamar mínimo de coberta que as operadoras deveriam ofertar. O segmento passou, então, de 30 milhões de beneficiários para 47 milhões, evolução de quase 50%, enquanto a população cresceu 20% no mesmo período. "Ou seja, a regulação e a criação de um rol mínimo de procedimentos ajudou a aumentar a cobertura e incentivou o crescimento do segmento", comentou.

"Para tentar harmonizar o mercado, cabe ao regulador e às outras instituições que atuam na proteção ao consumidor estimular o diálogo entre os diversos stakeholders, como os poderes Executivo, Legislativo, a indústria, os órgãos de controles e a sociedade", defendeu Rafael Scherre, diretor da Susep. Para ele, o fundamental é "entender que tudo tem um custo benefício".

Se a regulação então é necessária, com afirmaram os representantes da ANS e da Susep, o diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (Senacon), Fernando Meneguin, questiona como a defesa do consumidor poderá ser aprimorada. "Temos grandes desafios diante da enorme variedade de produtos lançados, o que torna a escolha do consumidor ainda mais difícil", afirmou Fernando, complementando que, em alguns casos, o Estado quer defender o consumidor mas, muitas vezes, erra ao tentar resolver uma falha do mercado e gerar uma falha ainda pior, conhecida como falha de governo.

Ele citou alguns exemplos, como a norma da Senacon que, após diversas intervenções, proibiu a diferença de preços entre homens e mulheres nas baladas. "Por que o Estado tem de agir em relação a isso? Homens e mulheres poderiam escolher se querem entrar em um lugar que cobre determinado preço. Isso é algo para refletirmos", ponderou.

A excessiva regulamentação foi a preocupação levantada pelo ministro Ricardo Cueva, do Superior Tribunal da Justiça (STJ). Segundo ele, há muitos recursos para evitar o problema. "Esse é um tema que tende a revolucionar alguns dos mercados, como o de seguros, como mostrou a Susep ao regulamentar o uso de peças não originais no seguro de carro e a liberalização do seguro intermitente, que possibilita um avanço no ambiente regulatório", disse.

Para ele, o ponto principal do debate é como o Judiciário faz o controle da legalidade da regulação. "No STJ isso é dramático. Tivemos 514 mil processos em 2018. Isso nos causa até vergonha diante de colegas estrangeiros", comentou. "Boa parte das demandas vêm de casos envolvendo a saúde pública e a saúde suplementar".

Para ele, há uma evolução clara da complexidade da judicialização da saúde e isso precisa ser mais bem esclarecido, sendo a transparência com o consumidor um dos pontos de melhoria. "É certo que se precisou expandir os direitos dos consumidores, como mencionou a ANS, mas isso levou a extinção dos planos individuais".

O presidente da CNseg, Márcio Coriolano, citou duas experiências internacionais em regulação. Uma delas foi a bolha imobiliária dos EUA em 2008; o segundo, o caso das franquias nos planos de saúde. No primeiro caso, as facilidades criadas levaram o setor à insolvência. O segundo caso, tornou o consumidor mais ativo na escolha dos procedimentos médicos, uma vez que ele passou a custear parte do valor do serviço. Os casos, segundo ele, mostram que a regulação do futuro deve ter o bastão da proteção do consumidor, mas levar em conta que as garantias não podem ser infinitas, porque prioridade também deve ser conferida à sustentabilidade dos mercados. Para ele, o consumidor não é suficientemente informado sobre a impossibilidade de seus direitos serem infinitos.

Filipe Vieira, presidente da Associação Procons Brasil, assinalou que os Procons representam, hoje, a ponte da amizade entre consumidores e empresas e destacou a necessidade das regulamentações não visarem apenas o avanço de mercados, mas também em preservar direitos dos consumidores. Nesse sentido, o presidente da Comissão de Ouvidoria da CNseg, Sillas Rivelle, outro debatedor, destacou a importância das ouvidorias das seguradoras no atendimento dos interesses dos consumidores, destacando números que mostram elevado grau de resolução das demandas, que podem ser, ou não, favoráveis aos pleitos dos clientes.

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SEGURO CIDADÃO

Longevidade O Grupo Bradesco Seguros prorrogou até 20 de setembro o prazo para inscrição nos Prêmios Longevidade 2019, nas modalidades de Jornalismo, Histórias de Vida e Pesquisa.

Promovidos pelo Grupo desde 2011, os Prêmios Longevidade estimulam a reflexão sobre o processo de transformação da estrutura etária da população brasileira e são reconhecidos como uma das mais destacadas iniciativas voltadas à difusão e discussão do tema em âmbito nacional.

"A adesão aos Prêmios Longevidade está cada vez maior e, por essa razão, decidimos prorrogar as inscrições, dando oportunidade àqueles que não conseguiram se inscrever até o dia 6", destaca Alexandre Nogueira, diretor do Grupo Bradesco Seguros.

Com a prorrogação do prazo, jornalistas de todo o Brasil podem inscrever matérias sobre longevidade publicadas até o dia 20 de setembro, ampliando, assim, as chances de participação de profissionais de imprensa nas cinco categorias que compõem o Prêmio de Jornalismo: "Jornal Impresso", "Revista Impressa", "TV", "Rádio" e "Web".

Já no Prêmio Histórias de Vida, dirigido ao público em geral, podem ser inscritos textos e/ou fotografias de autoria do participante. O importante é que os trabalhos remetam ao tema "Longevidade" e que o inscrito tenha mais de 18 anos.

Dissertações de Mestrado ou teses de Doutorado nas áreas de Geriatria e Gerontologia podem ser inscritas no Prêmio Pesquisa em Longevidade, desde que tenham sido aprovadas no período de 31 de agosto de 2009 a 30 de agosto de 2019.

A cerimônia de premiação ocorrerá durante o XIV Fórum da Longevidade Bradesco Seguros, que reunirá especialistas e convidados nacionais e internacionais no dia 12 de novembro de 2019, em São Paulo.

Desde a primeira edição, os Prêmios Longevidade Bradesco Seguros contam com a consultoria do médico e pesquisador em saúde pública Alexandre Kalache, ex-diretor do Departamento de Envelhecimento e Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS) e uma das maiores autoridades internacionais em gerontologia.

Inscrições e regulamentos no portal www.vivaalongevidade.com.br/premios-longevidade.

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Em um ano, incidência da dengue no país aumenta 600%

O Ministério da Saúde informou hoje que, de 30 de dezembro a 24 de agosto, foram registrados 1.439.471 casos de dengue em todo o país. A média é 6.074 casos por dia e representa um aumento de 599,5%, na comparação com 2018. No ano passado, o período somou 205.791 notificações.

Minas Gerais é, até o momento, o estado com o maior número de ocorrências, com um total de 471.165. Um ano antes, os municípios mineiros registravam 23.290 casos. São Paulo (437.047) aparece em segundo lugar, sendo, ainda, a unidade federativa em que a incidência da doença mais cresceu (3.712%), no intervalo de análise. Em 2018, foram reportados 11.465 casos.

Também são destaque negativo no balanço Goiás (108.079 casos), Espírito Santo (59.318) e Bahia (58.956). Quando o critério é a variação por região do país, o quadro mais crítico se encontra no Sul (3.224,9%), que contrasta com o do Centro-Oeste (131,8%). Além disso, nota-se que apenas dois estados apresentaram queda na prevalência da dengue: Amazonas, que diminuiu o total de 1.962 para 1.384 (-29,5%), e Amapá, onde houve redução de 608 para 141 (-76,8%).

Atualmente, a taxa de incidência da dengue no país é 690,4 casos a cada 100 mil habitantes. No total, 591 pacientes com a doença morreram, neste ano, em decorrência de complicações do quadro de saúde.

O levantamento do ministério também reúne informações sobre a febre chikungunya. Ao todo, os estados já contabilizavam, até o final de agosto deste ano, 110.627 casos, contra 76.742 do mesmo período em 2018.

Segundo a pasta, o índice de prevalência da infecção, que também tem como transmissor o mosquito Aedes aegypti, é bastante inferior ao da dengue: 53,1 casos a cada 100 mil habitantes. Como estados com alta concentração da doença destacam-se o Rio de Janeiro (76.776) e o Rio Grande do Norte (8.899).

Até o encerramento do balanço, haviam sido confirmadas laboratorialmente 57 mortes provocadas pela chikungunya. Em âmbito nacional, a variação de um ano para o outro foi 44,2%, sendo que na Região Norte do país o recuo foi 32% e no Centro-Oeste, de 92,7%.

O boletim epidemiológico acompanha também a situação do zika. Nesse caso, somente o Centro-Oeste apresentou queda nas transmissões (-35,4%).

De 2018 para 2019, o total de casos de zika saltou de 6.669 para 9.813, gerando uma diferença de 47,1% e alterando a taxa de incidência de 3,2 para 4,7 ocorrências a cada 100 mil habitantes. Neste ano, o zika vírus foi a causa da morte de duas pessoas.

O ministério aconselha que, durante o período de seca, a população mantenha ações de prevenção, como verificar se existe algum tipo de depósito de água no quintal ou dentro de casa. Outra recomendação é lavar semanalmente, com água e sabão, recipientes como vasilhas de água do animal de estimação e vasos de plantas.

Não deixar que se formem pilhas de lixo ou entulho em locais abertos, como quintais, praças e terrenos baldios é outro ponto importante. Outro hábito que pode fazer diferença é a limpeza regular das calhas, com a devida remoção de folhas que podem se acumular durante o inverno.

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ENDOSSANDO

Novo diretor financeiro A Cesce Brasil, empresa especializada em soluções para gestão dos riscos de crédito e seguro-garantia, anuncia em setembro o executivo Mario Eguti como seu novo diretor financeiro.

Bacharel em Ciências Contábeis, Eguti possui mais de 18 anos de experiência em finanças e auditoria externa, atuando como superintendente/controller de finanças em empresas de seguros, como Argo Seguros, Royal & Sun Alliance e Zurich, onde liderou equipes de planejamento financeiro e análise, contabilidade, tesouraria, atuarial, tributária e de facilities.

Eguti também possui ampla experiência profissional como auditor externo (Deloitte), auditando instituições financeiras, seguradoras, empresas de capitalização, fundos de pensão, corretoras e empresas de capital aberto.

Para Cristina Salazar, Country Manager da Cesce Brasil, a experiência do executivo aliada ao seu vasto conhecimento em controladoria e finanças, especialmente no setor de seguros, permitirá dar andamento às estratégias da companhia no país. "Tenho certeza de que com sua capacidade irá agregar bastante à equipe".

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Marcas de Confiança - Pela 18ª vez consecutiva, quando questionados sobre qual a marca de confiança em planos de saúde, os leitores da revista Seleções apontaram a Unimed como sua favorita. O resultado é parte do Prêmio Marcas de Confiança e reconhece o desempenho do maior sistema cooperativo de saúde do mundo na categoria Assistência Médica. Os vencedores foram divulgados na última semana pelo veículo de imprensa. Desde que a pesquisa foi lançada, em 2002, a Unimed é a única ganhadora em seu segmento, com ampla margem para as demais concorrentes.

Desenvolvido em parceria com o Instituto Datafolha, o prêmio coleta a opinião dos assinantes da revista Seleções e reconhece marcas, instituições, profissões, ONGs e personalidades que se destacam como as preferidas dos leitores do veículo. A Unimed obteve a preferência de 43% dos respondentes em sua categoria, acima da concorrente A (15%), concorrente B (6%) e concorrente C (5%).

"Temos uma forte conexão com os brasileiros e isso se deve primeiro ao fato de sermos um sistema cooperativista constituído pelos médicos para os médicos e para a sociedade. As Unimeds estão em 84% do território do País, atuando junto e em prol das comunidades nas quais estão inseridas, portanto se fazem muito relevantes para o progresso social brasileiro e tornam a marca cada vez mais importante e querida", enfatiza Darival Bringel de Olinda, diretor de Desenvolvimento de Mercado da Unimed do Brasil.

O Sistema Unimed é composto por 344 cooperativas e detém 37% do mercado de saúde suplementar nacional, com 18 milhões de beneficiários e 115 mil médicos cooperados. A partir de sua representatividade, promove ações em âmbito nacional ligadas à sua marca, como o Movimento Mude1Hábito, que impulsiona iniciativas em prol da saúde e do bem-estar dos brasileiros com campanhas e experiências práticas.

"A Unimed construiu sua reputação sobre alicerces como o cuidado, a transparência e a confiança. Não à toa somos a principal marca de assistência médica no Brasil há tantas décadas. Procuramos sempre reforçar que somos um sistema cooperativo que busca disseminar saúde, por isso enfatizamos nosso papel junto às comunidades e as incentivamos na busca da melhoria da qualidade de vida. Ganhar o Marcas de Confiança pelo 18º ano seguido é uma prova de que estamos no caminho certo", afirma Aline Cebalos, gerente de Comunicação e Marketing da Unimed do Brasil.

Lançado como campanha institucional pela Unimed em 2017 para encorajar a melhoria de qualidade de vida das pessoas a partir de pequenas mudanças, o Mude1Hábito logo ampliou sua dimensão na estratégia de marca da Unimed, tornando-se um movimento nacional do Sistema Unimed. O movimento visa a incentivar práticas mais saudáveis e criar uma onda de cuidados em todo o país. Para isso, desenvolve uma série de atividades em diversos estados, oferecendo ações em três frentes: Equilíbrio, Movimento e Alimentação. Seguindo estes pilares, as comunidades podem contar, por exemplo, com iniciativas de estímulo à leitura, prática de ioga, conscientização sobre a importância da dedicação de mais tempo à família e amigos, destinação correta do lixo, além de parcerias com teatros e cinemas, academias ao ar livre, passeios ciclísticos, corridas e caminhadas, quitandinhas de frutas, bike suco e incentivo às trocas saudáveis na alimentação.

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