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Associados da KPMG, Deloitte, BDO cobrados por auditorias

A Securities and Exchange Commission cobrava filiais estrangeiras da KPMG, da Deloitte & Touche e da BDO pelo seu envolvimento no trabalho de...

Acredite se puder / 13 Março 2018

A Securities and Exchange Commission cobrava filiais estrangeiras da KPMG, da Deloitte & Touche e da BDO pelo seu envolvimento no trabalho de auditoria que contornou a supervisão total do Conselho de Supervisão de Contabilidade da Empresa Pública (PCAOB). As empresas concordaram em liquidar os encargos mediante o pagamento de penalidades ou desistindo de seus lucros nas auditorias. De acordo com as ordens da SEC, as afiliadas do Zimbabwe da Deloitte & Touche e da KPMG auditaram indevidamente a maioria dos ativos e receitas de uma empresa de capital aberto sem se registrar no PCAOB. Os dois auditores principais – afiliado da KPMG na África do Sul e afiliado canadense da BDO – foram registrados no PCAOB, mas confiaram indevidamente no trabalho dos dois auditores de componentes estrangeiros não registrados para completar suas auditorias da empresa. Isso violou padrões, que exigem análise e consulta suficientes ao usar o trabalho de outro auditor.

É do melhor interesse dos investidores da Main Street que todas as empresas envolvidas substancialmente na auditoria de uma empresa pública estejam devidamente registradas no PCAOB, por isso estão sujeitas à supervisão necessária para garantir a precisão e prevenir a fraude”, disse Scott W. Friestad, diretor associado da Divisão de Execução da SEC. “Esses auditores de componentes estrangeiros não registrados realizaram trabalhos de auditoria significativos fora do âmbito de regulamentação da PCAOB, e os principais auditores não consideraram o status de registro dessas empresas conforme eles usaram seu trabalho”.

A SEC acha que Deloitte & Touche Chartered Accountants no Zimbabwe e KPMG no Zimbabwe violaram a Seção 102 da Lei Sarbanes-Oxley, e a BDO Canada LLP e a KPMG na África do Sul estão envolvidos em conduta profissional imprópria, violaram a Regra 2-02 do Regulamento SX, e fizeram o cliente de auditoria violar suas obrigações de relatórios. Sem admitir ou negar as descobertas, a BDO Canada concordou em pagar uma penalidade de US$ 50 mil, a KPMG na África do Sul concordou em pagar uma penalidade de US$ 100 mil, a Deloitte no Zimbábue concordou em pagar com juros no valor de US$ 99,06 mil, e a KPMG no Zimbábue concordou em pagar o interesse total R$ 141,36 mil.

 

Biosev divulga o passivo total da companhia

Em fato relevante, a Biosev informou aos seus acionistas e ao mercado em geral que em 31 de dezembro de 2017, o passivo total da companhia representava R$ 10,08 bilhões, o que inclui (a) R$ 2,75 bilhões de pré-pagamentos comerciais, e (b) R$ 5,45 bilhões de dívida bancária, da qual R$ 2,10 bilhões será devido nos próximos 12 meses, de acordo com as últimas demonstrações financeiras da empresa. Neste contexto, a Fibria está em discussões relacionadas à extensão e renovação de parte de seu endividamento bancário (aproximadamente R$ 3,66 bilhões).

 

LIQ Participações suspende ‘ofertas restritas’

A LIQ Participações anunciou que em atendimento as disposições da instrução da Comissão de Valores Imobiliários (CVM), as ofertas restritas da quinta e da sexta emissão de debêntures da companhia (“Ofertas Restritas”), objeto do fato relevante doa dia 1 de março, foram suspensas em razão de tutela antecipada concedida pela 4ª vara cível da Comarca de Jundiaí. “A companhia tomará as medidas legais cabíveis para assegurar a conclusão das Ofertas Restritas e manterá o mercado devidamente informado”, finalizou André Tavares, diretor de Finanças e de Relações com investidores.

 

SLC Agrícola cancela ações em tesouraria

Uma das maiores produtoras mundiais de grãos e fibras, a SLC Agrícola divulgou no último dia 13 deste mês, que o Conselho de Administração da empresa aprovou, em 07 de março de 2018, o cancelamento de três milhões e seiscentas mil ações ordinárias mantidas em tesouraria, sem redução do valor do capital social. Em função do cancelamento das ações mantidas em tesouraria, o capital social da companhia de R$ 947.521.509,85, passa a ser dividido em 95.297.500 ações ordinárias. “Será oportunamente convocada Assembleia Geral Extraordinária para ajustar o número de ações em que se divide o capital social constante do artigo 5º do Estatuto Social, tendo em vista o cancelamento de ações aprovado”, concluiu Ivo Marcon Brum, diretor Financeiro e de Relações com Investidores.