ANS atualizou na última segunda dados do setor de planos

SEG NOTÍCIAS - 7.08: ANS aponta crescimento de clientes de planos em junho

Seguros / 15:51 - 7 de ago de 2019

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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) atualizou na última segunda-feira os dados do setor de planos de saúde, disponibilizando os números relativos ao mês de junho. A consulta pode ser feita por meio da Sala de Situação, ferramenta disponível no portal da ANS.

Em junho, o setor contabilizou, em todo o país, 47.332.911 beneficiários em planos de assistência médica e 24.799.687 em planos exclusivamente odontológicos. Os dados apontam crescimento em número de clientes na segmentação médica, em comparação ao mês anterior e ao ano anterior, o que mantém a tendência de estabilidade que vem sendo observada nesse produto. Já o segmento odontológico segue sua trajetória de ampla expansão nos últimos anos.

No período, houve aumento na quantidade de consumidores de planos de assistência médica em 16 estados e no Distrito Federal, sendo São Paulo, Goiás e Distrito Federal os líderes em números absolutos. Na segmentação odontológica, apenas quatro Estados não registraram aumento no número de beneficiários.

A ANS lembra que os números podem sofrer modificações retroativas em função das revisões efetuadas mensalmente pelas operadoras.

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Planos de saúde crescem em linha com recuo do desemprego

O aumento do total de beneficiários de planos médico-hospitalares avançou em linha com a redução do nível de desemprego no Brasil em junho de 2019. De acordo com a Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB), do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess), foram firmados 108,1 mil novos vínculos com estes planos entre junho deste ano e o mesmo mês do ano anterior. No mesmo período, o saldo de desempregados apurado pelo IBGE recuou de 12,9 milhões para 12,8 milhões. Com o avanço, o setor atende 47,3 milhões de beneficiários.

É importante notar que o aumento dos planos coletivos empresariais, que são os que respondem ao emprego com carteira assinada, foi de 237 mil novos contratos entre junho de 2018 e junho de 2019.

"Os números confirmam aquilo que temos apontado, de que o mercado de saúde suplementar guarda uma relação direta com o número de empregos formais no país e depende de sua recuperação, especialmente nos setores de indústria, comércio e serviços nos grandes centros urbanos, e nas fronteiras do agronegócio", avalia José Cechin, superintendente-executivo do Iess. "Um processo que é importante para que a população possa alcançar o sonho de contar com esse benefício, o terceiro maior do brasileiro de acordo com pesquisa do Ibope Inteligência que acaba de ser divulgada", completa.

O número foi impulsionado pela faixa etária de 59 anos ou mais, que cresceu 2,5% em 12 meses, enquanto as outras faixas tiveram retração. No que diz respeito às regiões, novamente, o Centro-Oeste foi a que mais cresceu, apresentando aumento de 2,2% em 12 meses.

No segmento de planos exclusivamente odontológicos, a NAB registrou 1,3 milhão de novos vínculos. Incremento de 5,7%. Com isso, o mercado já alcançou a marca de 24,8 milhões de beneficiário na carteira das Operadoras de Planos de Saúde (OPS) deste tipo.

Se o ritmo de contratações de planos exclusivamente odontológicos registrado no último trimestre se mantiver até o fim do ano, o Iess projeta que o segmento irá ultrapassar o total de 25 milhões de vínculos deste tipo.

Fazer uma projeção para o setor de planos médico-hospitalares contudo é mais difícil porque, conforme explica Cechin, este já é um mercado mais consolidado no país. "Claro que ainda há espaço para crescer, mas esse movimento, como já apontamos, está vinculado ao ritmo de geração de empregos formais no país. Por outro lado, os planos exclusivamente odontológicos, até pelo volume de beneficiários, tem um potencial maior de crescimento, especialmente porque têm sido usados como ferramenta para atrair e reter talentos em empresas de pequeno e médio porte no país", analisa.

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Tendências para o mercado global de assistência 24 horas

A Allianz Partners lançou a série "O mundo em 2040", como parte do compromisso do Grupo Allianz SE em antecipar as necessidades de seus clientes nos próximos anos. A série examina uma ampla gama de tendências e tópicos futuros que afetarão a saúde, a vida doméstica, a mobilidade e as viagens nos próximos 20 anos. Isso inclui como os robôs e a automação transformarão a vida cotidiana, desde o trabalho até o lar; como múltiplas revoluções médicas irão melhorar e prolongar a vida; e o impacto potencial de carros, trens e aviões sem motoristas ou pilotos.

A Allianz Partners é líder mundial em soluções de assistência e seguro B2B2C, oferecendo proteção e cuidados globais. O grupo contratou o respeitado futurologista Ray Hammond para o desenvolvimento desta série, com base em sua experiência na previsão de tendências futuras por quase 40 anos. Com o projeto, a Allianz Partners pretende colocar-se no lugar dos futuros clientes, a fim de adiantar as suas necessidades e antecipar-se proativamente à evolução das tendências e inovações que possam afetar os seus negócios.

A série foi lançada em formato de relatórios, que serão divulgados nos próximos meses, prevendo como será o mundo em 2040 nas quatro principais áreas de atuação da Allianz Partners: saúde, assistência, automotiva e seguro viagem.

O primeiro relatório trará as mudanças que deverão impactar o setor de saúde nas próximas duas décadas, incluindo grandes melhorias na prestação de tratamento e acesso a cuidados. Esse será seguido por um relatório sobre casas inteligentes e transformação doméstica em meados do século 21. O terceiro relatório irá explorar as prováveis mudanças no transporte rodoviário nos próximos 20 anos. Enquanto o relatório final examinará como a experiência do viajante de negócios e lazer irá evoluir nas próximas décadas, tanto nos países desenvolvidos quanto naqueles em desenvolvimento.

Falando sobre o projeto, Ray Hammond pontua que "o mundo está mudando em um ritmo acelerado e os próximos 20 anos verão níveis sem precedentes de desenvolvimento de tecnologia. Haverá 9 bilhões de pessoas no mundo. Até 2040, podemos esperar enormes mudanças em quase todos os aspectos da vida, razão pela qual esse estudo é necessário. Eles apresentam minha opinião sobre possíveis desenvolvimentos e tendências futuras, com base em minha extensa pesquisa sobre uma ampla gama de tópicos, relevantes para suas várias linhas de negócios. Gostei muito de trabalhar nesta série e acredito que ela oferece informações valiosas".

Os relatórios foram desenvolvidos no contexto de sete grandes tendências que devem moldar o futuro, incluindo: explosão assimétrica da população global; mudança climática; a revolução das energias renováveis; globalização; múltiplas revoluções nos cuidados de saúde; desenvolvimento acelerado e exponencial da tecnologia da informação; e os dois bilhões mais baixos - as pessoas mais pobres do mundo.

A série de Futurologia da Allianz Partners está disponível na íntegra para leitura aqui.

A Allianz lembra que o conteúdo da Série de Futurologia baseia-se inteiramente nas visões e opiniões do futurologista Ray Hammond, com base em sua experiência em prever possíveis desenvolvimentos futuros. O conteúdo do relatório não reflete necessariamente as opiniões da Allianz Partners, que encomendou esta série como parte de seu compromisso de acolher proativamente o futuro.

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Modelos não tradicionais de cuidado com a saúde ganham força com as novas gerações

Insatisfeitos com o status atual da saúde, consumidores da das gerações Y e Z abrem caminho para formatos de cuidados não tradicionais com a saúde, como clínicas de varejo, serviços virtuais e digitais, de acordo com a pesquisa "Digital Health Consumer Survey", da Accenture.

Ao considerar o atendimento tradicional, os millennials (22 a 38 anos em 2019) estão duas a três vezes mais propensos do que os baby boomers (idades de 55 a 73 anos) a ficar insatisfeitos com questões como localização/canal de atendimento (13% vs. 4%); eficácia do atendimento (12% vs. 4%); e se o médico prescreveu a medicação que eles esperavam (10% vs. 5%).

O estudo revela ainda que métodos de tratamento não tradicionais têm rápida entrada em todos as faixas etárias nos últimos anos, com quase um terço (29%) dos entrevistados usando alguma forma de atendimento virtual e quase metade (47%) fazendo uso de clínica de ambulatório/varejo. Já o uso de serviços digitais de autoatendimento também está em ascensão. Metade (51%) de todos os entrevistados disseram que usam aplicativo móvel ou wearables para gerenciar seu estilo de vida e condições de saúde e mais da metade (53%) usam enfermeiros virtuais para monitorar condições de saúde, medicamentos e sinais vitais.

"Com o crescimento de pacientes tomando as rédeas dos cuidados com a própria saúde, fica claro que empresas ligadas ao setor precisam se adaptar e fornecer meios para atender às necessidades de todos. Aqueles que estiverem à frente nas entregas aos pacientes ganharão lealdade e estarão fortemente posicionados ao que o futuro reserva", afirma Vinícius Fontes, diretor-executivo e líder de Transformação Digital para o setor de Saúde, Educação e Serviços Públicos da Accenture.

AAccenture entrevistou 2.338 consumidores de saúde dos EUA (maiores de 18 anos) entre novembro e dezembro de 2018. Usando cortes definidos pelo Pew Research, os entrevistados pertenciam a um dos cinco grupos etários: Gen Z (idades 18 a 21 em 2019), millennials (22 a 38 anos), Gen X (39-54 anos), Baby Boomers (55 a 73 anos) e Silent Generation (idades de 74 a 91).

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DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

Fórum A saúde corporativa é um tema que afeta não só o clima organizacional, a produtividade e as taxas de absenteísmo. A forma como a organização realiza a gestão da saúde dos colaboradores está diretamente relacionada à sinistralidade do plano de saúde e economia.

Neste contexto, o setor de compras precisa acompanhar tendências e melhores práticas em gestão de saúde, para se manter alinhado às estratégias de contenção de custos e investir em soluções que tragam, efetivamente, resultados de saúde e redução de custo.

Para ajudar as empresas alinharem suas estratégias de compras aos atuais desafios do setor de saúde, o CEO da Sharecare, Nicolas Toth, foi convidado para participar do Fórum Comprar 2019, evento que reúne profissionais do segmento.

Durante o encontro, o executivo abordará os principais ofensores da saúde nas empresas, além de estratégias e soluções que podem reduzir custos com saúde.

"Atualmente, do gasto total com saúde privada no Brasil, mais da metade (52%) é com custos indiretos como afastamento, absenteísmo, perda de produtividade e substituição de colaboradores, números esses que podem ser reduzidos ou evitados com uma gestão eficiente de saúde que coloca o usuário no centro do cuidado", reforça Nicolas.

A palestra "O olhar do setor de compras para o custo da saúde corporativa" acontece no dia 19 de agosto, às 13h40, durante o Fórum Comprar, no Hotel Transamérica (Avenida das Nações Unidas, 18.591, São Paulo).

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SEGURO CIDADÃO

Hepatites virais - Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 390 milhões de pessoas pelo mundo têm infecção crônica pelo vírus das hepatites B e C, responsável por 95% das mortes provocadas por hepatites virais. No Brasil, o Ministério da Saúde, por meio de seus relatórios, reforça que o cenário no país também causa preocupação, tanto que o Governo Federal instituiu neste ano a celebração do "Julho Amarelo", mês de conscientização da doença.

Sabendo da importância desse movimento de conscientização, o Porto Seguro Saúde preparou algumas dicas e informações importantes para o combate e a prevenção.

Hepatite é a inflamação do fígado que pode ser causada por vírus, uso de medicamentos, álcool e outras drogas, assim como por doenças autoimunes, metabólicas e genéticas. As hepatites virais mais comuns são as causadas pelos tipos A, B e C. Existem, ainda, o D e o E, sendo o último mais frequente nos continentes africano e asiático.

Há a hepatite A, com transmissão fecal-oral, se dá pelo contato entre indivíduos ou pela ingestão de alimento ou água contaminados.

Também a hepatite B, com transmissão por meio de relações sexuais desprotegidas, o vírus se hospeda no sangue, no esperma, nas secreções vaginais e no leite materno. Além das relações, a transmissão ainda pode se dar no compartilhamento de material para o uso de drogas, de higiene pessoal, transfusão de sangue contaminado e na amamentação.

E, por fim, a hepatite C: assim como no tipo B, o vírus se abriga no sangue, sendo o contato com o sangue contaminado a principal forma de transmissão.

A doença não gera sintomas muito bem definidos. Os mais comuns incluem cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes esbranquiçadas. Pelos sintomas serem tão comuns, milhares de pessoas são portadoras dos tipos B ou C sem saber.

Contra os vírus A e B, estão disponíveis vacinas no país. Para o tipo A, as vacinas são indicadas para crianças com até dois anos de vida. Para o tipo B, a vacina consta no calendário infantil de imunizações, mas quem ainda não tomou, ainda pode se vacinar. São três doses, com intervalo mínimo de um mês para cada uma das doses. A imunização só estará completa quando todas as doses forem aplicadas.

Para hepatite C, ainda não há vacina. Mas, é importante ressaltar que algumas medidas simples podem ser postas em prática no nosso dia a dia, como por exemplo, não compartilhar com outras pessoas objetos como seringas e agulhas e usar preservativos nas relações sexuais. E, acima de tudo, vá ao médico regularmente e realize exames de rotina.

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Pesquisadora modifica proteína do leite para aumentar sua digestão em idosos

Em 2030, o número de idosos do Brasil ultrapassará pela primeira vez o de crianças e adolescentes de 0 a 14 anos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O aumento da expectativa de vida desafia a sociedade a desenvolver soluções que promovam um envelhecimento cada vez mais saudável, principalmente com relação aos aspectos fisiológicos do público da terceira idade. Uma iniciativa interessante nesse sentido é o estudo de Juliana Fracola, aluna do Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP. Em seu trabalho de Mestrado, a pesquisadora modificou uma das principais proteínas do leite, a betalactoglobulina, a fim de aumentar sua digestão em idosos.

Para transformar a proteína, Juliana utilizou luz ultravioleta (UV) para irradiá-la, gerando uma reação que foi capaz de alterar sua estrutura. Depois do procedimento, a "nova" proteína foi adicionada a uma solução que simula as condições gástricas de idosos da saliva até o estômago, visando verificar a eficiência do processo digestivo. "Obtivemos um aumento de 50% na digestão da proteína irradiada em comparação a que não recebeu ação da luz", afirma a estudante. O método utilizado na pesquisa também foi aplicado para avaliar como seria o processo digestivo em adultos e crianças. Em ambos os casos, o aumento na digestão foi de 25%.

Além de ser facilmente absorvida pelo organismo, a proteína irradiada com a luz passou a ter mais qualidade, pois gerou peptídeos (pequenos fragmentos de proteínas) com funções antioxidantes, anti-hipertensivas e ansiolíticas. "Podemos imaginar, por exemplo, que, se uma pessoa consumir certa quantidade dessa proteína diariamente, poderá ter um maior controle da hipertensão", explica Daniel Cardoso, professor do IQSC e orientador do estudo.

No trabalho, os pesquisadores utilizaram um tipo de luz ultravioleta conhecida por sua função bactericida e esterilizante, a qual já era empregada no tratamento de alimentos para destruir microrganismos. No entanto, os cientistas não imaginavam que a luz UV poderia facilitar a digestão de proteínas. "A pesquisa mostrou uma alternativa capaz de aliar a produção de alimentos nutritivos, com maior qualidade e altamente digestíveis. Isso será muito benéfico ao processo de envelhecimento da população", diz Juliana, que foi bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

A betalactoglobulina é a principal proteína do soro do leite e, devido a sua formação estrutural, associada a menor capacidade de mastigar e a reduzida atividade gástrica de idosos, tem sua digestão dificultada no estômago. Essa resistência, inclusive, pode causar alergias, como se fosse uma resposta do organismo que deseja metabolizá-la, mas não consegue. Bebida indispensável para quem precisa aumentar a força física e a massa muscular, o leite é composto de água, lipídeos, lactose e proteínas, além de ser fonte de cálcio e vitaminas.

Diversas alterações fisiológicas estão associadas ao envelhecimento, como a osteoporose, mudanças nas funções cerebrais, cardiovascular, metabólica e a aparição de sarcopenia – perda natural e progressiva de força e massa muscular. Todos esses problemas podem diminuir a qualidade de vida e a capacidade dos idosos de realizarem atividades básicas do dia a dia. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o número de pessoas com idade superior a 60 anos chegará a 2 bilhões até 2050, ano em que, no Brasil, os idosos representarão quase 30% da população nacional, segundo o IBGE. Atualmente, a expectativa de vida no país é de 76 anos.

A pesquisa desenvolvida no IQSC poderá trazer benefícios não só para os consumidores de produtos lácteos, mas também para a indústria de lacticínios, que busca processos energeticamente mais baratos, com menor tempo de execução e que atendam a demanda nutricional diária da população. Enquanto as técnicas que envolvem o aumento de temperatura para tratar o leite, como a pasteurização, possuem alto custo energético e podem comprometer a qualidade da mercadoria, alterando sua cor, sabor ou até destruindo suas proteínas, a utilização da luz ultravioleta nesse processo traz diversas vantagens: "Além de apresentar um custo 250 vezes menor que a pasteurização, o tratamento do leite com a luz UV aumenta o tempo de prateleira do produto, modifica menos suas características originais, reduzindo a perda de nutrientes, e tem a mesma segurança alimentar do procedimento tradicional", explica Daniel.

Do ponto de vista industrial e econômico, a exploração das proteínas do soro do leite é de grande relevância. Além de ser importante para a produção de diversos produtos, como biscoitos, iogurtes e suplementos alimentares, o soro do leite atua no estímulo de ganho de massa muscular, manutenção da saúde óssea e ainda contribui para a perda de peso, já que reduz a sensação de fome e a produção de gordura corporal. Há cerca de 10 anos, todo esse potencial não era aproveitado, tanto que o soro do leite era considerado resíduo e servia de ração para animais. Com o interesse da academia em pesquisar sobre o produto e a abertura do mercado para sua utilização, esse cenário tem mudado.

Segundo Daniel, há uma força-tarefa mundial que visa o desenvolvimento de proteínas mais nutritivas, e o desafio tem instigado centenas de cientistas. Agora, a partir dos resultados apresentados no estudo de Juliana, os pesquisadores buscarão aprimorar a proteína irradiada com a luz com o objetivo de aumentar ainda mais sua qualidade. O docente afirma que o procedimento adotado no trabalho já está pronto para a utilização na indústria, podendo ser aplicado diretamente no soro do leite para modificar a estrutura da betalactoglobulina.

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ENDOSSANDO

Novo escritório - Visando a estar mais próxima de seus parceiros e clientes da região, a Seguros Sura anuncia a abertura do seu novo escritório na cidade de Sorocaba. O novo espaço da companhia foi idealizado para criar conexões ainda mais próximas com a região. Ao lado de 100 corretores e duas assessorias, a equipe da Seguros Sura atenderá as cidades próximas a Sorocaba.

A escolha pela cidade é estratégica por ser um dos polos industriais de destaque no interior de São Paulo. "Junto com os nossos parceiros, vamos disponibilizar todas as nossas soluções de seguros para a região, com foco nas Pequenas e Médias Empresas (PMEs) estrategicamente definido pela grande quantidade de comércios e serviços na cidade", explica Cristiano Saab, vice-presidente de Canais e Subscrição da Seguros Sura.

A abertura do novo escritório faz parte do projeto de expansão da Seguros Sura, que nos últimos meses ampliou a presença em novas praças. "A presença em mais regiões cria vínculos e possibilidades para o entendimento do mercado e a geração de valor em todo o Brasil. É a partir da expansão e proximidade que conseguimos alcançar as pessoas e as empresas por meio da entrega de

Além das novas praças, a Sura continua atuando nas principais regiões do Brasil, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Campinas, Ribeirão Preto e Goiânia.

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