Aprimorar legislação é fundamental para enfrentar desafios da saúde

SEG NOTÍCIAS - 9.09: presidente da FenaSaúde defendeu medidas para reduzir custos e aumentar acesso da população à assistência de qualidade

Seguros / 16:52 - 9 de set de 2019

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João Alceu Amoroso Lima, presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), participou da Conseguro 2019 nesta quarta-feira, 4 de setembro. O congresso, que acontece a cada dois anos, é o mais importante do mercado de seguros e foi realizado pela Confederação Nacional das Seguradores (CNseg), em Brasília.

Amoroso Lima destacou a relevância das operadoras de planos privados de assistência à saúde na manutenção do sistema, que atualmente enfrenta, no Brasil e em vários outros países, o desafio da sustentabilidade. O descompasso entre os custos crescentes e as limitações de orçamento e renda (agravadas pela recessão e o desemprego no país) vem crescendo nos últimos anos e tem como principais causas os impactos relacionados às novas tecnologias e às mudanças dos perfis epidemiológico e etário da população. Questões relacionadas à judicialização, às fraudes, aos desperdícios e às ineficiências tornam a situação ainda mais desafiadora.

Para reverter o cenário, Amoroso Lima defendeu a ampliação das opções de cobertura dos planos de saúde como forma de oferecer mais acesso à população a serviços de qualidade e garantir, ao mesmo tempo, a sustentabilidade do setor. Segundo o presidente da FenaSaúde, a segmentação da oferta, de maneira a adequar os preços dos planos a diferentes perfis de usuários, é uma estratégia que se mostrou eficiente em outros países. "Chegou o momento de rever a legislação que vigora no país há 20 anos e buscar novas soluções para enfrentar os desafios", afirmou.

A criação de incentivos à atenção primária, com investimentos na prevenção de doenças, e o combate a fraudes e desperdícios, que causam o crescimento de despesas do sistema de saúde, também foram destacadas. O fortalecimento da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) também foi apontado como parte importante para o setor. "Precisamos que a Agência atue para oferecer mais estabilidade e segurança jurídica a todos os agentes do sistema", explicou. Segundo Amoroso Lima, essas medidas têm como objetivo a redução dos preços finais dos planos, o aumento nas opções de acesso e a melhoria na qualidade no atendimento à população.

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Setor de seguros da China mantém solvabilidade adequada no segundo trimestre

O setor de seguros da China registrou um desempenho estável no segundo trimestre deste ano com solvência melhorada, segundo o regulador da indústria.

A proporção de solvência abrangente das 178 seguradoras revisada pela reunião reguladora ficou em 247% até o final do segundo trimestre, um aumento de 1,7 ponto percentual em relação ao primeiro trimestre, segundo a Comissão Reguladora de Bancos e Seguros da China (CRBSC).

Sua proporção de solvência essencial atingiu 234,8%, um aumento de 1,4 ponto percentual ante o trimestre anterior.

A proporção de solvência é uma importante medida para avaliar a habilidade da seguradora para pagar as suas dívidas e outras obrigações.

O setor de seguros da China se desenvolveu tranquilamente já que a queda dos índices de alavancagem e riscos ficaram sob controle no segundo trimestre, disse a reunião.

A CRBSC disse que promoverá o regulamento de solvência e o controle dos riscos para promover o crescimento de alta qualidade do setor.

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DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

Conferência Seguros na Prática 2019 O presidente do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ), Fabio Izoton, vai participar, na próxima semana, da Conferência Seguros na Prática 2019, o maior evento online voltado a corretores de seguros do Brasil. Entre os dias 9 e 13 de setembro, serão exibidos conteúdos exclusivos, elaborados por 70 palestrantes especialistas no mercado.

Izoton irá contar um pouco sobre a sua trajetória profissional, o trabalho realizado na diretoria do Clube e sua visão de mercado para o Rio de Janeiro, em entrevista que vai ao ar na quinta-feira, dia 12 de setembro, às 9h.

"Não percam essa oportunidade de adquirir conhecimento em diversas áreas do seguro, desde produtos até temas mais estratégicos, como tendências e técnicas de prospecção. Tudo isso com inscrição gratuita", convida Izoton.

A Conferência, promovida pela Educa Seguros e Segfy, conta com o apoio institucional do CCS-RJ. .

Desafios para uma cultura empresarial - O que é ética e o que estamos fazendo, realmente, sobre ética? Como conciliar a ética com o lucro das organizações? Essas foram algumas das reflexões do painel "Compliance – ética e integridade", do 13º Seminário de Controles Internos, parte da programação da Conseguro 2019, o congresso bianual do mercado de seguros realizado pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

Lidar com dilemas e conflitos complexos envolvendo a ética é um grande desafio. O jornalista e escritor Caco Barcelos, um dos palestrantes, citou como exemplo a desigualdade social do Brasil, um dos países mais violentos do planeta, com 65 mil pessoas mortas por ano. "Somos economicamente um país injusto, com 71 mil pessoas endinheiradas e 107 milhões de pessoas na linha da pobreza. Nesse sentido, é importante falar de ética como um dos caminhos para tentar mudar tal desigualdade", defendeu.

O palestrante Richard Fonseca, consultor e professor de Ética da Universidade Federal Fluminense UFF), destacou que a ética é a espinha dorsal de programas de compliance e de integridade e precisa ser estimulada pelos líderes dos negócios. Segundo o professor, a ética surge a partir de problemas humanos, que se refletem nas empresas.

"Se chegarmos em qualquer conversa de botequim, ou mesmo numa organização, e perguntarmos como está o Brasil, todos vão dizer que está ruim em consequência da corrupção. Mas, se perguntarmos se ele é corrupto, vai dizer que não. Ou seja, o brasileiro é sempre o outro, não o eu, o que requer mais consciência e entendimento da cultura social e empresarial", explica Fonseca.

Então, como mudar? De acordo com o professor, "é preciso entender quais são os problemas para, então, agir na disseminação da ética, que pode ser estimulada tanto pela punição como pelo exemplo". Ele cita o respeito e a coerência aos princípios dos líderes para que a cultura da ética seja realmente exemplo de disseminação dentro da empresa. "As regras institucionais têm que valer para todos, inclusive para aqueles que contrato, sejam agentes públicos ou privados".

Para o moderador Luis Gutiérrez, CEO de Seguros da Mafre, o papel do líder é importante para determinar a cultura da empresa. "Líderes viram farol para o bem e para o mal. É preciso ter coerência, pensar e falar a mesma coisa com atitudes que reflitam a nossa verdadeira fala. Cada um de nós é responsável por criar um sistema sob bases éticas".

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Comissão debate atualização e modernização da tabela SUS

A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados promove, nesta terça-feira, audiência pública para discutir a atualização e a modernização da tabela do Sistema Único de Saúde (SUS).

O deputado Dr. Luiz Antonio Teixeira Jr. (PP-RJ), que propôs o debate, destaca que a tabela do SUS é o principal meio de referência financeira para todos os serviços públicos de saúde prestados à população. O deputado é coordenador do grupo de trabalho, vinculado à comissão, que analisa mudanças na tabela SUS.

"Sua desatualização vem gerando graves e irreparáveis problemas a todo o sistema, pois por conta dos valores precários pagos a serviços e procedimentos, cada vez mais aumenta a dificuldade para se encontrar instituições, profissionais e técnicos capacitados que aceitem prestar os referidos serviços aos usuários do sistema", disse.

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SEGURO CIDADÃO

Novo estudo mostra que erradicação da malária será possível até 2050

A erradicação global da malária, uma das doenças mais antigas e mortais do mundo, pode ser alcançada até 2050, mostra novo estudo publicado hoje pela comissão para a malária da revista científica "The Lancet".

"Um futuro livre de malária pode ser alcançado tão cedo como em 2050", diz o estudo, de autoria de 41 dos principais especialistas mundiais em malária, ciências biomédicas, economia e políticas de saúde.

A pesquisa mostra as evidências científicas, combinando-as com novas análises epidemiológicas e financeiras que demonstram que - com as ferramentas e estratégias certas e o financiamento adequado - a erradicação da doença é possível no espaço de uma geração.

Os especialistas identificam três medidas para inverter a curva de progressão da doença, acelerando a queda dos casos de malária em nível mundial, incluindo um aumento anual de cerca de US$ 2 bilhões.

Entre as propostas dos especialistas estão melhorar a gestão e implementação dos atuais programas de controle da malária, fazer uso mais eficiente das atuais ferramentas, desenvolver técnicas inovadoras que permitam ultrapassar os desafios biológicos da erradicação e disponibilização, por parte dos países onde a malária é endêmica, de investimento financeiro adequado.

"Por muito tempo, a erradicação da malária foi um sonho distante, mas agora temos provas de que a doença pode e deve ser erradicada até 2050", disse Richard Feachem, co-presidente da Comissão Lancet para Erradicação da Malária e diretor do Grupo de Saúde Global da Universidade da Califórnia, San Francisco (UCSF).

"O estudo diz que a erradicação da malária é possível no tempo de uma geração, mas para alcançar essa visão comum não podemos continuar com a abordagem atual. O mundo está num ponto crítico e devemos desafiar-nos com metas ambiciosas e comprometer-nos com as ações ousadas necessárias para as alcançar".

Desde 2000, a incidência da malária e a taxa de mortalidade em nível global caíram 36% e 60", respectivamente. Foi registrado no período um aumento do investimento na prevenção e tratamento da doença, que em 2016 chegou a US$ 4,3 bilhões

Hoje, mais da metade dos países estão livres da malária. Apesar dos progressos e dos esforços globais, mais de 200 milhões de casos são registrados em todo o mundo a cada ano, causando mais de 500 mil mortes.

Os casos de malária aumentaram em 55 países da África, Ásia e América Latina e crescem as preocupações com a resistência dos mosquitos transmissores (vetores) aos atuais inseticidas e medicamentos. A maioria dos novos casos de malária surge em apenas 29 países, que são responsáveis por 85% das mortes registradas em 2017.

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HIV no Brasil Compreender como os subtipos do vírus da aids, o HIV, se distribuem no Brasil, que pessoas eles afetam, o que contribui para sua disseminação nas diferentes regiões do país e quais são as características genéticas desse vírus em milhares de brasileiros. Esses foram alguns dos objetivos do estudo desenvolvido pela parceria entre a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e a Universidade do Minho (UMinho), em Portugal, com a colaboração do Ministério da Saúde (MS) do Brasil.

A pesquisa faz parte do pós-doutorado do professor Bernardino Geraldo Alves Souto, do Departamento de Medicina (DMed) da UFSCar, e foi realizada por meio de acordo de cooperação com o Bioinformatics-based research integrating Evolution, Biology and Medicine (EvoBioMed), que faz parte do Domínio de Microbiologia e Infecção do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde (ICVS) da Escola de Medicina da UMinho.

De acordo com dados divulgados pelo Programa das Nações Unidas sobre o HIV (Unaids), em 2019, há 37,9 milhões de pessoas infectadas com o HIV no mundo, sendo que 23,3 milhões têm acesso à terapia antirretroviral. Do total de infectados no mundo, 36,2 milhões são adultos e 1,7 milhão são crianças e jovens com menos de 15 anos. No Brasil, o último Boletim Epidemiológico da Secretaria de Vigilância em Saúde do MS, divulgado em 2018, mostrou que, entre 2007 e 2018, foram notificados, pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), 247.795 casos de aids (68,6% em homens e 31,4% em mulheres). O documento indicou também que o Brasil teve uma média de 40 mil novos casos da doença nos últimos cinco anos, com maior concentração nas regiões Sudeste e Sul.

Para Alves Souto, a infecção pelo HIV é "um problema de saúde de grande importância médica e social, ainda não solucionado mundialmente devido à falta de conhecimento". Nesse contexto, o estudo atual propôs a epidemiologia, a filogenia e a filogeografia dos subtipos do HIV que circulam no Brasil. A epidemiologia avaliou como o vírus se distribui no território nacional, se afeta mais homens, mulheres, pessoas com maior ou menor grau de escolaridade, como os indivíduos contraíram o HIV etc. A filogenia estudou as características genéticas do HIV de milhares de pessoas para entender os ancestrais desses vírus e suas origens, quando chegaram ao Brasil e qual a relação genética que há entre os diversos subtipos do HIV que estão no país. Por fim, a filogeografia se dedicou a entender de que lugar do mundo vieram os subtipos do vírus que circulam no Brasil, como eles circulam por aqui e para qual lugar do mundo os vírus "nacionais" estão indo. A filogenia e a filogeografia utilizaram técnicas avançadas da Biologia Molecular e bioinformática, disponíveis no EvoBioMed, para estudar o DNA de milhares de amostras brasileiras de HIV. A pesquisa processou o DNA de 50 mil amostras de HIV recolhidos no Brasil entre os anos de 2008 e 2017, juntamente com informações sociodemográficas, laboratoriais, terapêuticas e sobre práticas sexuais das pessoas infectadas.

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ENDOSSANDO

Almoço O Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) recebeu a Seguros Sura em seu tradicional almoço, no dia 3 de setembro, no Circolo Italiano. Recepcionado pelo mentor Evaldir Barboza de Paula e diretoria do CCS-SP, o vice-presidente de Canais, Vendas & Subscrição, Cristiano Saab, apresentou dados do bom desempenho da seguradora, portfólio de produtos e uma novidade: o Auto Único Sura. Anunciado com exclusividade no encontro, o novo produto, ainda em fase de testes, é dirigido ao público de alta renda.

Acompanhado do diretor Comercial Ricardo Vaz e de outros membros da equipe da seguradora, Saab fez uma breve apresentação da Seguros Sura, que iniciou atividade na Colômbia, há 75 anos, e hoje está presente em nove países. Segundo ele, a seguradora conta com participação acionária da Munich Re, além do próprio Grupo Sura, e figura como única empresa do setor financeiro a ser incluída no Índice de Sustentabilidade Dow Jones. Em 2018, as receitas da Seguros Sura na região cresceram 3,6%, somando US$ 5,1 bilhões. Atualmente, a seguradora conta com uma carteira de 18 milhões de clientes e emprega 18 mil funcionários na América Latina.

No Brasil, a Sura passou a operar em 2016 como parte de um processo de expansão regional. Hoje, a seguradora conta com mais 300 funcionários distribuídos em escritórios nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Campinas, Ribeirão Preto, Sorocaba e Goiânia, que atendem todo o território nacional. Saab destacou o reconhecimento conquistado pela Sura no ano passado, como a 7ª melhor empresa para se trabalhar dentre 100 multinacionais na América Latina e a 1ª no ranking de seguros. Com foco em seguros de bens pessoais e pessoas, e seguros corporativos como Transportes, Frotas e para PMEs, a Sura se classifica como seguradora multilinha.

No ano passado, a Sura cresceu 20% e faturou mais de R$ 700 milhões em prêmios emitidos. Neste ano, a meta é superar esse patamar de crescimento. "Nossa estratégia de nicho e de operar com relevância nos canais tem funcionado bem", disse Saab. Segundo ele, a estratégia da empresa é investir em ferramentas digitais e em novas soluções focadas nas necessidades dos clientes, mantendo o relacionamento pessoal com os corretores de seguros. "A Sura precisa ser relevante para o corretor e este para a Sura", disse.

Com atuação em todos os segmentos de clientes, a Seguros Sura decidiu criar um produto exclusivo para clientes de alta renda. O Auto Único Sura, anunciado durante o encontro no CCS-SP, entrará em operação como projeto-piloto no período entre outubro de 2019 a março de 2020 no estado de São Paulo. O público-alvo é o de empresários ou profissionais acima de 35 anos, donos de veículos com até três anos de uso e valor igual ou superior a R$ 180 mil. No período de teste, o produto será comercializado por um seleto grupo de 12 corretores parceiros da Sura.

O Auto Único Sura se diferencia do seguro automóvel tradicional por diversos atributos, a começar pelo foco no dono do veículo. Tanto é que o acionamento do serviço de assistência 24 horas, por exemplo, pode ser feito pelo cliente até mesmo para veículos de terceiros. "Se o cliente pegou carona em um veículo e o pneu furou, ele pode chamar a sua assistência, porque este serviço foi concebido para o conforto dele, e não do veículo", explicou Saab. Dentre outros diferenciais estão a verba de locomoção, que substitui o carro reserva, e a cobertura para dano de imagem.

No final da sua apresentação, o vice-presidente da Sura recebeu da diretoria do CCS-SP uma placa de agradecimento. "Anunciamos o nosso produto aqui em primeira mão e estamos felizes, porque esta é uma casa que sempre nos acolhe muito bem", concluiu Saab.

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Jantar - No dia 11 de dezembro, a Associação das Empresas de Assessoria e Consultoria de Seguros do Estado do Rio de Janeiro (Aconseg-RJ) vai realizar o seu jantar de final de ano.

"Foi um ano fantástico para nossas assessorias. Os movimentos do mercado nos últimos 36 meses chancelaram nossa atividade como importantíssima para os corretores, seguradoras e operadoras do estado do Rio de Janeiro", comemora o presidente da entidade, Luiz Philipe Baeta Neves, informando que os convites serão distribuídos em breve.

O evento terá mais de 200 convidados, entre dirigentes das seguradoras e operadoras parceiras, representantes das entidades da classe securitária, personalidades do mercado de seguros, da política e da imprensa.

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Semana do Brasil A Caixa Seguradora vai participar da Semana do Brasil, movimento lançado pelo Governo Federal para incentivar o consumo e estimular a economia do país por meio de descontos e promoções aos consumidores, que começa nesta sexta-feira e vai até 15 de setembro. Serão dados descontos em seguros de vida, residencial e empresarial, além de Consórcio imobiliário e de automóveis.

Lançada na Semana da Independência, a campanha é inspirada em eventos de varejo de outros países, como a Black Friday dos EUA.

"Já participamos algumas vezes da Black Friday e tivemos sucesso. Esperamos repetir com a Semana do Brasil", explica o gerente de Comunicação Corporativa da Caixa Seguradora, Rodrigo Cicutti.

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Série de eventos No mês de agosto, a April Brasil Seguro Viagem promoveu uma série de eventos para reunir 240 agentes de viagens parceiros das cidades de Campinas, Ribeirão Preto e Salvador. O objetivo foi reafirmar a estreita relação da multinacional francesa com os profissionais do turismo de cada localidade.

"Além de celebrar e agradecer aos profissionais pela parceria, essa é uma forma de reunir a nossa equipe comercial com esses profissionais, para assim conseguir coletar informações do mercado local, conhecer as suas necessidades e experiências, para oferecer o suporte personalizado para cada parceiro", explica Claudia Brito, diretora comercial.

Durante os eventos, os membros da equipe comercial da April de cada localidade também puderam apresentar todos os benefícios que a empresa oferece aos seus parceiros e clientes, como o portfólio de produtos que atendem a qualquer viajante, suporte na área de marketing e visual, além de eventuais campanhas de incentivo promovidas ao longo do ano.

A expectativa é que o roadshow da April ainda visite outras cidades como Goiânia, Belo Horizonte, Balneário Camboriú, João Pessoa, Toledo, Foz do Iguaçu, São Paulo e Rio de Janeiro.

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