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Analistas do Bradesco veem Ibovespa de volta ao pico

Por causa dos resultados das empresas e a evolução da economia norte-americana, dentro de poucas semanas o índice S&P500...

Acredite se puder / 09 Agosto 2018

Por causa dos resultados das empresas e a evolução da economia norte-americana, dentro de poucas semanas o índice S&P500 atingirá o nível mais elevado de sua história. Mas, como dizia Confúcio, tudo que sobe, um dia cai; muitos analistas já estão alertando para uma correção, em breve, que deverá descontar substancial parte dos ganhos. No Brasil, por enquanto, não existe nenhum tipo de preocupação. A maioria dos analistas não acredita em uma correção forte. Os do Bradesco, por exemplo, mesmo considerando a forte recuperação do Ibovespa no mês de julho, acreditam que o movimento deve continuar ao longo do mês de agosto. Os objetivos iniciais de alta estão projetados em 82.800 e 86.000 pontos, mas a alta pode chegar até o topo histórico em 88.300 pontos.

Quanto às principais ações, chamam atenção para as preferenciais da Petrobras, que, no movimento considerado como “bandeira de alta”, teria próximo objetivo projetado nos R$ 21. Caso esse nível seja rapidamente alcançado, haverá a tentativa de fechamento do gap existente entre R$ 21,27 e R$ 23,27. Porém, caso a situação política e econômica fique complicada, no lado inferior, existe o suporte em R$ 18,30, ponto de gap para ser fechado.

Apesar de todos os problemas no mercado de produtos siderúrgicos, existe a indicação para as ações preferenciais da Usiminas que seguem com estrutura de alta, amparada pelo suporte nos R$ 8,80. Vindo acima de R$ 9,34, o ativo poderia buscar primeiro objetivo nos R$ 9,60, nível cuja superação o liberaria novamente até a região de topo que ficou marcada entre R$ 10,94 e R$ 11,60.

 

Brexit: espertos fogem para Mônaco

Sir Jim Ratcliffe foi um dos maiores defensores do Brexit. O idoso engenheiro petroquímico de 66 anos, dono da maior fortuna individual do Reino Unido, avaliada em 21 bilhões de libras, decidiu mudar-se para Mônaco. As razões para esta migração não são conhecidas, mas o Daily Telegraph destaca que Mônaco é conhecido como um paraíso fiscal e Ratcliffe é dono de uma grande propriedade na Riviera Francesa. Será acompanhado de dois altos executivos da sua empresa, Ineos, Andy Currie e John Reece. A “luta” de Ratcliffe em relação ao regime fiscal não é nova. Em 2010, transferiu a sede da companhia para a Suíça, onde só permaneceu durante quatro anos, retornando para Londres.

 

Acabou a loucura por IPOs chineses

Por causa da guerra comercial com os Estados Unidos, o mercado de ações chinês tem sido o mais penalizado, e alguns analistas já estão classificando o estágio atual como bear market, devido a desvalorização de 20% já registrada neste ano. Causou surpresa a absorção das ações da China Tower Corp., que, apesar da situação difícil do momento, conseguiu captar US$ 6,9 bilhões na maior oferta pública já realizada. Em compensação, no dia da estreia das ações na bolsa de Hong Kong, a cotação permaneceu no preço de lançamento, a 1,26 dólares de Hong Kong. Bom, quem ganhou no período de loucuras, agora vai ter de esperar algum tempo.